Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



O visual combina linhas robustas com soluções modernas, criando uma identidade marcante. A dianteira reúne grade tridimensional, faróis full LED interligados por uma barra iluminada e acabamento em black piano. As maçanetas embutidas, as rodas diamantadas de 20” e as lanternas traseiras em LED que cruzam toda a tampa do porta-malas reforçam a proposta sofisticada.
Com preço promocional de R$ 179.990, o CS75 reúne porte de SUV médio, ampla lista de equipamentos e acabamento sofisticado por um valor competitivo. A proposta ganha força com itens pouco comuns na faixa de preço, como três telas integradas, banco do passageiro com função Zero Gravidade e massagem, além do pacote ADAS de nível 2. A garantia de 7 anos ou 150 mil km reforça a confiança no conjunto.
O motor 1.5 turbo de 180 cv trabalha em conjunto com o câmbio automático Aisin de oito marchas, reconhecido pelas trocas suaves e pela elevada durabilidade. A suspensão independente nas quatro rodas recebeu calibração específica para o mercado brasileiro, proporcionando bom equilíbrio entre conforto e estabilidade em diferentes condições de piso.
O conforto a bordo vai além do amplo espaço interno. O banco do passageiro com função Zero Gravidade, apoio para as pernas e oito modos de massagem é um dos grandes diferenciais do modelo. Na tecnologia, o conjunto reúne três telas integradas que somam mais de 37”, sistema de som Pioneer com 14 alto-falantes, câmera 540° e pacote ADAS de nível 2, além do sistema de estacionamento remoto.
O conjunto mecânico entrega consumo compatível com a proposta de um SUV médio a combustão. Pelo Inmetro, o CS75 registra até 10,5 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada com gasolina, além de 7,2 km/l e 8,5 km/l, respectivamente, com etanol. Em avaliações práticas, as médias de consumo ficaram muito próximas dos números oficiais, o que reforça a eficiência do modelo no uso diário.
Entre os pontos positivos, se destaca pelo excelente aproveitamento do espaço interno, pela ampla lista de equipamentos e pelo conjunto mecânico, que alia o câmbio automático Aisin ao bom acerto da suspensão. Já entre os aspectos menos favoráveis, alguns avaliadores observam que a ausência de motorização híbrida pode pesar diante de alguns concorrentes e apontam que a concentração de comandos na central multimídia reduz a praticidade em determinadas situações.
Mantém o visual retrô-futurista, com os faróis arredondados em LED, a traseira limpa e o perfil arredondado que criam uma identidade própria no segmento. Na linha 2027, ganhou novas cores, rodas pretas de 18” e detalhes inspirados na antiga versão GT, reforçando o apelo mais estiloso e urbano do modelo.
Entrega um dos conjuntos mais equilibrados entre os hatches elétricos ao combinar boa autonomia, acabamento refinado e pacote ADAS completo por cerca de R$ 169 mil. O modelo ainda oferece teto panorâmico, bateria de 58 kWh e ampla lista de equipamentos sem subir para faixas de preço muito superiores no segmento.
Traz o conjunto mecânico já consolidado na linha, com funcionamento silencioso, respostas rápidas e condução bastante agradável no uso urbano. O motor elétrico de 171 cv trabalha de forma suave e linear, enquanto os diferentes modos de condução permitem deixar o Ora 03 mais suave ou mais responsivo conforme o perfil do motorista.
Entrega cabine com forte sensação de refinamento, graças ao acabamento macio ao toque, aos bancos confortáveis e ao teto panorâmico de série. O destaque fica para as duas telas integradas de 10,25”, além do pacote ADAS bastante completo, que inclui piloto automático adaptativo, câmera 360° e assistente de permanência em faixa.
Alcança até 315 km pelo Inmetro com a bateria de 58 kWh, autonomia bastante competitiva para a proposta urbana e para pequenas viagens. O conjunto ainda conta com regeneração ajustável de energia e modo One Pedal, que ajudam a recuperar carga no trânsito e tornam a condução mais eficiente no uso diário.
Entre os pontos positivos, se destaca pelo acabamento acima da média, pela boa lista de equipamentos e pela condução ágil e estável no uso urbano. Já entre os pontos de atenção, aparecem o porta-malas pequeno para a categoria e algumas ausências simples na cabine, como ajustes elétricos para os bancos e saídas de ar traseiras.
