Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Traz proporções equilibradas, faróis e lanternas em LED contínuo, rodas com design aerodinâmico. As linhas suaves da carroceria reforçam a ideia de movimento, leveza e modernidade. Por dentro, chama atenção pelo acabamento multicolorido, bancos de couro vegano e uma central multimídia giratória de 12,8”.
Lançado por R$ 148.900, hoje, o modelo aparece no site da montadora por R$ 159.800, mas são recorrentes as campanhas por valores promocionais. Com preço competitivo, entrega mais por menos e é uma das melhores opções para quem quer entrar no mundo dos elétricos sem abrir mão de valor. A manutenção é mais barata que a de um carro convencional – com revisões a cada 20 mil km, entre R$ 400 e R$ 1.040. Há relatos de isenção até 100 mil km. Alinhamento e balanceamento custam R$ 250 e são recomendados a cada 12 mil km.
Construído sobre uma plataforma elétrica dedicada, é estável, confortável e ágil no uso urbano. Traz motor com potência (95 cv) bom torque (18,3), suspensão macia, excelente isolamento acústico e a bateria Blade, que se destaca pela segurança e durabilidade, garantindo rodagem suave.
Funcional, oferece bancos de couro vegano ventilados, painel digital, ar-condicionado automático e iluminação ambiente. Conta com câmeras 360 graus com excelente resolução e a central multimídia de 12,8” rotativa traz comandos de voz, espelhamento e até funções como karaokê e videogame.
Com baixo custo por km e zero emissões, é ideal para o dia a dia. Roda até 295 km com uma carga e só precisa ser recarregado duas vezes por semana para quem faz trajetos urbanos. A regeneração de energia e o consumo de 6,3 km/kW elevam sua eficiência.
Peca na ausência de itens ADAS, porta-malas pequeno e rede de concessionárias ainda limitada. A autonomia também exige planejamento para viagens longas.
Mantém o visual retrô-futurista, com os faróis arredondados em LED, a traseira limpa e o perfil arredondado que criam uma identidade própria no segmento. Na linha 2027, ganhou novas cores, rodas pretas de 18” e detalhes inspirados na antiga versão GT, reforçando o apelo mais estiloso e urbano do modelo.
Entrega um dos conjuntos mais equilibrados entre os hatches elétricos ao combinar boa autonomia, acabamento refinado e pacote ADAS completo por cerca de R$ 169 mil. O modelo ainda oferece teto panorâmico, bateria de 58 kWh e ampla lista de equipamentos sem subir para faixas de preço muito superiores no segmento.
Traz o conjunto mecânico já consolidado na linha, com funcionamento silencioso, respostas rápidas e condução bastante agradável no uso urbano. O motor elétrico de 171 cv trabalha de forma suave e linear, enquanto os diferentes modos de condução permitem deixar o Ora 03 mais suave ou mais responsivo conforme o perfil do motorista.
Entrega cabine com forte sensação de refinamento, graças ao acabamento macio ao toque, aos bancos confortáveis e ao teto panorâmico de série. O destaque fica para as duas telas integradas de 10,25”, além do pacote ADAS bastante completo, que inclui piloto automático adaptativo, câmera 360° e assistente de permanência em faixa.
Alcança até 315 km pelo Inmetro com a bateria de 58 kWh, autonomia bastante competitiva para a proposta urbana e para pequenas viagens. O conjunto ainda conta com regeneração ajustável de energia e modo One Pedal, que ajudam a recuperar carga no trânsito e tornam a condução mais eficiente no uso diário.
Entre os pontos positivos, se destaca pelo acabamento acima da média, pela boa lista de equipamentos e pela condução ágil e estável no uso urbano. Já entre os pontos de atenção, aparecem o porta-malas pequeno para a categoria e algumas ausências simples na cabine, como ajustes elétricos para os bancos e saídas de ar traseiras.
