Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



A versão adota o visual da configuração Premium, com grade mais fechada, faróis e lanternas de LED afilados em formato de “gotas” e novo para-choque. As rodas aro 19" têm desenho inédito e a traseira perdeu a inscrição “Build Your Dreams”, mantendo apenas o logo da marca. Por dentro, há console redesenhado, manopla minimalista em cristal, dois carregadores por indução e nova opção de acabamento marrom, que agrega sofisticação.
O veículo parte de R$ 249.990, valor ligeiramente acima da linha 2025, mas ainda competitivo entre SUVs híbridos plug-in. A fabricante oferece bônus de até R$ 20 mil na troca por usado, o que melhora a equação de compra. Apesar de ter preço superior a alguns concorrentes diretos, entrega ampla lista de equipamentos.
A versão 2026 mantém conjunto híbrido plug-in com motor 1.5 aspirado de 98 cv a 6.000 rpm associado ao propulsor elétrico, resultando em desempenho ágil. A aceleração de 0 a 100 km/h é cumprida em 7,9 s, com velocidade máxima de 170 km/h. O isolamento acústico garante condução silenciosa, a direção elétrica é precisa e a suspensão prioriza o conforto – equilibra desempenho e suavidade ao rodar.
O veículo se sobressai no acabamento refinado em tom marrom, amplo espaço na cabine e bancos confortáveis. Em tecnologia, traz central multimídia giratória de 15,6", painel digital, Head-Up Display de série, som premium Infinity, dois carregadores por indução e pacote ADAS 2.0 completo, que amplia segurança e praticidade.
A autonomia elétrica é de 63 km (Inmetro) e a geral pode chegar a 1.200 km. A bateria tem 18,3 kWh e recarrega em AC de 6,6 kW, em cerca de 2h, sem opção de carga rápida. O motor a combustão 1.5 atua mais como gerador, priorizando o elétrico. O consumo médio é de 14,9 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada.
Os destaques ficam para o design sofisticado, acabamento de qualidade, espaço generoso e pacote tecnológico completo com HUD e som Infinity. Como pontos de atenção, estão o preço acima de alguns concorrentes, a menor potência frente a rivais diretos e a ausência de recarga rápida, além de estabilidade apenas razoável em curvas mais exigentes.
Reforça sua identidade com linhas elegantes, grade frontal diamantada e assinatura em LED nas lanternas traseiras com setas dinâmicas. A principal novidade em relação às versões anteriores é a inclusão do pacote Max Drive, que trouxe avanços em segurança e assistência à condução.
Com preço a partir de R$129.990, se destaca pelo custo-benefício entre os sedans médios. Além de bom pacote tecnológico e cinco anos de garantia para motor e transmissão, tem manutenção acessível, com revisões programadas a cada 10 mil km. O pós-venda, porém, ainda gera relatos de demora na entrega de peças.
Entrega boa consistência mecânica, com motor 1.5 turbo híbrido-leve, torque extra do sistema de 48V e câmbio CVT de 9 marchas simuladas. Oferece acelerações rápidas e condução suave. A suspensão é confortável, mas o conjunto traseiro não é independente.
O interior se destaca pelo bom nível de conforto, com painel digital de 10,25”, central multimídia touchscreen com conexão Android Auto e Apple Car Play, carregador de celular por indução e comandos por voz. O ar-condicionado automático, as saídas traseiras de ar e o volante multifuncional reforçam a experiência de condução.
Tem consumo equilibrado para a categoria, com até 12,5 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada com gasolina, segundo o Inmetro. O modo Eco privilegia a economia, com regeneração mais intensa nas frenagens. Embora não atinja os índices de um híbrido pleno, entrega eficiência superior a outros híbridos leves do mercado.
A central multimídia e o painel digital são apontados como simples e com interface confusa. Detalhes como o porta-malas pequeno para a categoria, ausência de divisão bipartida no banco traseiro e acabamento com plásticos rígidos em algumas áreas geram críticas. Também há queixas sobre falta de luz no porta-luvas e no espelho do para-sol.
Mantém o estilo marcante, com carroceria biton, teto solar panorâmico e faróis Full-LED com assinatura 3D. As lanternas traseiras seguem o padrão moderno e os novos emblemas identificam a versão. Houve ajustes nas opções de cores, como a ampliação do Cinza Selenium e a retirada do Azul Quasar.
O preço parte de R$ 162.990, posicionando a versão no topo da linha. O valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium: multimídia de 10,3”, conectividade via MyPeugeot, teto panorâmico, acabamento exclusivo e o conjunto de segurança ADAS. Embora elevado, o custo-benefício se sustenta pela entrega de tecnologia e sofisticação.
