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    Comparativo BYD King GS 2025/2025 X GWM TANK 300 2026/2026 X TOYOTA SW4 DIAMOND 2025/2025

    Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.

    Avaliações principais

    Perguntas Frequentes

    O BYD Dolphin GS possui uma autonomia declarada de 295 km segundo o padrão do Inmetro, e de 291 km conforme o novo ciclo PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), que também passou a ser adotado oficialmente no Brasil. Esses números, já bastante satisfatórios para o uso urbano, são superados em algumas condições de uso real. Em testes práticos realizados por veículos especializados, o Dolphin GS chegou a registrar consumo médio de 12 kWh a cada 100 km rodados em ambiente urbano. Com base nesse desempenho, a autonomia real pode alcançar até 371 km com uma carga completa – resultado acima do estimado nos dados oficiais. Esses testes consideram fatores como temperatura ambiente, uso moderado de ar-condicionado e condução em ritmo leve, típicos de trajetos urbanos. Já em rodovias, os testes indicam que o Dolphin GS pode alcançar médias de consumo em torno de 7,1 km/kWh. Considerando a capacidade total da bateria de 44,9 kWh, esse consumo pode render uma autonomia de até 410 km em condições ideais, desde que a condução seja feita com constância de velocidade e o uso de acessórios como ar-condicionado seja equilibrado.

    O grande destaque do BYD Dolphin é o seu custo-benefício agressivo. Lançado por R$ 148.900, ele chegou ao mercado como um dos elétricos mais acessíveis do Brasil. Hoje, fora de período promocional, o modelo GS aparece no site da montadora por R$ 159.800, mas são recorrentes os valores promocionais. Ainda assim, entrega muito mais do que a média da categoria, sendo uma das melhores portas de entrada para a mobilidade elétrica no país. Enquanto muitos subcompactos elétricos oferecem menos espaço, autonomia e tecnologia por preços semelhantes, o Dolphin rompe esse padrão. Ele combina porte de hatch compacto, plataforma 100% elétrica, entre-eixos generoso e um conjunto de equipamentos digno de modelos mais caros. Isso inclui faróis full LED, seis airbags, câmera 360°, central multimídia de até 12,8” rotativa e diversos recursos conectados – tudo de série. Além disso, seu conjunto mecânico robusto, aliado à autonomia urbana acima de 290 km e recarga rápida, reforça o excelente valor entregue por cada real investido. A estratégia da BYD, ao posicioná-lo nessa faixa de preço, foi tão acertada que muitos especialistas dizem que o Dolphin “aposentou os subcompactos 100% elétricos” no país. Vale lembrar ainda que ele conta com isenção de rodízio, possíveis descontos de IPVA e menor custo de manutenção, o o que reforça sua atratividade no médio e longo prazo.

    Sim, e esse é um dos seus maiores diferenciais. Apesar de ser compacto por fora, o Dolphin surpreende no espaço interno graças ao seu design com estilo de monovolume e ao generoso entre-eixos de 2,70 metros – o mesmo de um Toyota Corolla e superior ao de modelos como Volkswagen Virtus e T-Cross. Isso garante muito espaço para pernas e joelhos, especialmente no banco traseiro. Outro ponto positivo é o piso traseiro plano, que elimina o incômodo túnel central e aumenta o conforto do passageiro do meio. A altura interna também é satisfatória, embora o espaço para a cabeça de adultos mais altos possa ser um pouco justo no banco traseiro. Na frente, o motorista encontra uma posição de dirigir mais elevada, com boa ergonomia e bancos descritos como super macios e confortáveis. Revestidos em couro vegano com ventilação discreta, eles oferecem bom apoio para o corpo, mesmo em viagens longas. A cabine, por sua vez, tem um visual jovial e bem-acabado, com uma combinação de texturas e cores que reforça a sensação de amplitude e modernidade. O Dolphin entrega, de fato, uma experiência de espaço acima da média para sua categoria – e isso sem comprometer o porte externo, o que o torna ideal para circular na cidade com conforto de carro maior.

