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    Comparativo BYD Shark 2025/2025 X X PEUGEOT 2008 GT 1.0 HYBRID 2025/2026

    Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.

    Avaliações principais

    Perguntas Frequentes

    A BYD Shark é uma picape híbrida plug-in (PHEV), combinando um motor 1.5 a combustão com dois motores elétricos. Essa configuração entrega 437 cv de potência e 65 kgfm de torque, tornando-a a picape média mais potente e rápida do Brasil, com 0 a 100 km/h em apenas 5,7 segundos. Diferente das picapes tradicionais a diesel, a BYD Shark pode rodar longas distâncias apenas com energia elétrica, reduzindo custos de abastecimento e emissões de poluentes.

    A autonomia da BYD Shark no modo 100% elétrico chega a até 100 km em testes internacionais e 57 km pelo Inmetro, ideal para o uso urbano diário sem gastar gasolina. A picape utiliza a bateria Blade de 29,6 kWh, que pode ser recarregada em tomada residencial comum (110V/220V), em wallbox de 6,6 kW ou em eletropostos com carregadores rápidos DC. Em wallbox, a recarga completa leva cerca de 4 a 5 horas, enquanto em carregadores rápidos é possível carregar de 30% a 80% em apenas 20 minutos, garantindo praticidade e eficiência.

    A BYD Shark é vendida no Brasil com preço promocional de R$ 339.800, após redução de R$ 40.000 no início de 2025. Apesar disso, ainda está acima da média das picapes médias a diesel, mas se destaca por oferecer um pacote completo de série, incluindo central giratória, teto solar e tecnologias avançadas como ADAS e câmera 540°. Para quem busca mais proteção, a blindagem de fábrica nível III-A (Carbon) pode ser adicionada por R$ 78.200, elevando o valor total para cerca de R$ 418 mil. O custo de manutenção também é competitivo: - Revisões até 60.000 km: cerca de R$ 7.600 - IPVA (SP): aproximadamente R$ 13.600, com possibilidade de isenção em promoções iniciais - Seguro médio: estimado em torno de R$ 11.000, variando conforme perfil do condutor e região - Esse conjunto torna a BYD Shark uma opção atrativa para quem busca inovação, eficiência híbrida e tecnologia, com custos operacionais competitivos considerando o porte e o nível de equipamentos do modelo.

    A BYD Shark possui capacidade de carga de 790 kg e capacidade de reboque de até 2.500 kg. Embora esses números sejam menores que os de algumas rivais a diesel, a picape compensa com tecnologia, conforto e eficiência híbrida. Seu peso elevado (2.710 kg) e o limite de 3,5 toneladas da CNH B impactam na capacidade, mas ela é voltada para um público que busca mais lifestyle urbano, viagens e versatilidade do que trabalho pesado. A caçamba de 1.200 litros também oferece excelente espaço para lazer e uso familiar.

    A BYD Shark vem equipada com um dos pacotes tecnológicos mais completos do segmento. Entre os destaques estão a central multimídia giratória de 12,8”, painel digital, head-up display, bancos em couro sintético com aquecimento, ventilação e ajustes elétricos, além de câmera 540° e chave NFC. No quesito segurança, a Shark traz pacote ADAS completo, incluindo piloto automático adaptativo, alerta de colisão, assistente de permanência em faixa e frenagem autônoma de emergência. A picape também conta com função VTOL, que permite usar a bateria para fornecer energia a equipamentos externos, reforçando sua versatilidade.

    A BYD Shark vale a pena para quem procura uma picape moderna, tecnológica e sustentável, sem abrir mão de desempenho. Seu sistema híbrido plug-in garante economia de combustível, baixo custo por quilômetro rodado e autonomia elétrica suficiente para o dia a dia na cidade. Com interior refinado, conforto de SUV de luxo e potência superior à de qualquer picape média no mercado, ela é indicada para executivos, famílias e motoristas que buscam exclusividade e inovação. Mais do que uma ferramenta de trabalho, a Shark se posiciona como um símbolo de status, eficiência e transição para a mobilidade sustentável.

