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    Comparativo BYD DOLPHIN GS 2025/2025 X FIAT MOBI LIKE 2025/2026 X FIAT ARGO TREKKING 1.3 2025/2026

    Comparativo BYD BYD DOLPHIN GS 2025/2025 X Fiat FIAT MOBI LIKE 2025/2026 X Fiat FIAT ARGO TREKKING 1.3 2025/2026

    Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.

    Avaliações principais

    Perguntas Frequentes

    O BYD Dolphin GS possui uma autonomia declarada de 295 km segundo o padrão do Inmetro, e de 291 km conforme o novo ciclo PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), que também passou a ser adotado oficialmente no Brasil. Esses números, já bastante satisfatórios para o uso urbano, são superados em algumas condições de uso real. Em testes práticos realizados por veículos especializados, o Dolphin GS chegou a registrar consumo médio de 12 kWh a cada 100 km rodados em ambiente urbano. Com base nesse desempenho, a autonomia real pode alcançar até 371 km com uma carga completa – resultado acima do estimado nos dados oficiais. Esses testes consideram fatores como temperatura ambiente, uso moderado de ar-condicionado e condução em ritmo leve, típicos de trajetos urbanos. Já em rodovias, os testes indicam que o Dolphin GS pode alcançar médias de consumo em torno de 7,1 km/kWh. Considerando a capacidade total da bateria de 44,9 kWh, esse consumo pode render uma autonomia de até 410 km em condições ideais, desde que a condução seja feita com constância de velocidade e o uso de acessórios como ar-condicionado seja equilibrado.

    O grande destaque do BYD Dolphin é o seu custo-benefício agressivo. Lançado por R$ 148.900, ele chegou ao mercado como um dos elétricos mais acessíveis do Brasil. Hoje, fora de período promocional, o modelo GS aparece no site da montadora por R$ 159.800, mas são recorrentes os valores promocionais. Ainda assim, entrega muito mais do que a média da categoria, sendo uma das melhores portas de entrada para a mobilidade elétrica no país. Enquanto muitos subcompactos elétricos oferecem menos espaço, autonomia e tecnologia por preços semelhantes, o Dolphin rompe esse padrão. Ele combina porte de hatch compacto, plataforma 100% elétrica, entre-eixos generoso e um conjunto de equipamentos digno de modelos mais caros. Isso inclui faróis full LED, seis airbags, câmera 360°, central multimídia de até 12,8” rotativa e diversos recursos conectados – tudo de série. Além disso, seu conjunto mecânico robusto, aliado à autonomia urbana acima de 290 km e recarga rápida, reforça o excelente valor entregue por cada real investido. A estratégia da BYD, ao posicioná-lo nessa faixa de preço, foi tão acertada que muitos especialistas dizem que o Dolphin “aposentou os subcompactos 100% elétricos” no país. Vale lembrar ainda que ele conta com isenção de rodízio, possíveis descontos de IPVA e menor custo de manutenção, o o que reforça sua atratividade no médio e longo prazo.

    Sim, e esse é um dos seus maiores diferenciais. Apesar de ser compacto por fora, o Dolphin surpreende no espaço interno graças ao seu design com estilo de monovolume e ao generoso entre-eixos de 2,70 metros – o mesmo de um Toyota Corolla e superior ao de modelos como Volkswagen Virtus e T-Cross. Isso garante muito espaço para pernas e joelhos, especialmente no banco traseiro. Outro ponto positivo é o piso traseiro plano, que elimina o incômodo túnel central e aumenta o conforto do passageiro do meio. A altura interna também é satisfatória, embora o espaço para a cabeça de adultos mais altos possa ser um pouco justo no banco traseiro. Na frente, o motorista encontra uma posição de dirigir mais elevada, com boa ergonomia e bancos descritos como super macios e confortáveis. Revestidos em couro vegano com ventilação discreta, eles oferecem bom apoio para o corpo, mesmo em viagens longas. A cabine, por sua vez, tem um visual jovial e bem-acabado, com uma combinação de texturas e cores que reforça a sensação de amplitude e modernidade. O Dolphin entrega, de fato, uma experiência de espaço acima da média para sua categoria – e isso sem comprometer o porte externo, o que o torna ideal para circular na cidade com conforto de carro maior.

