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    Comparativo Fiat Fiar Mobi Like 2025/2026 X GWM Tank 300 Terraforce X Hyundai HB20 Platinum

    Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.

    Avaliações principais

    Perguntas Frequentes

    O modelo tem preço de tabela em torno de R$ 80.060, segundo fontes de lançamento. No entanto, promoções permitem valores a partir de cerca de R$ 66.790, conforme parâmetros de financiamento especiais. Esse cenário coloca o Mobi Like como uma opção de entrada muito acessível para seu segmento.

    Com motor 1.0 Firefly de três cilindros e classificação «E» segundo o INMETRO, ele faz valores estimados para gasolina de até 14,5 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada). Já com etanol, há estimativas de aproximadamente 10,1 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada). Esses números o tornam uma das opções mais econômicas no uso urbano.

    O Mobi Like traz de série controle de tração (ASR), controle de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus. O número de airbags é limitado à versão de entrada – o que pode pesar para quem prioriza segurança ativa e passiva com mais recursos.

    O porta-malas conta com aproximadamente 200 litros, o que é compatível com sua categoria, mas inferior a alguns concorrentes. O espaço para passageiros no banco traseiro é considerado apertado para adultos em viagens mais longas , o que reforça o perfil mais urbano do veículo.

    O motor 1.0 Firefly utiliza corrente de comando (em vez de correia dentada), o que reduz a frequência de manutenção desse componente importante. Quanto às revisões, estimativas indicam que até os 50.000 km o custo pode ficar em torno de R$ 3.900, considerando serviço em concessionária autorizada. Essa robustez mecânica favorece o custo-benefício no médio prazo.

    Depende do perfil. Se o uso for majoritariamente urbano, com deslocamentos diários, o Mobi Like se destaca por economia, manutenção simples e praticidade. Já para quem percorre muitos quilômetros rodoviários, faz viagens longas ou busca mais espaço e potência, pode valer considerar modelos com autonomia, desempenho ou acabamento superior – pois esse modelo mostra limitações em viagens e em conforto para adultos atrás.

    Sim, a recarga frequente faz bastante diferença. Com os 74 km de autonomia elétrica pelo Inmetro, é possível cobrir muitos deslocamentos cotidianos praticamente sem acionar o motor a combustão. Com pouca carga disponível, porém, o consumo oficial cai para 7,5 km/l na cidade e 7,6 km/l na estrada com gasolina; com etanol, são 5,4 e 5,7 km/l. É justamente essa diferença que faz a possibilidade de carregar em casa ou no trabalho pesar bastante na decisão de compra.

    A bateria tem 37,1 kWh e aceita até 6,6 kW em corrente alternada (AC) e 50 kW em corrente contínua (DC). Portanto, o tempo depende da potência disponível no carregador e do nível inicial da bateria. Para quem pretende aproveitar os 74 km de autonomia elétrica com frequência, ter um ponto de recarga residencial torna o uso do sistema plug-in bem mais conveniente.

    Dá, porque o carro não depende da tomada para continuar rodando: quando a carga diminui, o sistema híbrido utiliza o motor 2.0 turbo flex em conjunto com a eletrificação. A questão é econômica. Sem recargas frequentes, o proprietário aproveita menos uma das principais vantagens do PHEV e passa a conviver com consumo de 7,5 km/l na cidade com gasolina ou 5,4 km/l com etanol. Esse é um dos pontos mais relevantes para decidir se o Tank combina com a rotina do comprador.

    Apesar da construção sobre chassi e da forte preparação 4x4, o Tank 300 também foi pensado para oferecer bastante conforto no uso cotidiano. O TerraForce traz bancos dianteiros ventilados no assento e encosto, massagem para o motorista, duas telas de 12,3", ar-condicionado de duas zonas e amplo pacote de assistências. A própria discussão entre interessados mostra essa dúvida entre escolher o Tank ou um SUV mais urbano quando o carro raramente sairá do asfalto.

    Essa é uma preocupação real nas discussões sobre o modelo, principalmente por seu pouco tempo de mercado no Brasil. Ainda não existe histórico brasileiro suficiente para avaliar sua durabilidade depois de muitos anos de uso. Como proteção para o comprador, a GWM oferece cinco anos de garantia para o veículo e oito anos ou 200 mil km para a bateria, desde que respeitadas as condições da fabricante.

