Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.


Adota visual mais moderno e refinado, com novos faróis Full LED e lanternas com acabamento translúcido. As rodas ganharam novo desenho e os para-choques receberam apliques pintados, detalhes que elevaram o padrão visual. Na cabine, o destaque é o painel integrado com telas maiores e o acabamento mais sofisticado em relação à linha anterior.
Se destaca pelo custo-benefício ao entregar um pacote tecnológico e de segurança próximo das versões mais caras, com preço a partir de R$ 160.790. Soma garantia de 5 anos e evolução na correia banhada a óleo, o que aumenta a confiabilidade e reduz preocupações com manutenção no longo prazo.
Traz motor 1.0 turbo que entrega melhor resposta em baixas rotações e câmbio automático recalibrado, o que garante mais suavidade no uso diário. A correia banhada a óleo recebeu reforço, aumentando a durabilidade, enquanto o conjunto de suspensão mantém equilíbrio entre conforto e robustez.
O novo painel digital integrado à central de 11” eleva a experiência a bordo. Oferece conectividade sem fio, Wi-Fi nativo e ar-condicionado digital, além de bom espaço interno e acabamento mais refinado, com foco no uso urbano.
Apresenta bom nível de eficiência para a segmentação, com consumo de 11,5 km/l na cidade e até 13,8 km/l na estrada com gasolina. O motor 1.0 turbo favorece a economia no uso urbano, enquanto a nova calibração melhora o rendimento em diferentes condições de uso.
Entre os pontos positivos, o Chevrolet Tracker LTZ 2026 se destaca pelo avanço em tecnologia, pacote de segurança com ADAS e acabamento interno mais refinado. Já entre os pontos de atenção, ficam a ausência de alguns itens para a faixa de preço, limitações no banco traseiro e questionamentos em torno da correia banhada a óleo.
O visual combina linhas robustas com soluções modernas, criando uma identidade marcante. A dianteira reúne grade tridimensional, faróis full LED interligados por uma barra iluminada e acabamento em black piano. As maçanetas embutidas, as rodas diamantadas de 20” e as lanternas traseiras em LED que cruzam toda a tampa do porta-malas reforçam a proposta sofisticada.
Com preço promocional de R$ 179.990, o CS75 reúne porte de SUV médio, ampla lista de equipamentos e acabamento sofisticado por um valor competitivo. A proposta ganha força com itens pouco comuns na faixa de preço, como três telas integradas, banco do passageiro com função Zero Gravidade e massagem, além do pacote ADAS de nível 2. A garantia de 7 anos ou 150 mil km reforça a confiança no conjunto.
O motor 1.5 turbo de 180 cv trabalha em conjunto com o câmbio automático Aisin de oito marchas, reconhecido pelas trocas suaves e pela elevada durabilidade. A suspensão independente nas quatro rodas recebeu calibração específica para o mercado brasileiro, proporcionando bom equilíbrio entre conforto e estabilidade em diferentes condições de piso.
O conforto a bordo vai além do amplo espaço interno. O banco do passageiro com função Zero Gravidade, apoio para as pernas e oito modos de massagem é um dos grandes diferenciais do modelo. Na tecnologia, o conjunto reúne três telas integradas que somam mais de 37”, sistema de som Pioneer com 14 alto-falantes, câmera 540° e pacote ADAS de nível 2, além do sistema de estacionamento remoto.
O conjunto mecânico entrega consumo compatível com a proposta de um SUV médio a combustão. Pelo Inmetro, o CS75 registra até 10,5 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada com gasolina, além de 7,2 km/l e 8,5 km/l, respectivamente, com etanol. Em avaliações práticas, as médias de consumo ficaram muito próximas dos números oficiais, o que reforça a eficiência do modelo no uso diário.
Com visual totalmente renovado, o modelo adota uma dianteira quadrada e imponente, com faróis full LED (exceto setas) e grade agressiva. A lateral ganhou vincos marcantes, rodas pretas e bitolas mais largas. Na traseira, lanternas em LED com assinatura em “T” e caçamba ampliada reforçam o novo estilo robusto e moderno.
Apesar do preço elevado – cerca de R$ 330.000 –, entrega conjunto mecânico moderno, baixo custo de manutenção e peças acessíveis. Revisões até 60 mil km ficam abaixo da média do segmento. Tem alta durabilidade, boa valorização na revenda e custo-benefício superior a outras picapes médias com motor 4 cilindros da mesma faixa de preço.
