Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Traz um visual sofisticado, com grade frontal robusta, detalhes cromados, DRL em LED e rodas de 17”. O interior combina acabamento premium, bancos de couro com ajustes elétricos e painel digital. Em relação à geração anterior, o modelo mantém a identidade, mas adota linhas mais limpas e um acabamento ainda mais refinado.
Entrega ótimo custo-benefício ao incluir, já de série, itens de segurança que costumam aparecer só em versões mais caras da concorrência. Por valores médios de R$ 127.990, o SUV traz seis airbags, controles de tração e estabilidade, monitoramento de pressão dos pneus, além de freio eletrônico com Auto Hold e ISOFIX. Outro diferencial é a suspensão multilink traseira – rara na categoria. As revisões até 50.000 km custam cerca de R$ 4.900, com valores a partir de R$ 569.
Entrega boa consistência mecânica, com motor 1.5 turbo flex que oferece 150 cv no etanol e 147 cv na gasolina, com torque de 21,4 kgfm em ambos os combustíveis. A suspensão multilink traseira garante mais conforto e estabilidade. O câmbio CVT simula 9 marchas, equilibrando desempenho e suavidade na condução.
Aposta em conforto e tecnologia com interior premium – além dos bancos de couro com ajuste elétrico, entrega ainda uma excelente isolamento acústico. Destaca-se pela central multimídia de 10,25”, painel digital de 7”, chave presencial com partida à distância, iluminação ambiente em LED e freio eletrônico com Auto Hold. Conta ainda com ar-condicionado com saída traseira e câmera de ré.
Tem consumo médio para a categoria: faz até 9,9 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada com gasolina, e 6,9 km/l e 8,1 km/l com etanol. A autonomia pode chegar a 587 km em rodovia com gasolina. Embora o consumo não seja seu ponto forte, o motor turbo e o câmbio CVT ajudam a equilibrar desempenho e eficiência no uso diário.
É elogiado pelo custo-benefício, acabamento interno premium, conforto dos bancos e suspensão multilink traseira, além da boa oferta de tecnologia para a faixa de preço. Por outro lado, recebe críticas pela ausência de ADAS, faróis halógenos, consumo elevado, porta-malas pequeno e falta de itens como carregador por indução e iluminação traseira interna.
O visual foi totalmente renovado, inspirado no Dacia Spring europeu. A dianteira traz faróis divididos com luzes diurnas em LED em formato de “Y” e grade preta reduzida. As lanternas traseiras agora são unidas por uma faixa escurecida. Por dentro, o painel digital de 7” e a central multimídia flutuante de 10” elevam a sensação de modernidade e tecnologia.
Com preço de R$ 99.990, o modelo se mantém como o carro elétrico mais barato do país – cerca de R$ 20 mil abaixo do BYD Dolphin Mini. O pacote inclui seis airbags, frenagem automática e assistente de faixa, itens inéditos na categoria. A autonomia de 185 km e o baixo custo de manutenção reforçam o apelo urbano e o bom equilíbrio entre preço e conteúdo.
Mantém o mesmo conjunto motriz do antecessor, com motor dianteiro de 65 cv e 11,5 kgfm de torque. A bateria de 26,8 kWh garante 185 km de autonomia pelo Inmetro. O peso de 965 kg favorece o desempenho. A plataforma preserva suspensão simples e freios a disco na frente e tambor atrás, suficientes para o uso urbano.
Oferece conectividade sem fio, portas USB-C e pacote ADAS completo com assistentes de condução, além de seis airbags. Apesar do acabamento em plásticos rígidos e da ausência de alguns itens de conforto, o espaço interno e o porta-malas de 290 litros são destaques positivos.
A bateria de 26,8 kWh assegura autonomia de 185 km pelo Inmetro, ideal para trajetos diários. O peso reduzido garante boa agilidade. A recarga vai de 20% a 80% em cerca de 45 minutos na carga rápida ou 3 horas no wallbox, equilibrando desempenho e praticidade no uso urbano.
