Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Preserva o visual robusto e urbano que o consagrou, com frente elevada, linhas retas e tampa traseira de vidro. A linha 2026 traz novo volante com base reta e painel redesenhado, inspirados no Argo e na Strada. Retrovisores e maçanetas agora têm acabamento em preto brilhoso, e as calotas aro 14 ganharam novo desenho. O porta-malas de 200 litros segue como destaque pela praticidade.
Com preço de tabela de R$ 80.060 e ofertas que chegam a R$ 66.990, é um dos carros mais baratos do país. O motor Firefly garante baixo consumo – até 15,8 km/l na estrada – e manutenção econômica, com revisões até 50 mil km somando cerca de R$ 3.900. Direção elétrica, ar-condicionado e controles de estabilidade reforçam o equilíbrio entre preço e conteúdo.
O motor 1.0 Firefly de três cilindros, flex, entrega até 75 cv e 10,7 kgfm de torque. O comando por corrente dispensa trocas e aumenta a durabilidade, enquanto o câmbio manual de cinco marchas e a tração dianteira favorecem a economia. A suspensão robusta e o controle de estabilidade ampliam a segurança e o conforto ao rodar.
Focado em praticidade, o interior utiliza plásticos texturizados e bancos em tecido com bom apoio lateral. O painel combina mostradores analógicos e tela digital de 3,5” com computador de bordo. Há ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, direção elétrica leve e aviso de pressão dos pneus. Os controles de tração e estabilidade e a assistência de partida em rampa completam o pacote de segurança ativa.
Prioriza economia, com consumo de até 14,5 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada com gasolina, ou 10,1 e 11,1 km/l com etanol. O coletor de escapamento integrado ao cabeçote ajuda o motor a atingir a temperatura ideal mais rápido, reduzindo consumo e emissões – um diferencial para o uso urbano.
É elogiado pela robustez mecânica, economia e direção elétrica leve. O motor com corrente de comando reforça a confiabilidade. Em contrapartida, o porta-malas pequeno, o acabamento simples, a ausência de multimídia e os dois airbags limitam o conforto e revelam o perfil básico da versão de entrada.
Traz dianteira arredondada com uma traseira de linhas mais quadradas, além de rodas de 20". As lanternas em LED chamam atenção pelas animações personalizáveis exibidas com o SUV parado. Na cabine, couro Nappa e madeira genuína reforçam o refinamento.
Com preço de tabela de R$ 399.990 e oferta de lançamento por R$ 379.990, traz todos os equipamentos de série, sem pacotes opcionais. A garantia é de cinco anos ou 150 mil km para o veículo e oito anos ou 150 mil km para a bateria.
Combina motor 1.5 turbo e dois motores elétricos, com 500 cv e 62,5 kgfm, além de tração integral sob demanda. Mesmo com 2.365 kg, acelera de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos. A suspensão independente com amortecedores eletrônicos adaptativos ajusta o rodar conforme as condições e o modo de condução.
Oferece seis poltronas individuais, com aquecimento, ventilação e massagem nas duas primeiras fileiras. O ar-condicionado tem três zonas e a cabine conta com cancelamento ativo de ruído. Multimídia de 15,6", Head-Up Display, som com 21 alto-falantes e dois carregadores sem fio de 50 W reforçam o pacote tecnológico.
Com bateria de 44,5 kWh, roda até 114 km apenas com eletricidade, segundo o Inmetro. A recarga aceita até 140 kW em DC e 6 kW em AC. Com bateria cheia e tanque de 60 litros, a autonomia combinada estimada fica entre 1.000 e 1.100 km, favorecendo também viagens longas.
Recebe elogios pelo alto nível de conforto, desempenho e autonomia elétrica, além do excelente isolamento acústico. Entre as ressalvas, avaliadores apontam maior movimentação da carroceria em curvas mais fechadas e o fato de que, com os seis lugares em uso, a capacidade do porta-malas cai para 255 litros.
Mantém o visual do ano anterior, com grade em black piano, faróis com projetor e DRL em LED e rodas diamantadas de 16". Maçanetas cromadas e retrovisores com rebatimento elétrico reforçam a diferenciação da versão. Para 2027, não houve mudanças relevantes no desenho.
Por R$ 134.190 concentra o pacote mais completo da linha, com destaque para as assistências ADAS e o acabamento em couro. A garantia de cinco anos e a corrente de comando ajudam na previsibilidade dos gastos. Os valores das revisões somam cerca de R$ 5.700 até 60.000 km.
