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    Comparativo BYD DOLPHIN GS 2025/2025 X GAC GS4 2026/2026 X CHEVROLET TRACKER PREMIER 1.2 TURBO 2025/2025

    Comparativo BYD BYD DOLPHIN GS 2025/2025 X GAC GAC GS4 2026/2026 X Chevrolet CHEVROLET TRACKER PREMIER 1.2 TURBO 2025/2025

    Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.

    Avaliações principais

    Perguntas Frequentes

    O BYD Dolphin GS possui uma autonomia declarada de 295 km segundo o padrão do Inmetro, e de 291 km conforme o novo ciclo PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), que também passou a ser adotado oficialmente no Brasil. Esses números, já bastante satisfatórios para o uso urbano, são superados em algumas condições de uso real. Em testes práticos realizados por veículos especializados, o Dolphin GS chegou a registrar consumo médio de 12 kWh a cada 100 km rodados em ambiente urbano. Com base nesse desempenho, a autonomia real pode alcançar até 371 km com uma carga completa – resultado acima do estimado nos dados oficiais. Esses testes consideram fatores como temperatura ambiente, uso moderado de ar-condicionado e condução em ritmo leve, típicos de trajetos urbanos. Já em rodovias, os testes indicam que o Dolphin GS pode alcançar médias de consumo em torno de 7,1 km/kWh. Considerando a capacidade total da bateria de 44,9 kWh, esse consumo pode render uma autonomia de até 410 km em condições ideais, desde que a condução seja feita com constância de velocidade e o uso de acessórios como ar-condicionado seja equilibrado.

    O grande destaque do BYD Dolphin é o seu custo-benefício agressivo. Lançado por R$ 148.900, ele chegou ao mercado como um dos elétricos mais acessíveis do Brasil. Hoje, fora de período promocional, o modelo GS aparece no site da montadora por R$ 159.800, mas são recorrentes os valores promocionais. Ainda assim, entrega muito mais do que a média da categoria, sendo uma das melhores portas de entrada para a mobilidade elétrica no país. Enquanto muitos subcompactos elétricos oferecem menos espaço, autonomia e tecnologia por preços semelhantes, o Dolphin rompe esse padrão. Ele combina porte de hatch compacto, plataforma 100% elétrica, entre-eixos generoso e um conjunto de equipamentos digno de modelos mais caros. Isso inclui faróis full LED, seis airbags, câmera 360°, central multimídia de até 12,8” rotativa e diversos recursos conectados – tudo de série. Além disso, seu conjunto mecânico robusto, aliado à autonomia urbana acima de 290 km e recarga rápida, reforça o excelente valor entregue por cada real investido. A estratégia da BYD, ao posicioná-lo nessa faixa de preço, foi tão acertada que muitos especialistas dizem que o Dolphin “aposentou os subcompactos 100% elétricos” no país. Vale lembrar ainda que ele conta com isenção de rodízio, possíveis descontos de IPVA e menor custo de manutenção, o o que reforça sua atratividade no médio e longo prazo.

    Sim, e esse é um dos seus maiores diferenciais. Apesar de ser compacto por fora, o Dolphin surpreende no espaço interno graças ao seu design com estilo de monovolume e ao generoso entre-eixos de 2,70 metros – o mesmo de um Toyota Corolla e superior ao de modelos como Volkswagen Virtus e T-Cross. Isso garante muito espaço para pernas e joelhos, especialmente no banco traseiro. Outro ponto positivo é o piso traseiro plano, que elimina o incômodo túnel central e aumenta o conforto do passageiro do meio. A altura interna também é satisfatória, embora o espaço para a cabeça de adultos mais altos possa ser um pouco justo no banco traseiro. Na frente, o motorista encontra uma posição de dirigir mais elevada, com boa ergonomia e bancos descritos como super macios e confortáveis. Revestidos em couro vegano com ventilação discreta, eles oferecem bom apoio para o corpo, mesmo em viagens longas. A cabine, por sua vez, tem um visual jovial e bem-acabado, com uma combinação de texturas e cores que reforça a sensação de amplitude e modernidade. O Dolphin entrega, de fato, uma experiência de espaço acima da média para sua categoria – e isso sem comprometer o porte externo, o que o torna ideal para circular na cidade com conforto de carro maior.

