Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Ganhou visual totalmente renovado, com nova grade frontal, faróis em LED e rodas redesenhadas. Chega ainda com novos sistemas de assistência ao motorista como, frenagem automática de emergência, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado, assistente de permanência em faixa e controle eletrônico de estabilidade.
A partir de R$ 296.490, entrega mais equipamentos, mesmo nas versões de entrada. O valor das revisões pode variar dependendo da concessionária e da quilometragem, mas geralmente seguem um padrão de preços para cada revisão.
Mantém a reconhecida consistência mecânica com o motor 2.8 Duramax turbodiesel de 207 cv que entrega até 52 kgfm de torque e tração 4x4 com reduzida. O novo câmbio automático de 8 marchas melhora aceleração e consumo, garantindo força para trabalho pesado e desempenho equilibrado na estrada, reforçando sua confiabilidade no uso diário e em condições exigentes.
A Chevrolet S10 2026 eleva o conforto e a tecnologia a bordo com isolamento acústico reforçado, ajustes elétricos no banco do motorista e ar-condicionado digital. A central multimídia de 11” e o painel digital de 8” garantem conectividade, enquanto recursos como Wi-Fi para até 7 dispositivos, carregador por indução e iluminação full LED tornam a experiência mais prática, moderna e agradável.
Varia conforme a versão e o tipo de câmbio, mas a picape oferece um bom equilíbrio entre desempenho e economia de combustível, alcançando médias de consumo que podem variar de 8,9 km/l a 12 km/l, dependendo do tipo de condução e do câmbio utilizado, seja manual ou automático.
É elogiada pelo design renovado, segurança reforçada, motor potente e pacote tecnológico completo, mas recebe críticas pelo aumento de preço de até R$ 10.700.
O modelo recebeu um facelift mais moderno. A dianteira ganhou grade inédita com blocos tridimensionais e para-choque redesenhado, inspirados no estilo europeu. Os faróis são halógenos com assinatura em LED, e as rodas de aço de 15” trazem novas calotas. Na traseira, o para-choque ficou mais robusto, enquanto o interior ganhou acabamento escurecido e multimídia sem fio.
Parte de R$ 106.990, valor competitivo dentro da categoria. Além do preço de compra, o sedã se destaca pela boa revenda, manutenção acessível e consumo eficiente. O porta-malas de 525 litros e os equipamentos de série reforçam seu apelo como opção familiar com custo-benefício sólido.
Mantém a confiabilidade da linha com o motor Firefly de três cilindros. Ele entrega 75 cv e 10,7 kgfm com etanol, ou 71 cv e 10 kgfm quando abastecido com gasolina, sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas. Simples de manter, é um conjunto robusto e adequado ao uso urbano.
O Cronos 2026 evoluiu em conforto e tecnologia. O interior ganhou acabamento e teto escurecidos, encostos de cabeça para todos e amplo espaço traseiro. Entre os recursos, estão multimídia de 7” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, direção elétrica leve, ar-condicionado de série e entradas USB dianteira e traseira, além de conveniências como sensor de estacionamento traseiro.
Apresenta bons índices de consumo. Com etanol, faz 9,7 km/l na cidade e 11,2 km/l na estrada. Com gasolina, atinge 13,4 km/l em percurso urbano e 15,9 km/l em rodovia. Esses resultados reforçam o equilíbrio entre desempenho e economia, tornando-o uma escolha racional para o dia a dia.
Recebe elogios pelo design renovado, interior atualizado, multimídia com conexão sem fio e pelo amplo porta-malas. Também agrada pelo custo-benefício e pela manutenção acessível. Por outro lado, o desempenho do motor 1.0 é limitado para estrada, os faróis halógenos simplificam o conjunto, e o preço com opcionais pode afastar parte do público.
O visual mantém a linguagem introduzida na reestilização recente da linha H6, com grade de elementos tridimensionais, faróis full LED e para-choque de desenho marcante. As rodas diamantadas de 19”, os detalhes em preto brilhante e as lanternas traseiras interligadas reforçam a proposta sofisticada. Na linha 2027, a principal novidade é o emblema que identifica a motorização flex.
