Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.


Descrição Contemporâneo, traz linhas aerodinâmicas que favorecem o desempenho. Sua dianteira traz uma grade ampla com acabamento metálico e assinatura em LED, conferindo identidade visual distinta ao modelo. Os faróis são afilados e trazem conjunto óptico que inclui luzes diurnas e lanternas traseiras interligadas. As proporções são de 4,78 metros de comprimento e 2,71 metros de entre-eixos, medidas superiores às de vários concorrentes da categoria – o que se reflete em maior espaço interno.
Oferece mais equipamentos e eficiência energética que rivais como Corolla Hybrid e Nissan Sentra. Seu valores partem de R$ 175.800 (GL) e R$ 187.800 (GS). Devido à função elétrica, conta com manutenção de baixo custo por km, mas seu seguro é moderadamente acima da média se comparado aos modelos de combustão. A bateria Blade tem garantia de 8 anos ou 200 000 km, o que favorece a valorização e reduz riscos de troca antecipada.
Tem bom domínio mecânico: com até 235 cv e mais de 40 kgfm de torque, a resposta ao acelerador é imediata e progressiva, com transições suaves nas transições entre os modos de condução. O isolamento acústico é eficiente, mas a suspensão firme e a direção leve em alta velocidade exigem atenção.
É bem-acabado, com materiais como couro sintético e bom nível de montagem. A central multimídia de 12,8” é giratória e traz conectividade 4G, comandos por voz e atualização remota. Também oferece conexão com Android Auto e Apple Car Play, ambos sem a necessidade de fio. O sedan ainda conta com carregador por indução, quatro portas USB e chave presencial com tecnologia NFC, proporcionando conforto e conveniência no uso diário.
Impressiona pela potência, autonomia elétrica generosa e bom acabamento interno. A aceleração é rápida e o silêncio a bordo agrada. Como pontos negativos, faltam recursos ADAS – característica de outros modelos da montadora. A suspensão é firme demais em pisos irregulares e a direção poderia ter melhor comunicação em alta velocidade.
A versão 2025 traz mudanças visuais sutis em relação à anterior como, novos faróis full-LED com design atualizado e logo reformulado na grade dianteira. As dimensões e o interior permanecem iguais à versão de 2024. A principal alteração técnica foi a válvula termostática da bateria, que apresentou falhas e gerou recall, problema solucionado com a troca da peça ou atualização do software.
Seu custo médio é de R$ 284 mil, com revisões até 48 mil km por cerca de R$ 4.215. O seguro varia entre R$ 3.900 e R$ 7.000, dependendo da região. Com boa autonomia elétrica, garantia de 8 anos no sistema híbrido e custos de manutenção moderados, oferece conforto, espaço amplo e muita tecnologia com equipamentos modernos de segurança. Com assistentes que facilitam a direção, o conjunto completo traz ótimo custo-benefício para quem busca um SUV prático.
Com 393 cv e 77,7 kgfm, combina o motor turbo à combustão e dois elétricos. A direção elétrica com modos ajustáveis e a suspensão McPherson/Multilink garantem boa estabilidade. Os sete modos de condução oferecem versatilidade e as rodas aro 19’’ completam o conjunto com boa dinâmica e conforto ao rodar.
Traz conforto e espaço interno acima da média, com bancos ventilados, ar-condicionado digital dual zone, teto solar e acabamento moderno. Oferece tecnologias como câmera 360º, assistentes de faixa, piloto automático adaptativo e head-up display. Seu interior é amplo e funcional, com conectividade sem fio e recursos avançados de segurança e condução.
Sua motorização é à combustão, com dois motores internos elétricos. No modo elétrico, faz cerca de 19,7 kWh/100 km. Na estrada, seu consumo é de 10,4 km/l e na cidade, de 11,7 km/l. Com a bateria cheia pode rodar até 180 km, e a autonomia total combinada com o motor à combustão pode chegar a 1.000 km, unindo bom desempenho e conforto para o uso diário.
O BYD Dolphin GS possui uma autonomia declarada de 295 km segundo o padrão do Inmetro, e de 291 km conforme o novo ciclo PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), que também passou a ser adotado oficialmente no Brasil. Esses números, já bastante satisfatórios para o uso urbano, são superados em algumas condições de uso real. Em testes práticos realizados por veículos especializados, o Dolphin GS chegou a registrar consumo médio de 12 kWh a cada 100 km rodados em ambiente urbano. Com base nesse desempenho, a autonomia real pode alcançar até 371 km com uma carga completa – resultado acima do estimado nos dados oficiais. Esses testes consideram fatores como temperatura ambiente, uso moderado de ar-condicionado e condução em ritmo leve, típicos de trajetos urbanos. Já em rodovias, os testes indicam que o Dolphin GS pode alcançar médias de consumo em torno de 7,1 km/kWh. Considerando a capacidade total da bateria de 44,9 kWh, esse consumo pode render uma autonomia de até 410 km em condições ideais, desde que a condução seja feita com constância de velocidade e o uso de acessórios como ar-condicionado seja equilibrado.
