Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Chega com visual mais robusto e moderno, marcado pela nova grade frontal iluminada, faróis Full LED e linhas inspiradas nos SUVs da Volkswagen. O para-choque redesenhado aumentou o comprimento em 9 cm, reforçando a presença da picape. Rodas inéditas de até 20” e detalhes escurecidos na versão Extreme completam o estilo mais agressivo, sem abrir mão da solidez já conhecida.
Com preço reduzido para R$ 339.800 após desconto de R$ 40 mil em 2025, ficou mais competitiva que muitas picapes a diesel completas. Entrega um ótimo pacote de tecnologia, conforto e segurança, aliado ao sistema híbrido que garante economia expressiva no combustível. Para quem quer blindagem, a de fábrica (III-A/Carbon) sai por R$ 78.200, totalizando cerca de R$ 418 mil.
Utiliza a plataforma DMO, combinando motor 1.5 turbo (183 cv) com dois elétricos (437 cv e 65 kgfm no total). Faz 0–100 km/h em 5,7 s, a mais rápida da categoria. Traz tração integral eletrônica, suspensão independente nas quatro rodas e modos para diferentes terrenos, por isso prioriza versatilidade.
O interior une elegância e conectividade nos bancos em couro sintético com ajustes elétricos, ventilação e aquecimento, central multimídia giratória de 12,8”, painel digital, head-up display e assistente de voz. Tem câmera 540°, chave NFC, pacote ADAS completo e app para controle remoto de funções.
Impressiona na eficiência de até 65 km/l no ciclo WLTC e autonomia elétrica de até 100 km (57 km pelo Inmetro). Com bateria Blade de 29,6 kWh, carrega de 30 a 80% em 20 min (DC). No uso real, chega a 20 km/l na cidade. Conta ainda com VTOL, podendo fornecer energia a equipamentos externos.
Embora potente e tecnológica, enfrenta críticas a respeito do preço elevado no Brasil, capacidade de carga limitada (790 kg) e reboque menor que rivais. Sua suspensão prioriza conforto, mas não trabalho pesado. Além disso, tem recarga AC lenta e depende de recarga completa para boa eficiência.
Ganhou visual totalmente renovado, com nova grade frontal, faróis em LED e rodas redesenhadas. Chega ainda com novos sistemas de assistência ao motorista como, frenagem automática de emergência, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado, assistente de permanência em faixa e controle eletrônico de estabilidade.
A partir de R$ 296.490, entrega mais equipamentos, mesmo nas versões de entrada. O valor das revisões pode variar dependendo da concessionária e da quilometragem, mas geralmente seguem um padrão de preços para cada revisão.
Mantém a reconhecida consistência mecânica com o motor 2.8 Duramax turbodiesel de 207 cv que entrega até 52 kgfm de torque e tração 4x4 com reduzida. O novo câmbio automático de 8 marchas melhora aceleração e consumo, garantindo força para trabalho pesado e desempenho equilibrado na estrada, reforçando sua confiabilidade no uso diário e em condições exigentes.
A Chevrolet S10 2026 eleva o conforto e a tecnologia a bordo com isolamento acústico reforçado, ajustes elétricos no banco do motorista e ar-condicionado digital. A central multimídia de 11” e o painel digital de 8” garantem conectividade, enquanto recursos como Wi-Fi para até 7 dispositivos, carregador por indução e iluminação full LED tornam a experiência mais prática, moderna e agradável.
Varia conforme a versão e o tipo de câmbio, mas a picape oferece um bom equilíbrio entre desempenho e economia de combustível, alcançando médias de consumo que podem variar de 8,9 km/l a 12 km/l, dependendo do tipo de condução e do câmbio utilizado, seja manual ou automático.
É elogiada pelo design renovado, segurança reforçada, motor potente e pacote tecnológico completo, mas recebe críticas pelo aumento de preço de até R$ 10.700.
Mantém o estilo marcante, com carroceria biton, teto solar panorâmico e faróis Full-LED com assinatura 3D. As lanternas traseiras seguem o padrão moderno e os novos emblemas identificam a versão. Houve ajustes nas opções de cores, como a ampliação do Cinza Selenium e a retirada do Azul Quasar.
O preço parte de R$ 162.990, posicionando a versão no topo da linha. O valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium: multimídia de 10,3”, conectividade via MyPeugeot, teto panorâmico, acabamento exclusivo e o conjunto de segurança ADAS. Embora elevado, o custo-benefício se sustenta pela entrega de tecnologia e sofisticação.