Com preço na faixa de R$ 290 mil, o Haval H6 PHEV35 Flex reúne autonomia elétrica elevada, desempenho de destaque e uma ampla lista de equipamentos em um mesmo pacote. Benefícios como wallbox incluso, isenção de rodízio na cidade de São Paulo e o programa de recompra garantida da GWM ampliam ainda mais a atratividade da versão.
O conjunto mecânico passou por uma evolução importante. Além das adaptações que garantem maior durabilidade no uso com etanol, o sistema híbrido recebeu uma nova transmissão DHT de quatro marchas, que tornou a condução mais suave na cidade e melhorou o aproveitamento da força em velocidades mais altas. A calibração também deixou as respostas mais rápidas, preservando o conforto e a estabilidade característicos da linha H6.
A cabine combina acabamento refinado, amplo espaço interno e um conjunto tecnológico de alto nível. Os bancos dianteiros oferecem ajustes elétricos e ventilação, enquanto o teto solar panorâmico e o ar-condicionado digital de duas zonas reforçam o conforto a bordo. Na tecnologia, destacam-se a central multimídia de 14,6”, o painel digital de 10,25”, o Head-Up Display, a câmera de reconhecimento facial e o pacote ADAS de nível 2.
Além da autonomia de até 126 km no modo 100% elétrico, a nova calibração tornou o conjunto mais eficiente em relação à versão anterior, enquanto a motorização flex oferece liberdade para abastecer com etanol ou gasolina, conforme a opção mais vantajosa em cada momento.
Entre os pontos positivos, se destaca pela combinação entre desempenho, autonomia elétrica e tecnologia, além da evolução do sistema híbrido plug-in flex em relação à geração anterior. O conforto da suspensão e o amplo pacote de segurança também costumam receber elogios. Já entre os aspectos menos favoráveis, alguns avaliadores observam que o assento central traseiro oferece conforto limitado e apontam a concentração de muitos comandos na central multimídia como um fator que exige adaptação no uso diário.
A nova S10 chega com transmissão automática de 8 marchas, motor Duramax turbodiesel calibrado para 207 cv, novos sistemas de assistência ao motorista (como frenagem automática de emergência, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado, assistente de permanência em faixa e controle eletrônico de estabilidade) e edição especial com visual exclusivo.
Com motor 2.8 turbodiesel e câmbio automático, a S10 2026 faz cerca de 8,9 km/l na cidade e 12 km/l na estrada.
A picape suporta até 1.061 kg de carga útil (dependendo da versão) e tem capacidade de reboque de até 3.500 kg com freio. Esses números reforçam seu apelo tanto para uso profissional, transportando cargas pesadas, quanto para lazer, como reboque de trailers e embarcações.
A linha 2026 já está sendo distribuída e estará disponível nas concessionárias no segundo semestre de 2025.
Sim. Na linha 2026, os recursos de segurança e assistências, que antes eram exclusivos das versões topo de linha, agora estão disponíveis em todos os níveis de acabamento, incluindo itens como assistente de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego, alerta de colisão frontal, frenagem automática e alerta de tráfego cruzado traseiro.
A edição limitada S10 100 Anos traz visual exclusivo na cor Branco Dunas, detalhes em preto fosco, suspensão elevada pela Ironman (+30 mm de altura), rodas de 18″, pneus off-road, skid plate, ganchos de reboque e acabamento interno premium. É uma versão especificamente preparada para uso off-road mais exigente.
A linha 2026 parte de R$ 106.990, valor da versão Drive 1.0 MT. Os preços sobem conforme a motorização e o nível de equipamentos, chegando a R$ 119.990 na Precision 1.3 AT. O modelo é considerado competitivo na categoria dos sedãs compactos, sobretudo pelo espaço interno, porta-malas de 525 litros e custo de manutenção acessível.