Apresenta visual moderno e autêntico, com frente robusta marcada pela grade Dynamic Shield, molduras em preto brilhante e iluminação full LED. A traseira foi redesenhada e agora oferece melhor visibilidade, graças à retirada da antiga barra de vidro bipartida. A versão HPE-S se diferencia pelas rodas diamantadas de 18”, retrovisores escurecidos e carroceria RISE, mais leve e resistente. Em relação a versões anteriores, a central multimídia de 12” é novidade exclusiva nas versões superiores da linha 2026.
Com preço a partir de R$ 212.990, as revisões têm preço fixo e variam entre R$ 619 e R$ 1.399, enquanto as peças de reposição têm o menor custo da categoria, segundo a Cesvi Brasil. Pelo conjunto entregue, é uma opção competitiva frente a SUVs médios turbo com preços acima de R$ 230 mil.
Movido pelo motor 1.5L MIVEC Turbo de 165 cv e 25,5 kgf·m de torque, o modelo entrega respostas suaves e lineares com o câmbio CVT de 8 marchas simuladas. A tração dianteira, aliada à suspensão independente (McPherson na frente e Multilink atrás), garante conforto na condução e boa estabilidade em curvas. A direção elétrica e a estrutura leve da carroceria RISE também contribuem para uma dirigibilidade precisa e segura no uso urbano e rodoviário.
O interior é espaçoso e silencioso, com bancos dianteiros elétricos e aquecidos, acabamento em couro sintético e assentos traseiros reclináveis em até 8 posições. O teto solar elétrico duplo amplia a sensação de amplitude. Em tecnologia, traz central multimídia de 12" com espelhamento sem fio para Android Auto e Apple Car Play, Head-Up Display, carregador por indução e 7 airbags. O pacote ADAS inclui piloto automático adaptativo, alerta de colisão com frenagem automática, monitor de ponto cego e alerta de tráfego traseiro. O porta-malas, com 473 litros, tem abertura e fechamento elétrico.
Funciona exclusivamente à gasolina, com consumo de 10,3 km/l na cidade e 11,3 km/l na estrada. Apesar de ficar atrás dos modelos híbridos em economia, o desempenho é coerente para um SUV médio com tração dianteira e motor turbo. Com tanque de 60 litros, oferece autonomia competitiva. A calibração do motor busca eficiência sem comprometer a dirigibilidade.
Traz bom pacote de itens, mas peca em alguns detalhes: a multimídia de 12" não se integra ao painel analógico, criando um contraste visual criticado em testes. O carregador por indução é incompatível com celulares grandes, e há ausências notáveis como teclas de vidro não iluminadas e função "um toque" apenas para o motorista. O desempenho fica atrás de rivais diretos, e o consumo, embora aceitável, não se destaca. O motor não é flex e o sistema ADAS não inclui assistente ativo de permanência em faixa, limitando-se a alertas sonoros.
O BYD Dolphin GS possui uma autonomia declarada de 295 km segundo o padrão do Inmetro, e de 291 km conforme o novo ciclo PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), que também passou a ser adotado oficialmente no Brasil. Esses números, já bastante satisfatórios para o uso urbano, são superados em algumas condições de uso real. Em testes práticos realizados por veículos especializados, o Dolphin GS chegou a registrar consumo médio de 12 kWh a cada 100 km rodados em ambiente urbano. Com base nesse desempenho, a autonomia real pode alcançar até 371 km com uma carga completa – resultado acima do estimado nos dados oficiais. Esses testes consideram fatores como temperatura ambiente, uso moderado de ar-condicionado e condução em ritmo leve, típicos de trajetos urbanos. Já em rodovias, os testes indicam que o Dolphin GS pode alcançar médias de consumo em torno de 7,1 km/kWh. Considerando a capacidade total da bateria de 44,9 kWh, esse consumo pode render uma autonomia de até 410 km em condições ideais, desde que a condução seja feita com constância de velocidade e o uso de acessórios como ar-condicionado seja equilibrado.