Combina o motor 1.0 turbo flex de 130 cv (etanol) ou 125 cv (gasolina) e 20,4 kgfm de torque com o sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, que inclui motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. O conjunto garante arrancadas suaves, regeneração em frenagens e Start & Stop eficiente. O câmbio CVT de 7 marchas simula trocas para equilibrar desempenho e consumo.
A cabine oferece acabamento refinado e recursos avançados. O painel digital i-Cockpit 3D Hybrid exibe dados do sistema em tempo real, a multimídia i-Connect Advanced de 10,3” garante interface moderna e os serviços conectados MyPeugeot ampliam a conveniência. Há ainda seis airbags e o pacote ADAS com frenagem automática, alerta de ponto cego e assistente de faixa.
O sistema híbrido leve assegura redução de até 12% no consumo e 8% nas emissões. Segundo o Inmetro, o modelo faz 9 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O motor elétrico auxilia em arrancadas, suaviza o Start & Stop e recupera energia em frenagens.
Recebe elogios pela eficiência energética, pacote de segurança abrangente, interior tecnológico e design premium. Em contrapartida, é apontado como caro para a categoria, com divergências nas fontes sobre o valor em relação ao modelo anterior. Também é criticado pelas poucas mudanças visuais externas, desempenho inalterado frente ao T200 flex e leve aumento de peso.
A BYD Shark é uma picape híbrida plug-in (PHEV), combinando um motor 1.5 a combustão com dois motores elétricos. Essa configuração entrega 437 cv de potência e 65 kgfm de torque, tornando-a a picape média mais potente e rápida do Brasil, com 0 a 100 km/h em apenas 5,7 segundos. Diferente das picapes tradicionais a diesel, a BYD Shark pode rodar longas distâncias apenas com energia elétrica, reduzindo custos de abastecimento e emissões de poluentes.
A autonomia da BYD Shark no modo 100% elétrico chega a até 100 km em testes internacionais e 57 km pelo Inmetro, ideal para o uso urbano diário sem gastar gasolina. A picape utiliza a bateria Blade de 29,6 kWh, que pode ser recarregada em tomada residencial comum (110V/220V), em wallbox de 6,6 kW ou em eletropostos com carregadores rápidos DC. Em wallbox, a recarga completa leva cerca de 4 a 5 horas, enquanto em carregadores rápidos é possível carregar de 30% a 80% em apenas 20 minutos, garantindo praticidade e eficiência.
A BYD Shark é vendida no Brasil com preço promocional de R$ 339.800, após redução de R$ 40.000 no início de 2025. Apesar disso, ainda está acima da média das picapes médias a diesel, mas se destaca por oferecer um pacote completo de série, incluindo central giratória, teto solar e tecnologias avançadas como ADAS e câmera 540°. Para quem busca mais proteção, a blindagem de fábrica nível III-A (Carbon) pode ser adicionada por R$ 78.200, elevando o valor total para cerca de R$ 418 mil. O custo de manutenção também é competitivo: - Revisões até 60.000 km: cerca de R$ 7.600 - IPVA (SP): aproximadamente R$ 13.600, com possibilidade de isenção em promoções iniciais - Seguro médio: estimado em torno de R$ 11.000, variando conforme perfil do condutor e região - Esse conjunto torna a BYD Shark uma opção atrativa para quem busca inovação, eficiência híbrida e tecnologia, com custos operacionais competitivos considerando o porte e o nível de equipamentos do modelo.
A BYD Shark possui capacidade de carga de 790 kg e capacidade de reboque de até 2.500 kg. Embora esses números sejam menores que os de algumas rivais a diesel, a picape compensa com tecnologia, conforto e eficiência híbrida. Seu peso elevado (2.710 kg) e o limite de 3,5 toneladas da CNH B impactam na capacidade, mas ela é voltada para um público que busca mais lifestyle urbano, viagens e versatilidade do que trabalho pesado. A caçamba de 1.200 litros também oferece excelente espaço para lazer e uso familiar.
A BYD Shark vem equipada com um dos pacotes tecnológicos mais completos do segmento. Entre os destaques estão a central multimídia giratória de 12,8”, painel digital, head-up display, bancos em couro sintético com aquecimento, ventilação e ajustes elétricos, além de câmera 540° e chave NFC. No quesito segurança, a Shark traz pacote ADAS completo, incluindo piloto automático adaptativo, alerta de colisão, assistente de permanência em faixa e frenagem autônoma de emergência. A picape também conta com função VTOL, que permite usar a bateria para fornecer energia a equipamentos externos, reforçando sua versatilidade.
