Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



A versão traz dianteira redesenhada, com para-choque mais alto e conjunto óptico Full LED exclusivo. As rodas diamantadas de 16” e os detalhes cromados reforçam o visual sofisticado. Atrás, as lanternas ganham acabamento fumê. Por dentro, o modelo adota painel digital de 8”, multimídia de 11” e nova combinação de cores, mantendo acabamento simples.
Com preço na casa dos R$ 136 mil, o Premier 2026 é caro para um sedã compacto, mas compensa com consumo baixo, motor 1.0 turbo eficiente e boa lista de tecnologia. A garantia de cinco anos e a correia coberta até 240 mil km reforçam o valor. Faltam ADAS avançados e o acabamento é simples para a faixa de preço.
A versão mantém o motor 1.0 turbo de 115 cv e 16,8 kgfm, reconhecido pela suavidade, baixo ruído e respostas rápidas. O câmbio automático de seis marchas prioriza conforto e eficiência. A GM atualizou a correia dentada banhada a óleo, agora mais resistente, e ampliou a garantia do sistema para 240.000 km. Suspensão McPherson, eixo de torção e acerto firme completam o conjunto.
A cabine traz painel digital de 8” e multimídia MyLink de 11” com espelhamento sem fio. O modelo oferece Wi-Fi OnStar, chave presencial, ar digital e carregador por indução refrigerado. Os bancos em couro sintético são confortáveis, apesar do acabamento simples em plástico duro. O espaço traseiro é adequado, mas os encostos inteiriços limitam a ergonomia.
A eficiência é um dos maiores destaques do Onix Plus Premier 2026. Classificado como categoria B pelo Inmetro, o sedã se beneficia do motor 1.0 turbo bem calibrado e da boa aerodinâmica. Em testes, marcou 9,1 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada com etanol; com gasolina, chegou a 16 km/l. O tanque de 44 litros garante autonomia muito boa.
O Onix Plus Premier 2026 recebe elogios pela dirigibilidade suave, eficiência acima da média e garantia ampliada da correia e do veículo. A multimídia de 11” agrada e deixa o modelo atualizado. As críticas apontam ausência de ADAS, acabamento simples, painel digital lento, suspensão rígida, preço alto e a persistente desconfiança com a correia banhada a óleo.
O visual aposta no estilo clássico de ícones como Classe G e Wrangler. Faróis de LED redondos, estepe externo e linhas retas reforçam o espírito off-road. Por dentro, o acabamento premium com couro Nappa surpreende pela sofisticação. A GWM ainda oferece mais de 25 acessórios originais no Brasil, permitindo ampla personalização.
Por R$ 339.000, o modelo se destaca por entregar luxo, tecnologia e alta capacidade off-road em um pacote sem rivais diretos. As revisões têm preço fixo – vão de R$ 1.392 na 1ª (12.000 km) até R$ 2.335 na 4ª (48.000 km) – o que facilita o planejamento. A autonomia elétrica de até 100 km ainda ajuda a reduzir custos no uso urbano.
A mecânica combina motor 2.0 turbo a gasolina com propulsor elétrico que entrega 245 cv a 5.500 rpm e 38,7 kgfm de torque a 1.700 rpm, acoplados ao câmbio automático de 9 marchas. A tração 4x4 com reduzida, bloqueios eletrônicos ultrarrápidos e nove modos de condução asseguram versatilidade. Sua geometria favorável, com 222 mm de vão livre, ângulos de 32°/33° e capacidade de imersão em 700 mm de água, reforça a vocação desse SUV para condições severas.
Traz acabamento refinado, bancos dianteiros com massagem, aquecimento e ventilação. O motorista conta com ajustes elétricos e memória de posição, enquanto a central multimídia pode exibir parâmetros off-road. Painel personalizável, som de 640 W e carregador por indução completam o pacote.
Seu sistema híbrido plug-in permite rodar até 75 km em modo elétrico (Inmetro) e até 100 km em uso real. Em trajetos urbanos, pode operar a maior parte do tempo apenas na bateria, o que reduz o consumo de gasolina. Recursos como o fechamento automático dos vidros acima de 100 km/h também contribuem para a economia.
Os destaques ficam para o bom custo-benefício, a robustez off-road, o desempenho ágil do conjunto híbrido e o interior de luxo, com autonomia elétrica que pode chegar a 100 km. Como pontos de atenção, há críticas pontuais sobre detalhes de usabilidade, como alertas frequentes no GPS, limpador traseiro limitado, ausência de tampão no porta-malas e ergonomia simples em itens como cinto e alavanca de seta.