O grande destaque do BYD Dolphin é o seu custo-benefício agressivo. Lançado por R$ 148.900, ele chegou ao mercado como um dos elétricos mais acessíveis do Brasil. Hoje, fora de período promocional, o modelo GS aparece no site da montadora por R$ 159.800, mas são recorrentes os valores promocionais. Ainda assim, entrega muito mais do que a média da categoria, sendo uma das melhores portas de entrada para a mobilidade elétrica no país. Enquanto muitos subcompactos elétricos oferecem menos espaço, autonomia e tecnologia por preços semelhantes, o Dolphin rompe esse padrão. Ele combina porte de hatch compacto, plataforma 100% elétrica, entre-eixos generoso e um conjunto de equipamentos digno de modelos mais caros. Isso inclui faróis full LED, seis airbags, câmera 360°, central multimídia de até 12,8” rotativa e diversos recursos conectados – tudo de série. Além disso, seu conjunto mecânico robusto, aliado à autonomia urbana acima de 290 km e recarga rápida, reforça o excelente valor entregue por cada real investido. A estratégia da BYD, ao posicioná-lo nessa faixa de preço, foi tão acertada que muitos especialistas dizem que o Dolphin “aposentou os subcompactos 100% elétricos” no país. Vale lembrar ainda que ele conta com isenção de rodízio, possíveis descontos de IPVA e menor custo de manutenção, o o que reforça sua atratividade no médio e longo prazo.
Sim, e esse é um dos seus maiores diferenciais. Apesar de ser compacto por fora, o Dolphin surpreende no espaço interno graças ao seu design com estilo de monovolume e ao generoso entre-eixos de 2,70 metros – o mesmo de um Toyota Corolla e superior ao de modelos como Volkswagen Virtus e T-Cross. Isso garante muito espaço para pernas e joelhos, especialmente no banco traseiro. Outro ponto positivo é o piso traseiro plano, que elimina o incômodo túnel central e aumenta o conforto do passageiro do meio. A altura interna também é satisfatória, embora o espaço para a cabeça de adultos mais altos possa ser um pouco justo no banco traseiro. Na frente, o motorista encontra uma posição de dirigir mais elevada, com boa ergonomia e bancos descritos como super macios e confortáveis. Revestidos em couro vegano com ventilação discreta, eles oferecem bom apoio para o corpo, mesmo em viagens longas. A cabine, por sua vez, tem um visual jovial e bem-acabado, com uma combinação de texturas e cores que reforça a sensação de amplitude e modernidade. O Dolphin entrega, de fato, uma experiência de espaço acima da média para sua categoria – e isso sem comprometer o porte externo, o que o torna ideal para circular na cidade com conforto de carro maior.
O BYD Dolphin impressiona pela oferta de tecnologia, especialmente considerando sua faixa de preço. O principal destaque vai para a central multimídia com tela rotativa de 12,8 polegadas, equipada com o sistema ICS (Intelligent Cockpit System). Além dos comandos de voz – ativados por "Hey, BYD” – , ela traz recursos de entretenimento inusitados como karaokê e videogame, além de espelhamento com Android Auto e Apple CarPlay (via cabo). Outro ponto forte é o conjunto de câmeras 360° com excelente resolução, que facilita manobras e amplia a segurança. O painel de instrumentos é digital, com tela de 5 polegadas, e o veículo recebe atualizações remotas (OTA), mantendo o sistema sempre atualizado. Mas a tecnologia vai além da cabine. O Dolphin é construído sobre a e-Platform 3.0, uma base exclusiva para carros elétricos que melhora a eficiência, o desempenho e a segurança. A bateria é a Blade, reconhecida globalmente por sua durabilidade e alta resistência em testes extremos. No eixo da conectividade, o carro conta com um aplicativo que permite controlar diversas funções pelo smartphone, como abrir portas, fechar vidros, ligar o ar-condicionado ou verificar o nível da bateria – tudo à distância. Com modos de condução (Eco e Sport), sistema de regeneração de energia ajustável, direção elétrica leve, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold e faróis full LED com acendimento automático, entrega uma experiência inteligente e confortável, digna de carros de categoria superior.
