Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.


Traz design moderno com LED, nova cor Cinza Moss, rodas diamantadas e interior refinado com teto solar panorâmico. Sai à frente do modelo 2019 por maior eficiência do motor, além de novos recursos de segurança e tecnologia. As evoluções mantêm o estilo, mas com melhorias em desempenho, conforto e acabamento.
Dependendo da campanha da concessionária, é possível achar o Premier a partir de R$ 150 mil em promoções; o preço de tabela GM (jun/25) é R$ 186.990, enquanto o valor médio FIPE (jun/25) é R$ 146.694. A versão se destaca pelo desempenho sólido e consumo equilibrado. As seis revisões até 60.000 km custam cerca de R$ 4.400 (podendo variar por região). Baixa desvalorização e boa durabilidade reforçam o custo-benefício frente aos rivais.
Conta com motor 1.2 Turbo Flex DI (3 cilindros) gera 141 cv (E) / 139 cv (G) e torque de 22,9 kgfm / 22,4 kgfm, respectivamente. Faz 0-100 km/h em 9 s (E) / 9,7 s (G). Recebeu melhorias no cabeçote, admissão e software para atender ao Proconve L8. O câmbio automático de seis marchas realiza trocas suaves e a direção elétrica progressiva completa o conjunto ágil e eficiente.
De fábrica traz bancos ergonômicos, ar-condicionado digital, sensor de chuva, monitor de pressão dos pneus, central MyLink 8″ com Android Auto/CarPlay sem fio, Wi-Fi 4G nativo via OnStar, comandos por voz, chave presencial, câmera de ré, sensores de estacionamento em 360° e teto solar panorâmico – tudo para uma condução moderna, prática e conectada.
Consome 11,2 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada (gasolina); 7,7 e 10,0 km/l (etanol). Com tanque de 44 litros, garante autonomia urbana de 492 km e rodoviária de 620 km (gasolina), mantendo o Tracker entre os SUVs compactos mais econômicos da categoria, com manutenção a preços fixos.
Embora mais moderno, há relatos de falhas no ar-condicionado, ruídos internos e problemas pontuais no Stabilitrak ou na trava do câmbio. Alguns proprietários avaliam que o modelo peca no acabamento traseiro simples, na ausência de difusores de ar-condicionado para quem vai atrás e central multimídia limitada em recursos avançados.
Preserva o visual robusto e urbano que o consagrou, com frente elevada, linhas retas e tampa traseira de vidro. A linha 2026 traz novo volante com base reta e painel redesenhado, inspirados no Argo e na Strada. Retrovisores e maçanetas agora têm acabamento em preto brilhoso, e as calotas aro 14 ganharam novo desenho. O porta-malas de 200 litros segue como destaque pela praticidade.
Com preço de tabela de R$ 80.060 e ofertas que chegam a R$ 66.990, é um dos carros mais baratos do país. O motor Firefly garante baixo consumo – até 15,8 km/l na estrada – e manutenção econômica, com revisões até 50 mil km somando cerca de R$ 3.900. Direção elétrica, ar-condicionado e controles de estabilidade reforçam o equilíbrio entre preço e conteúdo.
O motor 1.0 Firefly de três cilindros, flex, entrega até 75 cv e 10,7 kgfm de torque. O comando por corrente dispensa trocas e aumenta a durabilidade, enquanto o câmbio manual de cinco marchas e a tração dianteira favorecem a economia. A suspensão robusta e o controle de estabilidade ampliam a segurança e o conforto ao rodar.
Focado em praticidade, o interior utiliza plásticos texturizados e bancos em tecido com bom apoio lateral. O painel combina mostradores analógicos e tela digital de 3,5” com computador de bordo. Há ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, direção elétrica leve e aviso de pressão dos pneus. Os controles de tração e estabilidade e a assistência de partida em rampa completam o pacote de segurança ativa.
