Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Traz visual mais imponente, com nova grade “Big Diamond”, logo iluminado e faróis Full LED com luzes dinâmicas. As lanternas traseiras foram redesenhadas com efeito sequencial. Rodas de 19” e interior com tela curva de 24,6” reforçam o salto de design frente à versão 2024.
Entrega ótimo custo-benefício entre SUVs de 7 lugares. É até R$ 40 mil mais barato que o Commander de entrada, com motor turbo de 187 cv, câmbio DCT, teto solar panorâmico, som Sony e pacote de segurança MAX DRIVE com assistências semiautônomas. Oferece alto nível de equipamentos por R$ 199.990, preço sugerido pela montadora. Os investimentos com revisões até 60 mil km, somam, em média, R$ 4.580.
É equipado com um motor 1.6 turbo de 187 cv, câmbio automatizado de dupla embreagem e 7 marchas banhado a óleo e suspensão independente nas quatro rodas, oferecendo bom equilíbrio entre desempenho, conforto e silêncio interno. O novo bloco, mais rígido, reduz vibrações e melhora a dirigibilidade.
Além da nova tela curva de 24,6” e do sistema de câmeras 540°, traz bancos dianteiros com ajustes elétricos, memória, ventilação e aquecimento, além de acabamento premium em couro e soft touch. Oferece iluminação ambiente multicolorida, ar-condicionado dual zone com saídas traseiras, teto solar panorâmico e carregador por indução.
Com motor 1.6 turbo à gasolina, oferece consumo de até 9,5 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada. A transmissão automatizada de dupla embreagem garante trocas rápidas e ajuda na eficiência. O desempenho é competitivo frente a rivais como o Compass 1.3.
As principais críticas concentram-se no pós-venda da marca, apontado como problemático com garantia e peças. O espaço na terceira fileira de bancos é limitado para adultos e há queixas sobre alertas sonoros excessivos dos sistemas de assistência, além da falta de detalhes como USB na terceira fileira e luz no porta-luvas.
Preserva o visual robusto e urbano que o consagrou, com frente elevada, linhas retas e tampa traseira de vidro. A linha 2026 traz novo volante com base reta e painel redesenhado, inspirados no Argo e na Strada. Retrovisores e maçanetas agora têm acabamento em preto brilhoso, e as calotas aro 14 ganharam novo desenho. O porta-malas de 200 litros segue como destaque pela praticidade.
Com preço de tabela de R$ 80.060 e ofertas que chegam a R$ 66.990, é um dos carros mais baratos do país. O motor Firefly garante baixo consumo – até 15,8 km/l na estrada – e manutenção econômica, com revisões até 50 mil km somando cerca de R$ 3.900. Direção elétrica, ar-condicionado e controles de estabilidade reforçam o equilíbrio entre preço e conteúdo.
O motor 1.0 Firefly de três cilindros, flex, entrega até 75 cv e 10,7 kgfm de torque. O comando por corrente dispensa trocas e aumenta a durabilidade, enquanto o câmbio manual de cinco marchas e a tração dianteira favorecem a economia. A suspensão robusta e o controle de estabilidade ampliam a segurança e o conforto ao rodar.
Focado em praticidade, o interior utiliza plásticos texturizados e bancos em tecido com bom apoio lateral. O painel combina mostradores analógicos e tela digital de 3,5” com computador de bordo. Há ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, direção elétrica leve e aviso de pressão dos pneus. Os controles de tração e estabilidade e a assistência de partida em rampa completam o pacote de segurança ativa.
Prioriza economia, com consumo de até 14,5 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada com gasolina, ou 10,1 e 11,1 km/l com etanol. O coletor de escapamento integrado ao cabeçote ajuda o motor a atingir a temperatura ideal mais rápido, reduzindo consumo e emissões – um diferencial para o uso urbano.
É elogiado pela robustez mecânica, economia e direção elétrica leve. O motor com corrente de comando reforça a confiabilidade. Em contrapartida, o porta-malas pequeno, o acabamento simples, a ausência de multimídia e os dois airbags limitam o conforto e revelam o perfil básico da versão de entrada.
Mantém o visual do ano anterior, com grade em black piano, faróis com projetor e DRL em LED e rodas diamantadas de 16". Maçanetas cromadas e retrovisores com rebatimento elétrico reforçam a diferenciação da versão. Para 2027, não houve mudanças relevantes no desenho.
Por R$ 134.190 concentra o pacote mais completo da linha, com destaque para as assistências ADAS e o acabamento em couro. A garantia de cinco anos e a corrente de comando ajudam na previsibilidade dos gastos. Os valores das revisões somam cerca de R$ 5.700 até 60.000 km.