    O BYD Dolphin impressiona pela oferta de tecnologia, especialmente considerando sua faixa de preço. O principal destaque vai para a central multimídia com tela rotativa de 12,8 polegadas, equipada com o sistema ICS (Intelligent Cockpit System). Além dos comandos de voz – ativados por "Hey, BYD” – , ela traz recursos de entretenimento inusitados como karaokê e videogame, além de espelhamento com Android Auto e Apple CarPlay (via cabo). Outro ponto forte é o conjunto de câmeras 360° com excelente resolução, que facilita manobras e amplia a segurança. O painel de instrumentos é digital, com tela de 5 polegadas, e o veículo recebe atualizações remotas (OTA), mantendo o sistema sempre atualizado. Mas a tecnologia vai além da cabine. O Dolphin é construído sobre a e-Platform 3.0, uma base exclusiva para carros elétricos que melhora a eficiência, o desempenho e a segurança. A bateria é a Blade, reconhecida globalmente por sua durabilidade e alta resistência em testes extremos. No eixo da conectividade, o carro conta com um aplicativo que permite controlar diversas funções pelo smartphone, como abrir portas, fechar vidros, ligar o ar-condicionado ou verificar o nível da bateria – tudo à distância. Com modos de condução (Eco e Sport), sistema de regeneração de energia ajustável, direção elétrica leve, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold e faróis full LED com acendimento automático, entrega uma experiência inteligente e confortável, digna de carros de categoria superior.

    O BYD Dolphin entrega exatamente o que se espera de um carro urbano moderno: agilidade, conforto e silêncio. Com motor elétrico de 95 cv e torque instantâneo, ele acelera de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos – mais do que o suficiente para garantir arrancadas rápidas no trânsito e retomadas seguras em vias urbanas. A direção elétrica é leve e muito bem calibrada, facilitando manobras mesmo em espaços apertados. A suspensão também merece destaque: é macia, filtra bem as irregularidades do asfalto e lida com buracos e valetas sem causar impactos excessivos. Mesmo com sua altura livre do solo de 12 cm, o Dolphin não costuma raspar em rampas ou lombadas, mostrando boa adaptação às condições das ruas brasileiras. A estabilidade ao rodar também agrada, transmitindo segurança ao volante. Outro ponto forte é o silêncio a bordo. O isolamento acústico é considerado um dos mais eficientes da categoria. O modelo ainda oferece dois modos de condução: Eco, voltado para economia, e Sport, que libera respostas mais vigorosas. Também conta com um sistema de regeneração de energia dos freios, que pode ser ajustado entre dois níveis (Standard e Lord), ajudando a prolongar a autonomia. Para o dia a dia urbano, o Dolphin é um verdadeiro city car – leve, esperto, econômico e confortável. Em trajetos mais longos, como qualquer elétrico, exige mais planejamento por conta da autonomia e da disponibilidade de carregadores rápidos.

    O BYD Dolphin conta com um plano de manutenção com preço fixo considerado acessível, com revisões programadas a cada 20 mil km. Os valores dessas revisões variam entre R$ 400 e R$ 1.040. Além disso, como acontece com a maioria dos modelos elétricos, o custo geral de manutenção é menor do que o de um veículo a combustão. É importante destacar que o custo por quilômetro rodado, estimado entre 11 e 15 centavos, refere-se ao gasto com energia elétrica para recarregar a bateria – uma carga completa gira em torno de R$ 45. Já o custo de manutenção pode incluir serviços adicionais, como alinhamento, balanceamento e rodízio dos pneus, que não estão incluídos nas revisões programadas e são recomendados a cada 12 mil km. Esses serviços custam cerca de R$ 250 em autorizadas. Os pneus merecem atenção especial. Por serem de perfil baixo, são mais suscetíveis a danos em buracos ou obstáculos. Há relatos de desgaste mais acelerado nos pneus dianteiros – cerca de 2 mm a cada 12.000 km –, o que pode exigir a troca de um par aos 36.000 km. O rodízio periódico é fundamental para equilibrar esse desgaste. Também é importante alertar os mecânicos, em caso de troca ou reparo, para que tomem cuidado com a bateria instalada sob o assoalho, evitando danos estruturais. Além disso, o modelo exige um período inicial de amaciamento de 2.000 km, durante o qual o condutor deve utilizar apenas o modo Eco, conforme instruções do manual. Outro ponto de atenção está no seguro: os valores podem ser elevados, com estimativas de R$ 1.500 ou mais, dependendo do perfil do motorista. A rede de concessionárias da BYD ainda está em expansão, o que pode gerar limitações no pós-venda em algumas regiões. Por fim, o Dolphin não é homologado para engate traseiro nem tração de reboques – uma limitação importante para quem precisa desse tipo de funcionalidade.