Apresenta motor 2.4 biturbo diesel com 205 cv e 47,9 kgfm a 1.500 rpm, chassi novo mais leve e 60% mais rígido, direção elétrica, câmbio Aisin de 6 marchas e tração 4x4 com modos off-road. Suspensão recalibrada e freios robustos reforçam a mecânica refinada, forte e pronta para qualquer terreno.
Cabine espaçosa e confortável, com entre-eixos maior e acabamento moderno em couro com costuras contrastantes. Conta com Multimídia de 9” com Apple CarPlay sem fio que, embora simples em interface, cumpre bem sua função. Seu ar digital dual zone e direção elétrica refinam a experiência. Traz ainda piloto adaptativo, 7 airbags, câmeras 360° e ótima qualidade acústica.
Com motor 2.4 biturbo diesel de 205 cv e direção elétrica, alcança até 9,5 km/l na cidade e 11,7 km/l na estrada. O sistema Start-Stop e a entrega de torque em baixa rotação ajudam na economia. Com tanque de 76 L, pode passar de 1.000 km de autonomia, sendo uma das picapes médias mais econômicas do segmento.
Sim, o Chevrolet Tracker LTZ 2026 apresenta bom consumo para um SUV compacto turbo. Com gasolina, faz cerca de 11,5 km/l na cidade e até 13,8 km/l na estrada. O motor 1.0 turbo favorece a eficiência em trajetos urbanos, especialmente em uso moderado, o que ajuda a reduzir gastos no dia a dia.
O Chevrolet Tracker LTZ 2026 vale a pena para quem busca um SUV moderno, tecnológico e equilibrado. O modelo oferece bom pacote de segurança com recursos ADAS, interior mais refinado e alto nível de conectividade, o que o torna uma escolha competitiva dentro da categoria.
Sim, o Chevrolet Tracker LTZ 2026 entrega desempenho adequado para uso urbano e rodoviário leve. O motor 1.0 turbo gera até 115 cv e bom torque em baixas rotações, o que garante respostas rápidas no trânsito e retomadas eficientes, mesmo com o porte de SUV.
Sim, o Chevrolet Tracker LTZ 2026 oferece bom nível de conforto para uso familiar. A cabine tem espaço adequado para quatro adultos, bom porta-malas e posição de dirigir elevada, além de recursos como ar-condicionado digital e central multimídia completa.
O Chevrolet Tracker LTZ 2026 tem manutenção dentro do padrão da categoria. A marca oferece garantia de 5 anos, e a correia dentada banhada a óleo foi aprimorada, com maior durabilidade. Ainda assim, é importante seguir corretamente o plano de revisões para evitar custos extras.
O Chevrolet Tracker LTZ 2026 se destaca frente aos concorrentes pelo pacote tecnológico e de segurança. Com painel digital integrado, multimídia avançada e recursos ADAS, o modelo entrega mais conectividade e proteção, sendo uma opção forte frente a SUVs como T-Cross e HR-V.
O Caoa Changan CS75 se destaca por oferecer muito espaço interno, ampla lista de equipamentos e acabamento refinado por um valor competitivo dentro do segmento. Para quem procura um SUV médio completo e prioriza espaço, conforto e equipamentos, é uma das opções mais interessantes da faixa de preço.
Segundo o Inmetro, o Caoa Changan CS75 registra até 10,5 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, as médias são de 7,2 km/l no ciclo urbano e 8,5 km/l no rodoviário. Em avaliações práticas, os números ficaram próximos aos dados oficiais.
Sim. O Caoa Changan CS75 mede 4,77 metros de comprimento e possui entre-eixos de 2,80 metros, dimensões superiores às do Jeep Compass. O resultado é uma cabine bastante espaçosa para cinco ocupantes e um porta-malas que pode chegar a 725 litros com o assoalho rebaixado.
Sim. O Caoa Changan CS75 vem equipado com pacote ADAS de nível 2, incluindo controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência e assistente de permanência em faixa. Também oferece câmera com visão 540° e sistema de estacionamento remoto.
Os dois seguem propostas diferentes. O Caoa Changan CS75 prioriza espaço interno, equipamentos e um conjunto mecânico tradicional a combustão. Já o GWM Haval H6 aposta na eletrificação e em maior eficiência energética. A melhor escolha depende do perfil de uso e da importância que cada comprador dá ao consumo, desempenho e tecnologia híbrida.
Não há divulgação oficial do custo das revisões periódicas, mas o Caoa Changan CS75 utiliza um conjunto mecânico tradicional, com motor 1.5 turbo, câmbio automático Aisin de oito marchas e corrente de comando. Além disso, a marca oferece garantia de 7 anos ou 150 mil km.