O motor 1.0 turbo trabalha com câmbio automático de seis marchas com conversor de torque, conjunto já consolidado na linha e também utilizado no Creta. O coxim hidráulico ajuda a reduzir as vibrações do motor de três cilindros, enquanto a direção elétrica tem o motor instalado na coluna, menos exposto a danos por água.
Traz bancos e volante revestidos em couro, ar-condicionado digital automático e carregador de celular por indução. A central de 8" oferece Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Para quem viaja atrás, há entrada USB-C dedicada, enquanto o volante tem ajustes de altura e profundidade.
Com gasolina faz 13,2 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada. Com etanol, registra 9,2 km/l e 10,2 km/l, respectivamente. Com tanque de 50 litros, pode superar 700 km entre abastecimentos em condições compatíveis com o consumo rodoviário oficial.
Recebe elogios pelo pacote de segurança, acerto da suspensão e funcionamento suave do conjunto mecânico. Entre as críticas estão os faróis principais halógenos, o excesso de plásticos rígidos e a ausência de ACC. Na linha 2027, a retirada da manta acústica sob o capô também gerou ressalvas, sobretudo por ocorrer junto ao aumento de preço.
O modelo tem preço de tabela em torno de R$ 80.060, segundo fontes de lançamento. No entanto, promoções permitem valores a partir de cerca de R$ 66.790, conforme parâmetros de financiamento especiais. Esse cenário coloca o Mobi Like como uma opção de entrada muito acessível para seu segmento.
Com motor 1.0 Firefly de três cilindros e classificação «E» segundo o INMETRO, ele faz valores estimados para gasolina de até 14,5 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada). Já com etanol, há estimativas de aproximadamente 10,1 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada). Esses números o tornam uma das opções mais econômicas no uso urbano.
O Mobi Like traz de série controle de tração (ASR), controle de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus. O número de airbags é limitado à versão de entrada – o que pode pesar para quem prioriza segurança ativa e passiva com mais recursos.
O porta-malas conta com aproximadamente 200 litros, o que é compatível com sua categoria, mas inferior a alguns concorrentes. O espaço para passageiros no banco traseiro é considerado apertado para adultos em viagens mais longas , o que reforça o perfil mais urbano do veículo.
O motor 1.0 Firefly utiliza corrente de comando (em vez de correia dentada), o que reduz a frequência de manutenção desse componente importante. Quanto às revisões, estimativas indicam que até os 50.000 km o custo pode ficar em torno de R$ 3.900, considerando serviço em concessionária autorizada. Essa robustez mecânica favorece o custo-benefício no médio prazo.
Depende do perfil. Se o uso for majoritariamente urbano, com deslocamentos diários, o Mobi Like se destaca por economia, manutenção simples e praticidade. Já para quem percorre muitos quilômetros rodoviários, faz viagens longas ou busca mais espaço e potência, pode valer considerar modelos com autonomia, desempenho ou acabamento superior – pois esse modelo mostra limitações em viagens e em conforto para adultos atrás.
O GAC GS9 Ultra 2027 é um híbrido plug-in com sistema de autonomia estendida, portanto pode continuar rodando mesmo quando a carga disponível para uso elétrico cai. O motor 1.5 turbo pode atuar na geração de energia e também participar da tração em determinadas condições. Porém, para aproveitar de verdade uma das principais vantagens do modelo — rodar até 114 km apenas com eletricidade pelo Inmetro — o ideal é recarregar a bateria regularmente. Usá-lo sempre sem recarga externa reduz justamente o benefício de ter uma bateria grande de 44,5 kWh.
O GAC GS9 Ultra 2027 aceita até 140 kW em corrente contínua (DC), potência interessante para recuperar energia durante uma parada em viagem. Em corrente alternada (AC), utilizada normalmente em casa ou no trabalho, são até 6 kW. A GAC também inclui um wallbox residencial com o veículo. O tempo efetivo de recarga varia conforme potência disponível no carregador, temperatura e nível da bateria, por isso não convém calcular o tempo apenas dividindo 44,5 kWh pela potência máxima.
Apesar dos 5,06 metros de comprimento e 2,93 metros de entre-eixos, a terceira fileira não oferece o mesmo conforto das quatro poltronas das duas primeiras. O GAC GS9 Ultra 2027 tem configuração 2+2+2, o que facilita a circulação pela cabine, mas a última fileira tende a ser mais adequada para crianças ou para adultos em deslocamentos menores. Para uma família que pretende viajar frequentemente com seis adultos, vale testar pessoalmente acesso, espaço para pernas e posição dos bancos antes da compra. O modelo oferece USB também para a terceira fileira.