O grande destaque do BYD Dolphin é o seu custo-benefício agressivo. Lançado por R$ 148.900, ele chegou ao mercado como um dos elétricos mais acessíveis do Brasil. Hoje, fora de período promocional, o modelo GS aparece no site da montadora por R$ 159.800, mas são recorrentes os valores promocionais. Ainda assim, entrega muito mais do que a média da categoria, sendo uma das melhores portas de entrada para a mobilidade elétrica no país. Enquanto muitos subcompactos elétricos oferecem menos espaço, autonomia e tecnologia por preços semelhantes, o Dolphin rompe esse padrão. Ele combina porte de hatch compacto, plataforma 100% elétrica, entre-eixos generoso e um conjunto de equipamentos digno de modelos mais caros. Isso inclui faróis full LED, seis airbags, câmera 360°, central multimídia de até 12,8” rotativa e diversos recursos conectados – tudo de série. Além disso, seu conjunto mecânico robusto, aliado à autonomia urbana acima de 290 km e recarga rápida, reforça o excelente valor entregue por cada real investido. A estratégia da BYD, ao posicioná-lo nessa faixa de preço, foi tão acertada que muitos especialistas dizem que o Dolphin “aposentou os subcompactos 100% elétricos” no país. Vale lembrar ainda que ele conta com isenção de rodízio, possíveis descontos de IPVA e menor custo de manutenção, o o que reforça sua atratividade no médio e longo prazo.
Sim, e esse é um dos seus maiores diferenciais. Apesar de ser compacto por fora, o Dolphin surpreende no espaço interno graças ao seu design com estilo de monovolume e ao generoso entre-eixos de 2,70 metros – o mesmo de um Toyota Corolla e superior ao de modelos como Volkswagen Virtus e T-Cross. Isso garante muito espaço para pernas e joelhos, especialmente no banco traseiro. Outro ponto positivo é o piso traseiro plano, que elimina o incômodo túnel central e aumenta o conforto do passageiro do meio. A altura interna também é satisfatória, embora o espaço para a cabeça de adultos mais altos possa ser um pouco justo no banco traseiro. Na frente, o motorista encontra uma posição de dirigir mais elevada, com boa ergonomia e bancos descritos como super macios e confortáveis. Revestidos em couro vegano com ventilação discreta, eles oferecem bom apoio para o corpo, mesmo em viagens longas. A cabine, por sua vez, tem um visual jovial e bem-acabado, com uma combinação de texturas e cores que reforça a sensação de amplitude e modernidade. O Dolphin entrega, de fato, uma experiência de espaço acima da média para sua categoria – e isso sem comprometer o porte externo, o que o torna ideal para circular na cidade com conforto de carro maior.
O BYD Dolphin impressiona pela oferta de tecnologia, especialmente considerando sua faixa de preço. O principal destaque vai para a central multimídia com tela rotativa de 12,8 polegadas, equipada com o sistema ICS (Intelligent Cockpit System). Além dos comandos de voz – ativados por "Hey, BYD” – , ela traz recursos de entretenimento inusitados como karaokê e videogame, além de espelhamento com Android Auto e Apple CarPlay (via cabo). Outro ponto forte é o conjunto de câmeras 360° com excelente resolução, que facilita manobras e amplia a segurança. O painel de instrumentos é digital, com tela de 5 polegadas, e o veículo recebe atualizações remotas (OTA), mantendo o sistema sempre atualizado. Mas a tecnologia vai além da cabine. O Dolphin é construído sobre a e-Platform 3.0, uma base exclusiva para carros elétricos que melhora a eficiência, o desempenho e a segurança. A bateria é a Blade, reconhecida globalmente por sua durabilidade e alta resistência em testes extremos. No eixo da conectividade, o carro conta com um aplicativo que permite controlar diversas funções pelo smartphone, como abrir portas, fechar vidros, ligar o ar-condicionado ou verificar o nível da bateria – tudo à distância. Com modos de condução (Eco e Sport), sistema de regeneração de energia ajustável, direção elétrica leve, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold e faróis full LED com acendimento automático, entrega uma experiência inteligente e confortável, digna de carros de categoria superior.
