Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.


Com visual robusto, adota a linguagem Dynasty Design, com dianteira marcante, faróis em LED conectados por faixa cromada, traseira inspirada no Dolphin com lanternas integradas e rodas de 17’’. O interior é elegante e funcional – traz tela giratória e quadro de instrumentos maior que em outros modelos da marca.
Com preço sugerido de R$ 182.800, compete com SUVs à combustão de faixa similar e envolve revisões periódicas a cada 20.000 km ou 12 meses, com custo de aproximadamente R$ 1.870 até os 60.000 km.
Entrega consistência mecânica notável para um SUV elétrico de entrada. Com motor de 177 cv, suspensão bem calibrada e freios progressivos, além de condução confortável e segura. Seu peso moderado (1.550 kg) favorece a agilidade desse quatro rodas.
Combina conforto e tecnologia com bom espaço interno, bancos dianteiros com ajustes elétricos e ótimo isolamento acústico. Destaque para a central multimídia rotativa de 12,8" com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, painel digital de 8,8", câmeras 360° e conectividade por NFC. Não oferece pacote completo de ADAS.
Conta com bateria Blade de 45,1 kWh e autonomia oficial de 250 km (Inmetro), chegando a até 300 km em uso urbano. Tem consumo de 8 km/kWh na cidade e 6 km/kWh na estrada. Oferece recarga rápida (DC) de até 60 kW e regeneração de energia. A autonomia limitada é seu maior ponto fraco, mas atende bem ao uso urbano.
É criticado por sua autonomia limitada (250 km pelo Inmetro), ausência de ADAS como ACC e AEB, porta-malas pequeno (265 litros) e falta de itens como teto solar e ar-condicionado dual-zone. Pelo preço, alguns apontam que o Dolphin Plus oferece mais funcionalidades por valor semelhante.
Traz um visual sofisticado, com grade frontal robusta, detalhes cromados, DRL em LED e rodas de 17”. O interior combina acabamento premium, bancos de couro com ajustes elétricos e painel digital. Em relação à geração anterior, o modelo mantém a identidade, mas adota linhas mais limpas e um acabamento ainda mais refinado.
Entrega ótimo custo-benefício ao incluir, já de série, itens de segurança que costumam aparecer só em versões mais caras da concorrência. Por valores médios de R$ 127.990, o SUV traz seis airbags, controles de tração e estabilidade, monitoramento de pressão dos pneus, além de freio eletrônico com Auto Hold e ISOFIX. Outro diferencial é a suspensão multilink traseira – rara na categoria. As revisões até 50.000 km custam cerca de R$ 4.900, com valores a partir de R$ 569.
Entrega boa consistência mecânica, com motor 1.5 turbo flex que oferece 150 cv no etanol e 147 cv na gasolina, com torque de 21,4 kgfm em ambos os combustíveis. A suspensão multilink traseira garante mais conforto e estabilidade. O câmbio CVT simula 9 marchas, equilibrando desempenho e suavidade na condução.
Aposta em conforto e tecnologia com interior premium – além dos bancos de couro com ajuste elétrico, entrega ainda uma excelente isolamento acústico. Destaca-se pela central multimídia de 10,25”, painel digital de 7”, chave presencial com partida à distância, iluminação ambiente em LED e freio eletrônico com Auto Hold. Conta ainda com ar-condicionado com saída traseira e câmera de ré.
Tem consumo médio para a categoria: faz até 9,9 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada com gasolina, e 6,9 km/l e 8,1 km/l com etanol. A autonomia pode chegar a 587 km em rodovia com gasolina. Embora o consumo não seja seu ponto forte, o motor turbo e o câmbio CVT ajudam a equilibrar desempenho e eficiência no uso diário.
O BYD Yuan Pro é posicionado como o SUV elétrico menos caro da BYD no Brasil, enquanto o Yuan Plus, posicionado acima, traz mais refinamento, desempenho superior e autonomia ampliada. Em termos de design, os dois modelos compartilham a linguagem "Dynasty Design", mas o Yuan Pro aposta em soluções mais simples, como o vidro funcional na coluna C, em vez da peça decorativa em plástico encontrada no Plus. O quadro de instrumentos digital do Yuan Pro (8,8") também é um diferencial frente ao display menor do Yuan Plus e no Dolphin (5"), oferecendo melhor leitura das informações. Além disso, o Yuan Plus oferece maior autonomia, mais recursos de conforto e itens tecnológicos ausentes no Pro, como teto solar panorâmico e pacote completo de assistências à condução (ADAS). Em contrapartida, o Yuan Pro busca entregar um equilíbrio entre custo, visual SUV e tecnologia suficiente para o uso urbano, sendo ideal para quem quer entrar no mundo dos elétricos sem investir em modelos mais caros.
