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    Comparativo Chevrolet Onix Plus Premiere 1.0 2025/2026 X Fiat Argo Trekking 1.3 2025/2026 X PEUGEOT 2008 GT 1.0 HYBRID 2025/2026

    Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.

    Avaliações principais

    Perguntas Frequentes

    Sim. O modelo mantém a correia dentada banhada a óleo. A Chevrolet atualizou o componente, agora mais resistente (com teflon e fibra de vidro) e ampliou a garantia específica para 240.000 km, desde que o proprietário use o óleo correto 0W20 Dexos 1 e faça todas as revisões na concessionária. Mesmo com a evolução, o sistema ainda gera desconfiança, principalmente pelo alto custo de troca caso haja contaminação.

    É um dos pontos mais elogiados. O 1.0 turbo de 3 cilindros entrega 115 cv e até 16,8 kgfm, com funcionamento muito suave, baixíssimo nível de vibração e respostas rápidas. É considerado um dos três-cilindros mais refinados da categoria. Junto ao câmbio automático AT6, garante dirigibilidade leve, silenciosa e eficiente.

    O modelo é eficiente e classificado como categoria B pelo Inmetro. Consumo oficial: • Gasolina – 12,2 km/l (cidade) / 16 km/l (estrada) • Etanol – 8,5 km/l (cidade) / 11,2 km/l (estrada) Em testes, ele superou os números: chegou a 9,1 km/l (cidade) e 14,4 km/l (rodovia) com etanol, e marcou até 16 km/l com gasolina em trajeto rodoviário.

    Não. Esse é o maior ponto negativo da versão. Mesmo custando acima de R$ 136 mil, o sedã não oferece nenhum sistema ADAS avançado, como frenagem autônoma, alerta de colisão ou assistente de faixa. Entrega apenas alerta de ponto cego e Easy Park. Concorrentes diretos (como HB20S e Virtus) já oferecem recursos mais completos.

    O sedã tem entre-eixos de 2,60 m e bom espaço para quatro adultos. O porta-malas fica na faixa dos 469–500 litros, dependendo da fonte. Os bancos são confortáveis e com boa espuma, mas os encostos dianteiros inteiriços prejudicam a sensação de amplitude. A suspensão é firme, o que melhora a dinâmica, mas reduz conforto em pisos ruins.

    O modelo recebeu um salto tecnológico: • Painel 100% digital de 8” (mas com respostas lentas) • Central MyLink de 11”, rápida e estável • Apple CarPlay e Android Auto sem fio • Roteador Wi-Fi 4G (Claro) para até sete dispositivos • Carregador por indução refrigerado A usabilidade melhorou, mas o painel exige ajustes pela multimídia, o que complica tarefas simples.

    Sim. A versão Trekking foi desenvolvida justamente para rodar bem em piso ruim. A altura livre do solo de 18,2 cm permite superar buracos, valetas e lombadas com facilidade. A suspensão robusta com amortecedores Cofap, os pneus de uso misto Pirelli ATR e o protetor de cárter em aço reforçam essa vocação aventureira. É um hatch projetado para quem enfrenta ruas irregulares no dia a dia.

    Sim. O motor 1.3 Firefly é um dos grandes pontos fortes da versão. Ele entrega 107 cv e 13,7 kgfm no etanol e se destaca pela durabilidade. Usa corrente de comando (dispensa troca) e tucho hidráulico (elimina regulagem de válvulas), o que reduz custos de manutenção. Para uso urbano, a performance é adequada; nas estradas, pode faltar fôlego em retomadas, especialmente com o carro carregado.

    Sim. Os dados oficiais do Inmetro apontam consumo de 12,8 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada com gasolina, e 9 km/l / 10,3 km/l com etanol. Na prática, em condução leve, é comum ver médias acima de 16 km/l na estrada com gasolina. Para um motor aspirado 1.3 com pneus de uso misto, o consumo é considerado ótimo.

    A versão inclui faróis Full LED, central multimídia UCONNECT de 7", espelhamento sem fio, câmera de ré, sensor traseiro, piloto automático, retrovisores elétricos com tilt-down e vidros elétricos nas quatro portas. O interior escurecido traz bancos confortáveis e boa ergonomia. O pacote opcional Trekking Top adiciona ar digital, chave presencial e revestimentos premium.