    Para quem realmente quer a edição especial, o acréscimo é relativamente pequeno diante do preço total do veículo. Por R$ 350 mil, o TerraForce custa R$ 8 mil a mais e acrescenta pintura fosca Cinza Zenith, rodas exclusivas, rack de teto funcional, identidade visual própria e melhorias nos bancos, além de ser limitado a 300 unidades. A mecânica e a capacidade off-road, porém, permanecem essencialmente as mesmas. Portanto, o valor adicional está principalmente na exclusividade, no conforto e nos equipamentos específicos da série. A própria GWM confirma a produção limitada a 300 unidades.

    Os dois usam motor 1.0 turbo e câmbio automático de seis marchas, mas o Hyundai HB20 Platinum 2027 se diferencia principalmente pelo pacote de assistências à condução. Ele traz frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão frontal, assistente de permanência em faixa e monitoramento de ponto cego, além de itens como bancos em couro e carregador por indução. É justamente essa diferença de equipamentos que deve pesar para quem está escolhendo entre as duas versões — uma comparação que também aparece entre potenciais compradores em fóruns.

    O Hyundai HB20 Platinum 2027 utiliza o motor 1.0 Turbo TGDI associado ao câmbio automático de seis marchas com conversor de torque, conjunto já conhecido na linha da Hyundai. O propulsor utiliza corrente de comando, que não exige a troca periódica prevista para uma correia dentada. Como em qualquer motor turbo com injeção direta, respeitar o óleo especificado e os intervalos de manutenção é fundamental para a durabilidade. Há relatos individuais de problemas de injeção em unidades do HB20 turbo, mas eles não permitem, isoladamente, concluir que exista uma falha generalizada na versão 2027.

    Segundo os dados da versão que usamos como referência, o Hyundai HB20 Platinum 2027 faz 13,2 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, são 9,2 km/l e 10,2 km/l, respectivamente. O consumo real pode mudar bastante conforme trânsito, velocidade, uso do ar-condicionado, carga e maneira de dirigir. Com tanque de 50 litros, o consumo rodoviário oficial com gasolina permite superar 700 km entre abastecimentos em condições compatíveis com essa média.

    O Hyundai HB20 Platinum 2027 traz frenagem autônoma de emergência, além de alerta de colisão frontal, assistente e alerta de permanência em faixa e monitoramento de ponto cego. Ele não oferece piloto automático adaptativo (ACC). Portanto, apesar do pacote de assistência mais completo, o motorista ainda precisa controlar manualmente a distância em relação ao veículo da frente durante o uso do controle de velocidade.

    O motor 1.0 Turbo TGDI do Hyundai HB20 Platinum 2027 utiliza corrente de comando. Diferentemente de uma correia dentada, ela não possui um intervalo periódico de substituição equivalente previsto como item normal de manutenção. Isso não elimina os cuidados com o sistema: utilizar o lubrificante correto e cumprir as revisões continua sendo essencial para preservar motor, corrente e componentes associados.

    O Hyundai HB20 Platinum 2027 acomoda cinco ocupantes e tem porta-malas de 300 litros, capacidade coerente com a proposta de um hatch compacto. O motor turbo e o câmbio automático favorecem retomadas e ultrapassagens, enquanto o pacote de assistências acrescenta recursos úteis em viagens. Para famílias que carregam muita bagagem, porém, vale conferir pessoalmente o porta-malas: além dos 300 litros, o banco traseiro rebate de forma inteiriça, e não bipartida.

    Fiat Fiar Mobi Like 2025/2026

    Fiat Fiar Mobi Like 2025/2026

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    Preserva o visual robusto e urbano que o consagrou, com frente elevada, linhas retas e tampa traseira de vidro. A linha 2026 traz novo volante com base reta e painel redesenhado, inspirados no Argo e na Strada. Retrovisores e maçanetas agora têm acabamento em preto brilhoso, e as calotas aro 14 ganharam novo desenho. O porta-malas de 200 litros segue como destaque pela praticidade.