    O BYD Dolphin impressiona pela oferta de tecnologia, especialmente considerando sua faixa de preço. O principal destaque vai para a central multimídia com tela rotativa de 12,8 polegadas, equipada com o sistema ICS (Intelligent Cockpit System). Além dos comandos de voz – ativados por "Hey, BYD” – , ela traz recursos de entretenimento inusitados como karaokê e videogame, além de espelhamento com Android Auto e Apple CarPlay (via cabo). Outro ponto forte é o conjunto de câmeras 360° com excelente resolução, que facilita manobras e amplia a segurança. O painel de instrumentos é digital, com tela de 5 polegadas, e o veículo recebe atualizações remotas (OTA), mantendo o sistema sempre atualizado. Mas a tecnologia vai além da cabine. O Dolphin é construído sobre a e-Platform 3.0, uma base exclusiva para carros elétricos que melhora a eficiência, o desempenho e a segurança. A bateria é a Blade, reconhecida globalmente por sua durabilidade e alta resistência em testes extremos. No eixo da conectividade, o carro conta com um aplicativo que permite controlar diversas funções pelo smartphone, como abrir portas, fechar vidros, ligar o ar-condicionado ou verificar o nível da bateria – tudo à distância. Com modos de condução (Eco e Sport), sistema de regeneração de energia ajustável, direção elétrica leve, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold e faróis full LED com acendimento automático, entrega uma experiência inteligente e confortável, digna de carros de categoria superior.

    O BYD Dolphin entrega exatamente o que se espera de um carro urbano moderno: agilidade, conforto e silêncio. Com motor elétrico de 95 cv e torque instantâneo, ele acelera de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos – mais do que o suficiente para garantir arrancadas rápidas no trânsito e retomadas seguras em vias urbanas. A direção elétrica é leve e muito bem calibrada, facilitando manobras mesmo em espaços apertados. A suspensão também merece destaque: é macia, filtra bem as irregularidades do asfalto e lida com buracos e valetas sem causar impactos excessivos. Mesmo com sua altura livre do solo de 12 cm, o Dolphin não costuma raspar em rampas ou lombadas, mostrando boa adaptação às condições das ruas brasileiras. A estabilidade ao rodar também agrada, transmitindo segurança ao volante. Outro ponto forte é o silêncio a bordo. O isolamento acústico é considerado um dos mais eficientes da categoria. O modelo ainda oferece dois modos de condução: Eco, voltado para economia, e Sport, que libera respostas mais vigorosas. Também conta com um sistema de regeneração de energia dos freios, que pode ser ajustado entre dois níveis (Standard e Lord), ajudando a prolongar a autonomia. Para o dia a dia urbano, o Dolphin é um verdadeiro city car – leve, esperto, econômico e confortável. Em trajetos mais longos, como qualquer elétrico, exige mais planejamento por conta da autonomia e da disponibilidade de carregadores rápidos.

    O BYD Dolphin conta com um plano de manutenção com preço fixo considerado acessível, com revisões programadas a cada 20 mil km. Os valores dessas revisões variam entre R$ 400 e R$ 1.040. Além disso, como acontece com a maioria dos modelos elétricos, o custo geral de manutenção é menor do que o de um veículo a combustão. É importante destacar que o custo por quilômetro rodado, estimado entre 11 e 15 centavos, refere-se ao gasto com energia elétrica para recarregar a bateria – uma carga completa gira em torno de R$ 45. Já o custo de manutenção pode incluir serviços adicionais, como alinhamento, balanceamento e rodízio dos pneus, que não estão incluídos nas revisões programadas e são recomendados a cada 12 mil km. Esses serviços custam cerca de R$ 250 em autorizadas. Os pneus merecem atenção especial. Por serem de perfil baixo, são mais suscetíveis a danos em buracos ou obstáculos. Há relatos de desgaste mais acelerado nos pneus dianteiros – cerca de 2 mm a cada 12.000 km –, o que pode exigir a troca de um par aos 36.000 km. O rodízio periódico é fundamental para equilibrar esse desgaste. Também é importante alertar os mecânicos, em caso de troca ou reparo, para que tomem cuidado com a bateria instalada sob o assoalho, evitando danos estruturais. Além disso, o modelo exige um período inicial de amaciamento de 2.000 km, durante o qual o condutor deve utilizar apenas o modo Eco, conforme instruções do manual. Outro ponto de atenção está no seguro: os valores podem ser elevados, com estimativas de R$ 1.500 ou mais, dependendo do perfil do motorista. A rede de concessionárias da BYD ainda está em expansão, o que pode gerar limitações no pós-venda em algumas regiões. Por fim, o Dolphin não é homologado para engate traseiro nem tração de reboques – uma limitação importante para quem precisa desse tipo de funcionalidade.