O BYD Dolphin entrega exatamente o que se espera de um carro urbano moderno: agilidade, conforto e silêncio. Com motor elétrico de 95 cv e torque instantâneo, ele acelera de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos – mais do que o suficiente para garantir arrancadas rápidas no trânsito e retomadas seguras em vias urbanas. A direção elétrica é leve e muito bem calibrada, facilitando manobras mesmo em espaços apertados. A suspensão também merece destaque: é macia, filtra bem as irregularidades do asfalto e lida com buracos e valetas sem causar impactos excessivos. Mesmo com sua altura livre do solo de 12 cm, o Dolphin não costuma raspar em rampas ou lombadas, mostrando boa adaptação às condições das ruas brasileiras. A estabilidade ao rodar também agrada, transmitindo segurança ao volante. Outro ponto forte é o silêncio a bordo. O isolamento acústico é considerado um dos mais eficientes da categoria. O modelo ainda oferece dois modos de condução: Eco, voltado para economia, e Sport, que libera respostas mais vigorosas. Também conta com um sistema de regeneração de energia dos freios, que pode ser ajustado entre dois níveis (Standard e Lord), ajudando a prolongar a autonomia. Para o dia a dia urbano, o Dolphin é um verdadeiro city car – leve, esperto, econômico e confortável. Em trajetos mais longos, como qualquer elétrico, exige mais planejamento por conta da autonomia e da disponibilidade de carregadores rápidos.
O BYD Dolphin conta com um plano de manutenção com preço fixo considerado acessível, com revisões programadas a cada 20 mil km. Os valores dessas revisões variam entre R$ 400 e R$ 1.040. Além disso, como acontece com a maioria dos modelos elétricos, o custo geral de manutenção é menor do que o de um veículo a combustão. É importante destacar que o custo por quilômetro rodado, estimado entre 11 e 15 centavos, refere-se ao gasto com energia elétrica para recarregar a bateria – uma carga completa gira em torno de R$ 45. Já o custo de manutenção pode incluir serviços adicionais, como alinhamento, balanceamento e rodízio dos pneus, que não estão incluídos nas revisões programadas e são recomendados a cada 12 mil km. Esses serviços custam cerca de R$ 250 em autorizadas. Os pneus merecem atenção especial. Por serem de perfil baixo, são mais suscetíveis a danos em buracos ou obstáculos. Há relatos de desgaste mais acelerado nos pneus dianteiros – cerca de 2 mm a cada 12.000 km –, o que pode exigir a troca de um par aos 36.000 km. O rodízio periódico é fundamental para equilibrar esse desgaste. Também é importante alertar os mecânicos, em caso de troca ou reparo, para que tomem cuidado com a bateria instalada sob o assoalho, evitando danos estruturais. Além disso, o modelo exige um período inicial de amaciamento de 2.000 km, durante o qual o condutor deve utilizar apenas o modo Eco, conforme instruções do manual. Outro ponto de atenção está no seguro: os valores podem ser elevados, com estimativas de R$ 1.500 ou mais, dependendo do perfil do motorista. A rede de concessionárias da BYD ainda está em expansão, o que pode gerar limitações no pós-venda em algumas regiões. Por fim, o Dolphin não é homologado para engate traseiro nem tração de reboques – uma limitação importante para quem precisa desse tipo de funcionalidade.
Em São Paulo, a alíquota é de 4% sobre o valor do veículo, totalizando cerca de R$ 4.753,28 em 2025. Há possibilidade de restituição de metade do imposto via programa municipal para carros elétricos. Em outros estados: Minas Gerais: também 4%, resultando em aproximadamente R$ 5.992 Piauí: 2,5% - cerca de R$ 3.745 Ceará: 3% - cerca de R$ 4.494 Em resumo: O IPVA do Dolphin em 2025 pode variar de R$ 3.700 a R$ 6.000, dependendo do estado. Em São Paulo, o valor está em torno de R$ 4.750, com possibilidade de receber metade deste valor de volta.
O modelo mais barato da BYD no mercado brasileiro é o BYD Dolphin Mini, uma versão mais compacta e acessível do já conhecido Dolphin GS. O Dolphin Mini foi lançado para ampliar a presença da montadora no segmento de elétricos de entrada e se tornou a opção mais econômica da marca. O veículo tem preço inicial de R$ 115.800 na versão com 4 lugares, e R$ 119.800 na configuração com 5 lugares, posicionando-se bem abaixo do Dolphin GS, que hoje parte de R$ 159.800. Com visual jovial, tamanho reduzido e foco no uso urbano, o Mini tem como proposta ser um carro compacto 100% elétrico para quem busca praticidade, baixo custo operacional e acesso à mobilidade sustentável. Mesmo sendo o mais barato da linha, o modelo entrega itens como central multimídia com tela flutuante, ar-condicionado digital, direção elétrica, rodas de liga leve e bom pacote de conectividade. A autonomia do Dolphin Mini gira em torno de 280 km, e o carro também conta com a bateria Blade, com foco em segurança e durabilidade. Com isso, o Dolphin Mini se consolida como a porta de entrada para quem deseja ter um carro elétrico da BYD gastando menos, sem abrir mão da tecnologia e confiabilidade que a marca vem consolidando no mercado brasileiro.