    Em segurança estrutural, o modelo vai bem: suspensão elevada, pneus mistos, protetor de cárter em aço e direção leve ajudam na condução. Porém, o maior ponto negativo está nos airbags: a versão Trekking oferece apenas os dois frontais obrigatórios, sem airbags laterais ou de cortina — itens presentes em concorrentes diretos como Onix e HB20. Também não há sistemas ADAS.

    Depende do perfil do motorista. Por R$ 99.990, a versão entrega faróis Full LED, suspensão elevada, motor confiável com corrente de comando, espelhamento sem fio e robustez acima da média. O custo de revisões até 60.000 km fica em R$ 4.546, e o consumo é muito bom. Porém, o preço fica acima do Fiat Pulse 1.3 manual, e a ausência de airbags laterais e de um painel mais moderno pode pesar na decisão.

    O Peugeot 2008 GT 1.0 Hybrid 2026 é a versão topo de linha do SUV e tem preço de tabela a partir de R$ 162.990. Apesar de elevado, o valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium, que inclui teto solar panorâmico, carroceria biton, quadro de instrumentos i-Cockpit 3D Hybrid, multimídia de 10,3” e pacote de assistências ADAS completo.

    O modelo traz o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, que entrega até 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, além de 20,4 kgfm de torque. Ele é combinado ao sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, formado por motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. Esse conjunto garante arrancadas mais suaves, regeneração de energia em frenagens e um Start & Stop praticamente instantâneo.

    Segundo a ficha técnica, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e alcança velocidade máxima de 195 km/h. Esses números colocam a versão entre os destaques da categoria em termos de agilidade. O câmbio automático do tipo CVT, que simula sete marchas, ajuda a equilibrar consumo e desempenho.

    De acordo com o Inmetro, o modelo faz 9,0 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13,0 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O sistema híbrido leve garante redução de até 12% no consumo urbano e até 8% nas emissões de CO₂, tornando-o mais eficiente que a versão T200 apenas a combustão.

    A versão GT oferece interior refinado com teto solar panorâmico, seis airbags, ar-condicionado digital, painel digital i-Cockpit 3D Hybrid e central multimídia i-Connect Advanced de 10,3” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, traz serviços conectados via aplicativo MyPeugeot, carregador de celular por indução e pacote ADAS com assistente de faixa, alerta de ponto cego, frenagem automática e detector de fadiga.

    Entre os pontos fortes estão o design premium, tecnologia híbrida leve eficiente, pacote ADAS abrangente e interior tecnológico. Já os pontos a observar incluem o preço elevado, poucas mudanças externas em relação ao modelo anterior, desempenho praticamente igual ao do T200 sem sistema híbrido e um leve aumento de peso pela inclusão das baterias.

    Chevrolet Onix Plus Premiere 1.0 2025/2026

    Chevrolet Onix Plus Premiere 1.0 2025/2026

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    A versão traz dianteira redesenhada, com para-choque mais alto e conjunto óptico Full LED exclusivo. As rodas diamantadas de 16” e os detalhes cromados reforçam o visual sofisticado. Atrás, as lanternas ganham acabamento fumê. Por dentro, o modelo adota painel digital de 8”, multimídia de 11” e nova combinação de cores, mantendo acabamento simples.

    Custo-benefício

    Com preço na casa dos R$ 136 mil, o Premier 2026 é caro para um sedã compacto, mas compensa com consumo baixo, motor 1.0 turbo eficiente e boa lista de tecnologia. A garantia de cinco anos e a correia coberta até 240 mil km reforçam o valor. Faltam ADAS avançados e o acabamento é simples para a faixa de preço.

    Consistência mecânica

    A versão mantém o motor 1.0 turbo de 115 cv e 16,8 kgfm, reconhecido pela suavidade, baixo ruído e respostas rápidas. O câmbio automático de seis marchas prioriza conforto e eficiência. A GM atualizou a correia dentada banhada a óleo, agora mais resistente, e ampliou a garantia do sistema para 240.000 km. Suspensão McPherson, eixo de torção e acerto firme completam o conjunto.