Na linha 2025, a versão 1.0 já era comercializada como opção de entrada. Os valores variavam em torno de R$ 100 mil, dependendo de cor e pacotes de opcionais. O modelo manteve o motor Firefly 1.0 de três cilindros com 75 cv (etanol) e 71 cv (gasolina), câmbio manual de cinco marchas e o amplo porta-malas de 525 litros, um de seus maiores diferenciais.
Apesar de rumores, não há confirmação oficial de que o Cronos vá sair de linha. Pelo contrário: a Fiat aplicou uma reestilização de meia-vida na linha 2026, atualizando o design, o acabamento interno e a lista de equipamentos. O sedã segue em produção como uma das principais opções da marca no segmento, atendendo quem busca espaço, praticidade e economia.
O consumo é um dos pontos fortes. No Drive 1.0 MT, as médias são de 9,7 km/l na cidade e 11,2 km/l na estrada com etanol, ou 13,4 km/l em percurso urbano e 15,9 km/l em rodovia com gasolina. Já no motor 1.3 CVT, os números chegam a 8,9 km/l (etanol) e 12,6 km/l (gasolina) na cidade, e 10,7 km/l (etanol) e 14,6 km/l (gasolina) na estrada.
Mesmo na versão de entrada, o sedã já oferece um bom pacote de equipamentos. Entre os itens de série estão ar-condicionado, direção elétrica, central multimídia de 7” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, sensor de estacionamento traseiro, entradas USB para frente e traseira, encostos de cabeça e cintos de três pontos para todos os ocupantes.
Sim. O Cronos Drive 1.0 2026 é considerado uma boa compra por quem busca um sedã familiar com custo-benefício equilibrado. Ele se destaca pelo amplo porta-malas de 525 litros, consumo eficiente, manutenção acessível e bom nível de equipamentos. Por outro lado, o motor 1.0 prioriza economia e não entrega grande desempenho em rodovias, ponto a ser avaliado conforme o perfil do motorista.
O grande destaque do modelo está no porta-malas de 525 litros, um dos maiores entre os sedãs compactos. O espaço acomoda com tranquilidade bagagens de família em viagens ou a rotina do dia a dia, sendo totalmente forrado e com iluminação interna para facilitar o uso.
O GWM Haval H6 PHEV35 Flex vale a pena para quem pretende aproveitar ao máximo a condução elétrica sem abrir mão da flexibilidade de um híbrido plug-in. A autonomia de até 126 km no modo elétrico, o desempenho de 393 cv e o amplo pacote de tecnologia fazem da versão uma das mais completas da categoria.
A principal diferença está na forma de eletrificação. O GWM Haval H6 PHEV35 Flex pode ser recarregado na tomada e percorre até 126 km no modo 100% elétrico, enquanto o HEV One utiliza um sistema híbrido convencional, sem recarga externa. O PHEV35 também oferece mais potência, tração integral sob demanda e desempenho superior.
Segundo o Inmetro, o GWM Haval H6 PHEV35 Flex pode rodar até 126 km utilizando apenas a bateria. Em condições favoráveis de uso, muitos motoristas conseguem percorrer boa parte da rotina diária sem consumir gasolina ou etanol.
Quando o sistema híbrido trabalha em conjunto com o motor a combustão, o GWM Haval H6 PHEV35 Flex registra médias de até 12,5 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, os números são de 9,2 km/l e 7,4 km/l, respectivamente.
Não. O GWM Haval H6 PHEV35 Flex funciona normalmente mesmo sem recarga externa, utilizando o motor a combustão quando necessário. Porém, carregar a bateria com frequência permite aproveitar melhor a autonomia elétrica e reduzir o consumo de combustível.
Os dois disputam o mesmo segmento, mas seguem propostas diferentes. O GWM Haval H6 PHEV35 Flex se destaca pela autonomia elétrica de até 126 km, pelo sistema híbrido plug-in flex e pelo desempenho de 393 cv. Já o BYD Song Plus aposta em outra arquitetura híbrida e em uma estratégia distinta de eletrificação. A melhor escolha depende do perfil de uso e das prioridades de cada comprador.