Na linha de SUVs elétricos da BYD vendidos no Brasil, o Yuan Pro é o modelo mais acessível e compacto, com foco no público que busca o formato SUV, mas sem pagar tanto por autonomia ou luxo. Comparado ao Dolphin Plus, o Yuan Pro entrega menos potência (177 cv contra 204 cv), tem autonomia mais curta (250 km vs. 427 km no Inmetro) e não oferece recursos como frenagem automática de emergência, alerta de ponto cego ou controle de cruzeiro adaptativo. No entanto, seu apelo está no visual robusto, dirigibilidade confortável e no preço competitivo para um SUV elétrico. Esse posicionamento é estratégico: o Yuan Pro atende consumidores que desejam um carro com mais presença visual e posição elevada ao dirigir, mesmo abrindo mão de alguns equipamentos. Muitos compradores brasileiros ainda têm preferência por SUVs — e a BYD aposta nesse comportamento ao oferecer o Pro como alternativa a hatches elétricos, com foco em usabilidade urbana e estética marcante.
O BYD Yuan Pro 2025 é um lançamento recente no Brasil e, por isso, não há versões anteriores vendidas oficialmente por aqui para efeito de comparação. Todos os dados e avaliações disponíveis atualmente referem-se à versão 2025/2025, que marca a estreia do modelo no mercado nacional. Ele chega como o SUV elétrico mais barato da marca, posicionado abaixo do Yuan Plus, e com foco em um público que valoriza design SUV e mobilidade urbana elétrica. Na China, o Yuan Pro já tem outras versões e evoluções, mas o modelo nacional lançado no Brasil foi adaptado para o nosso mercado. Isso inclui compatibilidade com o padrão de carregamento local, pacote de equipamentos ajustado e materiais internos que atendem à expectativa do consumidor brasileiro. A ausência de versões anteriores locais também ajuda a posicioná-lo como uma "novidade", o que contribui para sua visibilidade em buscas online por carros elétricos acessíveis.
O BYD Yuan Pro está disponível no Brasil em seis opções de cores: branco, cinza, azul escuro, verde claro, rosa claro e cinza claro. Essa variedade permite ao consumidor personalizar o veículo de acordo com seu estilo, algo valorizado principalmente por quem busca um carro com design diferenciado e moderno. As cores também ajudam a reforçar a identidade urbana e jovial do modelo, que aposta no visual como um de seus principais atrativos. Além disso, o visual externo pode ser complementado com envelopamentos escurecidos de teto e colunas — algo que a própria marca utilizou em modelos de teste, ainda que esses acabamentos não estejam oficialmente listados como acessórios. Para quem deseja um SUV elétrico com apelo visual mais ousado, o Yuan Pro permite esse tipo de personalização, contribuindo para sua atratividade junto a públicos mais jovens ou conectados a tendências.
Embora o Dolphin Plus ofereça mais potência, autonomia e recursos de série, o Yuan Pro apresenta vantagens importantes que podem ser decisivas na escolha do consumidor. Entre elas, o destaque vai para o estepe temporário — um diferencial importante em um cenário onde a maioria dos elétricos vem apenas com kit de reparo. Também se destaca o conforto ao rodar: o Yuan Pro tem suspensão bem calibrada, direção precisa e comportamento dinâmico mais agradável para o uso urbano, além de freios eficientes com regeneração otimizada. Outro ponto de destaque é o formato SUV, ainda muito valorizado no mercado brasileiro. A posição de dirigir mais elevada, o visual mais encorpado e a percepção de segurança costumam influenciar fortemente a decisão de compra. Além disso, o Yuan Pro traz um painel de instrumentos digital de 8,8″ — maior que o do Dolphin (5″) — e um seletor de marchas tipo joystick, considerado mais prático do que o botão giratório. Por fim, para quem busca um SUV elétrico com boa presença visual e conforto de condução, o Yuan Pro se destaca como alternativa interessante.