Mantém o estilo marcante, com carroceria biton, teto solar panorâmico e faróis Full-LED com assinatura 3D. As lanternas traseiras seguem o padrão moderno e os novos emblemas identificam a versão. Houve ajustes nas opções de cores, como a ampliação do Cinza Selenium e a retirada do Azul Quasar.
O preço parte de R$ 162.990, posicionando a versão no topo da linha. O valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium: multimídia de 10,3”, conectividade via MyPeugeot, teto panorâmico, acabamento exclusivo e o conjunto de segurança ADAS. Embora elevado, o custo-benefício se sustenta pela entrega de tecnologia e sofisticação.
Combina o motor 1.0 turbo flex de 130 cv (etanol) ou 125 cv (gasolina) e 20,4 kgfm de torque com o sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, que inclui motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. O conjunto garante arrancadas suaves, regeneração em frenagens e Start & Stop eficiente. O câmbio CVT de 7 marchas simula trocas para equilibrar desempenho e consumo.
A cabine oferece acabamento refinado e recursos avançados. O painel digital i-Cockpit 3D Hybrid exibe dados do sistema em tempo real, a multimídia i-Connect Advanced de 10,3” garante interface moderna e os serviços conectados MyPeugeot ampliam a conveniência. Há ainda seis airbags e o pacote ADAS com frenagem automática, alerta de ponto cego e assistente de faixa.
O sistema híbrido leve assegura redução de até 12% no consumo e 8% nas emissões. Segundo o Inmetro, o modelo faz 9 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O motor elétrico auxilia em arrancadas, suaviza o Start & Stop e recupera energia em frenagens.
Recebe elogios pela eficiência energética, pacote de segurança abrangente, interior tecnológico e design premium. Em contrapartida, é apontado como caro para a categoria, com divergências nas fontes sobre o valor em relação ao modelo anterior. Também é criticado pelas poucas mudanças visuais externas, desempenho inalterado frente ao T200 flex e leve aumento de peso.
Sim. O modelo mantém a correia dentada banhada a óleo. A Chevrolet atualizou o componente, agora mais resistente (com teflon e fibra de vidro) e ampliou a garantia específica para 240.000 km, desde que o proprietário use o óleo correto 0W20 Dexos 1 e faça todas as revisões na concessionária. Mesmo com a evolução, o sistema ainda gera desconfiança, principalmente pelo alto custo de troca caso haja contaminação.
É um dos pontos mais elogiados. O 1.0 turbo de 3 cilindros entrega 115 cv e até 16,8 kgfm, com funcionamento muito suave, baixíssimo nível de vibração e respostas rápidas. É considerado um dos três-cilindros mais refinados da categoria. Junto ao câmbio automático AT6, garante dirigibilidade leve, silenciosa e eficiente.
O modelo é eficiente e classificado como categoria B pelo Inmetro. Consumo oficial: • Gasolina – 12,2 km/l (cidade) / 16 km/l (estrada) • Etanol – 8,5 km/l (cidade) / 11,2 km/l (estrada) Em testes, ele superou os números: chegou a 9,1 km/l (cidade) e 14,4 km/l (rodovia) com etanol, e marcou até 16 km/l com gasolina em trajeto rodoviário.
Não. Esse é o maior ponto negativo da versão. Mesmo custando acima de R$ 136 mil, o sedã não oferece nenhum sistema ADAS avançado, como frenagem autônoma, alerta de colisão ou assistente de faixa. Entrega apenas alerta de ponto cego e Easy Park. Concorrentes diretos (como HB20S e Virtus) já oferecem recursos mais completos.
O sedã tem entre-eixos de 2,60 m e bom espaço para quatro adultos. O porta-malas fica na faixa dos 469–500 litros, dependendo da fonte. Os bancos são confortáveis e com boa espuma, mas os encostos dianteiros inteiriços prejudicam a sensação de amplitude. A suspensão é firme, o que melhora a dinâmica, mas reduz conforto em pisos ruins.
O modelo recebeu um salto tecnológico: • Painel 100% digital de 8” (mas com respostas lentas) • Central MyLink de 11”, rápida e estável • Apple CarPlay e Android Auto sem fio • Roteador Wi-Fi 4G (Claro) para até sete dispositivos • Carregador por indução refrigerado A usabilidade melhorou, mas o painel exige ajustes pela multimídia, o que complica tarefas simples.