A BYD Shark vale a pena para quem procura uma picape moderna, tecnológica e sustentável, sem abrir mão de desempenho. Seu sistema híbrido plug-in garante economia de combustível, baixo custo por quilômetro rodado e autonomia elétrica suficiente para o dia a dia na cidade. Com interior refinado, conforto de SUV de luxo e potência superior à de qualquer picape média no mercado, ela é indicada para executivos, famílias e motoristas que buscam exclusividade e inovação. Mais do que uma ferramenta de trabalho, a Shark se posiciona como um símbolo de status, eficiência e transição para a mobilidade sustentável.
Não. Diferente de algumas concorrentes, a Amarok V6 não requer o uso do aditivo Arla 32, simplificando a manutenção e reduzindo custos. Isso elimina a necessidade de paradas para reabastecer o produto, sem comprometer a performance ou o cumprimento das normas de emissões vigentes.
A nova S10 chega com transmissão automática de 8 marchas, motor Duramax turbodiesel calibrado para 207 cv, novos sistemas de assistência ao motorista (como frenagem automática de emergência, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado, assistente de permanência em faixa e controle eletrônico de estabilidade) e edição especial com visual exclusivo.
Com motor 2.8 turbodiesel e câmbio automático, a S10 2026 faz cerca de 8,9 km/l na cidade e 12 km/l na estrada.
A picape suporta até 1.061 kg de carga útil (dependendo da versão) e tem capacidade de reboque de até 3.500 kg com freio. Esses números reforçam seu apelo tanto para uso profissional, transportando cargas pesadas, quanto para lazer, como reboque de trailers e embarcações.
A linha 2026 já está sendo distribuída e estará disponível nas concessionárias no segundo semestre de 2025.
Sim. Na linha 2026, os recursos de segurança e assistências, que antes eram exclusivos das versões topo de linha, agora estão disponíveis em todos os níveis de acabamento, incluindo itens como assistente de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego, alerta de colisão frontal, frenagem automática e alerta de tráfego cruzado traseiro.
A edição limitada S10 100 Anos traz visual exclusivo na cor Branco Dunas, detalhes em preto fosco, suspensão elevada pela Ironman (+30 mm de altura), rodas de 18″, pneus off-road, skid plate, ganchos de reboque e acabamento interno premium. É uma versão especificamente preparada para uso off-road mais exigente.
O Peugeot 2008 GT 1.0 Hybrid 2026 é a versão topo de linha do SUV e tem preço de tabela a partir de R$ 162.990. Apesar de elevado, o valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium, que inclui teto solar panorâmico, carroceria biton, quadro de instrumentos i-Cockpit 3D Hybrid, multimídia de 10,3” e pacote de assistências ADAS completo.
O modelo traz o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, que entrega até 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, além de 20,4 kgfm de torque. Ele é combinado ao sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, formado por motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. Esse conjunto garante arrancadas mais suaves, regeneração de energia em frenagens e um Start & Stop praticamente instantâneo.
Segundo a ficha técnica, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e alcança velocidade máxima de 195 km/h. Esses números colocam a versão entre os destaques da categoria em termos de agilidade. O câmbio automático do tipo CVT, que simula sete marchas, ajuda a equilibrar consumo e desempenho.
De acordo com o Inmetro, o modelo faz 9,0 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13,0 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O sistema híbrido leve garante redução de até 12% no consumo urbano e até 8% nas emissões de CO₂, tornando-o mais eficiente que a versão T200 apenas a combustão.
A versão GT oferece interior refinado com teto solar panorâmico, seis airbags, ar-condicionado digital, painel digital i-Cockpit 3D Hybrid e central multimídia i-Connect Advanced de 10,3” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, traz serviços conectados via aplicativo MyPeugeot, carregador de celular por indução e pacote ADAS com assistente de faixa, alerta de ponto cego, frenagem automática e detector de fadiga.
Entre os pontos fortes estão o design premium, tecnologia híbrida leve eficiente, pacote ADAS abrangente e interior tecnológico. Já os pontos a observar incluem o preço elevado, poucas mudanças externas em relação ao modelo anterior, desempenho praticamente igual ao do T200 sem sistema híbrido e um leve aumento de peso pela inclusão das baterias.