O preço da Mitsubishi Triton Katana 2026, versão topo de linha da picape, varia ligeiramente dependendo da fonte, mas se situa na faixa dos R$ 330.000. Especificamente, o valor de tabela é de R$ 329.990 ou R$ 335.990. Em alguns momentos, é citada a cifra de R$ 330.000. Esse valor reflete a evolução completa do modelo, que traz uma nova plataforma, motor 2.4 biturbo diesel de 205 cv, tecnologia avançada e um design robusto e moderno. Embora o preço seja considerado elevado por alguns consumidores, a picape oferece excelente custo-benefício para quem busca robustez, conforto, capacidade de carga (1.080 kg) e recursos tecnológicos como câmeras 360°, piloto automático adaptativo e tração 4x4 inteligente. Na hora de comprar, vale analisar o investimento considerando a alta performance e o pacote de segurança que o modelo oferece. Ainda que concorrentes como a Hilux SRX Plus, Amarok e a Ranger Limited em suas versões mais completas possam ultrapassar os R$ 350.000 ou até R$ 360.000, a Triton Katana se destaca por ser uma das opções de quatro cilindros com um preço elevado, gerando um dilema de custo-benefício. No entanto, é importante ressaltar que ela oferece o frescor da novidade no mercado.
A Mitsubishi Triton 2026 está disponível em seis versões, sendo uma delas (GL MT) voltada exclusivamente para venda direta a frotistas. Conheça as versões da Triton 2026 e seus respectivos preços: . Mitsubishi Triton GL MT 4x4: R$ 249.990. Esta é a versão de entrada e é exclusiva para venda direta (Pessoa Jurídica ou Produtor Rural), focada no uso de trabalho. É a única com câmbio manual de 6 velocidades. .Mitsubishi Triton GL AT 4x4: R$ 259.990. Possui as mesmas características da GL MT, mas com câmbio automático de seis marchas. . Mitsubishi Triton GLS: R$ 265.990. Apresenta um acabamento superior, com rodas de liga leve de 17 polegadas, estribo lateral e, opcionalmente, bancos em couro sintético. . Mitsubishi Triton HPE: R$ 284.990 ou R$ 289.990. A partir desta versão, o conjunto óptico é totalmente em LED. Ela adiciona rodas de 18 polegadas, pacote cromado, grade em black piano, retrovisores rebatíveis, banco do motorista com ajustes elétricos, chave presencial, ar-condicionado automático e digital, saída de ar para os bancos traseiros (via sistema de "ar forçado") e carregador por indução. . Mitsubishi Triton HPE-S: R$ 314.990. Já supera os R$ 300.000 e inclui 7 modos de condução, espelho retrovisor interno eletrocrômico, ar-condicionado de duas zonas, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, Piloto Automático Adaptativo (ACC) e outros recursos de segurança. . Mitsubishi Triton Katana: R$ 329.990 ou R$ 335.990. É a versão topo de linha, com elementos exclusivos como rodas de 18 polegadas pintadas de preto, santantônio preto, skid plate dianteiro, molduras nas caixas de roda, retrovisores e maçanetas pretas, rack de teto, aerofólio na tampa traseira, multimídia exclusiva de 9 polegadas, câmera 360°, e bancos e painel com costura laranja.
Apesar da evolução significativa na nova geração 2026, a Mitsubishi Triton (antiga L200 Triton) ainda apresenta pontos que geram críticas e podem ser considerados problemas por consumidores exigentes. O principal deles é o preço elevado: a versão Katana, topo de linha, ultrapassa os R$ 330.000, sendo mais cara que versões de entrada de picapes concorrentes com motor V6, como a Ford Ranger. Isso levanta um questionamento frequente: vale pagar tão caro em um modelo 4 cilindros, mesmo com excelente projeto e equipamentos? Outro ponto polêmico é o design exterior, especialmente a nova dianteira "quadradona", que divide opiniões. Muitos ainda preferem o visual da geração anterior. Além disso, o uso excessivo de black piano (nos retrovisores, caixas de roda e maçanetas) é criticado por ser sensível a riscos — o que vai contra a proposta off-road da picape. Detalhes como as setas dianteiras halógenas, em contraste com o restante da iluminação full LED, também são considerados anacrônicos. No interior, há detalhes que comprometem o conforto, principalmente considerando a faixa de preço: a ventilação traseira ainda funciona por indução do ar frontal (sem saídas dedicadas), o banco do passageiro não tem ajuste de altura e os vidros com função "um toque" estão presentes apenas para o motorista. Faltam também iluminação no porta-luvas e nos espelhos dos para-sóis. A ausência de teto solar e o uso de plástico rígido em algumas áreas são mais dois pontos criticados. Em termos de tecnologia e usabilidade, a central multimídia — embora funcional — é considerada simples, com imagem e software pouco refinados. O piloto automático adaptativo (ACC) não é do tipo "stop and go", exigindo intervenção após paradas curtas. O assistente de permanência em faixa apenas vibra o volante, sem correções automáticas, e para desligar o controle de tração e estabilidade no off-road, o usuário precisa acessar submenus na central — algo pouco prático. Ainda não há paddle shifters e o freio de estacionamento continua sendo por alavanca, não eletrônico. Outro problema apontado é a manobrabilidade: o diâmetro de giro aumentou para 12,8 m (antes 11,6 m), dificultando manobras em espaços urbanos apertados. Por fim, a rede de concessionárias da Mitsubishi é mais enxuta no Brasil, o que pode limitar a assistência e pós-venda em comparação a marcas como Toyota e Chevrolet. Mesmo com esses pontos de atenção, vale destacar que a nova Triton Katana 2026 é amplamente elogiada por sua robustez, conforto e desempenho off-road. No entanto, para quem busca custo-benefício absoluto ou tecnologia de ponta em todos os detalhes, esses problemas podem pesar na decisão de compra.