    Custo-benefício

    Com preço de tabela de R$ 80.060 e ofertas que chegam a R$ 66.990, é um dos carros mais baratos do país. O motor Firefly garante baixo consumo – até 15,8 km/l na estrada – e manutenção econômica, com revisões até 50 mil km somando cerca de R$ 3.900. Direção elétrica, ar-condicionado e controles de estabilidade reforçam o equilíbrio entre preço e conteúdo.

    Consistência mecânica

    O motor 1.0 Firefly de três cilindros, flex, entrega até 75 cv e 10,7 kgfm de torque. O comando por corrente dispensa trocas e aumenta a durabilidade, enquanto o câmbio manual de cinco marchas e a tração dianteira favorecem a economia. A suspensão robusta e o controle de estabilidade ampliam a segurança e o conforto ao rodar.

    Conforto interior e tecnologia

    Focado em praticidade, o interior utiliza plásticos texturizados e bancos em tecido com bom apoio lateral. O painel combina mostradores analógicos e tela digital de 3,5” com computador de bordo. Há ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, direção elétrica leve e aviso de pressão dos pneus. Os controles de tração e estabilidade e a assistência de partida em rampa completam o pacote de segurança ativa.

    Eficiência energética

    Prioriza economia, com consumo de até 14,5 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada com gasolina, ou 10,1 e 11,1 km/l com etanol. O coletor de escapamento integrado ao cabeçote ajuda o motor a atingir a temperatura ideal mais rápido, reduzindo consumo e emissões – um diferencial para o uso urbano.

    Críticas

    É elogiado pela robustez mecânica, economia e direção elétrica leve. O motor com corrente de comando reforça a confiabilidade. Em contrapartida, o porta-malas pequeno, o acabamento simples, a ausência de multimídia e os dois airbags limitam o conforto e revelam o perfil básico da versão de entrada.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    a combustão, flex
    Tipo
    1.0 Firefly
    Válvulas
    6
    Combustível
    etanol e gasolina
    Potência
    75 cv (E) 71 cv (G) 6000 rpm
    Cilindradas
    999 cm³
    Torque
    10,7 kgfm (E) 10 kgfm (G) a 3250 rpm
    Direção
    elétrica
    Tração
    dianteira
    Transmissão
    manual de 5 marchas

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    164 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    13,8 s
    Consumo urbano
    9,8 km/l (E) 14 km/l (G)
    Consumo rodoviário
    10,6 km/l (E) 15,1 km/l (G)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, McPherson
    Suspensão traseira
    eixo de torção
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    tambor
    Roda
    14”
    Pneu
    175/65 R14
    GWM Tank 300 Terraforce

    GWM Tank 300 Terraforce

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    Mantém o visual quadrado de jipe, faróis redondos Full LED e estepe na tampa traseira, mas ganha identidade própria. A série estreia pintura fosca Cinza Zenith, grade e rodas de 18" exclusivas, emblemas TerraForce e detalhes escurecidos. O rack de teto funcional reforça a proposta de expedição.

    Custo-benefício

    Por R$ 350 mil, custa R$ 8 mil a mais que a versão convencional e acrescenta itens exclusivos de fábrica, como rack funcional, rodas próprias e pintura fosca. A garantia é de cinco anos para o veículo e oito anos ou 200 mil km para a bateria.

    Consistência mecânica

    Mantém a construção sobre chassi de longarinas e o conjunto híbrido plug-in de 394 cv e 76,4 kgfm. A tração 4x4 traz reduzida e bloqueios dos diferenciais dianteiro e traseiro, enquanto o eixo rígido traseiro e as proteções inferiores reforçadas sustentam sua proposta para uso off-road mais exigente.

    Conforto interior e tecnologia

    A cabine traz bancos em couro Nappa, com ventilação no assento e encosto, além de oito modos de massagem para o motorista. Duas telas de 12,3" concentram painel e multimídia, com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Para o off-road, câmeras 540° com chassi transparente ajudam a visualizar obstáculos ao redor e sob o veículo.

    Eficiência energética

    Com bateria de 37,1 kWh, pode rodar 74 km no modo elétrico pelo Inmetro, o que favorece o uso diário sem combustível. A recarga aceita até 50 kW em DC e 6,6 kW em AC. Com a bateria no nível mínimo, faz 7,5 km/l na cidade e 7,6 km/l na estrada com gasolina.