O motor 1.0 turbo trabalha com câmbio automático de seis marchas com conversor de torque, conjunto já consolidado na linha e também utilizado no Creta. O coxim hidráulico ajuda a reduzir as vibrações do motor de três cilindros, enquanto a direção elétrica tem o motor instalado na coluna, menos exposto a danos por água.
Traz bancos e volante revestidos em couro, ar-condicionado digital automático e carregador de celular por indução. A central de 8" oferece Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Para quem viaja atrás, há entrada USB-C dedicada, enquanto o volante tem ajustes de altura e profundidade.
Com gasolina faz 13,2 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada. Com etanol, registra 9,2 km/l e 10,2 km/l, respectivamente. Com tanque de 50 litros, pode superar 700 km entre abastecimentos em condições compatíveis com o consumo rodoviário oficial.
Recebe elogios pelo pacote de segurança, acerto da suspensão e funcionamento suave do conjunto mecânico. Entre as críticas estão os faróis principais halógenos, o excesso de plásticos rígidos e a ausência de ACC. Na linha 2027, a retirada da manta acústica sob o capô também gerou ressalvas, sobretudo por ocorrer junto ao aumento de preço.
Atualmente, o Tiggo 8 Pro 2025 na versão 1.6 Turbo a gasolina tem preço sugerido de R$ 199.990. Já a versão híbrida plug-in (PHEV) custa R$ 279.990, conforme tabela oficial da Caoa Chery de junho de 2025.
O prazo médio de entrega varia conforme a região e a configuração escolhida. Para a versão a combustão (1.6 turbo), o tempo de espera atual nas concessionárias gira em torno de 15 a 30 dias. Já para a versão PHEV (híbrida plug-in), ainda há unidades sendo importadas, com prazo estimado de 60 a 90 dias, até que a produção nacional comece, prevista para o segundo semestre de 2025.
O Tiggo 8 Pro 2025 recebeu um facelift importante em relação ao modelo 2024 (Max Drive). As principais mudanças incluem: . Nova grade frontal “Big Diamond” com logo iluminado . Faróis Full LED redesenhados, com maior alcance e luzes dinâmicas de boas-vindas . Lanternas traseiras com efeito sequencial e novo brake light bipartido . Novas rodas de 19” . Interior com mais acabamento premium, incluindo soft touch e couro nas portas . Bancos dianteiros com ventilação, aquecimento e memória . Tela curva de 24,6” integrando painel e central multimídia . Sistema de câmeras com visão 540º . Pacote MAX DRIVE com assistências semiautônomas mais avançadas
Até maio de 2025, o Caoa Chery Tiggo 8 (somando todas as versões, incluindo o Pro e PHEV) acumulava cerca de 2.900 unidades emplacadas no Brasil, segundo dados da Fenabrave. O número representa um crescimento nas vendas em relação ao mesmo período de 2024, impulsionado pelo novo design e pelas versões com mais tecnologia.
Não, o Tiggo 8 Pro 2025 não é flex. A versão à combustão utiliza exclusivamente gasolina, equipada com motor 1.6 Turbo GDI de injeção direta. Essa configuração busca entregar melhor desempenho e eficiência térmica, mas exige o uso de combustível de boa qualidade para evitar problemas como carbonização de bicos injetores. A ausência de motorização flex pode ser um fator de escolha importante para o consumidor, principalmente considerando o custo da gasolina frente ao etanol. Já a versão híbrida plug-in (PHEV) também opera apenas com gasolina quando no modo à combustão, além dos motores elétricos que complementam o conjunto.
O sistema de câmeras 540º do Tiggo 8 Pro 2025 é um dos destaques tecnológicos do modelo. Ele oferece uma visão panorâmica do entorno do veículo, com imagens em alta definição (HD) geradas por câmeras posicionadas na dianteira, traseira, laterais e também na parte inferior da carroceria. O diferencial da tecnologia 540º é que, além da tradicional visão 360º aérea, o sistema também exibe o que há debaixo do carro, facilitando manobras em terrenos irregulares ou apertados. Durante o uso, a câmera pode mostrar em tempo real os obstáculos nas laterais, no solo e nas proximidades, reduzindo o risco de danos à parte inferior da carroceria. O acionamento pode ser manual, por meio de um botão no console, ou automático, ao engatar a marcha ré. Esse recurso é especialmente útil para estacionamentos estreitos ou off-road leve.