    O BYD Dolphin impressiona pela oferta de tecnologia, especialmente considerando sua faixa de preço. O principal destaque vai para a central multimídia com tela rotativa de 12,8 polegadas, equipada com o sistema ICS (Intelligent Cockpit System). Além dos comandos de voz – ativados por "Hey, BYD” – , ela traz recursos de entretenimento inusitados como karaokê e videogame, além de espelhamento com Android Auto e Apple CarPlay (via cabo). Outro ponto forte é o conjunto de câmeras 360° com excelente resolução, que facilita manobras e amplia a segurança. O painel de instrumentos é digital, com tela de 5 polegadas, e o veículo recebe atualizações remotas (OTA), mantendo o sistema sempre atualizado. Mas a tecnologia vai além da cabine. O Dolphin é construído sobre a e-Platform 3.0, uma base exclusiva para carros elétricos que melhora a eficiência, o desempenho e a segurança. A bateria é a Blade, reconhecida globalmente por sua durabilidade e alta resistência em testes extremos. No eixo da conectividade, o carro conta com um aplicativo que permite controlar diversas funções pelo smartphone, como abrir portas, fechar vidros, ligar o ar-condicionado ou verificar o nível da bateria – tudo à distância. Com modos de condução (Eco e Sport), sistema de regeneração de energia ajustável, direção elétrica leve, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold e faróis full LED com acendimento automático, entrega uma experiência inteligente e confortável, digna de carros de categoria superior.

    O BYD Dolphin entrega exatamente o que se espera de um carro urbano moderno: agilidade, conforto e silêncio. Com motor elétrico de 95 cv e torque instantâneo, ele acelera de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos – mais do que o suficiente para garantir arrancadas rápidas no trânsito e retomadas seguras em vias urbanas. A direção elétrica é leve e muito bem calibrada, facilitando manobras mesmo em espaços apertados. A suspensão também merece destaque: é macia, filtra bem as irregularidades do asfalto e lida com buracos e valetas sem causar impactos excessivos. Mesmo com sua altura livre do solo de 12 cm, o Dolphin não costuma raspar em rampas ou lombadas, mostrando boa adaptação às condições das ruas brasileiras. A estabilidade ao rodar também agrada, transmitindo segurança ao volante. Outro ponto forte é o silêncio a bordo. O isolamento acústico é considerado um dos mais eficientes da categoria. O modelo ainda oferece dois modos de condução: Eco, voltado para economia, e Sport, que libera respostas mais vigorosas. Também conta com um sistema de regeneração de energia dos freios, que pode ser ajustado entre dois níveis (Standard e Lord), ajudando a prolongar a autonomia. Para o dia a dia urbano, o Dolphin é um verdadeiro city car – leve, esperto, econômico e confortável. Em trajetos mais longos, como qualquer elétrico, exige mais planejamento por conta da autonomia e da disponibilidade de carregadores rápidos.

    O BYD Dolphin conta com um plano de manutenção com preço fixo considerado acessível, com revisões programadas a cada 20 mil km. Os valores dessas revisões variam entre R$ 400 e R$ 1.040. Além disso, como acontece com a maioria dos modelos elétricos, o custo geral de manutenção é menor do que o de um veículo a combustão. É importante destacar que o custo por quilômetro rodado, estimado entre 11 e 15 centavos, refere-se ao gasto com energia elétrica para recarregar a bateria – uma carga completa gira em torno de R$ 45. Já o custo de manutenção pode incluir serviços adicionais, como alinhamento, balanceamento e rodízio dos pneus, que não estão incluídos nas revisões programadas e são recomendados a cada 12 mil km. Esses serviços custam cerca de R$ 250 em autorizadas. Os pneus merecem atenção especial. Por serem de perfil baixo, são mais suscetíveis a danos em buracos ou obstáculos. Há relatos de desgaste mais acelerado nos pneus dianteiros – cerca de 2 mm a cada 12.000 km –, o que pode exigir a troca de um par aos 36.000 km. O rodízio periódico é fundamental para equilibrar esse desgaste. Também é importante alertar os mecânicos, em caso de troca ou reparo, para que tomem cuidado com a bateria instalada sob o assoalho, evitando danos estruturais. Além disso, o modelo exige um período inicial de amaciamento de 2.000 km, durante o qual o condutor deve utilizar apenas o modo Eco, conforme instruções do manual. Outro ponto de atenção está no seguro: os valores podem ser elevados, com estimativas de R$ 1.500 ou mais, dependendo do perfil do motorista. A rede de concessionárias da BYD ainda está em expansão, o que pode gerar limitações no pós-venda em algumas regiões. Por fim, o Dolphin não é homologado para engate traseiro nem tração de reboques – uma limitação importante para quem precisa desse tipo de funcionalidade.