Com preço por volta de R$ 284 mil, o GWM Haval H6 PHEV34 se destaca no mercado como uma opção moderna e completa entre os SUVs eletrificados. Oferece alto nível de conforto, tecnologia e segurança por um valor competitivo frente a modelos mais caros. Seu pacote inclui itens que, em outras marcas, só aparecem em versões topo de linha. Mesmo com críticas pontuais sobre acabamento e pós-venda, tem conquistado espaço pelo bom custo-benefício e pela proposta de inovação com economia no uso diário. É uma escolha atrativa para quem busca um carro sofisticado, eficiente e com preço mais acessível dentro do segmento premium.
Se destaca pela eficiência energética. Com bateria de 34 kWh, oferece autonomia elétrica de 160 km, ideal para uso diário sem consumo de gasolina, desde que carregado regularmente. A autonomia total, somando energia elétrica e gasolina, pode chegar a 1000 km. O motor à combustão entra em ação quando a bateria atinge 10% ou em situações de alta demanda. Seu consumo urbano é de 11,7 km/L e rodoviário, de 10,4 km/L.
Sua mecânica conta com um motor 1.5 turbo a gasolina combinado a dois motores elétricos, resultando em tração 4x4. A potência total do sistema é de 393 cv, com torque combinado de 77,7 kgfm, proporcionando aceleração de 0 a 100 km/h em 5,1 segundos e velocidade máxima de 180 km/h. A bateria tem capacidade de 34 kWh, garantindo autonomia elétrica de 160 km. O veículo oferece sete modos de condução, incluindo Eco, Sport e AWD, além de transmissão do tipo e-Traction, que otimiza o desempenho e a eficiência.
Para uma boa direção, oferece conforto com bancos em couro ecológico, ventilados e ajustes elétricos, ar-condicionado digital de duas zonas e teto solar panorâmico. Internamente, tem painel de 10,2” e tela multimídia de 12,3”, com Apple CarPlay e Android Auto sem fio. Conta com carregamento wireless e internet 4G. Seus 7 modos de condução e avançados assistentes, como piloto adaptativo, frenagem autônoma e câmera 360°, garantem segurança. O conforto e a tecnologia são destaque.
Em questão de segurança, o veículo conta com 6 airbags, freios a disco nas quatro rodas, freio eletrônico e controle de tração para maior segurança. Possui 12 sensores e 5 câmeras com visão 360º, frenagem autônoma de emergência, piloto automático adaptativo e assistente de manutenção de faixa. Também oferece alertas de ponto cego, tráfego cruzado, reconhecimento de placas, assistente de rampa, destravamento automático das portas e head-up display. Esses recursos garantem proteção e auxílio avançado ao motorista.
É um SUV que oferece um espaço interno amplo, com destaque para a parte dianteira mais espaçosa e maior conforto para as pernas dos passageiros traseiros. O assoalho plano facilita acomodar uma terceira pessoa no banco de trás. Os ocupantes do banco traseiro contam com dutos de ar-condicionado e tomadas USB para comodidade. O porta-malas tem capacidade de 560 litros, com abertura elétrica, oferecendo bom volume para a categoria. Suas dimensões são 4.68m de comprimento, 1.89m de largura e 1.73m de altura, garantindo conforto e praticidade.
Não há informações detalhadas sobre os custos específicos de sua manutenção. Um proprietário da versão HEV relatou que a revisão de 12.000 km foi tranquila, com atendimento ágil e sem complicações. Contudo, houve relatos de falta de peças nas concessionárias, causando longos períodos de espera para reparos, o que pode gerar custos indiretos. O modelo 2025 passou por recall para corrigir falha na válvula termostática da bateria, com reparo e atualização feitos pela fabricante sem custo aos clientes. Valores precisos de revisões e peças não foram divulgados.
Há queixas pontuais de proprietários que relatam desconforto com os comandos do ar-condicionado apenas na tela, direção leve e volante afastado, câmbio giratório lento em manobras e som de baixa qualidade. Alguns usuários relataram ruído interno em baixa velocidade, acabamento simples e demora no pós-venda. Modelos 2025 tiveram falha na refrigeração da bateria, resolvida com atualização na concessionária.