    Em São Paulo, a alíquota é de 4% sobre o valor do veículo, totalizando cerca de R$ 4.753,28 em 2025. Há possibilidade de restituição de metade do imposto via programa municipal para carros elétricos. Em outros estados: Minas Gerais: também 4%, resultando em aproximadamente R$ 5.992 Piauí: 2,5% - cerca de R$ 3.745 Ceará: 3% - cerca de R$ 4.494 Em resumo: O IPVA do Dolphin em 2025 pode variar de R$ 3.700 a R$ 6.000, dependendo do estado. Em São Paulo, o valor está em torno de R$ 4.750, com possibilidade de receber metade deste valor de volta.

    O modelo mais barato da BYD no mercado brasileiro é o BYD Dolphin Mini, uma versão mais compacta e acessível do já conhecido Dolphin GS. O Dolphin Mini foi lançado para ampliar a presença da montadora no segmento de elétricos de entrada e se tornou a opção mais econômica da marca. O veículo tem preço inicial de R$ 115.800 na versão com 4 lugares, e R$ 119.800 na configuração com 5 lugares, posicionando-se bem abaixo do Dolphin GS, que hoje parte de R$ 159.800. Com visual jovial, tamanho reduzido e foco no uso urbano, o Mini tem como proposta ser um carro compacto 100% elétrico para quem busca praticidade, baixo custo operacional e acesso à mobilidade sustentável. Mesmo sendo o mais barato da linha, o modelo entrega itens como central multimídia com tela flutuante, ar-condicionado digital, direção elétrica, rodas de liga leve e bom pacote de conectividade. A autonomia do Dolphin Mini gira em torno de 280 km, e o carro também conta com a bateria Blade, com foco em segurança e durabilidade. Com isso, o Dolphin Mini se consolida como a porta de entrada para quem deseja ter um carro elétrico da BYD gastando menos, sem abrir mão da tecnologia e confiabilidade que a marca vem consolidando no mercado brasileiro.

    O modelo tem preço de tabela em torno de R$ 80.060, segundo fontes de lançamento. No entanto, promoções permitem valores a partir de cerca de R$ 66.790, conforme parâmetros de financiamento especiais. Esse cenário coloca o Mobi Like como uma opção de entrada muito acessível para seu segmento.

    Com motor 1.0 Firefly de três cilindros e classificação «E» segundo o INMETRO, ele faz valores estimados para gasolina de até 14,5 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada). Já com etanol, há estimativas de aproximadamente 10,1 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada). Esses números o tornam uma das opções mais econômicas no uso urbano.

    O Mobi Like traz de série controle de tração (ASR), controle de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus. O número de airbags é limitado à versão de entrada – o que pode pesar para quem prioriza segurança ativa e passiva com mais recursos.

    O porta-malas conta com aproximadamente 200 litros, o que é compatível com sua categoria, mas inferior a alguns concorrentes. O espaço para passageiros no banco traseiro é considerado apertado para adultos em viagens mais longas , o que reforça o perfil mais urbano do veículo.