    Não. Diferente de algumas concorrentes, a Amarok V6 não requer o uso do aditivo Arla 32, simplificando a manutenção e reduzindo custos. Isso elimina a necessidade de paradas para reabastecer o produto, sem comprometer a performance ou o cumprimento das normas de emissões vigentes.

    Na linha 2026, o Hyundai HB20 Platinum 1.0 turbo automático aparece como a versão mais sofisticada do hatch. Ele é oferecido por R$ 129.650, valor competitivo diante de rivais diretos como Volkswagen Polo Highline (R$ 131 mil) e Chevrolet Onix Premier (na faixa de R$ 125 mil a R$ 130 mil). Além do design marcante e acabamento premium, o preço inclui um conjunto mecânico eficiente, o sistema Bluelink de série e itens de segurança avançados.

    Dentro da gama hatch do HB20 2026, a versão Platinum 1.0 turbo AT é a mais cara, chegando a R$ 129.650. É justamente ela que concentra o pacote mais completo de conforto, tecnologia e segurança, incluindo o sistema Bluelink, painel digital, ar-condicionado automático e o conjunto ADAS (com frenagem autônoma, detector de fadiga, assistente de faixa, alerta de tráfego cruzado, entre outros). Em termos de custo-benefício, se posiciona bem porque entrega recursos próximos a modelos de categorias superiores por um valor ainda competitivo.

    A versão Platinum Safety 1.0 TGDI AT 2025, que antecedeu a linha 2026, teve preços divulgados em diferentes referências: em anúncios oficiais chegou a R$ 119.390, enquanto em portais automotivos como a Webmotors foi listada a partir de R$ 128.010. Essa variação se explica por condições de mercado, regiões e campanhas comerciais da época. Em qualquer cenário, a Platinum Safety manteve o posicionamento como a mais completa da família, oferecendo os recursos de segurança ativa que a diferenciam das demais versões.

    A versão Platinum, em alguns catálogos chamada de Platinum Safety, é a mais completa do Hyundai HB20. Ela reúne todos os destaques do modelo: acabamento refinado, bancos em couro sintético perfurado, volante revestido com ampla regulagem, painel digital, central multimídia ágil, ar digital, carregador por indução, rodas diamantadas de 16” com pneus Michelin Primacy 4 e o sistema Bluelink de série. Na segurança, conta com seis airbags, controles eletrônicos e o pacote ADAS completo, que inclui frenagem autônoma, alerta de saída segura, assistente de permanência em faixa, detector de fadiga e farol alto adaptativo. É a configuração que entrega o conjunto mais equilibrado e sofisticado do hatch.

    A atual linha HB20 2026 – já disponível nas concessionárias – não representa uma nova geração, mas sim uma atualização com reorganização de versões, itens de série e preços ajustados. A nova geração está prevista para o final de 2026 ou início de 2027, com mudanças profundas no design (visual mais futurista, faróis em LED interligados, lanternas traseiras que atravessam a tampa do porta-malas), plataforma renovada e possivelmente adoção de mild hybrid (híbrido leve) para aumentar a eficiência energética.

    A Hyundai incluiu a tonalidade Cinza Shadow na paleta de cores da linha 2026 do HB20 e HB20S. Essa cor sólida – inspirada no estilo “Nardo Grey” da Audi – traz um visual discreto e elegante. Está disponível nas versões Comfort, Limited e Platinum, tanto no hatch quanto no sedã. Além da Cinza Shadow, seguem disponíveis Preto Onix, Branco Atlas (sólidas), Cinza Silk, Prata Sand e a perolizada Azul Sapphire.

    O Peugeot 2008 GT 1.0 Hybrid 2026 é a versão topo de linha do SUV e tem preço de tabela a partir de R$ 162.990. Apesar de elevado, o valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium, que inclui teto solar panorâmico, carroceria biton, quadro de instrumentos i-Cockpit 3D Hybrid, multimídia de 10,3” e pacote de assistências ADAS completo.