    Conforto interior e tecnologia

    A cabine traz painel digital de 8” e multimídia MyLink de 11” com espelhamento sem fio. O modelo oferece Wi-Fi OnStar, chave presencial, ar digital e carregador por indução refrigerado. Os bancos em couro sintético são confortáveis, apesar do acabamento simples em plástico duro. O espaço traseiro é adequado, mas os encostos inteiriços limitam a ergonomia.

    Eficiência energética

    A eficiência é um dos maiores destaques do Onix Plus Premier 2026. Classificado como categoria B pelo Inmetro, o sedã se beneficia do motor 1.0 turbo bem calibrado e da boa aerodinâmica. Em testes, marcou 9,1 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada com etanol; com gasolina, chegou a 16 km/l. O tanque de 44 litros garante autonomia muito boa.

    Críticas

    O Onix Plus Premier 2026 recebe elogios pela dirigibilidade suave, eficiência acima da média e garantia ampliada da correia e do veículo. A multimídia de 11” agrada e deixa o modelo atualizado. As críticas apontam ausência de ADAS, acabamento simples, painel digital lento, suspensão rígida, preço alto e a persistente desconfiança com a correia banhada a óleo.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    a combustão, flex
    Tipo
    Turbo 1.0
    Válvulas
    12
    Combustível
    etanol e gasolina
    Potência
    115 cv (E) 115 cv (G) a 5500 rpm
    Cilindradas
    999 cm³
    Torque
    16,8 kgfm (E) 16,3 kgfm (G) a 1500 rpm
    Direção
    elétrica
    Tração
    dianteira
    Transmissão
    automático de 6 marchas

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    180 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    10,5 s
    Consumo urbano
    8,5 km/l (E) 12,2 km/l (G)
    Consumo rodoviário
    11,2 km/l (E) 16 km/l (G)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, McPherson
    Suspensão traseira
    eixo de torção
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    tambor
    Roda
    16”
    Pneu
    195/55 R16
    Fiat Argo Trekking 1.3 2025/2026

    Fiat Argo Trekking 1.3 2025/2026

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    A versão preserva o estilo aventureiro com faixa preta no capô, teto bicolor, barras longitudinais e pneus de uso misto. Mantém rodas aro 15 e protetor de cárter em aço. A linha 2026 estreia faróis full LED e adota acabamento interno escurecido, reforçando o apelo robusto e moderno.

    Custo-benefício

    Parte de R$ 99.990 e entrega retorno consistente pelo conjunto técnico. O motor 1.3 Firefly reduz custos graças à corrente de comando, e as revisões até 60.000 km somam R$ 4.546. A inclusão de faróis full LED, suspensão elevada e espelhamento sem fio amplia o valor entregue. O ponto crítico permanece na oferta de apenas dois airbags.

    Consistência mecânica

    A versão utiliza o motor 1.3 Firefly aspirado, que gera 107 cv e 13,7 kgfm no etanol. A corrente de comando e o tucho hidráulico reforçam a durabilidade. A suspensão elevada de 18,2 cm, os pneus mistos Pirelli ATR e o protetor de cárter em aço aumentam a robustez em pisos ruins. O câmbio manual de cinco marchas completa o conjunto, com desempenho adequado ao uso urbano.

    Conforto interior e tecnologia

    Os faróis full LED e a central UCONNECT de 7” com espelhamento sem fio atualizam a experiência. A versão oferece câmera de ré, sensor traseiro, piloto automático e retrovisores com tilt-down. O interior escurecido mantém materiais simples, mas entrega boa ergonomia. O pacote Trekking Top adiciona ar digital, chave presencial e revestimentos premium.

    Eficiência energética

    O Argo Trekking 2026 registra 12,8 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada com gasolina; com etanol, alcança 9 km/l e 10,3 km/l. Em prática rodoviária leve, ultrapassa 16 km/l. O consumo urbano se mantém estável e raramente cai abaixo de 8 km/l, oferecendo bom equilíbrio entre desempenho e economia no ciclo diário.