    O motor 1.0 Firefly utiliza corrente de comando (em vez de correia dentada), o que reduz a frequência de manutenção desse componente importante. Quanto às revisões, estimativas indicam que até os 50.000 km o custo pode ficar em torno de R$ 3.900, considerando serviço em concessionária autorizada. Essa robustez mecânica favorece o custo-benefício no médio prazo.

    Depende do perfil. Se o uso for majoritariamente urbano, com deslocamentos diários, o Mobi Like se destaca por economia, manutenção simples e praticidade. Já para quem percorre muitos quilômetros rodoviários, faz viagens longas ou busca mais espaço e potência, pode valer considerar modelos com autonomia, desempenho ou acabamento superior – pois esse modelo mostra limitações em viagens e em conforto para adultos atrás.

    Sim. A versão Trekking foi desenvolvida justamente para rodar bem em piso ruim. A altura livre do solo de 18,2 cm permite superar buracos, valetas e lombadas com facilidade. A suspensão robusta com amortecedores Cofap, os pneus de uso misto Pirelli ATR e o protetor de cárter em aço reforçam essa vocação aventureira. É um hatch projetado para quem enfrenta ruas irregulares no dia a dia.

    Sim. O motor 1.3 Firefly é um dos grandes pontos fortes da versão. Ele entrega 107 cv e 13,7 kgfm no etanol e se destaca pela durabilidade. Usa corrente de comando (dispensa troca) e tucho hidráulico (elimina regulagem de válvulas), o que reduz custos de manutenção. Para uso urbano, a performance é adequada; nas estradas, pode faltar fôlego em retomadas, especialmente com o carro carregado.

    Sim. Os dados oficiais do Inmetro apontam consumo de 12,8 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada com gasolina, e 9 km/l / 10,3 km/l com etanol. Na prática, em condução leve, é comum ver médias acima de 16 km/l na estrada com gasolina. Para um motor aspirado 1.3 com pneus de uso misto, o consumo é considerado ótimo.

    A versão inclui faróis Full LED, central multimídia UCONNECT de 7", espelhamento sem fio, câmera de ré, sensor traseiro, piloto automático, retrovisores elétricos com tilt-down e vidros elétricos nas quatro portas. O interior escurecido traz bancos confortáveis e boa ergonomia. O pacote opcional Trekking Top adiciona ar digital, chave presencial e revestimentos premium.

    Em segurança estrutural, o modelo vai bem: suspensão elevada, pneus mistos, protetor de cárter em aço e direção leve ajudam na condução. Porém, o maior ponto negativo está nos airbags: a versão Trekking oferece apenas os dois frontais obrigatórios, sem airbags laterais ou de cortina — itens presentes em concorrentes diretos como Onix e HB20. Também não há sistemas ADAS.

    Depende do perfil do motorista. Por R$ 99.990, a versão entrega faróis Full LED, suspensão elevada, motor confiável com corrente de comando, espelhamento sem fio e robustez acima da média. O custo de revisões até 60.000 km fica em R$ 4.546, e o consumo é muito bom. Porém, o preço fica acima do Fiat Pulse 1.3 manual, e a ausência de airbags laterais e de um painel mais moderno pode pesar na decisão.

    BYD BYD DOLPHIN GS 2025/2025

    BYD BYD DOLPHIN GS 2025/2025

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    Traz proporções equilibradas, faróis e lanternas em LED contínuo, rodas com design aerodinâmico. As linhas suaves da carroceria reforçam a ideia de movimento, leveza e modernidade. Por dentro, chama atenção pelo acabamento multicolorido, bancos de couro vegano e uma central multimídia giratória de 12,8”.

    Custo-benefício

    Lançado por R$ 148.900, hoje, o modelo aparece no site da montadora por R$ 159.800, mas são recorrentes as campanhas por valores promocionais. Com preço competitivo, entrega mais por menos e é uma das melhores opções para quem quer entrar no mundo dos elétricos sem abrir mão de valor. A manutenção é mais barata que a de um carro convencional – com revisões a cada 20 mil km, entre R$ 400 e R$ 1.040. Há relatos de isenção até 100 mil km. Alinhamento e balanceamento custam R$ 250 e são recomendados a cada 12 mil km.