O modelo avança em segurança e tecnologia sem elevar o preço, mas ainda peca pela autonomia limitada e pela manutenção da mecânica anterior. O acabamento simples e a ausência de alguns refinamentos reforçam seu caráter de elétrico de entrada. Ainda assim, continua como porta de entrada acessível e segura para o universo dos veículos elétricos.
A versão exibe visual robusto e moderno, inspirado no Corolla Cross. A carroceria apresenta vincos marcantes, grade ampla e faróis full LED. Construída sobre a plataforma DNGA, ganhou dimensões maiores e estrutura mais rígida, com 4,31 m de comprimento e entre-eixos de 2,62 m. O visual elevado e as molduras laterais reforçam o apelo aventureiro e sofisticado.
Com preço estimado em R$ 190 mil, o modelo figura entre os SUVs híbridos mais acessíveis do país. O sistema híbrido flex alcança consumo urbano de até 17,9 km/l e manutenção anual próxima de R$ 1.200. A Toyota oferece até 10 anos de garantia nas revisões realizadas na rede, o que reforça a confiabilidade e o custo-benefício do veículo.
A versão combina motor 1.5 de ciclo Atkinson com propulsão elétrica, totalizando cerca de 113 cv e excelente eficiência. A plataforma DNGA reduz peso e aumenta rigidez, o que melhora estabilidade e conforto. O câmbio CVT, os freios a disco nas quatro rodas e a calibração voltada ao piso brasileiro garantem durabilidade e suavidade no uso diário.
O interior oferece bom espaço para cinco ocupantes e porta-malas de 466 litros. A central multimídia de 10,1” com espelhamento sem fio, ar digital, carregador por indução e freio eletrônico elevam o nível de comodidade. O pacote Toyota Safety Sense inclui ACC, frenagem autônoma e assistente de faixa, o que reforça o padrão tecnológico e de segurança.
O sistema híbrido flex combina o motor 1.5 a combustão com um elétrico de 80 cv. Segundo o Inmetro, o SUV alcança 17,9 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada com gasolina, e 15,3 km/l e 10,8 km/l com etanol. O tanque de 36 litros garante autonomia de até 640 km e redução de até 30% nas emissões em relação a modelos concorrentes.
A versão se destaca pela eficiência exemplar, pela tecnologia híbrida flex pioneira e pelo espaço interno generoso. O pacote Toyota Safety Sense assegura alto nível de segurança e confiança. Entre os pontos de atenção estão a potência modesta de 113 cv, o acabamento simples e o preço elevado em comparação com o nível de refinamento do interior.
O preço público sugerido para o Tiggo 5X Sport 2025, na cor sólida preta, é de R$ 127.990. Já para o público PcD, com isenção de IPI, o valor fica em torno de R$ 118.860,51. Outras cores podem ter acréscimos.
O modelo manteve o pacote de equipamentos que já o destacava pelo custo-benefício, mas traz um acabamento interno ainda mais refinado e melhorias na oferta de conforto, como o bom isolamento acústico. O design segue com linhas modernas, combinando robustez e sofisticação. Não houve mudanças mecânicas significativas em relação à versão anterior.
Entre as principais queixas de proprietários estão: consumo elevado, falta de recursos como ADAS e faróis full LED, porta-malas pequeno (340 litros), ausência de carregador por indução, iluminação interna traseira limitada e central multimídia que só oferece Android Auto e Apple CarPlay via cabo.
O consumo urbano é de 6,9 km/l com etanol e 9,9 km/l com gasolina. Na estrada, o SUV faz 8,1 km/l com etanol e 11,5 km/l com gasolina. A autonomia com tanque cheio pode chegar a 587 km em uso rodoviário com gasolina.
Sim. Um dos grandes destaques do modelo é a suspensão traseira multilink, que oferece mais conforto e estabilidade, especialmente em curvas e pisos irregulares. Esse conjunto, aliado à direção elétrica e ao bom isolamento acústico, garante uma condução mais suave que a média dos concorrentes na faixa de preço.