Prioriza economia, com consumo de até 14,5 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada com gasolina, ou 10,1 e 11,1 km/l com etanol. O coletor de escapamento integrado ao cabeçote ajuda o motor a atingir a temperatura ideal mais rápido, reduzindo consumo e emissões – um diferencial para o uso urbano.
É elogiado pela robustez mecânica, economia e direção elétrica leve. O motor com corrente de comando reforça a confiabilidade. Em contrapartida, o porta-malas pequeno, o acabamento simples, a ausência de multimídia e os dois airbags limitam o conforto e revelam o perfil básico da versão de entrada.
Mantém o visual do ano anterior, com grade em black piano, faróis com projetor e DRL em LED e rodas diamantadas de 16". Maçanetas cromadas e retrovisores com rebatimento elétrico reforçam a diferenciação da versão. Para 2027, não houve mudanças relevantes no desenho.
Por R$ 134.190 concentra o pacote mais completo da linha, com destaque para as assistências ADAS e o acabamento em couro. A garantia de cinco anos e a corrente de comando ajudam na previsibilidade dos gastos. Os valores das revisões somam cerca de R$ 5.700 até 60.000 km.
O motor 1.0 turbo trabalha com câmbio automático de seis marchas com conversor de torque, conjunto já consolidado na linha e também utilizado no Creta. O coxim hidráulico ajuda a reduzir as vibrações do motor de três cilindros, enquanto a direção elétrica tem o motor instalado na coluna, menos exposto a danos por água.
Traz bancos e volante revestidos em couro, ar-condicionado digital automático e carregador de celular por indução. A central de 8" oferece Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Para quem viaja atrás, há entrada USB-C dedicada, enquanto o volante tem ajustes de altura e profundidade.
Com gasolina faz 13,2 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada. Com etanol, registra 9,2 km/l e 10,2 km/l, respectivamente. Com tanque de 50 litros, pode superar 700 km entre abastecimentos em condições compatíveis com o consumo rodoviário oficial.
Recebe elogios pelo pacote de segurança, acerto da suspensão e funcionamento suave do conjunto mecânico. Entre as críticas estão os faróis principais halógenos, o excesso de plásticos rígidos e a ausência de ACC. Na linha 2027, a retirada da manta acústica sob o capô também gerou ressalvas, sobretudo por ocorrer junto ao aumento de preço.
O Chevrolet Tracker 1.2 Turbo 2025 tem preço competitivo. É possível achar o Premier a partir de R$ 150 mil em promoções; o preço de tabela GM (jun/25) é R$ 186.990, enquanto o valor médio FIPE (jun/25) é R$ 146.694. Seu custo-benefício é destacado pelo motor atualizado, que alia potência e economia, além de tecnologias modernas e bom acabamento. Apesar do tanque pequeno e algumas críticas à central multimídia, o Tracker oferece manutenção com custo entre R$4.300 a R$4.400, e consumo eficiente, tornando-se uma opção atraente frente a concorrentes que cobram mais pela garantia estendida e possuem mais espaço interno.
O Chevrolet Tracker 1.2 Turbo 2025 ganhou melhorias no motor para atender ao Proconve L8, ganhando mais potência (até 141 cv) e eficiência. Com consumo de até 14,1 km/l na estrada com gasolina, tornou-se um dos SUVs compactos mais econômicos do mercado. O desempenho também melhorou, com 0 a 100 km/h em 9,7 s com gasolina e 9 s com etanol, mas o tanque de 44 litros limita sua autonomia frente aos concorrentes. Mesmo assim, supera rivais como VW T-Cross e se aproxima do Hyundai Creta em consumo urbano. Com bom equilíbrio entre desempenho e economia, o Tracker 2025 se consolida como uma opção eficiente na categoria.
