Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



O modelo aposta em linhas sóbrias e robustas das clássicas picapes americanas. Mede 5,42 m e transmite imponência, com faróis Full LED, grade larga em cinza fosco e rodas aro 18 exclusivas da versão. Na traseira, lanternas com máscara negra reforçam a pegada agressiva. O interior traz materiais macios e cores discretas, alinhados ao gosto do consumidor brasileiro.
Chega com preço agressivo: R$ 220 mil, com acabamento e equipamentos dignos de versões topo de linha. Traz multimídia de 14,6”, painel digital, bancos elétricos e pacote de segurança avançado por um valor cobrado em versões básicas por seus rivais. A garantia de 10 anos reforça o apelo no custo-benefício.
Prioriza robustez com motor 2.4 turbodiesel de 184 cv e 48,9 kgfm, aliado ao câmbio automático de 9 marchas exclusivo no segmento. O chassi usa 99% de aço de alta resistência, a suspensão combina braços duplos na dianteira e eixo rígido atrás, e a tração 4x4 com reduzida e bloqueio traseiro assegura alta capacidade off-road e carga acima de 1 tonelada.
Surpreende pelo espaço generoso da cabine e pelo acabamento, com materiais de toque macio e bancos em couro ecológico. Vem equipada com painel digital de 10,25” e multimídia de 14,6” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de ACC com Stop & Go, AEB, visão 360° e conectividade remota via app My GWM.
A robustez do motor 2.4 turbodiesel, combinada ao câmbio automático de nove marchas, equilibra força e eficiência. De acordo com o Inmetro, entrega 9,5 km/l na cidade e 10,6 km/l na estrada, números competitivos para o porte. A autonomia supera 800 km, garantindo tranquilidade em viagens longas e uso intenso no trabalho.
Se destaca pelo custo-benefício agressivo, lista ampla de equipamentos, câmbio automático exclusivo e cabine espaçosa. Por outro lado, o motor 2.4 turbodiesel tem desempenho mais contido que rivais e a suspensão pode transmitir alguma trepidação em pisos irregulares, algo comum em picapes voltadas ao trabalho.
A versão 2025 traz mudanças visuais sutis em relação à anterior como, novos faróis full-LED com design atualizado e logo reformulado na grade dianteira. As dimensões e o interior permanecem iguais à versão de 2024. A principal alteração técnica foi a válvula termostática da bateria, que apresentou falhas e gerou recall, problema solucionado com a troca da peça ou atualização do software.
Seu custo médio é de R$ 284 mil, com revisões até 48 mil km por cerca de R$ 4.215. O seguro varia entre R$ 3.900 e R$ 7.000, dependendo da região. Com boa autonomia elétrica, garantia de 8 anos no sistema híbrido e custos de manutenção moderados, oferece conforto, espaço amplo e muita tecnologia com equipamentos modernos de segurança. Com assistentes que facilitam a direção, o conjunto completo traz ótimo custo-benefício para quem busca um SUV prático.
Com 393 cv e 77,7 kgfm, combina o motor turbo à combustão e dois elétricos. A direção elétrica com modos ajustáveis e a suspensão McPherson/Multilink garantem boa estabilidade. Os sete modos de condução oferecem versatilidade e as rodas aro 19’’ completam o conjunto com boa dinâmica e conforto ao rodar.
Traz conforto e espaço interno acima da média, com bancos ventilados, ar-condicionado digital dual zone, teto solar e acabamento moderno. Oferece tecnologias como câmera 360º, assistentes de faixa, piloto automático adaptativo e head-up display. Seu interior é amplo e funcional, com conectividade sem fio e recursos avançados de segurança e condução.
Sua motorização é à combustão, com dois motores internos elétricos. No modo elétrico, faz cerca de 19,7 kWh/100 km. Na estrada, seu consumo é de 10,4 km/l e na cidade, de 11,7 km/l. Com a bateria cheia pode rodar até 180 km, e a autonomia total combinada com o motor à combustão pode chegar a 1.000 km, unindo bom desempenho e conforto para o uso diário.