    Em São Paulo, a alíquota é de 4% sobre o valor do veículo, totalizando cerca de R$ 4.753,28 em 2025. Há possibilidade de restituição de metade do imposto via programa municipal para carros elétricos. Em outros estados: Minas Gerais: também 4%, resultando em aproximadamente R$ 5.992 Piauí: 2,5% - cerca de R$ 3.745 Ceará: 3% - cerca de R$ 4.494 Em resumo: O IPVA do Dolphin em 2025 pode variar de R$ 3.700 a R$ 6.000, dependendo do estado. Em São Paulo, o valor está em torno de R$ 4.750, com possibilidade de receber metade deste valor de volta.

    O modelo mais barato da BYD no mercado brasileiro é o BYD Dolphin Mini, uma versão mais compacta e acessível do já conhecido Dolphin GS. O Dolphin Mini foi lançado para ampliar a presença da montadora no segmento de elétricos de entrada e se tornou a opção mais econômica da marca. O veículo tem preço inicial de R$ 115.800 na versão com 4 lugares, e R$ 119.800 na configuração com 5 lugares, posicionando-se bem abaixo do Dolphin GS, que hoje parte de R$ 159.800. Com visual jovial, tamanho reduzido e foco no uso urbano, o Mini tem como proposta ser um carro compacto 100% elétrico para quem busca praticidade, baixo custo operacional e acesso à mobilidade sustentável. Mesmo sendo o mais barato da linha, o modelo entrega itens como central multimídia com tela flutuante, ar-condicionado digital, direção elétrica, rodas de liga leve e bom pacote de conectividade. A autonomia do Dolphin Mini gira em torno de 280 km, e o carro também conta com a bateria Blade, com foco em segurança e durabilidade. Com isso, o Dolphin Mini se consolida como a porta de entrada para quem deseja ter um carro elétrico da BYD gastando menos, sem abrir mão da tecnologia e confiabilidade que a marca vem consolidando no mercado brasileiro.

    O GWM TANK 300 2025/2026 é vendido no Brasil em versão única híbrida plug-in (PHEV) por R$ 339.000. O pacote reúne luxo e tecnologia (bancos dianteiros com massagem, aquecimento e ventilação, couro Nappa, som de 640 W) com aptidão real fora de estrada (tração integral temporária, múltiplos modos de condução e bloqueios eletrônicos).

    O GWM TANK 300 combina o motor 2.0 turbo a gasolina com um propulsor elétrico e bateria recarregável. Ele pode rodar no modo elétrico em trajetos curtos e atuar como híbrido no dia a dia. A recarga é feita em tomada/wallbox (AC). Se a bateria estiver baixa, o veículo segue normalmente usando o conjunto híbrido.

    O GWM TANK 300 tem autonomia elétrica oficial de 75 km (Inmetro) e, em testes práticos, já alcançou até 100 km só no elétrico. No modo híbrido, o consumo oficial é de 7,5 km/l na cidade e 7,7 km/l na estrada. O tanque de 70 litros ajuda a garantir bom alcance total, variando conforme o uso.

    Segundo a ficha, o GWM TANK 300 entrega 245 cv a 5.500 rpm e 38,7 kgfm a 1.700 rpm, com câmbio automático de 9 marchas. Faz 0–100 km/h em 6,8 s e atinge 180 km/h. A tração integral temporária permite selecionar 4x2, 4x4 alta e 4x4 com reduzida, priorizando eficiência no asfalto e força fora da estrada.

    Sim. O GWM TANK 300 conta com bloqueios eletrônicos (dianteiro, traseiro e central) de engate muito rápido, nove modos de condução (inclui modo Expert), recurso Tank Turn para girar em trilhas apertadas, 222 mm de vão livre, ângulos de 32°/33° (ataque/saída) e imersão em até 700 mm. Bateria e sistemas elétricos são protegidos para travessias.

