Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Reforça sua identidade com linhas elegantes, grade frontal diamantada e assinatura em LED nas lanternas traseiras com setas dinâmicas. A principal novidade em relação às versões anteriores é a inclusão do pacote Max Drive, que trouxe avanços em segurança e assistência à condução.
Com preço a partir de R$129.990, se destaca pelo custo-benefício entre os sedans médios. Além de bom pacote tecnológico e cinco anos de garantia para motor e transmissão, tem manutenção acessível, com revisões programadas a cada 10 mil km. O pós-venda, porém, ainda gera relatos de demora na entrega de peças.
Entrega boa consistência mecânica, com motor 1.5 turbo híbrido-leve, torque extra do sistema de 48V e câmbio CVT de 9 marchas simuladas. Oferece acelerações rápidas e condução suave. A suspensão é confortável, mas o conjunto traseiro não é independente.
O interior se destaca pelo bom nível de conforto, com painel digital de 10,25”, central multimídia touchscreen com conexão Android Auto e Apple Car Play, carregador de celular por indução e comandos por voz. O ar-condicionado automático, as saídas traseiras de ar e o volante multifuncional reforçam a experiência de condução.
Tem consumo equilibrado para a categoria, com até 12,5 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada com gasolina, segundo o Inmetro. O modo Eco privilegia a economia, com regeneração mais intensa nas frenagens. Embora não atinja os índices de um híbrido pleno, entrega eficiência superior a outros híbridos leves do mercado.
A central multimídia e o painel digital são apontados como simples e com interface confusa. Detalhes como o porta-malas pequeno para a categoria, ausência de divisão bipartida no banco traseiro e acabamento com plásticos rígidos em algumas áreas geram críticas. Também há queixas sobre falta de luz no porta-luvas e no espelho do para-sol.
O visual aposta no estilo clássico de ícones como Classe G e Wrangler. Faróis de LED redondos, estepe externo e linhas retas reforçam o espírito off-road. Por dentro, o acabamento premium com couro Nappa surpreende pela sofisticação. A GWM ainda oferece mais de 25 acessórios originais no Brasil, permitindo ampla personalização.
Por R$ 339.000, o modelo se destaca por entregar luxo, tecnologia e alta capacidade off-road em um pacote sem rivais diretos. As revisões têm preço fixo – vão de R$ 1.392 na 1ª (12.000 km) até R$ 2.335 na 4ª (48.000 km) – o que facilita o planejamento. A autonomia elétrica de até 100 km ainda ajuda a reduzir custos no uso urbano.
A mecânica combina motor 2.0 turbo a gasolina com propulsor elétrico que entrega 245 cv a 5.500 rpm e 38,7 kgfm de torque a 1.700 rpm, acoplados ao câmbio automático de 9 marchas. A tração 4x4 com reduzida, bloqueios eletrônicos ultrarrápidos e nove modos de condução asseguram versatilidade. Sua geometria favorável, com 222 mm de vão livre, ângulos de 32°/33° e capacidade de imersão em 700 mm de água, reforça a vocação desse SUV para condições severas.
Traz acabamento refinado, bancos dianteiros com massagem, aquecimento e ventilação. O motorista conta com ajustes elétricos e memória de posição, enquanto a central multimídia pode exibir parâmetros off-road. Painel personalizável, som de 640 W e carregador por indução completam o pacote.
Seu sistema híbrido plug-in permite rodar até 75 km em modo elétrico (Inmetro) e até 100 km em uso real. Em trajetos urbanos, pode operar a maior parte do tempo apenas na bateria, o que reduz o consumo de gasolina. Recursos como o fechamento automático dos vidros acima de 100 km/h também contribuem para a economia.
Os destaques ficam para o bom custo-benefício, a robustez off-road, o desempenho ágil do conjunto híbrido e o interior de luxo, com autonomia elétrica que pode chegar a 100 km. Como pontos de atenção, há críticas pontuais sobre detalhes de usabilidade, como alertas frequentes no GPS, limpador traseiro limitado, ausência de tampão no porta-malas e ergonomia simples em itens como cinto e alavanca de seta.
Mantém o estilo marcante, com carroceria biton, teto solar panorâmico e faróis Full-LED com assinatura 3D. As lanternas traseiras seguem o padrão moderno e os novos emblemas identificam a versão. Houve ajustes nas opções de cores, como a ampliação do Cinza Selenium e a retirada do Azul Quasar.
O preço parte de R$ 162.990, posicionando a versão no topo da linha. O valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium: multimídia de 10,3”, conectividade via MyPeugeot, teto panorâmico, acabamento exclusivo e o conjunto de segurança ADAS. Embora elevado, o custo-benefício se sustenta pela entrega de tecnologia e sofisticação.