    Em São Paulo, a alíquota é de 4% sobre o valor do veículo, totalizando cerca de R$ 4.753,28 em 2025. Há possibilidade de restituição de metade do imposto via programa municipal para carros elétricos. Em outros estados: Minas Gerais: também 4%, resultando em aproximadamente R$ 5.992 Piauí: 2,5% - cerca de R$ 3.745 Ceará: 3% - cerca de R$ 4.494 Em resumo: O IPVA do Dolphin em 2025 pode variar de R$ 3.700 a R$ 6.000, dependendo do estado. Em São Paulo, o valor está em torno de R$ 4.750, com possibilidade de receber metade deste valor de volta.

    O modelo mais barato da BYD no mercado brasileiro é o BYD Dolphin Mini, uma versão mais compacta e acessível do já conhecido Dolphin GS. O Dolphin Mini foi lançado para ampliar a presença da montadora no segmento de elétricos de entrada e se tornou a opção mais econômica da marca. O veículo tem preço inicial de R$ 115.800 na versão com 4 lugares, e R$ 119.800 na configuração com 5 lugares, posicionando-se bem abaixo do Dolphin GS, que hoje parte de R$ 159.800. Com visual jovial, tamanho reduzido e foco no uso urbano, o Mini tem como proposta ser um carro compacto 100% elétrico para quem busca praticidade, baixo custo operacional e acesso à mobilidade sustentável. Mesmo sendo o mais barato da linha, o modelo entrega itens como central multimídia com tela flutuante, ar-condicionado digital, direção elétrica, rodas de liga leve e bom pacote de conectividade. A autonomia do Dolphin Mini gira em torno de 280 km, e o carro também conta com a bateria Blade, com foco em segurança e durabilidade. Com isso, o Dolphin Mini se consolida como a porta de entrada para quem deseja ter um carro elétrico da BYD gastando menos, sem abrir mão da tecnologia e confiabilidade que a marca vem consolidando no mercado brasileiro.

    Sim. O GAC GS4 Premium Hybrid 2026 combina desempenho elevado com consumo equilibrado. Segundo o Inmetro, registra 14,1 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada. Para um SUV com 235 cv, os números são competitivos e mostram um acerto voltado ao equilíbrio entre performance e eficiência no uso diário.

    Sim. O GAC GS4 Premium Hybrid 2026 custa entre R$ 189 mil e R$ 191 mil e entrega mais potência, espaço interno e tecnologia do que muitos rivais mais caros. O pacote de equipamentos, o nível de acabamento e a garantia de 5 anos (8 para a bateria) reforçam a proposta de custo-benefício dentro da categoria.

    O GAC GS4 Premium Hybrid 2026 transmite boa confiança mecânica. O motor 2.0 aspirado segue uma arquitetura já consolidada e o sistema eletrônico conta com fornecedores globais, como a Bosch. Além disso, a marca oferece 5 anos de garantia e 8 anos para a bateria, o que ajuda a reduzir a insegurança comum em marcas recém-chegadas.

    O GAC GS4 Premium Hybrid 2026 leva vantagem em potência (235 cv), espaço interno e nível de equipamentos. Já o Corolla Cross híbrido se destaca pela tradição da marca e maior liquidez no mercado. Na prática, o GS4 atrai quem busca mais desempenho e tecnologia, enquanto o rival agrada quem prioriza reputação e revenda.

    Sim. O GAC GS4 Premium Hybrid 2026 entrega aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 8 segundos, o que é forte para um SUV híbrido. As respostas são rápidas em retomadas e ultrapassagens, especialmente no uso urbano, onde o motor elétrico contribui para uma condução mais ágil.

    Sim. O GAC GS4 Premium Hybrid 2026 oferece cabine ampla, bom espaço traseiro e porta-malas generoso. A suspensão independente nas quatro rodas melhora o conforto em pisos irregulares e o isolamento acústico contribui para viagens mais silenciosas, tornando o modelo adequado para uso familiar.

    O Chevrolet Tracker 1.2 Turbo 2025 tem preço competitivo. É possível achar o Premier a partir de R$ 150 mil em promoções; o preço de tabela GM (jun/25) é R$ 186.990, enquanto o valor médio FIPE (jun/25) é R$ 146.694. Seu custo-benefício é destacado pelo motor atualizado, que alia potência e economia, além de tecnologias modernas e bom acabamento. Apesar do tanque pequeno e algumas críticas à central multimídia, o Tracker oferece manutenção com custo entre R$4.300 a R$4.400, e consumo eficiente, tornando-se uma opção atraente frente a concorrentes que cobram mais pela garantia estendida e possuem mais espaço interno.