    O GWM TANK 300 tem revisões com preço fixo a cada 12 meses ou 12.000 km: 12.000 km – R$ 1.392,04; 24.000 km – R$ 1.500,04; 36.000 km – R$ 1.686,47; 48.000 km – R$ 2.335,11. Valores divulgados para pagamento à vista em concessionárias autorizadas; podem variar por período/região e campanhas vigentes.

    521 litros, um dos maiores do segmento; entre-eixos de 2,65 m ajuda no espaço traseiro.

    Sim. Embora o valor inicial seja alto — parte de R$ 437.890 e pode chegar a R$ 469.890 na versão de sete lugares —, a Toyota SW4 Diamond 2025 justifica o preço pela combinação de robustez mecânica, conforto de alto nível e pacote tecnológico completo. É um SUV de carroceria sob chassi, algo raro no segmento, que garante durabilidade superior. Além disso, oferece garantia estendida de até 10 anos, reforçando sua confiabilidade.

    De acordo com o Inmetro, a Toyota SW4 Diamond 2025 faz 9,3 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada. Para um SUV grande, com motor 2.8 turbodiesel de 204 cv, os números são competitivos. O tanque de 80 litros amplia ainda mais a autonomia, permitindo viagens longas sem necessidade de paradas frequentes para abastecimento.

    A Toyota SW4 Diamond 2025 está disponível na configuração de sete lugares. O espaço é generoso na primeira e segunda fileiras, que contam com recursos de ventilação e conforto. Já a terceira fileira, embora útil para ampliar a capacidade, é mais indicada para crianças ou trajetos curtos, como em outros SUVs de sete lugares do mercado.

    A Toyota SW4 Diamond 2025 é equipada com o pacote Toyota Safety Sense, que inclui Controle de Velocidade de Cruzeiro Adaptativo (ACC), Sistema de Pré-Colisão (PCS) com frenagem automática de emergência e Assistente de Mudança de Faixa (LDA). Além disso, traz câmera 360º, alerta de ponto cego (BSM), alerta de tráfego cruzado traseiro (RCTA) e sete airbags. O SUV ainda oferece serviços conectados com rastreamento ativo e Wi-Fi a bordo opcional.

    A Toyota SW4 Diamond 2025 acelera de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos e atinge velocidade máxima de 180 km/h. O motor 2.8 turbodiesel entrega 204 cv a 3.400 rpm e 50,9 kgfm de torque a 2.800 rpm, garantindo força suficiente para rodar em diferentes terrenos. A tração integral temporária, com opções de 4x2, 4x4 e 4x4 reduzida, reforça a vocação do modelo como SUV robusto e versátil.

    Apesar dos muitos atrativos, a Toyota SW4 Diamond 2025 recebe críticas em alguns aspectos. O preço elevado coloca o modelo próximo a SUVs premium. A direção continua sendo hidráulica, mais pesada que sistemas elétricos modernos. O design interno, embora sofisticado, é considerado datado em relação a concorrentes. Outros pontos levantados são: qualidade de imagem da câmera 360º aquém do esperado, ausência de teto solar, uso de plásticos rígidos em algumas áreas e espaço limitado na terceira fileira.

    BYD King GS 2025/2025

    BYD King GS 2025/2025

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    Descrição Contemporâneo, traz linhas aerodinâmicas que favorecem o desempenho. Sua dianteira traz uma grade ampla com acabamento metálico e assinatura em LED, conferindo identidade visual distinta ao modelo. Os faróis são afilados e trazem conjunto óptico que inclui luzes diurnas e lanternas traseiras interligadas. As proporções são de 4,78 metros de comprimento e 2,71 metros de entre-eixos, medidas superiores às de vários concorrentes da categoria – o que se reflete em maior espaço interno.

    Custo-benefício

    Oferece mais equipamentos e eficiência energética que rivais como Corolla Hybrid e Nissan Sentra. Seu valores partem de R$ 175.800 (GL) e R$ 187.800 (GS). Devido à função elétrica, conta com manutenção de baixo custo por km, mas seu seguro é moderadamente acima da média se comparado aos modelos de combustão. A bateria Blade tem garantia de 8 anos ou 200 000 km, o que favorece a valorização e reduz riscos de troca antecipada.