Combina o motor 1.0 turbo flex de 130 cv (etanol) ou 125 cv (gasolina) e 20,4 kgfm de torque com o sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, que inclui motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. O conjunto garante arrancadas suaves, regeneração em frenagens e Start & Stop eficiente. O câmbio CVT de 7 marchas simula trocas para equilibrar desempenho e consumo.
A cabine oferece acabamento refinado e recursos avançados. O painel digital i-Cockpit 3D Hybrid exibe dados do sistema em tempo real, a multimídia i-Connect Advanced de 10,3” garante interface moderna e os serviços conectados MyPeugeot ampliam a conveniência. Há ainda seis airbags e o pacote ADAS com frenagem automática, alerta de ponto cego e assistente de faixa.
O sistema híbrido leve assegura redução de até 12% no consumo e 8% nas emissões. Segundo o Inmetro, o modelo faz 9 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O motor elétrico auxilia em arrancadas, suaviza o Start & Stop e recupera energia em frenagens.
Recebe elogios pela eficiência energética, pacote de segurança abrangente, interior tecnológico e design premium. Em contrapartida, é apontado como caro para a categoria, com divergências nas fontes sobre o valor em relação ao modelo anterior. Também é criticado pelas poucas mudanças visuais externas, desempenho inalterado frente ao T200 flex e leve aumento de peso.
O CAOA Chery Arrizo 6 Pro Hybrid Max Drive se destaca pelo posicionamento agressivo de preço dentro do segmento de sedans médios. Lançado inicialmente por R$139.990, a partir de maio de 2025, a CAOA Chery aplicou um desconto adicional, reduzindo o preço para R$129.990, tornando-o ainda mais competitivo. Essa estratégia colocou o Arrizo 6 Pro Hybrid Max Drive com preço inferior ao de muitos sedans compactos top de linha, como o Volkswagen Virtus Highline, Nissan Versa Exclusive e Honda City Touring, que custam mais e oferecem menos equipamentos. Mesmo com o valor mais acessível, o carro entrega um pacote completo de tecnologias, segurança e conforto, geralmente visto apenas em modelos de categorias superiores. Por isso, muitos especialistas o classificam como um dos melhores custos-benefícios do mercado, especialmente para quem busca um sedam médio com preço de compacto, mas com conteúdo de sedan grande.
A autonomia do Arrizo 6 Pro Hybrid Max Drive varia de acordo com o tipo de combustível e o estilo de condução, já que o modelo é um híbrido leve (MHEV) e não um híbrido pleno. O sedan conta com um tanque de 48 litros e os dados oficiais do Inmetro indicam consumo de até 12,5 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada, quando abastecido com gasolina. Com etanol, os números ficam em 8,9 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada. Considerando o uso com gasolina e um tanque cheio, a autonomia pode ultrapassar os 600 km em ciclo misto. Já com etanol, a média deve girar entre 400 e 500 km, dependendo das condições de uso. Vale lembrar que, por ser um híbrido leve, o sistema 48V contribui apenas como apoio ao motor a combustão, oferecendo pequenas melhorias no consumo, mas sem proporcionar os altos índices de economia encontrados em híbridos plenos.
A bateria do Arrizo 6 Pro Hybrid é um componente do sistema híbrido leve de 48 V e, até o momento, não há preço oficial da fábrica ou da CAOA Chery divulgado no Brasil. Contudo, comparando com veículos híbridos leves similares, a substituição tende a ser relativamente acessível, estimada entre USD 1.000 e USD 3.000 (R$5.000 a R$15.000), mais custos de mão‑de‑obra, seguindo padrões de mercado. É importante acompanhar as atualizações da rede de concessionárias para obter cifras oficiais e específicas.
Sim. O Arrizo 6 Pro Hybrid Max Drive oferece bom espaço interno para cinco ocupantes, com destaque para o conforto nos bancos traseiros, que contam com apoio de braço central e saídas de ar-condicionado. O sedã tem 2,65 metros de entre-eixos, o que garante espaço razoável para pernas e ombros, especialmente considerando sua faixa de preço. O porta-malas acomoda 570 litros, número expressivo para a categoria. Como ponto de atenção, o banco traseiro não é bipartido, o que limita a flexibilidade de carga.
O sistema híbrido leve (MHEV) de 48V do Arrizo 6 Pro Hybrid Max Drive utiliza um gerador elétrico (BSG) que substitui o alternador tradicional. Esse sistema não move o carro sozinho, mas oferece 10 cv extras de potência e 4,1 kgfm de torque para ajudar nas acelerações e reduzir o esforço do motor a combustão. Além disso, recupera energia durante frenagens e desacelerações, recarregando a bateria automaticamente. Essa solução melhora o desempenho geral e a eficiência de combustível, sem exigir recarga externa.