O modelo tem preço de tabela em torno de R$ 80.060, segundo fontes de lançamento. No entanto, promoções permitem valores a partir de cerca de R$ 66.790, conforme parâmetros de financiamento especiais. Esse cenário coloca o Mobi Like como uma opção de entrada muito acessível para seu segmento.
Com motor 1.0 Firefly de três cilindros e classificação «E» segundo o INMETRO, ele faz valores estimados para gasolina de até 14,5 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada). Já com etanol, há estimativas de aproximadamente 10,1 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada). Esses números o tornam uma das opções mais econômicas no uso urbano.
O Mobi Like traz de série controle de tração (ASR), controle de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus. O número de airbags é limitado à versão de entrada – o que pode pesar para quem prioriza segurança ativa e passiva com mais recursos.
O porta-malas conta com aproximadamente 200 litros, o que é compatível com sua categoria, mas inferior a alguns concorrentes. O espaço para passageiros no banco traseiro é considerado apertado para adultos em viagens mais longas , o que reforça o perfil mais urbano do veículo.
O motor 1.0 Firefly utiliza corrente de comando (em vez de correia dentada), o que reduz a frequência de manutenção desse componente importante. Quanto às revisões, estimativas indicam que até os 50.000 km o custo pode ficar em torno de R$ 3.900, considerando serviço em concessionária autorizada. Essa robustez mecânica favorece o custo-benefício no médio prazo.
Depende do perfil. Se o uso for majoritariamente urbano, com deslocamentos diários, o Mobi Like se destaca por economia, manutenção simples e praticidade. Já para quem percorre muitos quilômetros rodoviários, faz viagens longas ou busca mais espaço e potência, pode valer considerar modelos com autonomia, desempenho ou acabamento superior – pois esse modelo mostra limitações em viagens e em conforto para adultos atrás.
Os dois usam motor 1.0 turbo e câmbio automático de seis marchas, mas o Hyundai HB20 Platinum 2027 se diferencia principalmente pelo pacote de assistências à condução. Ele traz frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão frontal, assistente de permanência em faixa e monitoramento de ponto cego, além de itens como bancos em couro e carregador por indução. É justamente essa diferença de equipamentos que deve pesar para quem está escolhendo entre as duas versões — uma comparação que também aparece entre potenciais compradores em fóruns.
O Hyundai HB20 Platinum 2027 utiliza o motor 1.0 Turbo TGDI associado ao câmbio automático de seis marchas com conversor de torque, conjunto já conhecido na linha da Hyundai. O propulsor utiliza corrente de comando, que não exige a troca periódica prevista para uma correia dentada. Como em qualquer motor turbo com injeção direta, respeitar o óleo especificado e os intervalos de manutenção é fundamental para a durabilidade. Há relatos individuais de problemas de injeção em unidades do HB20 turbo, mas eles não permitem, isoladamente, concluir que exista uma falha generalizada na versão 2027.
Segundo os dados da versão que usamos como referência, o Hyundai HB20 Platinum 2027 faz 13,2 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, são 9,2 km/l e 10,2 km/l, respectivamente. O consumo real pode mudar bastante conforme trânsito, velocidade, uso do ar-condicionado, carga e maneira de dirigir. Com tanque de 50 litros, o consumo rodoviário oficial com gasolina permite superar 700 km entre abastecimentos em condições compatíveis com essa média.
O Hyundai HB20 Platinum 2027 traz frenagem autônoma de emergência, além de alerta de colisão frontal, assistente e alerta de permanência em faixa e monitoramento de ponto cego. Ele não oferece piloto automático adaptativo (ACC). Portanto, apesar do pacote de assistência mais completo, o motorista ainda precisa controlar manualmente a distância em relação ao veículo da frente durante o uso do controle de velocidade.
O motor 1.0 Turbo TGDI do Hyundai HB20 Platinum 2027 utiliza corrente de comando. Diferentemente de uma correia dentada, ela não possui um intervalo periódico de substituição equivalente previsto como item normal de manutenção. Isso não elimina os cuidados com o sistema: utilizar o lubrificante correto e cumprir as revisões continua sendo essencial para preservar motor, corrente e componentes associados.
O Hyundai HB20 Platinum 2027 acomoda cinco ocupantes e tem porta-malas de 300 litros, capacidade coerente com a proposta de um hatch compacto. O motor turbo e o câmbio automático favorecem retomadas e ultrapassagens, enquanto o pacote de assistências acrescenta recursos úteis em viagens. Para famílias que carregam muita bagagem, porém, vale conferir pessoalmente o porta-malas: além dos 300 litros, o banco traseiro rebate de forma inteiriça, e não bipartida.