Chega com visual mais robusto e moderno, marcado pela nova grade frontal iluminada, faróis Full LED e linhas inspiradas nos SUVs da Volkswagen. O para-choque redesenhado aumentou o comprimento em 9 cm, reforçando a presença da picape. Rodas inéditas de até 20” e detalhes escurecidos na versão Extreme completam o estilo mais agressivo, sem abrir mão da solidez já conhecida.
Com preços de tabela a partir de R$ 309.990 (Comfortline), R$ 334.990 (Highline) e R$ 354.000 (Extreme), a Amarok V6 oferece condições especiais para produtores rurais ou CNPJ, com descontos que superam R$ 48 mil — fazendo, por exemplo, a Extreme cair para R$ 301.990 e a Comfortline para R$ 266.591. Além disso, conta com garantia de 5 anos e robusto pós-venda Volkswagen. Em média, o pacote para as três primeiras revisões (10.000 km, 20.000 km e 30.000 km) custa R$ 7.189, segundo a montadora.
Se destaca pela mecânica robusta e confiável, com motor 3.0 TDI de até 272 cv (Overboost) e tração 4Motion permanente, garantindo força e estabilidade em qualquer terreno. O chassi reforçado, suspensão eficiente e freios a disco nas quatro rodas elevam o desempenho e a segurança.
Combina robustez com conforto de alto nível, trazendo bancos dianteiros elétricos e ergonômicos, ar digital dual zone e rodagem suave para longas viagens. A central multimídia de 9” com APP-Connect e recursos de segurança como seis airbags e assistentes de condução elevam a tecnologia, embora o painel analógico e ausência de ar traseiro sejam pontos a evoluir.
Com consumo médio de 9 km/l na estrada e 8,5 km/l na cidade, a Amarok V6 oferece eficiência competitiva para sua potência. O câmbio automático de 8 marchas e o tanque de 80 litros garantem boa autonomia em rodovia, unindo força e economia para quem percorre longas distâncias.
Elogiada pelo motor V6 mais potente da categoria, conforto de rodagem digno de SUV e capacidade de carga líder, a Amarok V6 também se destaca pelo design imponente e garantia de 5 anos. Porém, perde pontos por manter painel analógico, direção hidráulica, ausência de ar traseiro e alguns acabamentos simples, além de preço de tabela elevado frente a concorrentes.
O Caoa Changan CS75 se destaca por oferecer muito espaço interno, ampla lista de equipamentos e acabamento refinado por um valor competitivo dentro do segmento. Para quem procura um SUV médio completo e prioriza espaço, conforto e equipamentos, é uma das opções mais interessantes da faixa de preço.
Segundo o Inmetro, o Caoa Changan CS75 registra até 10,5 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, as médias são de 7,2 km/l no ciclo urbano e 8,5 km/l no rodoviário. Em avaliações práticas, os números ficaram próximos aos dados oficiais.
Sim. O Caoa Changan CS75 mede 4,77 metros de comprimento e possui entre-eixos de 2,80 metros, dimensões superiores às do Jeep Compass. O resultado é uma cabine bastante espaçosa para cinco ocupantes e um porta-malas que pode chegar a 725 litros com o assoalho rebaixado.
Sim. O Caoa Changan CS75 vem equipado com pacote ADAS de nível 2, incluindo controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência e assistente de permanência em faixa. Também oferece câmera com visão 540° e sistema de estacionamento remoto.
Os dois seguem propostas diferentes. O Caoa Changan CS75 prioriza espaço interno, equipamentos e um conjunto mecânico tradicional a combustão. Já o GWM Haval H6 aposta na eletrificação e em maior eficiência energética. A melhor escolha depende do perfil de uso e da importância que cada comprador dá ao consumo, desempenho e tecnologia híbrida.
Não há divulgação oficial do custo das revisões periódicas, mas o Caoa Changan CS75 utiliza um conjunto mecânico tradicional, com motor 1.5 turbo, câmbio automático Aisin de oito marchas e corrente de comando. Além disso, a marca oferece garantia de 7 anos ou 150 mil km.