O grande diferencial de segurança do Arrizo 6 Pro Hybrid Max Drive é o pacote Max Drive, que inclui recursos de assistência à condução como alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo com assistente de congestionamento, assistente e alerta de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro e comutador automático de farol alto. Além disso, o sedã traz seis airbags, controle eletrônico de estabilidade, frenagem com ABS e câmera 360° com guias dinâmicas para manobras.
O GWM TANK 300 2025/2026 é vendido no Brasil em versão única híbrida plug-in (PHEV) por R$ 339.000. O pacote reúne luxo e tecnologia (bancos dianteiros com massagem, aquecimento e ventilação, couro Nappa, som de 640 W) com aptidão real fora de estrada (tração integral temporária, múltiplos modos de condução e bloqueios eletrônicos).
O GWM TANK 300 combina o motor 2.0 turbo a gasolina com um propulsor elétrico e bateria recarregável. Ele pode rodar no modo elétrico em trajetos curtos e atuar como híbrido no dia a dia. A recarga é feita em tomada/wallbox (AC). Se a bateria estiver baixa, o veículo segue normalmente usando o conjunto híbrido.
O GWM TANK 300 tem autonomia elétrica oficial de 75 km (Inmetro) e, em testes práticos, já alcançou até 100 km só no elétrico. No modo híbrido, o consumo oficial é de 7,5 km/l na cidade e 7,7 km/l na estrada. O tanque de 70 litros ajuda a garantir bom alcance total, variando conforme o uso.
Segundo a ficha, o GWM TANK 300 entrega 245 cv a 5.500 rpm e 38,7 kgfm a 1.700 rpm, com câmbio automático de 9 marchas. Faz 0–100 km/h em 6,8 s e atinge 180 km/h. A tração integral temporária permite selecionar 4x2, 4x4 alta e 4x4 com reduzida, priorizando eficiência no asfalto e força fora da estrada.
Sim. O GWM TANK 300 conta com bloqueios eletrônicos (dianteiro, traseiro e central) de engate muito rápido, nove modos de condução (inclui modo Expert), recurso Tank Turn para girar em trilhas apertadas, 222 mm de vão livre, ângulos de 32°/33° (ataque/saída) e imersão em até 700 mm. Bateria e sistemas elétricos são protegidos para travessias.
O GWM TANK 300 tem revisões com preço fixo a cada 12 meses ou 12.000 km: 12.000 km – R$ 1.392,04; 24.000 km – R$ 1.500,04; 36.000 km – R$ 1.686,47; 48.000 km – R$ 2.335,11. Valores divulgados para pagamento à vista em concessionárias autorizadas; podem variar por período/região e campanhas vigentes.
521 litros, um dos maiores do segmento; entre-eixos de 2,65 m ajuda no espaço traseiro.
O Peugeot 2008 GT 1.0 Hybrid 2026 é a versão topo de linha do SUV e tem preço de tabela a partir de R$ 162.990. Apesar de elevado, o valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium, que inclui teto solar panorâmico, carroceria biton, quadro de instrumentos i-Cockpit 3D Hybrid, multimídia de 10,3” e pacote de assistências ADAS completo.
O modelo traz o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, que entrega até 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, além de 20,4 kgfm de torque. Ele é combinado ao sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, formado por motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. Esse conjunto garante arrancadas mais suaves, regeneração de energia em frenagens e um Start & Stop praticamente instantâneo.
Segundo a ficha técnica, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e alcança velocidade máxima de 195 km/h. Esses números colocam a versão entre os destaques da categoria em termos de agilidade. O câmbio automático do tipo CVT, que simula sete marchas, ajuda a equilibrar consumo e desempenho.
De acordo com o Inmetro, o modelo faz 9,0 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13,0 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O sistema híbrido leve garante redução de até 12% no consumo urbano e até 8% nas emissões de CO₂, tornando-o mais eficiente que a versão T200 apenas a combustão.
A versão GT oferece interior refinado com teto solar panorâmico, seis airbags, ar-condicionado digital, painel digital i-Cockpit 3D Hybrid e central multimídia i-Connect Advanced de 10,3” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, traz serviços conectados via aplicativo MyPeugeot, carregador de celular por indução e pacote ADAS com assistente de faixa, alerta de ponto cego, frenagem automática e detector de fadiga.
Entre os pontos fortes estão o design premium, tecnologia híbrida leve eficiente, pacote ADAS abrangente e interior tecnológico. Já os pontos a observar incluem o preço elevado, poucas mudanças externas em relação ao modelo anterior, desempenho praticamente igual ao do T200 sem sistema híbrido e um leve aumento de peso pela inclusão das baterias.