Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



O modelo recebeu um facelift mais moderno. A dianteira ganhou grade inédita com blocos tridimensionais e para-choque redesenhado, inspirados no estilo europeu. Os faróis são halógenos com assinatura em LED, e as rodas de aço de 15” trazem novas calotas. Na traseira, o para-choque ficou mais robusto, enquanto o interior ganhou acabamento escurecido e multimídia sem fio.
Parte de R$ 106.990, valor competitivo dentro da categoria. Além do preço de compra, o sedã se destaca pela boa revenda, manutenção acessível e consumo eficiente. O porta-malas de 525 litros e os equipamentos de série reforçam seu apelo como opção familiar com custo-benefício sólido.
Mantém a confiabilidade da linha com o motor Firefly de três cilindros. Ele entrega 75 cv e 10,7 kgfm com etanol, ou 71 cv e 10 kgfm quando abastecido com gasolina, sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas. Simples de manter, é um conjunto robusto e adequado ao uso urbano.
O Cronos 2026 evoluiu em conforto e tecnologia. O interior ganhou acabamento e teto escurecidos, encostos de cabeça para todos e amplo espaço traseiro. Entre os recursos, estão multimídia de 7” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, direção elétrica leve, ar-condicionado de série e entradas USB dianteira e traseira, além de conveniências como sensor de estacionamento traseiro.
Apresenta bons índices de consumo. Com etanol, faz 9,7 km/l na cidade e 11,2 km/l na estrada. Com gasolina, atinge 13,4 km/l em percurso urbano e 15,9 km/l em rodovia. Esses resultados reforçam o equilíbrio entre desempenho e economia, tornando-o uma escolha racional para o dia a dia.
Recebe elogios pelo design renovado, interior atualizado, multimídia com conexão sem fio e pelo amplo porta-malas. Também agrada pelo custo-benefício e pela manutenção acessível. Por outro lado, o desempenho do motor 1.0 é limitado para estrada, os faróis halógenos simplificam o conjunto, e o preço com opcionais pode afastar parte do público.
Chega com visual mais robusto e moderno, marcado pela nova grade frontal iluminada, faróis Full LED e linhas inspiradas nos SUVs da Volkswagen. O para-choque redesenhado aumentou o comprimento em 9 cm, reforçando a presença da picape. Rodas inéditas de até 20” e detalhes escurecidos na versão Extreme completam o estilo mais agressivo, sem abrir mão da solidez já conhecida.
Com preços de tabela a partir de R$ 309.990 (Comfortline), R$ 334.990 (Highline) e R$ 354.000 (Extreme), a Amarok V6 oferece condições especiais para produtores rurais ou CNPJ, com descontos que superam R$ 48 mil — fazendo, por exemplo, a Extreme cair para R$ 301.990 e a Comfortline para R$ 266.591. Além disso, conta com garantia de 5 anos e robusto pós-venda Volkswagen. Em média, o pacote para as três primeiras revisões (10.000 km, 20.000 km e 30.000 km) custa R$ 7.189, segundo a montadora.
Se destaca pela mecânica robusta e confiável, com motor 3.0 TDI de até 272 cv (Overboost) e tração 4Motion permanente, garantindo força e estabilidade em qualquer terreno. O chassi reforçado, suspensão eficiente e freios a disco nas quatro rodas elevam o desempenho e a segurança.
Combina robustez com conforto de alto nível, trazendo bancos dianteiros elétricos e ergonômicos, ar digital dual zone e rodagem suave para longas viagens. A central multimídia de 9” com APP-Connect e recursos de segurança como seis airbags e assistentes de condução elevam a tecnologia, embora o painel analógico e ausência de ar traseiro sejam pontos a evoluir.
Com consumo médio de 9 km/l na estrada e 8,5 km/l na cidade, a Amarok V6 oferece eficiência competitiva para sua potência. O câmbio automático de 8 marchas e o tanque de 80 litros garantem boa autonomia em rodovia, unindo força e economia para quem percorre longas distâncias.
Elogiada pelo motor V6 mais potente da categoria, conforto de rodagem digno de SUV e capacidade de carga líder, a Amarok V6 também se destaca pelo design imponente e garantia de 5 anos. Porém, perde pontos por manter painel analógico, direção hidráulica, ausência de ar traseiro e alguns acabamentos simples, além de preço de tabela elevado frente a concorrentes.