    Consistência mecânica

    Tem bom domínio mecânico: com até 235 cv e mais de 40 kgfm de torque, a resposta ao acelerador é imediata e progressiva, com transições suaves nas transições entre os modos de condução. O isolamento acústico é eficiente, mas a suspensão firme e a direção leve em alta velocidade exigem atenção.

    Conforto interior e tecnologia

    É bem-acabado, com materiais como couro sintético e bom nível de montagem. A central multimídia de 12,8” é giratória e traz conectividade 4G, comandos por voz e atualização remota. Também oferece conexão com Android Auto e Apple Car Play, ambos sem a necessidade de fio. O sedan ainda conta com carregador por indução, quatro portas USB e chave presencial com tecnologia NFC, proporcionando conforto e conveniência no uso diário.

    Críticas

    Impressiona pela potência, autonomia elétrica generosa e bom acabamento interno. A aceleração é rápida e o silêncio a bordo agrada. Como pontos negativos, faltam recursos ADAS – característica de outros modelos da montadora. A suspensão é firme demais em pisos irregulares e a direção poderia ter melhor comunicação em alta velocidade.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    Híbrido Plug-in (gasolina + elétrico)
    Tipo
    Motor 1.5 aspirado + motor elétrico
    Válvulas
    16 (DOHC)
    Combustível
    Gasolina
    Potência
    235 cv
    Cilindradas
    1.498 cm³ (motor à combustão)
    Torque
    33,1 kgfm
    Direção
    elétrica
    Tração
    dianteira (FWD)
    Transmissão
    automática E-CVT de 1 marcha

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    185 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    7,3 s
    Autonomia elétrica
    até 80 km (INMETRO)
    Autonomia total combinada
    acima de 1.000 km
    Consumo urbano
    até 62,5 km/l (ciclo PBEV, modo combinado)
    Consumo rodoviário
    706 km/l

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    Independente, McPherson
    Suspensão traseira
    Eixo de torção
    Freio dianteiro
    Disco ventilado
    Freio traseiro
    Disco sólido
    Roda
    aro 17" liga leve
    Pneu
    215/55/R17
    GWM TANK 300 2026/2026

    GWM TANK 300 2026/2026

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    O visual aposta no estilo clássico de ícones como Classe G e Wrangler. Faróis de LED redondos, estepe externo e linhas retas reforçam o espírito off-road. Por dentro, o acabamento premium com couro Nappa surpreende pela sofisticação. A GWM ainda oferece mais de 25 acessórios originais no Brasil, permitindo ampla personalização.

    Custo-benefício

    Por R$ 339.000, o modelo se destaca por entregar luxo, tecnologia e alta capacidade off-road em um pacote sem rivais diretos. As revisões têm preço fixo – vão de R$ 1.392 na 1ª (12.000 km) até R$ 2.335 na 4ª (48.000 km) – o que facilita o planejamento. A autonomia elétrica de até 100 km ainda ajuda a reduzir custos no uso urbano.

    Consistência mecânica

    A mecânica combina motor 2.0 turbo a gasolina com propulsor elétrico que entrega 245 cv a 5.500 rpm e 38,7 kgfm de torque a 1.700 rpm, acoplados ao câmbio automático de 9 marchas. A tração 4x4 com reduzida, bloqueios eletrônicos ultrarrápidos e nove modos de condução asseguram versatilidade. Sua geometria favorável, com 222 mm de vão livre, ângulos de 32°/33° e capacidade de imersão em 700 mm de água, reforça a vocação desse SUV para condições severas.

    Conforto interior e tecnologia

    Traz acabamento refinado, bancos dianteiros com massagem, aquecimento e ventilação. O motorista conta com ajustes elétricos e memória de posição, enquanto a central multimídia pode exibir parâmetros off-road. Painel personalizável, som de 640 W e carregador por indução completam o pacote.

    Eficiência energética

    Seu sistema híbrido plug-in permite rodar até 75 km em modo elétrico (Inmetro) e até 100 km em uso real. Em trajetos urbanos, pode operar a maior parte do tempo apenas na bateria, o que reduz o consumo de gasolina. Recursos como o fechamento automático dos vidros acima de 100 km/h também contribuem para a economia.