Há queixas pontuais de proprietários que relatam desconforto com os comandos do ar-condicionado apenas na tela, direção leve e volante afastado, câmbio giratório lento em manobras e som de baixa qualidade. Alguns usuários relataram ruído interno em baixa velocidade, acabamento simples e demora no pós-venda. Modelos 2025 tiveram falha na refrigeração da bateria, resolvida com atualização na concessionária.
Mantém o estilo marcante, com carroceria biton, teto solar panorâmico e faróis Full-LED com assinatura 3D. As lanternas traseiras seguem o padrão moderno e os novos emblemas identificam a versão. Houve ajustes nas opções de cores, como a ampliação do Cinza Selenium e a retirada do Azul Quasar.
O preço parte de R$ 162.990, posicionando a versão no topo da linha. O valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium: multimídia de 10,3”, conectividade via MyPeugeot, teto panorâmico, acabamento exclusivo e o conjunto de segurança ADAS. Embora elevado, o custo-benefício se sustenta pela entrega de tecnologia e sofisticação.
Combina o motor 1.0 turbo flex de 130 cv (etanol) ou 125 cv (gasolina) e 20,4 kgfm de torque com o sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, que inclui motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. O conjunto garante arrancadas suaves, regeneração em frenagens e Start & Stop eficiente. O câmbio CVT de 7 marchas simula trocas para equilibrar desempenho e consumo.
A cabine oferece acabamento refinado e recursos avançados. O painel digital i-Cockpit 3D Hybrid exibe dados do sistema em tempo real, a multimídia i-Connect Advanced de 10,3” garante interface moderna e os serviços conectados MyPeugeot ampliam a conveniência. Há ainda seis airbags e o pacote ADAS com frenagem automática, alerta de ponto cego e assistente de faixa.
O sistema híbrido leve assegura redução de até 12% no consumo e 8% nas emissões. Segundo o Inmetro, o modelo faz 9 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O motor elétrico auxilia em arrancadas, suaviza o Start & Stop e recupera energia em frenagens.
Recebe elogios pela eficiência energética, pacote de segurança abrangente, interior tecnológico e design premium. Em contrapartida, é apontado como caro para a categoria, com divergências nas fontes sobre o valor em relação ao modelo anterior. Também é criticado pelas poucas mudanças visuais externas, desempenho inalterado frente ao T200 flex e leve aumento de peso.
A GWM Poer P30 Trail 2026 vem equipada com motor 2.4 turbodiesel de 184 cv a 3.600 rpm e torque de 48,9 kgfm a 1.500 rpm. É um motor robusto, pensado para trabalhos pesados e uso off-road, aliado ao câmbio automático de 9 marchas – exclusivo no segmento.
Sim. A GWM Poer P30 Trail 2026 possui tração 4x4 temporária, com reduzida e bloqueio de diferencial traseiro de série, oferecendo segurança em terrenos difíceis e alta capacidade de uso fora de estrada.
Segundo o Inmetro, a GWM Poer P30 Trail 2026 faz 9,5 km/l em ciclo urbano e 10,6 km/l em rodovias. Para uma picape média turbodiesel de mais de 5,4 metros, esses números são considerados competitivos.
A GWM Poer P30 Trail 2026 transporta mais de 1 tonelada. Sua caçamba foi projetada para uso intenso, tornando-a adequada tanto para produtores rurais quanto para quem precisa de robustez no trabalho diário.
Entre os destaques estão painel digital de 10,25”, multimídia de 14,6” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, bancos em couro ecológico, ACC com Stop & Go, frenagem autônoma de emergência (AEB), câmera 360° e conectividade remota pelo app My GWM.
No lançamento, a GWM Poer P30 Trail 2026 foi oferecida a partir de R$ 220 mil em condições promocionais, valor que depois subiu para R$ 240 mil. Um dos maiores diferenciais está na garantia de fábrica de 10 anos, a mais extensa do segmento.