O BYD Dolphin entrega exatamente o que se espera de um carro urbano moderno: agilidade, conforto e silêncio. Com motor elétrico de 95 cv e torque instantâneo, ele acelera de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos – mais do que o suficiente para garantir arrancadas rápidas no trânsito e retomadas seguras em vias urbanas. A direção elétrica é leve e muito bem calibrada, facilitando manobras mesmo em espaços apertados. A suspensão também merece destaque: é macia, filtra bem as irregularidades do asfalto e lida com buracos e valetas sem causar impactos excessivos. Mesmo com sua altura livre do solo de 12 cm, o Dolphin não costuma raspar em rampas ou lombadas, mostrando boa adaptação às condições das ruas brasileiras. A estabilidade ao rodar também agrada, transmitindo segurança ao volante. Outro ponto forte é o silêncio a bordo. O isolamento acústico é considerado um dos mais eficientes da categoria. O modelo ainda oferece dois modos de condução: Eco, voltado para economia, e Sport, que libera respostas mais vigorosas. Também conta com um sistema de regeneração de energia dos freios, que pode ser ajustado entre dois níveis (Standard e Lord), ajudando a prolongar a autonomia. Para o dia a dia urbano, o Dolphin é um verdadeiro city car – leve, esperto, econômico e confortável. Em trajetos mais longos, como qualquer elétrico, exige mais planejamento por conta da autonomia e da disponibilidade de carregadores rápidos.
O BYD Dolphin conta com um plano de manutenção com preço fixo considerado acessível, com revisões programadas a cada 20 mil km. Os valores dessas revisões variam entre R$ 400 e R$ 1.040. Além disso, como acontece com a maioria dos modelos elétricos, o custo geral de manutenção é menor do que o de um veículo a combustão. É importante destacar que o custo por quilômetro rodado, estimado entre 11 e 15 centavos, refere-se ao gasto com energia elétrica para recarregar a bateria – uma carga completa gira em torno de R$ 45. Já o custo de manutenção pode incluir serviços adicionais, como alinhamento, balanceamento e rodízio dos pneus, que não estão incluídos nas revisões programadas e são recomendados a cada 12 mil km. Esses serviços custam cerca de R$ 250 em autorizadas. Os pneus merecem atenção especial. Por serem de perfil baixo, são mais suscetíveis a danos em buracos ou obstáculos. Há relatos de desgaste mais acelerado nos pneus dianteiros – cerca de 2 mm a cada 12.000 km –, o que pode exigir a troca de um par aos 36.000 km. O rodízio periódico é fundamental para equilibrar esse desgaste. Também é importante alertar os mecânicos, em caso de troca ou reparo, para que tomem cuidado com a bateria instalada sob o assoalho, evitando danos estruturais. Além disso, o modelo exige um período inicial de amaciamento de 2.000 km, durante o qual o condutor deve utilizar apenas o modo Eco, conforme instruções do manual. Outro ponto de atenção está no seguro: os valores podem ser elevados, com estimativas de R$ 1.500 ou mais, dependendo do perfil do motorista. A rede de concessionárias da BYD ainda está em expansão, o que pode gerar limitações no pós-venda em algumas regiões. Por fim, o Dolphin não é homologado para engate traseiro nem tração de reboques – uma limitação importante para quem precisa desse tipo de funcionalidade.
Em São Paulo, a alíquota é de 4% sobre o valor do veículo, totalizando cerca de R$ 4.753,28 em 2025. Há possibilidade de restituição de metade do imposto via programa municipal para carros elétricos. Em outros estados: Minas Gerais: também 4%, resultando em aproximadamente R$ 5.992 Piauí: 2,5% - cerca de R$ 3.745 Ceará: 3% - cerca de R$ 4.494 Em resumo: O IPVA do Dolphin em 2025 pode variar de R$ 3.700 a R$ 6.000, dependendo do estado. Em São Paulo, o valor está em torno de R$ 4.750, com possibilidade de receber metade deste valor de volta.