    Consistência mecânica

    Construído sobre uma plataforma elétrica dedicada, é estável, confortável e ágil no uso urbano. Traz motor com potência (95 cv) bom torque (18,3), suspensão macia, excelente isolamento acústico e a bateria Blade, que se destaca pela segurança e durabilidade, garantindo rodagem suave.

    Conforto interior e tecnologia

    Funcional, oferece bancos de couro vegano ventilados, painel digital, ar-condicionado automático e iluminação ambiente. Conta com câmeras 360 graus com excelente resolução e a central multimídia de 12,8” rotativa traz comandos de voz, espelhamento e até funções como karaokê e videogame.

    Eficiência energética

    Com baixo custo por km e zero emissões, é ideal para o dia a dia. Roda até 295 km com uma carga e só precisa ser recarregado duas vezes por semana para quem faz trajetos urbanos. A regeneração de energia e o consumo de 6,3 km/kW elevam sua eficiência.

    Críticas

    Peca na ausência de itens ADAS, porta-malas pequeno e rede de concessionárias ainda limitada. A autonomia também exige planejamento para viagens longas.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    elétrico
    Tipo
    (não se aplica)
    Válvulas
    (não se aplica)
    Combustível
    (não se aplica)
    Potência
    95 cv
    Cilindradas
    (não se aplica)
    Torque
    18,3 kgf.m
    Direção
    elétrica
    Tração
    dianteira
    Transmissão
    automático de 1 marcha

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    160 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    10,9 s
    Consumo urbano
    (não se aplica)
    Consumo rodoviário
    (não se aplica)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    Independente, McPherson
    Suspensão traseira
    Eixo de torção
    Freio dianteiro
    Disco ventilado
    Freio traseiro
    Disco sólido
    Roda
    Aro 16, liga-leve
    Pneu
    195/60/R16
    Fiat FIAT MOBI LIKE 2025/2026

    Fiat FIAT MOBI LIKE 2025/2026

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    Preserva o visual robusto e urbano que o consagrou, com frente elevada, linhas retas e tampa traseira de vidro. A linha 2026 traz novo volante com base reta e painel redesenhado, inspirados no Argo e na Strada. Retrovisores e maçanetas agora têm acabamento em preto brilhoso, e as calotas aro 14 ganharam novo desenho. O porta-malas de 200 litros segue como destaque pela praticidade.

    Custo-benefício

    Com preço de tabela de R$ 80.060 e ofertas que chegam a R$ 66.990, é um dos carros mais baratos do país. O motor Firefly garante baixo consumo – até 15,8 km/l na estrada – e manutenção econômica, com revisões até 50 mil km somando cerca de R$ 3.900. Direção elétrica, ar-condicionado e controles de estabilidade reforçam o equilíbrio entre preço e conteúdo.

    Consistência mecânica

    O motor 1.0 Firefly de três cilindros, flex, entrega até 75 cv e 10,7 kgfm de torque. O comando por corrente dispensa trocas e aumenta a durabilidade, enquanto o câmbio manual de cinco marchas e a tração dianteira favorecem a economia. A suspensão robusta e o controle de estabilidade ampliam a segurança e o conforto ao rodar.

    Conforto interior e tecnologia

    Focado em praticidade, o interior utiliza plásticos texturizados e bancos em tecido com bom apoio lateral. O painel combina mostradores analógicos e tela digital de 3,5” com computador de bordo. Há ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, direção elétrica leve e aviso de pressão dos pneus. Os controles de tração e estabilidade e a assistência de partida em rampa completam o pacote de segurança ativa.

    Eficiência energética

    Prioriza economia, com consumo de até 14,5 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada com gasolina, ou 10,1 e 11,1 km/l com etanol. O coletor de escapamento integrado ao cabeçote ajuda o motor a atingir a temperatura ideal mais rápido, reduzindo consumo e emissões – um diferencial para o uso urbano.