Com mais potência, economia e tecnologia, seu motor 1.2 turbo flex de até 141 cv, injeção direta e câmbio automático de 6 marchas, acelera de 0 a 100 km/h em até 9s a etanol e 9,7s a gasolina. O consumo melhorou: faz até 14,1 km/l com gasolina. Destaque para o design moderno, interior espaçoso e porta-malas de 393 litros. Entre os recursos, estão painel digital, ar-condicionado automático, carregador por indução, 6 airbags e assistências de condução. Apesar do tanque de 44L, a autonomia segue competitiva. Estes motores estão disponíveis em ambas as versões do Tracker 1.2 Turbo: a RS e a Premier.
O IPVA do Chevrolet Tracker Premier 1.2 Turbo 2025 varia conforme o valor de referência adotado pelo Estado e a alíquota local: se o governo usar a média FIPE de junho/25 (R$ 146.694) e a alíquota for de 4 %, a cobrança fica em torno de R$ 5,9 mil; tomando o preço cheio de tabela da GM (R$ 186.990), a mesma alíquota sobe o imposto para cerca de R$ 7,5 mil. Em Estados com alíquota reduzida de 2 % (como ES ou SC), os valores caem para aproximadamente R$ 2,9 mil a R$ 3,7 mil.
É um SUV moderno e tecnológico, com design refinado, motor mais potente e eficiente graças à injeção direta. Oferece um acabamento premium, painel soft-touch, espaço interno generoso e recursos como MyLink de 8", Wi-Fi 4G nativo via OnStar, carregador por indução, piloto automático convencional (não adaptativo) e teto solar panorâmico. Conta com 6 airbags, controle de estabilidade, alerta de colisão, câmera de ré e Park Assist. Apesar do tanque pequeno (44L), é econômico e entrega boa autonomia. Problemas relatados incluem falhas no ar-condicionado, bateria e sistema eletrônico, mas o conjunto ainda se destaca na categoria.
Sua capacidade se destaca pelas melhorias mecânicas, com motor 1.2 Turbo Flex de 3 cilindros, agora com injeção direta e novo software. A potência subiu para até 139 cv (G) / 141 cv (E) e o torque para 22,4 kgfm e 22,9 kgfm, respectivamente. O desempenho também melhorou, com 0 a 100 km/h em 9,7s com gasolina e 9s com etanol, tendo um ganho de 9% na eficiência com etanol. A transmissão automática de seis marchas oferece trocas suaves, e a direção elétrica progressiva garante conforto e estabilidade. A suspensão McPherson dianteira e o eixo de torção traseiro filtram bem os impactos, enquanto os freios a disco e tambor completam o conjunto.
Embora tenha passado por uma série de melhorias, o Chevrolet Tracker 1.2 Turbo 2025 recebe críticas recorrentes sobre sua autonomia. Peca pela simplicidade do acabamento das portas traseiras, a falta de saída de ar traseira, e o apoio de braço disponível apenas na versão Premier. A central MyLink pode travar e exigir custo extra em versões mais básicas. Alguns condutores sentem a direção elétrica leve demais. Tem garantia de apenas 3 anos e custo de manutenção a R$4.400 até 60 mil Km. Há relatos de falhas no sistema eletrônico, câmbio, ar-condicionado, e bateria.
O modelo tem preço de tabela em torno de R$ 80.060, segundo fontes de lançamento. No entanto, promoções permitem valores a partir de cerca de R$ 66.790, conforme parâmetros de financiamento especiais. Esse cenário coloca o Mobi Like como uma opção de entrada muito acessível para seu segmento.
Com motor 1.0 Firefly de três cilindros e classificação «E» segundo o INMETRO, ele faz valores estimados para gasolina de até 14,5 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada). Já com etanol, há estimativas de aproximadamente 10,1 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada). Esses números o tornam uma das opções mais econômicas no uso urbano.
O Mobi Like traz de série controle de tração (ASR), controle de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus. O número de airbags é limitado à versão de entrada – o que pode pesar para quem prioriza segurança ativa e passiva com mais recursos.