O BYD Yuan Pro é equipado com uma bateria Blade de 45,1 kWh e oferece diferentes opções de recarga. Em carga lenta (AC), pode ser carregado em casa com até 6,6 kW, usando wallbox ou tomada de 220V/20A — ideal para quem possui garagem com infraestrutura adequada. Já em carga rápida (DC), suporta até 60 kW. Em testes práticos, uma recarga de 30% a 100% em eletroposto de 150 kWh levou cerca de 53 minutos, o que indica que, com potência máxima, o carro pode atingir carga total em menos de 1 hora. A presença de modos de regeneração de energia (Standard e High) ajuda a otimizar o consumo em uso urbano, prolongando a autonomia entre recargas. Essa eficiência energética é importante em cidades com poucos pontos de recarga pública, tornando o Yuan Pro mais viável para rotinas diárias. Mesmo com autonomia menor do que outros modelos da BYD, a flexibilidade na recarga e o custo reduzido tornam o modelo competitivo entre os SUVs elétricos compactos.
O modelo mais barato da BYD no mercado brasileiro é o BYD Dolphin Mini, uma versão mais compacta e acessível do já conhecido Dolphin GS. O Dolphin Mini foi lançado para ampliar a presença da montadora no segmento de elétricos de entrada e se tornou a opção mais econômica da marca. O veículo tem preço inicial de R$ 115.800 na versão com 4 lugares, e R$ 119.800 na configuração com 5 lugares, posicionando-se bem abaixo do Dolphin GS, que hoje parte de R$ 159.800. Com visual jovial, tamanho reduzido e foco no uso urbano, o Mini tem como proposta ser um carro compacto 100% elétrico para quem busca praticidade, baixo custo operacional e acesso à mobilidade sustentável. Mesmo sendo o mais barato da linha, o modelo entrega itens como central multimídia com tela flutuante, ar-condicionado digital, direção elétrica, rodas de liga leve e bom pacote de conectividade. A autonomia do Dolphin Mini gira em torno de 280 km, e o carro também conta com a bateria Blade, com foco em segurança e durabilidade. Com isso, o Dolphin Mini se consolida como a porta de entrada para quem deseja ter um carro elétrico da BYD gastando menos, sem abrir mão da tecnologia e confiabilidade que a marca vem consolidando no mercado brasileiro.
O preço público sugerido para o Tiggo 5X Sport 2025, na cor sólida preta, é de R$ 127.990. Já para o público PcD, com isenção de IPI, o valor fica em torno de R$ 118.860,51. Outras cores podem ter acréscimos.
O modelo manteve o pacote de equipamentos que já o destacava pelo custo-benefício, mas traz um acabamento interno ainda mais refinado e melhorias na oferta de conforto, como o bom isolamento acústico. O design segue com linhas modernas, combinando robustez e sofisticação. Não houve mudanças mecânicas significativas em relação à versão anterior.
Entre as principais queixas de proprietários estão: consumo elevado, falta de recursos como ADAS e faróis full LED, porta-malas pequeno (340 litros), ausência de carregador por indução, iluminação interna traseira limitada e central multimídia que só oferece Android Auto e Apple CarPlay via cabo.
O consumo urbano é de 6,9 km/l com etanol e 9,9 km/l com gasolina. Na estrada, o SUV faz 8,1 km/l com etanol e 11,5 km/l com gasolina. A autonomia com tanque cheio pode chegar a 587 km em uso rodoviário com gasolina.
Sim. Um dos grandes destaques do modelo é a suspensão traseira multilink, que oferece mais conforto e estabilidade, especialmente em curvas e pisos irregulares. Esse conjunto, aliado à direção elétrica e ao bom isolamento acústico, garante uma condução mais suave que a média dos concorrentes na faixa de preço.
Sim. O SUV vem equipado com uma central multimídia touchscreen de 10,25 polegadas, com espelhamento para Android Auto e Apple CarPlay. Porém, a conexão é feita via cabo USB, e não por conexão sem fio.
É elogiado pelo custo-benefício, acabamento interno premium, conforto dos bancos e suspensão multilink traseira, além da boa oferta de tecnologia para a faixa de preço. Por outro lado, recebe críticas pela ausência de ADAS, faróis halógenos, consumo elevado, porta-malas pequeno e falta de itens como carregador por indução e iluminação traseira interna.