Mantém o visual do facelift 2023: faróis de LED com DRL, grade de linhas retas e lanternas escurecidas. No Sense, o conjunto é sóbrio, com para-choques simples e interior de plásticos rígidos com faixa de tecido. Volante multifuncional padrão (sem couro/paddles). Traz acabamento focado em praticidade, sem adereços esportivos.
Parte de R$ 108.990. Para o Sense (170 TSI), o pacote Revisões Planejadas com as 3 primeiras revisões sai por R$ 1.989.
Usa o 1.0 TSI 170 (3 cil./12V, injeção direta e turbo) – até 116 cv e 16,8 kgfm – pareado ao câmbio manual MQ200 de 5 marchas e tração dianteira. Traz suspensão McPherson na frente e eixo de torção atrás, com freios disco/tambor. Seu conjunto é robusto, de baixo custo e calibrado para uso urbano-rodoviário.
Traz 6 airbags, ESC, assistente de partida em rampa, faróis de LED com DRL e frenagem pós-colisão. No painel, cluster digital de 8" e áudio Media Plus II (sem VW Play). Ar-condicionado convencional; acabamento simples com plásticos rígidos e bancos dianteiros de encosto fixo.
O 1.0 turbo flex alia bom fôlego a baixo consumo: faz 13,2 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada com gasolina; com etanol, 9,2 km/l (urbano) e 11,2 km/l (rodoviário). Na prática, o escalonamento do câmbio manual de 5 marchas favorece giro baixo e ajuda a manter a economia no dia a dia.
Bastante elogiado pelo bom espaço interno e porta-malas, além do conjunto com câmbio manual que responde bem na cidade. Recebe críticas para o acabamento simples com muito plástico, bancos dianteiros de encosto fixo, ar-condicionado convencional, ausência de multimídia VW Play, além da falta de retrovisores elétricos e mimos de conforto.
A linha 2026 parte de R$ 106.990, valor da versão Drive 1.0 MT. Os preços sobem conforme a motorização e o nível de equipamentos, chegando a R$ 119.990 na Precision 1.3 AT. O modelo é considerado competitivo na categoria dos sedãs compactos, sobretudo pelo espaço interno, porta-malas de 525 litros e custo de manutenção acessível.
Na linha 2025, a versão 1.0 já era comercializada como opção de entrada. Os valores variavam em torno de R$ 100 mil, dependendo de cor e pacotes de opcionais. O modelo manteve o motor Firefly 1.0 de três cilindros com 75 cv (etanol) e 71 cv (gasolina), câmbio manual de cinco marchas e o amplo porta-malas de 525 litros, um de seus maiores diferenciais.
Apesar de rumores, não há confirmação oficial de que o Cronos vá sair de linha. Pelo contrário: a Fiat aplicou uma reestilização de meia-vida na linha 2026, atualizando o design, o acabamento interno e a lista de equipamentos. O sedã segue em produção como uma das principais opções da marca no segmento, atendendo quem busca espaço, praticidade e economia.
O consumo é um dos pontos fortes. No Drive 1.0 MT, as médias são de 9,7 km/l na cidade e 11,2 km/l na estrada com etanol, ou 13,4 km/l em percurso urbano e 15,9 km/l em rodovia com gasolina. Já no motor 1.3 CVT, os números chegam a 8,9 km/l (etanol) e 12,6 km/l (gasolina) na cidade, e 10,7 km/l (etanol) e 14,6 km/l (gasolina) na estrada.
Mesmo na versão de entrada, o sedã já oferece um bom pacote de equipamentos. Entre os itens de série estão ar-condicionado, direção elétrica, central multimídia de 7” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, sensor de estacionamento traseiro, entradas USB para frente e traseira, encostos de cabeça e cintos de três pontos para todos os ocupantes.
Sim. O Cronos Drive 1.0 2026 é considerado uma boa compra por quem busca um sedã familiar com custo-benefício equilibrado. Ele se destaca pelo amplo porta-malas de 525 litros, consumo eficiente, manutenção acessível e bom nível de equipamentos. Por outro lado, o motor 1.0 prioriza economia e não entrega grande desempenho em rodovias, ponto a ser avaliado conforme o perfil do motorista.
O grande destaque do modelo está no porta-malas de 525 litros, um dos maiores entre os sedãs compactos. O espaço acomoda com tranquilidade bagagens de família em viagens ou a rotina do dia a dia, sendo totalmente forrado e com iluminação interna para facilitar o uso.