    O modelo traz o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, que entrega até 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, além de 20,4 kgfm de torque. Ele é combinado ao sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, formado por motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. Esse conjunto garante arrancadas mais suaves, regeneração de energia em frenagens e um Start & Stop praticamente instantâneo.

    Segundo a ficha técnica, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e alcança velocidade máxima de 195 km/h. Esses números colocam a versão entre os destaques da categoria em termos de agilidade. O câmbio automático do tipo CVT, que simula sete marchas, ajuda a equilibrar consumo e desempenho.

    De acordo com o Inmetro, o modelo faz 9,0 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13,0 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O sistema híbrido leve garante redução de até 12% no consumo urbano e até 8% nas emissões de CO₂, tornando-o mais eficiente que a versão T200 apenas a combustão.

    A versão GT oferece interior refinado com teto solar panorâmico, seis airbags, ar-condicionado digital, painel digital i-Cockpit 3D Hybrid e central multimídia i-Connect Advanced de 10,3” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, traz serviços conectados via aplicativo MyPeugeot, carregador de celular por indução e pacote ADAS com assistente de faixa, alerta de ponto cego, frenagem automática e detector de fadiga.

    Entre os pontos fortes estão o design premium, tecnologia híbrida leve eficiente, pacote ADAS abrangente e interior tecnológico. Já os pontos a observar incluem o preço elevado, poucas mudanças externas em relação ao modelo anterior, desempenho praticamente igual ao do T200 sem sistema híbrido e um leve aumento de peso pela inclusão das baterias.

    BYD Shark 2025/2025

    BYD Shark 2025/2025

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    Chega com visual mais robusto e moderno, marcado pela nova grade frontal iluminada, faróis Full LED e linhas inspiradas nos SUVs da Volkswagen. O para-choque redesenhado aumentou o comprimento em 9 cm, reforçando a presença da picape. Rodas inéditas de até 20” e detalhes escurecidos na versão Extreme completam o estilo mais agressivo, sem abrir mão da solidez já conhecida.

    Custo-benefício

    Com preço reduzido para R$ 339.800 após desconto de R$ 40 mil em 2025, ficou mais competitiva que muitas picapes a diesel completas. Entrega um ótimo pacote de tecnologia, conforto e segurança, aliado ao sistema híbrido que garante economia expressiva no combustível. Para quem quer blindagem, a de fábrica (III-A/Carbon) sai por R$ 78.200, totalizando cerca de R$ 418 mil.

    Consistência mecânica

    Utiliza a plataforma DMO, combinando motor 1.5 turbo (183 cv) com dois elétricos (437 cv e 65 kgfm no total). Faz 0–100 km/h em 5,7 s, a mais rápida da categoria. Traz tração integral eletrônica, suspensão independente nas quatro rodas e modos para diferentes terrenos, por isso prioriza versatilidade.

    Conforto interior e tecnologia

    O interior une elegância e conectividade nos bancos em couro sintético com ajustes elétricos, ventilação e aquecimento, central multimídia giratória de 12,8”, painel digital, head-up display e assistente de voz. Tem câmera 540°, chave NFC, pacote ADAS completo e app para controle remoto de funções.

    Eficiência energética

    Impressiona na eficiência de até 65 km/l no ciclo WLTC e autonomia elétrica de até 100 km (57 km pelo Inmetro). Com bateria Blade de 29,6 kWh, carrega de 30 a 80% em 20 min (DC). No uso real, chega a 20 km/l na cidade. Conta ainda com VTOL, podendo fornecer energia a equipamentos externos.