    O Chevrolet Tracker 1.2 Turbo 2025 ganhou melhorias no motor para atender ao Proconve L8, ganhando mais potência (até 141 cv) e eficiência. Com consumo de até 14,1 km/l na estrada com gasolina, tornou-se um dos SUVs compactos mais econômicos do mercado. O desempenho também melhorou, com 0 a 100 km/h em 9,7 s com gasolina e 9 s com etanol, mas o tanque de 44 litros limita sua autonomia frente aos concorrentes. Mesmo assim, supera rivais como VW T-Cross e se aproxima do Hyundai Creta em consumo urbano. Com bom equilíbrio entre desempenho e economia, o Tracker 2025 se consolida como uma opção eficiente na categoria.

    Com mais potência, economia e tecnologia, seu motor 1.2 turbo flex de até 141 cv, injeção direta e câmbio automático de 6 marchas, acelera de 0 a 100 km/h em até 9s a etanol e 9,7s a gasolina. O consumo melhorou: faz até 14,1 km/l com gasolina. Destaque para o design moderno, interior espaçoso e porta-malas de 393 litros. Entre os recursos, estão painel digital, ar-condicionado automático, carregador por indução, 6 airbags e assistências de condução. Apesar do tanque de 44L, a autonomia segue competitiva. Estes motores estão disponíveis em ambas as versões do Tracker 1.2 Turbo: a RS e a Premier.

    O IPVA do Chevrolet Tracker Premier 1.2 Turbo 2025 varia conforme o valor de referência adotado pelo Estado e a alíquota local: se o governo usar a média FIPE de junho/25 (R$ 146.694) e a alíquota for de 4 %, a cobrança fica em torno de R$ 5,9 mil; tomando o preço cheio de tabela da GM (R$ 186.990), a mesma alíquota sobe o imposto para cerca de R$ 7,5 mil. Em Estados com alíquota reduzida de 2 % (como ES ou SC), os valores caem para aproximadamente R$ 2,9 mil a R$ 3,7 mil.

    É um SUV moderno e tecnológico, com design refinado, motor mais potente e eficiente graças à injeção direta. Oferece um acabamento premium, painel soft-touch, espaço interno generoso e recursos como MyLink de 8", Wi-Fi 4G nativo via OnStar, carregador por indução, piloto automático convencional (não adaptativo) e teto solar panorâmico. Conta com 6 airbags, controle de estabilidade, alerta de colisão, câmera de ré e Park Assist. Apesar do tanque pequeno (44L), é econômico e entrega boa autonomia. Problemas relatados incluem falhas no ar-condicionado, bateria e sistema eletrônico, mas o conjunto ainda se destaca na categoria.

    Sua capacidade se destaca pelas melhorias mecânicas, com motor 1.2 Turbo Flex de 3 cilindros, agora com injeção direta e novo software. A potência subiu para até 139 cv (G) / 141 cv (E) e o torque para 22,4 kgfm e 22,9 kgfm, respectivamente. O desempenho também melhorou, com 0 a 100 km/h em 9,7s com gasolina e 9s com etanol, tendo um ganho de 9% na eficiência com etanol. A transmissão automática de seis marchas oferece trocas suaves, e a direção elétrica progressiva garante conforto e estabilidade. A suspensão McPherson dianteira e o eixo de torção traseiro filtram bem os impactos, enquanto os freios a disco e tambor completam o conjunto.

    Embora tenha passado por uma série de melhorias, o Chevrolet Tracker 1.2 Turbo 2025 recebe críticas recorrentes sobre sua autonomia. Peca pela simplicidade do acabamento das portas traseiras, a falta de saída de ar traseira, e o apoio de braço disponível apenas na versão Premier. A central MyLink pode travar e exigir custo extra em versões mais básicas. Alguns condutores sentem a direção elétrica leve demais. Tem garantia de apenas 3 anos e custo de manutenção a R$4.400 até 60 mil Km. Há relatos de falhas no sistema eletrônico, câmbio, ar-condicionado, e bateria.