O modelo mais barato da BYD no mercado brasileiro é o BYD Dolphin Mini, uma versão mais compacta e acessível do já conhecido Dolphin GS. O Dolphin Mini foi lançado para ampliar a presença da montadora no segmento de elétricos de entrada e se tornou a opção mais econômica da marca. O veículo tem preço inicial de R$ 115.800 na versão com 4 lugares, e R$ 119.800 na configuração com 5 lugares, posicionando-se bem abaixo do Dolphin GS, que hoje parte de R$ 159.800. Com visual jovial, tamanho reduzido e foco no uso urbano, o Mini tem como proposta ser um carro compacto 100% elétrico para quem busca praticidade, baixo custo operacional e acesso à mobilidade sustentável. Mesmo sendo o mais barato da linha, o modelo entrega itens como central multimídia com tela flutuante, ar-condicionado digital, direção elétrica, rodas de liga leve e bom pacote de conectividade. A autonomia do Dolphin Mini gira em torno de 280 km, e o carro também conta com a bateria Blade, com foco em segurança e durabilidade. Com isso, o Dolphin Mini se consolida como a porta de entrada para quem deseja ter um carro elétrico da BYD gastando menos, sem abrir mão da tecnologia e confiabilidade que a marca vem consolidando no mercado brasileiro.
O GWM Ora 03 vale a pena para quem busca um hatch elétrico com muita personalidade, boa lista de equipamentos e experiência urbana refinada. O modelo se destaca pelo acabamento acima da média, pelo pacote ADAS completo e pela condução silenciosa e confortável no dia a dia.
O GWM Ora 03 BEV58 entrega até 315 km de autonomia pelo padrão Inmetro com a bateria de 58 kWh. Em uso urbano leve, o alcance pode ser ainda maior, especialmente aproveitando os modos de regeneração de energia e o sistema One Pedal.
Sim, o GWM Ora 03 consegue encarar pequenas e médias viagens sem dificuldades graças à bateria maior de 58 kWh e à recarga rápida de até 64 kW. Ainda assim, o foco principal do hatch continua sendo o uso urbano e rodoviário leve.
Sim. O GWM Ora 03 traz um pacote ADAS bastante completo, com piloto automático adaptativo, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, alerta de ponto cego, câmera 360° e condução semiautônoma nível 2+.
Sim. O porta-malas do GWM Ora 03 é um dos pontos mais criticados do modelo, com capacidade de 228 litros. Para uso urbano e rotina diária ele atende bem, mas pode limitar viagens com muita bagagem.
O GWM Ora 03 aceita carregamento rápido de até 64 kW em corrente contínua (DC), além de recarga AC de até 11 kW em wallbox residencial. Isso permite recuperar boa parte da bateria em pouco tempo nos eletropostos rápidos.
O preço sugerido do Mitsubishi Pajero Sport Legend 2025 é de R$ 419.990, posicionando-se como a segunda versão mais cara da linha, atrás apenas da Legend Black (R$ 425.990). Esse valor reflete o pacote completo de equipamentos da versão Legend, que inclui sistema de tração 4x4 com modos off-road, motor turbodiesel de 190 cv, câmbio automático de 8 marchas, painel digital de 8", sete lugares com bancos em couro, rodas de 20” e um pacote robusto de assistentes de condução e segurança. Mesmo com críticas pontuais, o SUV entrega excelente desempenho fora de estrada e manobrabilidade, justificando seu custo para quem prioriza robustez, capacidade de reboque (3.100 kg) e durabilidade mecânica.
O Mitsubishi Pajero Sport Legend 2025 passou por atualizações principalmente no visual e no interior, mantendo a mecânica confiável e robusta que já era destaque. A dianteira ganhou nova grade com desenho colmeia e acabamento que mescla prata acetinado com preto brilhante. Internamente, o modelo recebeu um novo volante multifuncional de três raios, mais ergonômico, e um painel de instrumentos digital de 8” nas versões Legend e Legend Black. Os sete bancos foram atualizados com novo revestimento em couro, com variações conforme a versão. A linha 2025 também marca a consolidação da versão Legend Black como topo de gama definitiva, com carroceria preta exclusiva e acabamentos escurecidos. Rodas redesenhadas e melhorias pontuais no pacote de conforto e tecnologia completam as mudanças do Mitsubishi Pajero Sport em 2025.