O porta-malas conta com aproximadamente 200 litros, o que é compatível com sua categoria, mas inferior a alguns concorrentes. O espaço para passageiros no banco traseiro é considerado apertado para adultos em viagens mais longas , o que reforça o perfil mais urbano do veículo.
O motor 1.0 Firefly utiliza corrente de comando (em vez de correia dentada), o que reduz a frequência de manutenção desse componente importante. Quanto às revisões, estimativas indicam que até os 50.000 km o custo pode ficar em torno de R$ 3.900, considerando serviço em concessionária autorizada. Essa robustez mecânica favorece o custo-benefício no médio prazo.
Depende do perfil. Se o uso for majoritariamente urbano, com deslocamentos diários, o Mobi Like se destaca por economia, manutenção simples e praticidade. Já para quem percorre muitos quilômetros rodoviários, faz viagens longas ou busca mais espaço e potência, pode valer considerar modelos com autonomia, desempenho ou acabamento superior – pois esse modelo mostra limitações em viagens e em conforto para adultos atrás.
Os dois usam motor 1.0 turbo e câmbio automático de seis marchas, mas o Hyundai HB20 Platinum 2027 se diferencia principalmente pelo pacote de assistências à condução. Ele traz frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão frontal, assistente de permanência em faixa e monitoramento de ponto cego, além de itens como bancos em couro e carregador por indução. É justamente essa diferença de equipamentos que deve pesar para quem está escolhendo entre as duas versões — uma comparação que também aparece entre potenciais compradores em fóruns.
O Hyundai HB20 Platinum 2027 utiliza o motor 1.0 Turbo TGDI associado ao câmbio automático de seis marchas com conversor de torque, conjunto já conhecido na linha da Hyundai. O propulsor utiliza corrente de comando, que não exige a troca periódica prevista para uma correia dentada. Como em qualquer motor turbo com injeção direta, respeitar o óleo especificado e os intervalos de manutenção é fundamental para a durabilidade. Há relatos individuais de problemas de injeção em unidades do HB20 turbo, mas eles não permitem, isoladamente, concluir que exista uma falha generalizada na versão 2027.
Segundo os dados da versão que usamos como referência, o Hyundai HB20 Platinum 2027 faz 13,2 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, são 9,2 km/l e 10,2 km/l, respectivamente. O consumo real pode mudar bastante conforme trânsito, velocidade, uso do ar-condicionado, carga e maneira de dirigir. Com tanque de 50 litros, o consumo rodoviário oficial com gasolina permite superar 700 km entre abastecimentos em condições compatíveis com essa média.
O Hyundai HB20 Platinum 2027 traz frenagem autônoma de emergência, além de alerta de colisão frontal, assistente e alerta de permanência em faixa e monitoramento de ponto cego. Ele não oferece piloto automático adaptativo (ACC). Portanto, apesar do pacote de assistência mais completo, o motorista ainda precisa controlar manualmente a distância em relação ao veículo da frente durante o uso do controle de velocidade.
O motor 1.0 Turbo TGDI do Hyundai HB20 Platinum 2027 utiliza corrente de comando. Diferentemente de uma correia dentada, ela não possui um intervalo periódico de substituição equivalente previsto como item normal de manutenção. Isso não elimina os cuidados com o sistema: utilizar o lubrificante correto e cumprir as revisões continua sendo essencial para preservar motor, corrente e componentes associados.
O Hyundai HB20 Platinum 2027 acomoda cinco ocupantes e tem porta-malas de 300 litros, capacidade coerente com a proposta de um hatch compacto. O motor turbo e o câmbio automático favorecem retomadas e ultrapassagens, enquanto o pacote de assistências acrescenta recursos úteis em viagens. Para famílias que carregam muita bagagem, porém, vale conferir pessoalmente o porta-malas: além dos 300 litros, o banco traseiro rebate de forma inteiriça, e não bipartida.