    BYD BYD DOLPHIN GS 2025/2025

    BYD BYD DOLPHIN GS 2025/2025

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    Traz proporções equilibradas, faróis e lanternas em LED contínuo, rodas com design aerodinâmico. As linhas suaves da carroceria reforçam a ideia de movimento, leveza e modernidade. Por dentro, chama atenção pelo acabamento multicolorido, bancos de couro vegano e uma central multimídia giratória de 12,8”.

    Custo-benefício

    Lançado por R$ 148.900, hoje, o modelo aparece no site da montadora por R$ 159.800, mas são recorrentes as campanhas por valores promocionais. Com preço competitivo, entrega mais por menos e é uma das melhores opções para quem quer entrar no mundo dos elétricos sem abrir mão de valor. A manutenção é mais barata que a de um carro convencional – com revisões a cada 20 mil km, entre R$ 400 e R$ 1.040. Há relatos de isenção até 100 mil km. Alinhamento e balanceamento custam R$ 250 e são recomendados a cada 12 mil km.

    Consistência mecânica

    Construído sobre uma plataforma elétrica dedicada, é estável, confortável e ágil no uso urbano. Traz motor com potência (95 cv) bom torque (18,3), suspensão macia, excelente isolamento acústico e a bateria Blade, que se destaca pela segurança e durabilidade, garantindo rodagem suave.

    Conforto interior e tecnologia

    Funcional, oferece bancos de couro vegano ventilados, painel digital, ar-condicionado automático e iluminação ambiente. Conta com câmeras 360 graus com excelente resolução e a central multimídia de 12,8” rotativa traz comandos de voz, espelhamento e até funções como karaokê e videogame.

    Eficiência energética

    Com baixo custo por km e zero emissões, é ideal para o dia a dia. Roda até 295 km com uma carga e só precisa ser recarregado duas vezes por semana para quem faz trajetos urbanos. A regeneração de energia e o consumo de 6,3 km/kW elevam sua eficiência.

    Críticas

    Peca na ausência de itens ADAS, porta-malas pequeno e rede de concessionárias ainda limitada. A autonomia também exige planejamento para viagens longas.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    elétrico
    Tipo
    (não se aplica)
    Válvulas
    (não se aplica)
    Combustível
    (não se aplica)
    Potência
    95 cv
    Cilindradas
    (não se aplica)
    Torque
    18,3 kgf.m
    Direção
    elétrica
    Tração
    dianteira
    Transmissão
    automático de 1 marcha

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    160 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    10,9 s
    Consumo urbano
    (não se aplica)
    Consumo rodoviário
    (não se aplica)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    Independente, McPherson
    Suspensão traseira
    Eixo de torção
    Freio dianteiro
    Disco ventilado
    Freio traseiro
    Disco sólido
    Roda
    Aro 16, liga-leve
    Pneu
    195/60/R16
    GAC GAC GS4 2026/2026

    GAC GAC GS4 2026/2026

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    Linhas marcantes e proposta futurista definem o visual. A dianteira traz grade com efeito 3D e faróis full LED, enquanto as maçanetas embutidas reforçam o caráter tecnológico. Na traseira, o caimento estilo cupê e as lanternas interligadas completam o conjunto. Em relação à versão Elite, mudam rodas, acabamento e alguns itens visuais e de conforto.

    Custo-benefício

    Com preço a partir de R$ 191 mil, entrega mais espaço, acabamento e tecnologia que rivais mais caros, como o Corolla Cross. A garantia de 5 anos (8 para a bateria) reforça a proposta de uso previsível, mesmo sem tabela pública de revisões.

    Consistência mecânica

    Aposta em um conjunto confiável. O motor 2.0 aspirado com ciclo Atkinson utiliza corrente de comando e tem reputação de alta durabilidade. O sistema híbrido conta com eletrônica Bosch e a suspensão independente nas quatro rodas favorece estabilidade e conforto. A garantia longa reforça essa proposta.

    Conforto interior e tecnologia

    Cabine ampla, com bom espaço traseiro e acabamento soft touch bem distribuído. O isolamento acústico é eficiente e a suspensão favorece a rodagem suave. Traz multimídia de 10,1” com conexão sem fio, painel digital e pacote ADAS completo, elevando o nível tecnológico do conjunto.

    Eficiência energética

    Entrega consumo equilibrado para a proposta. Segundo o Inmetro, registra 14,1 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada. Mesmo com 235 cv, mantém eficiência competitiva e boa autonomia, mostrando um acerto voltado ao equilíbrio entre desempenho e consumo — ponto pouco comum entre híbridos dessa faixa.