Esse é um dos pontos que mais merece atenção. Com os seis lugares ocupados, o GAC GS9 Ultra 2027 oferece 255 litros de porta-malas. Portanto, uma viagem com seis pessoas e malas grandes pode exigir planejamento de bagagem. Ao rebater eletricamente a terceira fileira, porém, a capacidade sobe para 1.005 litros. Para quem precisa dos seis assentos apenas ocasionalmente, a limitação perde importância; para famílias que usarão todos com frequência, é um aspecto importante do test-drive.
Os três disputam quem procura um SUV grande, eletrificado e sofisticado. O GAC GS9 Ultra 2027 se destaca pelos seis lugares em configuração 2+2+2, 500 cv, 114 km de autonomia elétrica pelo Inmetro e alto nível de conforto nas duas primeiras fileiras. Na comparação, vale considerar também espaço, autonomia, equipamentos, rede de concessionárias, pós-venda, seguro e condições de garantia de cada modelo.
Essa é uma preocupação especialmente relevante porque o GAC GS9 Ultra 2027 acaba de chegar ao país e ainda não existe histórico brasileiro de longo prazo suficiente para avaliar custos de manutenção, disponibilidade de peças e desvalorização do modelo. A garantia ajuda a reduzir parte dessa incerteza: são cinco anos ou 150 mil km para o veículo e oito anos ou 150 mil km para a bateria. A GAC também oferece assistência 24 horas por dois anos. Antes da compra, vale verificar a presença de concessionária e oficina autorizada na região e pedir os valores das revisões programadas, já que a tabela completa desses custos não aparece nas informações oficiais consultadas.
Os dois usam motor 1.0 turbo e câmbio automático de seis marchas, mas o Hyundai HB20 Platinum 2027 se diferencia principalmente pelo pacote de assistências à condução. Ele traz frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão frontal, assistente de permanência em faixa e monitoramento de ponto cego, além de itens como bancos em couro e carregador por indução. É justamente essa diferença de equipamentos que deve pesar para quem está escolhendo entre as duas versões — uma comparação que também aparece entre potenciais compradores em fóruns.
O Hyundai HB20 Platinum 2027 utiliza o motor 1.0 Turbo TGDI associado ao câmbio automático de seis marchas com conversor de torque, conjunto já conhecido na linha da Hyundai. O propulsor utiliza corrente de comando, que não exige a troca periódica prevista para uma correia dentada. Como em qualquer motor turbo com injeção direta, respeitar o óleo especificado e os intervalos de manutenção é fundamental para a durabilidade. Há relatos individuais de problemas de injeção em unidades do HB20 turbo, mas eles não permitem, isoladamente, concluir que exista uma falha generalizada na versão 2027.
Segundo os dados da versão que usamos como referência, o Hyundai HB20 Platinum 2027 faz 13,2 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, são 9,2 km/l e 10,2 km/l, respectivamente. O consumo real pode mudar bastante conforme trânsito, velocidade, uso do ar-condicionado, carga e maneira de dirigir. Com tanque de 50 litros, o consumo rodoviário oficial com gasolina permite superar 700 km entre abastecimentos em condições compatíveis com essa média.
O Hyundai HB20 Platinum 2027 traz frenagem autônoma de emergência, além de alerta de colisão frontal, assistente e alerta de permanência em faixa e monitoramento de ponto cego. Ele não oferece piloto automático adaptativo (ACC). Portanto, apesar do pacote de assistência mais completo, o motorista ainda precisa controlar manualmente a distância em relação ao veículo da frente durante o uso do controle de velocidade.
O motor 1.0 Turbo TGDI do Hyundai HB20 Platinum 2027 utiliza corrente de comando. Diferentemente de uma correia dentada, ela não possui um intervalo periódico de substituição equivalente previsto como item normal de manutenção. Isso não elimina os cuidados com o sistema: utilizar o lubrificante correto e cumprir as revisões continua sendo essencial para preservar motor, corrente e componentes associados.
O Hyundai HB20 Platinum 2027 acomoda cinco ocupantes e tem porta-malas de 300 litros, capacidade coerente com a proposta de um hatch compacto. O motor turbo e o câmbio automático favorecem retomadas e ultrapassagens, enquanto o pacote de assistências acrescenta recursos úteis em viagens. Para famílias que carregam muita bagagem, porém, vale conferir pessoalmente o porta-malas: além dos 300 litros, o banco traseiro rebate de forma inteiriça, e não bipartida.