A Mitsubishi Triton 2026 vem equipada com um novo e moderno motor 2.4L Bi-Turbo Diesel Super High Power, uma evolução significativa do consagrado 4N15, agora rebatizado como 4N16. Este novo propulsor mantém os quatro cilindros em linha e 16 válvulas, mas entrega números superiores e tecnologia mais refinada, consolidando a Triton como uma das picapes médias mais avançadas do segmento em termos de motorização. Com 2.439 cm³ de cilindrada, o motor biturbo da nova Triton entrega 205 cavalos de potência a 3.500 rpm e um torque robusto de 47,9 kgfm, já disponível a partir de 1.500 giros. A entrega de força em baixas rotações é um dos destaques do conjunto, o que garante mais agilidade nas arrancadas, respostas rápidas ao acelerador e excelente capacidade de transpor obstáculos no fora de estrada. A configuração biturbo usa uma turbina menor para garantir torque imediato em rotações baixas, enquanto a maior entra em ação em giros mais altos — e ambas trabalham em conjunto em faixas intermediárias, reduzindo drasticamente o “turbo lag”. Entre os aprimoramentos técnicos, o motor traz injeção direta, bloco em alumínio e duplo comando variável de válvulas, tanto na admissão quanto no escape, contribuindo para maior eficiência térmica e menor consumo. A corrente de comando substitui a tradicional correia dentada, reduzindo custos de manutenção a longo prazo. Além disso, o alternador foi reposicionado em uma área mais elevada, o que aumenta a capacidade de imersão da picape em travessias de rios e alagados — um ponto importante para quem utiliza o veículo em condições off-road severas. Outro destaque é o uso do Arla32, que permite ao motor cumprir com as mais rigorosas normas de emissão de poluentes. Além da eficiência energética, o novo conjunto mecânico proporciona maior suavidade, com melhor isolamento acústico e redução de vibrações, características que se refletem no conforto e na experiência de condução. Em resumo, o novo motor 2.4 Bi-Turbo Diesel da Triton 2026 combina força, tecnologia, durabilidade e economia, oferecendo desempenho superior tanto no asfalto quanto no off-road. Para quem busca uma picape robusta com motorização eficiente e moderna, a nova geração da Triton entrega um dos melhores conjuntos mecânicos da categoria.
Embora a Mitsubishi não divulgue uma quilometragem exata de vida útil para o motor da Triton 2026, a durabilidade do modelo é reconhecida por especialistas e usuários como uma das mais altas da categoria. A robustez do motor 2.4 Bi-Turbo Diesel e o histórico confiável da marca japonesa são fatores que indicam um longo ciclo de vida mecânica, especialmente se o veículo for utilizado com manutenção em dia. A Triton Katana 2026 herda a tradição da linha L200, que sempre foi associada à resistência no uso severo, especialmente no fora de estrada. Muitos relatos de donos e especialistas apontam que é comum encontrar unidades com mais de 300 mil ou até 400 mil quilômetros rodados ainda em funcionamento pleno, especialmente quando seguem o cronograma de revisões e utilizam combustível de boa qualidade. Seu motor, o 4N16, com tecnologia biturbo, injeção direta e construção em alumínio, foi projetado para suportar altas cargas de trabalho, longas viagens e terrenos acidentados, mantendo a eficiência e o desempenho. Além disso, o chassi Mega Frame, mais rígido e resistente, aliado a um conjunto de suspensão reforçado e moderno, contribui para a longevidade do veículo como um todo — motor incluso. Isso significa que não apenas o propulsor, mas todo o conjunto estrutural da Triton foi desenvolvido para durar e enfrentar anos de uso severo, seja no campo, em frotas ou em condições off-road extremas. Outro ponto a favor da durabilidade do motor da Triton são os custos de manutenção acessíveis em relação a concorrentes com motorização V6 ou sistemas mais complexos. As revisões seguem um padrão Mitsubishi confiável e estão disponíveis em boa parte da rede, apesar de ser menor que a de marcas como Toyota ou Chevrolet. Em resumo, o motor da nova Triton 2026 aguenta muitos quilômetros quando bem cuidado — e embora não haja uma cifra oficial, tudo indica que ele está preparado para superar facilmente os 300 mil km com confiabilidade, mantendo a tradição da Mitsubishi em entregar mecânicas longevas, confiáveis e feitas para durar.