O GWM Ora 03 vale a pena para quem busca um hatch elétrico com muita personalidade, boa lista de equipamentos e experiência urbana refinada. O modelo se destaca pelo acabamento acima da média, pelo pacote ADAS completo e pela condução silenciosa e confortável no dia a dia.
O GWM Ora 03 BEV58 entrega até 315 km de autonomia pelo padrão Inmetro com a bateria de 58 kWh. Em uso urbano leve, o alcance pode ser ainda maior, especialmente aproveitando os modos de regeneração de energia e o sistema One Pedal.
Sim, o GWM Ora 03 consegue encarar pequenas e médias viagens sem dificuldades graças à bateria maior de 58 kWh e à recarga rápida de até 64 kW. Ainda assim, o foco principal do hatch continua sendo o uso urbano e rodoviário leve.
Sim. O GWM Ora 03 traz um pacote ADAS bastante completo, com piloto automático adaptativo, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, alerta de ponto cego, câmera 360° e condução semiautônoma nível 2+.
Sim. O porta-malas do GWM Ora 03 é um dos pontos mais criticados do modelo, com capacidade de 228 litros. Para uso urbano e rotina diária ele atende bem, mas pode limitar viagens com muita bagagem.
O GWM Ora 03 aceita carregamento rápido de até 64 kW em corrente contínua (DC), além de recarga AC de até 11 kW em wallbox residencial. Isso permite recuperar boa parte da bateria em pouco tempo nos eletropostos rápidos.
A Amarok 2025 traz sob o capô o motor 3.0 V6 TDI turbodiesel, que entrega 258 cv e 59,1 kgfm de torque — o mais potente da categoria. A função Overboost eleva a potência para 272 cv por até 10 segundos, garantindo força extra em ultrapassagens ou terrenos exigentes. Esse conjunto, aliado à tração 4Motion permanente e ao câmbio automático de 8 marchas, proporciona aceleração de 0 a 100 km/h em 8 segundos e respostas rápidas em qualquer situação.
Segundo dados oficiais, a Amarok V6 faz 8,5 km/l na cidade e 9 km/l na estrada. Considerando o tanque de 80 litros, é possível rodar cerca de 720 km em uso rodoviário antes de reabastecer. Para uma picape V6 com tração integral permanente, são números competitivos, equilibrando desempenho, capacidade de carga e eficiência energética.
O modelo ganhou frente redesenhada, grade iluminada (light strip), faróis Full LED e para-choque com linhas mais agressivas, aumentando o comprimento em 9 cm. As rodas variam de 17” a 20”, sendo estas últimas exclusivas da versão Extreme, que ainda traz detalhes escurecidos, santantônio esportivo e estribos laterais. Na traseira, lanternas fumê e logotipos em preto brilhante reforçam o estilo robusto. A nova cor Cinza Oliver também estreia na linha.
A Amarok V6 vem equipada com seis airbags (frontais, laterais e de cortina) e recursos como o Safer Tag, que alerta para risco de colisão com veículos, pedestres e ciclistas, e o Lane Alert, que avisa caso haja saída involuntária da faixa. Conta ainda com freios a disco nas quatro rodas com ABS Off-road, Controle Automático de Descida (HDC) para declives íngremes e a tração 4Motion permanente, que garante mais aderência e estabilidade em diferentes terrenos.
É líder no segmento, com 1.280 litros de capacidade na caçamba e 1.104 kg de carga útil. Essa combinação permite transportar desde ferramentas e insumos no trabalho até equipamentos esportivos ou bagagem para viagens. Sua robustez estrutural e o chassi reforçado permitem lidar com peso elevado sem comprometer o conforto de rodagem.
Os preços de tabela são de R$ 309.990 (Comfortline), R$ 334.990 (Highline) e R$ 354.000 (Extreme). Para produtores rurais ou CNPJs, há descontos que superam R$ 48 mil - a Extreme pode sair por R$ 301.990 e a Comfortline por R$ 266.591. A Volkswagen oferece ainda garantia de 5 anos, rede ampla de concessionárias, revisões programadas e agendamento online.
Não. Diferente de algumas concorrentes, a Amarok V6 não requer o uso do aditivo Arla 32, simplificando a manutenção e reduzindo custos. Isso elimina a necessidade de paradas para reabastecer o produto, sem comprometer a performance ou o cumprimento das normas de emissões vigentes.