A Amarok 2025 traz sob o capô o motor 3.0 V6 TDI turbodiesel, que entrega 258 cv e 59,1 kgfm de torque — o mais potente da categoria. A função Overboost eleva a potência para 272 cv por até 10 segundos, garantindo força extra em ultrapassagens ou terrenos exigentes. Esse conjunto, aliado à tração 4Motion permanente e ao câmbio automático de 8 marchas, proporciona aceleração de 0 a 100 km/h em 8 segundos e respostas rápidas em qualquer situação.
Segundo dados oficiais, a Amarok V6 faz 8,5 km/l na cidade e 9 km/l na estrada. Considerando o tanque de 80 litros, é possível rodar cerca de 720 km em uso rodoviário antes de reabastecer. Para uma picape V6 com tração integral permanente, são números competitivos, equilibrando desempenho, capacidade de carga e eficiência energética.
O modelo ganhou frente redesenhada, grade iluminada (light strip), faróis Full LED e para-choque com linhas mais agressivas, aumentando o comprimento em 9 cm. As rodas variam de 17” a 20”, sendo estas últimas exclusivas da versão Extreme, que ainda traz detalhes escurecidos, santantônio esportivo e estribos laterais. Na traseira, lanternas fumê e logotipos em preto brilhante reforçam o estilo robusto. A nova cor Cinza Oliver também estreia na linha.
A Amarok V6 vem equipada com seis airbags (frontais, laterais e de cortina) e recursos como o Safer Tag, que alerta para risco de colisão com veículos, pedestres e ciclistas, e o Lane Alert, que avisa caso haja saída involuntária da faixa. Conta ainda com freios a disco nas quatro rodas com ABS Off-road, Controle Automático de Descida (HDC) para declives íngremes e a tração 4Motion permanente, que garante mais aderência e estabilidade em diferentes terrenos.
É líder no segmento, com 1.280 litros de capacidade na caçamba e 1.104 kg de carga útil. Essa combinação permite transportar desde ferramentas e insumos no trabalho até equipamentos esportivos ou bagagem para viagens. Sua robustez estrutural e o chassi reforçado permitem lidar com peso elevado sem comprometer o conforto de rodagem.
Os preços de tabela são de R$ 309.990 (Comfortline), R$ 334.990 (Highline) e R$ 354.000 (Extreme). Para produtores rurais ou CNPJs, há descontos que superam R$ 48 mil - a Extreme pode sair por R$ 301.990 e a Comfortline por R$ 266.591. A Volkswagen oferece ainda garantia de 5 anos, rede ampla de concessionárias, revisões programadas e agendamento online.
Não. Diferente de algumas concorrentes, a Amarok V6 não requer o uso do aditivo Arla 32, simplificando a manutenção e reduzindo custos. Isso elimina a necessidade de paradas para reabastecer o produto, sem comprometer a performance ou o cumprimento das normas de emissões vigentes.
Na versão Sense, o foco é o essencial: acabamento simples (plásticos rígidos), bancos dianteiros com encosto fixo, ar-condicionado convencional e sem multimídia VW Play de série. Faltam mimos de conforto presentes nas versões superiores (ex.: ar digital, mais ajustes e materiais internos).
Preço sugerido: R$ 108.990. Pode variar por região, pintura e opcionais/acessórios. Em geral, posiciona-se como a porta de entrada da linha, ficando abaixo das versões automáticas e das configurações 200/250 TSI.
No Sense 1.0 TSI manual (Inmetro): 13,2 km/l cidade e 15,8 km/l estrada (gasolina); 9,2 km/l cidade e 11,2 km/l estrada (etanol). Valores podem variar conforme uso (trânsito, carga, relevo e estilo de condução).
O Sense é manual. Nas versões automáticas (6 marchas Aisin), a VW geralmente não prevê troca periódica em uso normal (fluido “longo uso”). Em uso severo, recomenda inspeção e eventual troca conforme manual do proprietário. Boas práticas: avaliar por volta de 60–80 mil km ou se houver trancos, patinação ou ruídos.
Faz 0–100 km/h em 9,8 s e atinge 201 km/h de velocidade máxima (com etanol).
521 litros, um dos maiores do segmento; entre-eixos de 2,65 m ajuda no espaço traseiro.