O desempenho off-road da Mitsubishi Triton Katana 2026 é um dos seus maiores trunfos, reforçando a reputação da linha — agora apenas chamada de Triton — como uma das picapes mais robustas e confiáveis do Brasil no fora de estrada. Ao lado da Toyota Hilux, é considerada por muitos como uma das últimas verdadeiras "raiz" do 4x4 nacional, capaz de enfrentar terrenos extremos com facilidade e segurança. Essa nova geração chega completamente renovada, com destaque para o novo chassi "Mega Frame", feito com 97% de aços de alta e ultra-alta resistência. O resultado é uma estrutura 60% mais rígida à flexão e 40% mais rígida à torção do que a anterior, garantindo mais segurança, estabilidade e capacidade de carga em condições severas. A suspensão também foi aprimorada: na frente, é independente; na traseira, eixo rígido com feixe de molas — agora com apenas três lâminas (antes eram quatro), mas com maior curso e melhor absorção de impactos. Isso se traduz em uma condução muito mais confortável e refinada, mesmo em terrenos acidentados. A Katana "não cabrita mais tanto" e passa com facilidade por lombadas, pedras e buracos, mantendo o conforto a bordo mesmo em velocidades maiores. A capacidade de carga subiu para 1.080 kg, e o desempenho em trilhas pesadas continua impressionando. Sob o capô, o novo motor 2.4L Bi-Turbo Diesel entrega 205 cv e 47,9 kgfm de torque já a partir de 1.500 rpm, oferecendo força abundante em baixas rotações — algo essencial em subidas íngremes, lama e terrenos acidentados. O sistema de tração 4x4 Easy Select é um dos mais avançados do segmento, permitindo selecionar entre tração traseira (2H), tração integral (4H) e reduzida com bloqueio do diferencial central (4L), que pode ser ativada em movimento até 100 km/h. O diferencial traseiro blocante mecânico garante tração máxima quando necessário, enquanto o seletor de terrenos ajusta motor, câmbio e eletrônica conforme o solo — com modos como Eco, Gravel, Snow, Mud, Sand e Rock. E ao engatar a reduzida, o controle de tração e estabilidade se desliga automaticamente, permitindo mais liberdade em trilhas puras. A travessia em trechos alagados é possível até 70 cm de profundidade, graças ao posicionamento elevado do alternador. Os freios dianteiros são a disco ventilado e os traseiros a tambor — configuração que, apesar de parecer simples, é valorizada no off-road por ser mais resistente a pedras e impactos. Completa o pacote os pneus de uso misto Yokohama, que reforçam sua versatilidade para todos os terrenos.t= No fim das contas, a Triton Katana 2026 é um verdadeiro tanque off-road: forte, tecnológica e brutal na lama, na areia ou nas pedras, mas com conforto e refinamento para rodar na cidade. Um projeto pensado para quem exige o máximo — tanto da estrada quanto da trilha.
Entre os pontos positivos, se destaca pelo excelente aproveitamento do espaço interno, pela ampla lista de equipamentos e pelo conjunto mecânico, que alia o câmbio automático Aisin ao bom acerto da suspensão. Já entre os aspectos menos favoráveis, alguns avaliadores observam que a ausência de motorização híbrida pode pesar diante de alguns concorrentes e apontam que a concentração de comandos na central multimídia reduz a praticidade em determinadas situações.
Com preço elevado em relação a rivais V6, black piano suscetível a riscos e a ausência de itens como teto solar e saídas de ar traseiras dedicadas geram críticas, bem como a falta de paddle shifters, o freio de mão manual e piloto adaptativo limitado. Há queixas quanto à central multimídia – embora com bom tamanho e conectividade, tem interface simplificada e gráficos pouco refinados. A manobrabilidade menor que a da geração anterior também é um ponto negativo.