    Críticas

    Recebe elogios pela capacidade off-road, conforto em viagens e relação entre preço e equipamentos exclusivos. Entre as ressalvas dos avaliadores estão o consumo, considerado elevado com pouca carga na bateria, o porta-malas de 360 litros e a tampa traseira lateral, que exige mais espaço para abertura.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    híbrido plug-in flex
    Tipo
    2.0 PHEV
    Válvulas
    16
    Combustível
    eletricidade, etanol e gasolina
    Potência
    394 cv (combinada)
    Cilindradas
    1998 cm³
    Torque
    76,4 kgfm (combinado)
    Direção
    elétrica
    Tração
    integral temporária
    Transmissão
    automático de 9 marchas
    Autonomia (Inmetro)
    74 km
    Capacidade de bateria
    37,1 kWh
    Potência de recarga
    6,6 kW (AC) / 50 kW (DC)

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    180 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    6,8 s
    Consumo urbano
    5,4 km/l (E) 7,5 km/l (G)
    Consumo rodoviário
    5,7 km/l (E) 7,6 km/l (G)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, braços sobrepostos
    Suspensão traseira
    eixo rígido
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    disco ventilado
    Roda
    18’’
    Pneu
    265/60 R18
    Hyundai HB20 Platinum

    Hyundai HB20 Platinum

    Design e possíveis alterações para modelos anteriores

    Mantém o visual do ano anterior, com grade em black piano, faróis com projetor e DRL em LED e rodas diamantadas de 16". Maçanetas cromadas e retrovisores com rebatimento elétrico reforçam a diferenciação da versão. Para 2027, não houve mudanças relevantes no desenho.

    Custo-benefício

    Por R$ 134.190 concentra o pacote mais completo da linha, com destaque para as assistências ADAS e o acabamento em couro. A garantia de cinco anos e a corrente de comando ajudam na previsibilidade dos gastos. Os valores das revisões somam cerca de R$ 5.700 até 60.000 km.

    Consistência mecânica

    O motor 1.0 turbo trabalha com câmbio automático de seis marchas com conversor de torque, conjunto já consolidado na linha e também utilizado no Creta. O coxim hidráulico ajuda a reduzir as vibrações do motor de três cilindros, enquanto a direção elétrica tem o motor instalado na coluna, menos exposto a danos por água.

    Conforto interior e tecnologia

    Traz bancos e volante revestidos em couro, ar-condicionado digital automático e carregador de celular por indução. A central de 8" oferece Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Para quem viaja atrás, há entrada USB-C dedicada, enquanto o volante tem ajustes de altura e profundidade.

    Eficiência energética

    Com gasolina faz 13,2 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada. Com etanol, registra 9,2 km/l e 10,2 km/l, respectivamente. Com tanque de 50 litros, pode superar 700 km entre abastecimentos em condições compatíveis com o consumo rodoviário oficial.

    Críticas

    Recebe elogios pelo pacote de segurança, acerto da suspensão e funcionamento suave do conjunto mecânico. Entre as críticas estão os faróis principais halógenos, o excesso de plásticos rígidos e a ausência de ACC. Na linha 2027, a retirada da manta acústica sob o capô também gerou ressalvas, sobretudo por ocorrer junto ao aumento de preço.

    MOTORIZAÇÃO

    Motorização
    a combustão, flex
    Tipo
    Turbo 1.0
    Válvulas
    12
    Combustível
    etanol e gasolina
    Potência
    115 cv (E) 115 cv (G) a 6000 rpm
    Cilindradas
    998 cm³
    Torque
    17,5 kgfm (E) 17,5 kgfm (G) a 1500 rpm
    Direção
    elétrica
    Tração
    dianteira
    Transmissão
    automático de 6 marchas

    DESEMPENHO

    Velocidade máx
    190 km/h
    Tempo 0-100 (km/h)
    10,7 s
    Consumo urbano
    9,2 km/l (E) 13,2 km/l (G)
    Consumo rodoviário
    10,2 km/l (E) 14,7 km/l (G)

    SUSPENSÃO / FREIO / RODA

    Suspensão dianteira
    independente, McPherson
    Suspensão traseira
    eixo de torção
    Freio dianteiro
    disco ventilado
    Freio traseiro
    tambor
    Roda
    16’’
    Pneu
    195/55 R16