Combina o motor 1.0 turbo flex de 130 cv (etanol) ou 125 cv (gasolina) e 20,4 kgfm de torque com o sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, que inclui motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. O conjunto garante arrancadas suaves, regeneração em frenagens e Start & Stop eficiente. O câmbio CVT de 7 marchas simula trocas para equilibrar desempenho e consumo.
A cabine oferece acabamento refinado e recursos avançados. O painel digital i-Cockpit 3D Hybrid exibe dados do sistema em tempo real, a multimídia i-Connect Advanced de 10,3” garante interface moderna e os serviços conectados MyPeugeot ampliam a conveniência. Há ainda seis airbags e o pacote ADAS com frenagem automática, alerta de ponto cego e assistente de faixa.
O sistema híbrido leve assegura redução de até 12% no consumo e 8% nas emissões. Segundo o Inmetro, o modelo faz 9 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O motor elétrico auxilia em arrancadas, suaviza o Start & Stop e recupera energia em frenagens.
Recebe elogios pela eficiência energética, pacote de segurança abrangente, interior tecnológico e design premium. Em contrapartida, é apontado como caro para a categoria, com divergências nas fontes sobre o valor em relação ao modelo anterior. Também é criticado pelas poucas mudanças visuais externas, desempenho inalterado frente ao T200 flex e leve aumento de peso.
O BYD Song Plus DM-i PHEV 2026 é um SUV híbrido plug-in que combina motor a combustão 1.5 aspirado com propulsor elétrico e bateria recarregável. Essa configuração permite rodar no modo 100% elétrico em trajetos curtos e alternar para o motor a combustão em viagens longas, oferecendo versatilidade, eficiência e tecnologia em um único veículo.
Segundo o Inmetro, o BYD Song Plus DM-i PHEV 2026 roda até 63 km no modo elétrico. Esse alcance é suficiente para percursos urbanos diários sem gastar combustível. Quando combinado ao tanque de gasolina, a autonomia total do veículo pode chegar a 1.200 km, dependendo do estilo de condução.SI.
O SUV utiliza uma bateria de 18,3 kWh, que pode ser recarregada em corrente alternada (AC) com potência máxima de 6,6 kW. Isso permite recuperar boa parte da carga em cerca de 2 horas. O modelo não possui suporte para carregamento rápido em corrente contínua (DC).
O motor a combustão 1.5 aspirado entrega 98 cv a 6.000 rpm e torque de 12,4 kgfm a 4.500 rpm, trabalhando em conjunto com o sistema elétrico. O SUV acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos e atinge velocidade máxima de 170 km/h, números que garantem agilidade adequada ao uso urbano e rodoviário.
De acordo com dados oficiais do Inmetro, o consumo do BYD Song Plus DM-i PHEV 2026 é de 14,9 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada, quando em modo híbrido. Esses números podem variar conforme o uso da bateria elétrica e as condições de rodagem.
O SUV se diferencia pelo acabamento refinado, espaço interno generoso, central multimídia giratória de 15,6", som premium Infinity e pacote ADAS 2.0. Apesar de ter preço inicial de R$ 249.990, ligeiramente acima de alguns rivais, o conjunto de conforto, tecnologia e autonomia elétrica tornam o modelo competitivo no segmento de híbridos plug-in.
O CAOA Chery Arrizo 6 Pro Hybrid Max Drive se destaca pelo posicionamento agressivo de preço dentro do segmento de sedans médios. Lançado inicialmente por R$139.990, a partir de maio de 2025, a CAOA Chery aplicou um desconto adicional, reduzindo o preço para R$129.990, tornando-o ainda mais competitivo. Essa estratégia colocou o Arrizo 6 Pro Hybrid Max Drive com preço inferior ao de muitos sedans compactos top de linha, como o Volkswagen Virtus Highline, Nissan Versa Exclusive e Honda City Touring, que custam mais e oferecem menos equipamentos. Mesmo com o valor mais acessível, o carro entrega um pacote completo de tecnologias, segurança e conforto, geralmente visto apenas em modelos de categorias superiores. Por isso, muitos especialistas o classificam como um dos melhores custos-benefícios do mercado, especialmente para quem busca um sedam médio com preço de compacto, mas com conteúdo de sedan grande.