    Críticas

    Embora potente e tecnológica, enfrenta críticas a respeito do preço elevado no Brasil, capacidade de carga limitada (790 kg) e reboque menor que rivais. Sua suspensão prioriza conforto, mas não trabalho pesado. Além disso, tem recarga AC lenta e depende de recarga completa para boa eficiência.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    Híbrido Plug-in (gasolina + elétrico)
    Tipo
    Motor 1.5 aspirado + 2 elétricos
    Válvulas
    16 (DOHC)
    Combustível
    Eletricidade/Gasolina
    Potência
    437 cv
    Cilindradas
    1.497 cm³ (motor a combustão)
    Torque
    65 kgfm
    Direção
    elétrica
    Tração
    4X4
    Transmissão
    E-CVT

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    160 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    5,7 s
    Consumo urbano
    9,5 km/l (G) / 24,6 km/l (+EV)
    Consumo rodoviário
    7,7 km/l (G) / 19,9 km/l (EV)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    Independente de duplo A
    Suspensão traseira
    Independente de duplo A
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    disco ventilado
    Roda
    18''
    Pneu
    265/65 R17
    PEUGEOT 2008 GT 1.0 HYBRID 2025/2026

    PEUGEOT 2008 GT 1.0 HYBRID 2025/2026

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    Mantém o estilo marcante, com carroceria biton, teto solar panorâmico e faróis Full-LED com assinatura 3D. As lanternas traseiras seguem o padrão moderno e os novos emblemas identificam a versão. Houve ajustes nas opções de cores, como a ampliação do Cinza Selenium e a retirada do Azul Quasar.

    Custo-benefício

    O preço parte de R$ 162.990, posicionando a versão no topo da linha. O valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium: multimídia de 10,3”, conectividade via MyPeugeot, teto panorâmico, acabamento exclusivo e o conjunto de segurança ADAS. Embora elevado, o custo-benefício se sustenta pela entrega de tecnologia e sofisticação.

    Consistência mecânica

    Combina o motor 1.0 turbo flex de 130 cv (etanol) ou 125 cv (gasolina) e 20,4 kgfm de torque com o sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, que inclui motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. O conjunto garante arrancadas suaves, regeneração em frenagens e Start & Stop eficiente. O câmbio CVT de 7 marchas simula trocas para equilibrar desempenho e consumo.

    Conforto interior e tecnologia

    A cabine oferece acabamento refinado e recursos avançados. O painel digital i-Cockpit 3D Hybrid exibe dados do sistema em tempo real, a multimídia i-Connect Advanced de 10,3” garante interface moderna e os serviços conectados MyPeugeot ampliam a conveniência. Há ainda seis airbags e o pacote ADAS com frenagem automática, alerta de ponto cego e assistente de faixa.

    Eficiência energética

    O sistema híbrido leve assegura redução de até 12% no consumo e 8% nas emissões. Segundo o Inmetro, o modelo faz 9 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O motor elétrico auxilia em arrancadas, suaviza o Start & Stop e recupera energia em frenagens.

    Críticas

    Recebe elogios pela eficiência energética, pacote de segurança abrangente, interior tecnológico e design premium. Em contrapartida, é apontado como caro para a categoria, com divergências nas fontes sobre o valor em relação ao modelo anterior. Também é criticado pelas poucas mudanças visuais externas, desempenho inalterado frente ao T200 flex e leve aumento de peso.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    a combustão, flex
    Tipo
    turbo 1.0 híbrido leve
    Válvulas
    12
    Combustível
    etanol e gasolina
    Potência
    130 cv (E) 125 cv (G) a 5750 rpm
    Cilindradas
    993 cm³
    Torque
    20,4 kgfm (E) 20,4 kgfm (G) a 1750 rpm
    Direção
    elétrica
    Tração
    dianteira
    Transmissão
    CVT de 7 marchas

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    195 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    8,6 s
    Consumo urbano
    9 km/l (E) 13 km/l (G)
    Consumo rodoviário
    9,6 km/l (E) 13,7 km/l (G)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, McPherson
    Suspensão traseira
    eixo de torção
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    disco sólido
    Roda
    17”
    Pneu
    215/60 R17