Sim. O SUV vem equipado com uma central multimídia touchscreen de 10,25 polegadas, com espelhamento para Android Auto e Apple CarPlay. Porém, a conexão é feita via cabo USB, e não por conexão sem fio.
A autonomia declarada é de 185 km pelo padrão do Inmetro. Na prática, esse valor pode variar conforme velocidade, relevo, uso de ar-condicionado e carga do veículo. Em uso urbano leve, é possível obter algo próximo, mas em estrada o alcance diminui consideravelmente. O modelo atende bem ao uso diário urbano, mas viagens longas exigem planejamento.
O Kwid E-Tech 2026 aceita diferentes modos de carregamento: • Tomada residencial (220 V/10 A): cerca de 9 horas para atingir 80% de carga. • Wallbox AC (~7 kW): aproximadamente 3 horas para 80%. • Carga rápida (DC) ~30 kW: de 20% a 80% em cerca de 40 a 45 minutos. Esses tempos são adequados ao perfil urbano para o qual o carro foi pensado, mas para quem depende de recargas frequentes fora de casa pode haver limitações.
Segundo a Renault, a bateria está incluída no preço do veículo. A garantia é de 8 anos ou 120.000 km para a bateria (mantendo pelo menos 70% da capacidade original) e 3 anos para o carro. Veículos elétricos exigem menos manutenção, com até 50% de economia em relação a um modelo a combustão, mas é preciso considerar a disponibilidade de peças elétricas específicas e eventuais prazos de reparo.
É ideal para uso urbano, em trajetos curtos e deslocamentos diários. O preço competitivo e o pacote de segurança o tornam porta de entrada acessível para a eletrificação. Já para quem roda muito em rodovias ou busca mais potência e autonomia, há opções mais adequadas.
• Autonomia de 185 km limita viagens longas. • Mecânica e bateria inalteradas em relação à geração anterior. • Acabamento interno simples e ausência de alguns itens de conforto. • Dependência da infraestrutura de recarga e da disponibilidade de peças elétricas. Mesmo assim, mantém boa proposta de valor para o segmento de entrada.
Sim, desde que o comprador tenha clareza do perfil de uso. O preço de R$ 99.990 o torna o elétrico mais barato do país, com pacote de segurança e conectividade superiores. Para trajetos urbanos, é uma escolha racional e econômica; para uso mais intenso ou viagens, pode ser interessante avaliar elétricos ou híbridos com maior autonomia.
Sim. O SUV utiliza o sistema híbrido pleno flex da Toyota, que combina um motor 1.5 de ciclo Atkinson com propulsão elétrica. Essa tecnologia permite o uso de etanol e gasolina em qualquer proporção, entregando potência combinada de cerca de 113 cv e autonomia de até 640 km.
De acordo com o Inmetro, o modelo faz 17,9 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada com gasolina, e 15,3 km/l e 10,8 km/l com etanol. É um dos SUVs mais econômicos do país, com eficiência até 30% superior à de rivais não híbridos.
O foco da versão é eficiência, não esportividade. O conjunto híbrido entrega 113 cv combinados e acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 14 segundos, com velocidade máxima de 160 km/h. O desempenho é suave e linear, ideal para uso urbano e viagens com conforto.
O SUV conta com central multimídia de 10,1” com espelhamento sem fio, carregador por indução, ar digital e freio eletrônico. O Toyota Safety Sense inclui frenagem autônoma, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), assistente de permanência em faixa e faróis altos automáticos
Sim. A plataforma DNGA garante rigidez e estabilidade, e o interior acomoda cinco pessoas com conforto. O porta-malas tem 466 litros, e a cabine oferece bom isolamento acústico. Bancos ergonômicos e suspensão ajustada ao piso brasileiro aumentam o conforto no uso diário.
A versão deve custar cerca de R$ 180 mil, posicionando-se como o híbrido mais acessível da Toyota. A manutenção anual estimada é de R$ 1.200, e a marca oferece até 10 anos de garantia para quem realiza as revisões na rede autorizada.