A autonomia do Arrizo 6 Pro Hybrid Max Drive varia de acordo com o tipo de combustível e o estilo de condução, já que o modelo é um híbrido leve (MHEV) e não um híbrido pleno. O sedan conta com um tanque de 48 litros e os dados oficiais do Inmetro indicam consumo de até 12,5 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada, quando abastecido com gasolina. Com etanol, os números ficam em 8,9 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada. Considerando o uso com gasolina e um tanque cheio, a autonomia pode ultrapassar os 600 km em ciclo misto. Já com etanol, a média deve girar entre 400 e 500 km, dependendo das condições de uso. Vale lembrar que, por ser um híbrido leve, o sistema 48V contribui apenas como apoio ao motor a combustão, oferecendo pequenas melhorias no consumo, mas sem proporcionar os altos índices de economia encontrados em híbridos plenos.
A bateria do Arrizo 6 Pro Hybrid é um componente do sistema híbrido leve de 48 V e, até o momento, não há preço oficial da fábrica ou da CAOA Chery divulgado no Brasil. Contudo, comparando com veículos híbridos leves similares, a substituição tende a ser relativamente acessível, estimada entre USD 1.000 e USD 3.000 (R$5.000 a R$15.000), mais custos de mão‑de‑obra, seguindo padrões de mercado. É importante acompanhar as atualizações da rede de concessionárias para obter cifras oficiais e específicas.
Sim. O Arrizo 6 Pro Hybrid Max Drive oferece bom espaço interno para cinco ocupantes, com destaque para o conforto nos bancos traseiros, que contam com apoio de braço central e saídas de ar-condicionado. O sedã tem 2,65 metros de entre-eixos, o que garante espaço razoável para pernas e ombros, especialmente considerando sua faixa de preço. O porta-malas acomoda 570 litros, número expressivo para a categoria. Como ponto de atenção, o banco traseiro não é bipartido, o que limita a flexibilidade de carga.
O sistema híbrido leve (MHEV) de 48V do Arrizo 6 Pro Hybrid Max Drive utiliza um gerador elétrico (BSG) que substitui o alternador tradicional. Esse sistema não move o carro sozinho, mas oferece 10 cv extras de potência e 4,1 kgfm de torque para ajudar nas acelerações e reduzir o esforço do motor a combustão. Além disso, recupera energia durante frenagens e desacelerações, recarregando a bateria automaticamente. Essa solução melhora o desempenho geral e a eficiência de combustível, sem exigir recarga externa.
O grande diferencial de segurança do Arrizo 6 Pro Hybrid Max Drive é o pacote Max Drive, que inclui recursos de assistência à condução como alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo com assistente de congestionamento, assistente e alerta de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro e comutador automático de farol alto. Além disso, o sedã traz seis airbags, controle eletrônico de estabilidade, frenagem com ABS e câmera 360° com guias dinâmicas para manobras.
O Peugeot 2008 GT 1.0 Hybrid 2026 é a versão topo de linha do SUV e tem preço de tabela a partir de R$ 162.990. Apesar de elevado, o valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium, que inclui teto solar panorâmico, carroceria biton, quadro de instrumentos i-Cockpit 3D Hybrid, multimídia de 10,3” e pacote de assistências ADAS completo.
O modelo traz o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, que entrega até 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, além de 20,4 kgfm de torque. Ele é combinado ao sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, formado por motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. Esse conjunto garante arrancadas mais suaves, regeneração de energia em frenagens e um Start & Stop praticamente instantâneo.
Segundo a ficha técnica, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e alcança velocidade máxima de 195 km/h. Esses números colocam a versão entre os destaques da categoria em termos de agilidade. O câmbio automático do tipo CVT, que simula sete marchas, ajuda a equilibrar consumo e desempenho.
De acordo com o Inmetro, o modelo faz 9,0 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13,0 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O sistema híbrido leve garante redução de até 12% no consumo urbano e até 8% nas emissões de CO₂, tornando-o mais eficiente que a versão T200 apenas a combustão.
A versão GT oferece interior refinado com teto solar panorâmico, seis airbags, ar-condicionado digital, painel digital i-Cockpit 3D Hybrid e central multimídia i-Connect Advanced de 10,3” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, traz serviços conectados via aplicativo MyPeugeot, carregador de celular por indução e pacote ADAS com assistente de faixa, alerta de ponto cego, frenagem automática e detector de fadiga.
Entre os pontos fortes estão o design premium, tecnologia híbrida leve eficiente, pacote ADAS abrangente e interior tecnológico. Já os pontos a observar incluem o preço elevado, poucas mudanças externas em relação ao modelo anterior, desempenho praticamente igual ao do T200 sem sistema híbrido e um leve aumento de peso pela inclusão das baterias.