    Críticas

    A suspensão elevada, os faróis full LED e a robustez mecânica se destacam. As críticas recaem sobre a ausência de airbags laterais, o acabamento simples, o preço acima do Pulse 1.3, o desempenho limitado nas retomadas e o painel analógico, além do banco traseiro inteiriço que reduz a modularidade.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    a combustão, flex
    Tipo
    1.3 Firefly flex aspirado
    Válvulas
    8
    Combustível
    etanol e gasolina
    Potência
    107 cv (E) 98 cv (G) a 6250 rpm
    Cilindradas
    1.332 cm³
    Torque
    13,6 kgfm (E) 13,1 kgfm (G) a 4000 rpm
    Direção
    elétrica
    Tração
    dianteira
    Transmissão
    manual de 5 marchas

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    173 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    10,8 s
    Consumo urbano
    9,1 km/l (E) 12,6 km/l (G)
    Consumo rodoviário
    10 km/l (E) 14,1 km/l (G)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, McPherson
    Suspensão traseira
    eixo de torção
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    tambor
    Roda
    15”
    Pneu
    205/60 R15
    PEUGEOT 2008 GT 1.0 HYBRID 2025/2026

    PEUGEOT 2008 GT 1.0 HYBRID 2025/2026

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    Mantém o estilo marcante, com carroceria biton, teto solar panorâmico e faróis Full-LED com assinatura 3D. As lanternas traseiras seguem o padrão moderno e os novos emblemas identificam a versão. Houve ajustes nas opções de cores, como a ampliação do Cinza Selenium e a retirada do Azul Quasar.

    Custo-benefício

    O preço parte de R$ 162.990, posicionando a versão no topo da linha. O valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium: multimídia de 10,3”, conectividade via MyPeugeot, teto panorâmico, acabamento exclusivo e o conjunto de segurança ADAS. Embora elevado, o custo-benefício se sustenta pela entrega de tecnologia e sofisticação.

    Consistência mecânica

    Combina o motor 1.0 turbo flex de 130 cv (etanol) ou 125 cv (gasolina) e 20,4 kgfm de torque com o sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, que inclui motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. O conjunto garante arrancadas suaves, regeneração em frenagens e Start & Stop eficiente. O câmbio CVT de 7 marchas simula trocas para equilibrar desempenho e consumo.

    Conforto interior e tecnologia

    A cabine oferece acabamento refinado e recursos avançados. O painel digital i-Cockpit 3D Hybrid exibe dados do sistema em tempo real, a multimídia i-Connect Advanced de 10,3” garante interface moderna e os serviços conectados MyPeugeot ampliam a conveniência. Há ainda seis airbags e o pacote ADAS com frenagem automática, alerta de ponto cego e assistente de faixa.

    Eficiência energética

    O sistema híbrido leve assegura redução de até 12% no consumo e 8% nas emissões. Segundo o Inmetro, o modelo faz 9 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O motor elétrico auxilia em arrancadas, suaviza o Start & Stop e recupera energia em frenagens.

    Críticas

    Recebe elogios pela eficiência energética, pacote de segurança abrangente, interior tecnológico e design premium. Em contrapartida, é apontado como caro para a categoria, com divergências nas fontes sobre o valor em relação ao modelo anterior. Também é criticado pelas poucas mudanças visuais externas, desempenho inalterado frente ao T200 flex e leve aumento de peso.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    a combustão, flex
    Tipo
    turbo 1.0 híbrido leve
    Válvulas
    12
    Combustível
    etanol e gasolina
    Potência
    130 cv (E) 125 cv (G) a 5750 rpm
    Cilindradas
    993 cm³
    Torque
    20,4 kgfm (E) 20,4 kgfm (G) a 1750 rpm
    Direção
    elétrica
    Tração
    dianteira
    Transmissão
    CVT de 7 marchas

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    195 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    8,6 s
    Consumo urbano
    9 km/l (E) 13 km/l (G)
    Consumo rodoviário
    9,6 km/l (E) 13,7 km/l (G)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, McPherson
    Suspensão traseira
    eixo de torção
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    disco sólido
    Roda
    17”
    Pneu
    215/60 R17