O GWM TANK 300 2025/2026 é vendido no Brasil em versão única híbrida plug-in (PHEV) por R$ 339.000. O pacote reúne luxo e tecnologia (bancos dianteiros com massagem, aquecimento e ventilação, couro Nappa, som de 640 W) com aptidão real fora de estrada (tração integral temporária, múltiplos modos de condução e bloqueios eletrônicos).
O GWM TANK 300 combina o motor 2.0 turbo a gasolina com um propulsor elétrico e bateria recarregável. Ele pode rodar no modo elétrico em trajetos curtos e atuar como híbrido no dia a dia. A recarga é feita em tomada/wallbox (AC). Se a bateria estiver baixa, o veículo segue normalmente usando o conjunto híbrido.
O GWM TANK 300 tem autonomia elétrica oficial de 75 km (Inmetro) e, em testes práticos, já alcançou até 100 km só no elétrico. No modo híbrido, o consumo oficial é de 7,5 km/l na cidade e 7,7 km/l na estrada. O tanque de 70 litros ajuda a garantir bom alcance total, variando conforme o uso.
Segundo a ficha, o GWM TANK 300 entrega 245 cv a 5.500 rpm e 38,7 kgfm a 1.700 rpm, com câmbio automático de 9 marchas. Faz 0–100 km/h em 6,8 s e atinge 180 km/h. A tração integral temporária permite selecionar 4x2, 4x4 alta e 4x4 com reduzida, priorizando eficiência no asfalto e força fora da estrada.
Sim. O GWM TANK 300 conta com bloqueios eletrônicos (dianteiro, traseiro e central) de engate muito rápido, nove modos de condução (inclui modo Expert), recurso Tank Turn para girar em trilhas apertadas, 222 mm de vão livre, ângulos de 32°/33° (ataque/saída) e imersão em até 700 mm. Bateria e sistemas elétricos são protegidos para travessias.
O GWM TANK 300 tem revisões com preço fixo a cada 12 meses ou 12.000 km: 12.000 km – R$ 1.392,04; 24.000 km – R$ 1.500,04; 36.000 km – R$ 1.686,47; 48.000 km – R$ 2.335,11. Valores divulgados para pagamento à vista em concessionárias autorizadas; podem variar por período/região e campanhas vigentes.
521 litros, um dos maiores do segmento; entre-eixos de 2,65 m ajuda no espaço traseiro.
O Peugeot 2008 GT 1.0 Hybrid 2026 é a versão topo de linha do SUV e tem preço de tabela a partir de R$ 162.990. Apesar de elevado, o valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium, que inclui teto solar panorâmico, carroceria biton, quadro de instrumentos i-Cockpit 3D Hybrid, multimídia de 10,3” e pacote de assistências ADAS completo.
O modelo traz o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, que entrega até 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, além de 20,4 kgfm de torque. Ele é combinado ao sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, formado por motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. Esse conjunto garante arrancadas mais suaves, regeneração de energia em frenagens e um Start & Stop praticamente instantâneo.
Segundo a ficha técnica, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e alcança velocidade máxima de 195 km/h. Esses números colocam a versão entre os destaques da categoria em termos de agilidade. O câmbio automático do tipo CVT, que simula sete marchas, ajuda a equilibrar consumo e desempenho.
De acordo com o Inmetro, o modelo faz 9,0 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13,0 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O sistema híbrido leve garante redução de até 12% no consumo urbano e até 8% nas emissões de CO₂, tornando-o mais eficiente que a versão T200 apenas a combustão.
A versão GT oferece interior refinado com teto solar panorâmico, seis airbags, ar-condicionado digital, painel digital i-Cockpit 3D Hybrid e central multimídia i-Connect Advanced de 10,3” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, traz serviços conectados via aplicativo MyPeugeot, carregador de celular por indução e pacote ADAS com assistente de faixa, alerta de ponto cego, frenagem automática e detector de fadiga.
Entre os pontos fortes estão o design premium, tecnologia híbrida leve eficiente, pacote ADAS abrangente e interior tecnológico. Já os pontos a observar incluem o preço elevado, poucas mudanças externas em relação ao modelo anterior, desempenho praticamente igual ao do T200 sem sistema híbrido e um leve aumento de peso pela inclusão das baterias.