    Críticas

    É elogiado pela robustez mecânica, economia e direção elétrica leve. O motor com corrente de comando reforça a confiabilidade. Em contrapartida, o porta-malas pequeno, o acabamento simples, a ausência de multimídia e os dois airbags limitam o conforto e revelam o perfil básico da versão de entrada.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    a combustão, flex
    Tipo
    1.0 Firefly
    Válvulas
    6
    Combustível
    etanol e gasolina
    Potência
    75 cv (E) 71 cv (G) 6000 rpm
    Cilindradas
    999 cm³
    Torque
    10,7 kgfm (E) 10 kgfm (G) a 3250 rpm
    Direção
    elétrica
    Tração
    dianteira
    Transmissão
    manual de 5 marchas

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    164 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    13,8 s
    Consumo urbano
    9,8 km/l (E) 14 km/l (G)
    Consumo rodoviário
    10,6 km/l (E) 15,1 km/l (G)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, McPherson
    Suspensão traseira
    eixo de torção
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    tambor
    Roda
    14”
    Pneu
    175/65 R14
    Fiat FIAT ARGO TREKKING 1.3 2025/2026

    Fiat FIAT ARGO TREKKING 1.3 2025/2026

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    A versão preserva o estilo aventureiro com faixa preta no capô, teto bicolor, barras longitudinais e pneus de uso misto. Mantém rodas aro 15 e protetor de cárter em aço. A linha 2026 estreia faróis full LED e adota acabamento interno escurecido, reforçando o apelo robusto e moderno.

    Custo-benefício

    Parte de R$ 99.990 e entrega retorno consistente pelo conjunto técnico. O motor 1.3 Firefly reduz custos graças à corrente de comando, e as revisões até 60.000 km somam R$ 4.546. A inclusão de faróis full LED, suspensão elevada e espelhamento sem fio amplia o valor entregue. O ponto crítico permanece na oferta de apenas dois airbags.

    Consistência mecânica

    A versão utiliza o motor 1.3 Firefly aspirado, que gera 107 cv e 13,7 kgfm no etanol. A corrente de comando e o tucho hidráulico reforçam a durabilidade. A suspensão elevada de 18,2 cm, os pneus mistos Pirelli ATR e o protetor de cárter em aço aumentam a robustez em pisos ruins. O câmbio manual de cinco marchas completa o conjunto, com desempenho adequado ao uso urbano.

    Conforto interior e tecnologia

    Os faróis full LED e a central UCONNECT de 7” com espelhamento sem fio atualizam a experiência. A versão oferece câmera de ré, sensor traseiro, piloto automático e retrovisores com tilt-down. O interior escurecido mantém materiais simples, mas entrega boa ergonomia. O pacote Trekking Top adiciona ar digital, chave presencial e revestimentos premium.

    Eficiência energética

    O Argo Trekking 2026 registra 12,8 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada com gasolina; com etanol, alcança 9 km/l e 10,3 km/l. Em prática rodoviária leve, ultrapassa 16 km/l. O consumo urbano se mantém estável e raramente cai abaixo de 8 km/l, oferecendo bom equilíbrio entre desempenho e economia no ciclo diário.

    Críticas

    A suspensão elevada, os faróis full LED e a robustez mecânica se destacam. As críticas recaem sobre a ausência de airbags laterais, o acabamento simples, o preço acima do Pulse 1.3, o desempenho limitado nas retomadas e o painel analógico, além do banco traseiro inteiriço que reduz a modularidade.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    a combustão, flex
    Tipo
    1.3 Firefly flex aspirado
    Válvulas
    8
    Combustível
    etanol e gasolina
    Potência
    107 cv (E) 98 cv (G) a 6250 rpm
    Cilindradas
    1.332 cm³
    Torque
    13,6 kgfm (E) 13,1 kgfm (G) a 4000 rpm
    Direção
    elétrica
    Tração
    dianteira
    Transmissão
    manual de 5 marchas

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    173 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    10,8 s
    Consumo urbano
    9,1 km/l (E) 12,6 km/l (G)
    Consumo rodoviário
    10 km/l (E) 14,1 km/l (G)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, McPherson
    Suspensão traseira
    eixo de torção
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    tambor
    Roda
    15”
    Pneu
    205/60 R15