O Mitsubishi Eclipse Cross HPE-S 2026 está disponível em três versões: HPE-S, HPE-S 4x4 e HPE-S Black 4x4. Todas compartilham o motor 1.5L MIVEC Turbo de 165 cv com câmbio CVT que simula 8 marchas, além de um pacote tecnológico completo. A versão HPE-S, com tração 4x2, custa R$ 212.990 e já traz itens como central multimídia de 12 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, teto solar elétrico duplo e independente, faróis full LED com lavadores, porta-malas com abertura e fechamento elétrico, além de pacote ADAS com piloto automático adaptativo, alerta de ponto cego, frenagem autônoma e alerta de tráfego cruzado traseiro. A versão HPE-S 4x4, com preço de R$ 222.990, mantém todos os itens da versão HPE-S, mas acrescenta a tração integral sob demanda S-AWC (Super All Wheel Control), que oferece três modos de condução: Normal, Snow e Gravel. Essa configuração garante mais segurança e controle em diferentes tipos de terreno, sendo uma das opções com tração 4x4 mais acessíveis entre os SUVs médios vendidos no Brasil. A configuração topo de linha é a HPE-S Black 4x4, com valor de R$ 225.990. Ela se diferencia pelo visual exclusivo com detalhes em preto brilhante, como rodas, retrovisores, molduras dos para-lamas, para-choques e teto, além de um aplique frontal exclusivo e o logotipo Black nas laterais. Todas as versões contam com freios a disco nas quatro rodas, direção elétrica, suspensão traseira Multilink e carroceria RISE. A Mitsubishi oferece 5 anos de garantia para toda a linha.
A linha Mitsubishi Pajero Sport 2025 conta com quatro versões: HPE, HPE-S, Legend e Legend Black. A HPE é a versão de entrada, já equipada com tração 4x4, sete lugares e boa lista de equipamentos. A HPE-S adiciona mais itens de conforto e segurança. A Legend, com preço sugerido de R$ 419.990, eleva o nível com rodas de 20”, painel digital, novo volante, acabamento interno refinado e pacote completo de assistência à condução. Já a Legend Black, por R$ 425.990, é a nova topo de linha, com visual totalmente escurecido por fora, revestimento interno em preto e bordô e detalhes exclusivos. Todas compartilham o mesmo motor 2.4 turbodiesel, câmbio de 8 marchas, tração Super Select II e capacidade de reboque de até 3.100 kg.
O Mitsubishi Pajero Sport Legend 2.4 2025 possui motorização turbodiesel e apresenta um consumo energético considerado adequado para sua proposta como SUV grande e 4x4. Segundo o Inmetro: . Consumo urbano (cidade): 8,9 km/l . Consumo rodoviário (estrada): 11,4 km/l Esses números posicionam o consumo do Pajero Sport Legend 2.4 2025 como razoável entre os SUVs 4x4 movidos a diesel. O motor 2.4 MIVEC é reconhecido por sua engenharia eficiente, sendo o primeiro diesel em alumínio do segmento, o que colabora para o desempenho e economia.
O mercado automotivo brasileiro está aquecido com novos lançamentos, e vários SUVs 4x4 previstos para 2025 prometem movimentar o segmento. Confira os destaques confirmados e cotados: . Ford Everest: A Ford avalia lançar no Brasil a Everest, SUV construído sobre a base da nova Ranger. Com possibilidade de motor V6 turbodiesel e tração 4x4, o modelo pode rivalizar diretamente com Mitsubishi Pajero Sport e Toyota SW4, elevando o nível do segmento. . Mitsubishi Outlander PHEV 2025: A montadora confirmou que lançará um veículo híbrido plug-in no Brasil em 2025, sendo o Outlander PHEV o mais provável. Além de motorização eletrificada, o modelo deve manter a tração integral, característica que o qualifica como um SUV 4x4 voltado à eficiência e versatilidade. Além desses modelos, outras marcas como Jeep, GWM, Chery e BYD seguem estudando novos SUVs com tração integral para o Brasil em 2025, o que deve intensificar a concorrência no mercado dos SUVs 4x4 com foco em performance, eletrificação e tecnologia.