    Críticas

    Os destaques ficam para o bom custo-benefício, a robustez off-road, o desempenho ágil do conjunto híbrido e o interior de luxo, com autonomia elétrica que pode chegar a 100 km. Como pontos de atenção, há críticas pontuais sobre detalhes de usabilidade, como alertas frequentes no GPS, limpador traseiro limitado, ausência de tampão no porta-malas e ergonomia simples em itens como cinto e alavanca de seta.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    híbrido plug-in
    Tipo
    2.0 turbo com injeção direta
    Válvulas
    16
    Combustível
    eletricidade e gasolina
    Potência
    245 cv a 5500 rpm
    Cilindradas
    1998 cm³
    Torque
    38,7 kgfm a 1700 rpm
    Direção
    elétrica
    Tração
    integral temporária
    Transmissão
    automático de 9 marchas

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    201 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    9,8 s
    Consumo urbano
    9,2 km/l (E) 13,2 km/l (G)
    Consumo rodoviário
    11,2 km/l (E) 15,8 km/l (G)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, McPherson
    Suspensão traseira
    eixo de torção
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    tambor
    Roda
    15”
    Pneu
    195/65 R15
    TOYOTA SW4 DIAMOND 2025/2025

    TOYOTA SW4 DIAMOND 2025/2025

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    O modelo combina sofisticação e imponência. O conjunto óptico Full LED com DRL em bumerangue e pisca dinâmico reforça a identidade moderna, enquanto detalhes cromados e em black piano elevam o requinte. Por dentro, bancos em couro marfim e acabamentos macios garantem luxo. A linha 2025 trouxe ainda serviços conectados, além de ajustes no motor para atender ao Proconve L8.

    Custo-benefício

    Parte de R$ 430.824 e chega a R$ 469.890 na versão sete lugares. A carroceria sob chassi e o pacote completo justificam o valor. O consumo médio é de 9,3 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada, bons números para um SUV robusto. O diferencial está na garantia estendida de até 10 anos, o que reforça a confiabilidade mecânica e o valor de revenda.

    Consistência mecânica

    Mantém a reputação de robustez com construção em chassi sob carroceria. O motor 2.8 turbodiesel entrega 204 cv e 50,9 kgfm, aliado ao câmbio automático de 6 marchas e tração integral com reduzida. Suspensão dianteira independente e traseira de eixo rígido reforçam a durabilidade. A linha 2025 inclui adequação ao Proconve L8, com sistema Arla 32 e filtro DPF.

    Conforto interior e tecnologia

    O interior alia requinte e conveniência: bancos em couro claro com ventilação, ar digital dual zone e saídas dedicadas até a terceira fileira. O pacote inclui multimídia de 9”, som JBL com subwoofer, abertura elétrica do porta-malas, carregador por indução e serviços conectados. Na segurança, traz Toyota Safety Sense, câmera 360º e sete airbags.

    Eficiência energética

    Entrega médias de 9,3 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada, segundo o Inmetro. O tanque de 80 L garante ampla autonomia, reforçando sua vocação para longas viagens. A adequação ao Proconve L8, com uso do Arla 32 e novo filtro DPF, reduz emissões sem comprometer o desempenho.

    Críticas

    É elogiada pela robustez de “tanque de guerra”, conforto de viagem, pacote Safety Sense e autonomia longa. Porém, o preço alto, a direção hidráulica, o design interno datado e o uso de plásticos rígidos pesam contra. Também há críticas à câmera 360º de baixa definição, à ausência de teto solar e ao espaço limitado da terceira fileira.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    a combustão
    Tipo
    2.8 turbodiesel
    Válvulas
    16
    Combustível
    diesel
    Potência
    204 cv a 3400 rpm
    Cilindradas
    689 cm³
    Torque
    50,9 kgfm a 2800 rpm
    Direção
    hidráulica
    Tração
    integral temporária
    Transmissão
    auttomático de 6 marchas

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    180 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    11,8 s
    Consumo urbano
    9,3 km/l
    Consumo rodoviário
    10,5 km/l

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, braços sobrepostos
    Suspensão traseira
    eixo rígido
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    disco ventilado
    Roda
    18”
    Pneu
    265/60 R18