    Críticas

    O custo-benefício, o conforto de rodagem e o bom nível de tecnologia são os pontos mais elogiados, assim como a sensação de robustez mecânica. Em contrapartida, há críticas ao comportamento da tração dianteira em arrancadas, à ausência de alguns itens no banco traseiro e a ajustes simples de ergonomia nesta versão, que é a de entrada.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    híbrido
    Tipo
    2.0 HEV
    Válvulas
    16
    Combustível
    gasolina e eletricidade
    Potência
    235 cv
    Cilindradas
    1999 cm³
    Torque
    30,5 kgfm
    Direção
    elétrica
    Tração
    dianteira
    Transmissão
    automático de 2 marchas (DHT)

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    165 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    8 s
    Consumo urbano
    14,1 km/l
    Consumo rodoviário
    11,8 km/l

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, McPherson
    Suspensão traseira
    independente, multibraço
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    disco sólido
    Roda
    18”
    Pneu
    235/60 R18
    Chevrolet CHEVROLET TRACKER PREMIER 1.2 TURBO 2025/2025

    Chevrolet CHEVROLET TRACKER PREMIER 1.2 TURBO 2025/2025

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    Traz design moderno com LED, nova cor Cinza Moss, rodas diamantadas e interior refinado com teto solar panorâmico. Sai à frente do modelo 2019 por maior eficiência do motor, além de novos recursos de segurança e tecnologia. As evoluções mantêm o estilo, mas com melhorias em desempenho, conforto e acabamento.

    Custo-benefício

    Dependendo da campanha da concessionária, é possível achar o Premier a partir de R$ 150 mil em promoções; o preço de tabela GM (jun/25) é R$ 186.990, enquanto o valor médio FIPE (jun/25) é R$ 146.694. A versão se destaca pelo desempenho sólido e consumo equilibrado. As seis revisões até 60.000 km custam cerca de R$ 4.400 (podendo variar por região). Baixa desvalorização e boa durabilidade reforçam o custo-benefício frente aos rivais.

    Consistência mecânica

    Conta com motor 1.2 Turbo Flex DI (3 cilindros) gera 141 cv (E) / 139 cv (G) e torque de 22,9 kgfm / 22,4 kgfm, respectivamente. Faz 0-100 km/h em 9 s (E) / 9,7 s (G). Recebeu melhorias no cabeçote, admissão e software para atender ao Proconve L8. O câmbio automático de seis marchas realiza trocas suaves e a direção elétrica progressiva completa o conjunto ágil e eficiente.

    Conforto interior e tecnologia

    De fábrica traz bancos ergonômicos, ar-condicionado digital, sensor de chuva, monitor de pressão dos pneus, central MyLink 8″ com Android Auto/CarPlay sem fio, Wi-Fi 4G nativo via OnStar, comandos por voz, chave presencial, câmera de ré, sensores de estacionamento em 360° e teto solar panorâmico – tudo para uma condução moderna, prática e conectada.

    Eficiência energética

    Consome 11,2 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada (gasolina); 7,7 e 10,0 km/l (etanol). Com tanque de 44 litros, garante autonomia urbana de 492 km e rodoviária de 620 km (gasolina), mantendo o Tracker entre os SUVs compactos mais econômicos da categoria, com manutenção a preços fixos.

    Críticas

    Embora mais moderno, há relatos de falhas no ar-condicionado, ruídos internos e problemas pontuais no Stabilitrak ou na trava do câmbio. Alguns proprietários avaliam que o modelo peca no acabamento traseiro simples, na ausência de difusores de ar-condicionado para quem vai atrás e central multimídia limitada em recursos avançados.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    flex
    Tipo
    1.2 turbo, 3 cilindros
    Válvulas
    12 (4 por cilindro)
    Combustível
    gasolina e etanol
    Potência
    139 cv (G) / 141 cv (E)
    Cilindradas
    1.199 cm³
    Torque
    22,4 kgfm (G) / 22,9 kgfm (E)
    Direção
    elétrica progressiva
    Tração
    dianteira
    Transmissão
    automática de 6 marchas

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    185 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    9 s (E) / 9,7 s (G)
    Consumo etanol
    7,7 km/l (urbano) / 10,0 km/l (estrada)
    Consumo gasolina
    11,2 km/l (urbano) / 14,1 km/l (estrada)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, McPherson
    Suspensão traseira
    eixo de torção
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    tambor
    Roda
    17''
    Pneu
    215/55 R17