Seu preço é de R$181.220 e se posiciona entre as versões intermediárias da linha, oferecendo um pacote que combina itens de conforto, design atualizado e recursos de segurança. No segmento de SUVs compactos, disputa mercado com modelos como Jeep Renegade, Honda HR-V, Volkswagen T-Cross e Toyota Corolla Cross. Seu valor o coloca acima das versões de entrada, mas ainda abaixo da topo de linha, a Ultimate. Essa faixa de preço reflete uma proposta voltada a consumidores que buscam mais equipamentos e refinamento visual, sem chegar ao custo dos modelos mais completos. O Creta Platinum atende a quem deseja um SUV urbano com boa presença de mercado e conjunto equilibrado.
Ele apresenta um consumo equilibrado dentro da categoria dos SUVs compactos. Segundo dados do Inmetro, com etanol, o modelo faz 8,4 km/l na cidade e 9,0 km/l na estrada. Já com gasolina, os números sobem para 12,0 km/l em trajetos urbanos e 12,7 km/l em rodoviários. Esses resultados são proporcionados pelo motor 1.0 turbo flex aliado ao câmbio automático de seis marchas, oferecendo bom desempenho no dia a dia com foco em eficiência. O consumo é compatível com a proposta do veículo, que prioriza conforto e tecnologia, mantendo bons níveis de economia para quem busca um SUV versátil para uso misto entre cidade e estrada.
Seu interior é com acabamento moderno, combinando painéis redesenhados, duas telas de 10,25″ integradas e ar-condicionado de controle digital de duas zonas. Conta com banco do motorista ventilado, carregador sem fio, câmera 360°, saídas de ar traseiras e sensores dianteiros e traseiros, elevando o conforto e a conveniência. Apesar do uso de plásticos rígidos, o conjunto transmite boa percepção visual. No mercado de SUVs compactos, o Creta se destaca por entregar tecnologias comuns em versões topo por um preço mais competitivo, beneficiando motoristas e passageiros com um ambiente funcional, confortável e atualizado, que atende bem ao uso urbano e rodoviário.
Seu motor é equipado com o 1.0 Kappa TGDI, três cilindros, 12 válvulas com comando variável, turboalimentado e injeção direta, gerando 120 cv e 17,5 kgfm de torque. O conjunto conta com pistões leves de alumínio e bloco compacto, priorizando eficiência e desempenho urbano. A transmissão é automática de seis marchas, com trocas suaves. Esse conjunto privilegia economia e dirigibilidade, mas não tem foco esportivo. No mercado, posiciona-se como opção racional entre os SUVs compactos, oferecendo um equilíbrio entre desempenho e consumo para o uso diário, competindo com modelos como VW T-Cross 200 TSI e Honda HR-V 1.5 aspirado.
O Hyundai Creta 2025 vs. 2024 apresenta mudanças importantes. No exterior, o visual arredondado cede lugar a linhas retas, grade retangular e faróis de LED no para-choque, além de lanternas traseiras conectadas por barra iluminada e rodas atualizadas. No interior, chega um painel com duas telas de 10,25″ e ar-condicionado de duas zonas (antes apenas uma), além de mais recursos de assistência (ADAS). A motorização 1.0 turbo permanece, mas ganhou calibração mais eficiente; a versão Ultimate substitui o 2.0 aspirado por um 1.6 turbo com câmbio DCT de sete marchas. Dimensões e porta-malas se mantêm, assim como o espaço interno e muitos itens de segurança. O acabamento melhorou, mas ainda utiliza materiais semelhantes ao modelo anterior.
Embora bem equipado, apresenta pontos negativos relevantes. A conectividade com Android Auto e Apple CarPlay exige cabo, mesmo com tela grande. O acabamento interno ainda utiliza muito plástico rígido e o isolamento acústico é limitado, comprometendo o conforto em rodovias. O banco do motorista não tem ajuste elétrico de altura, apenas manual. O motor 1.0 turbo entrega desempenho básico, mas pode ser insuficiente em retomadas e ultrapassagens. Há também relatos recorrentes de falhas no sistema de injeção, resolvidas apenas com atualizações temporárias. Além disso, o porta-malas, embora espaçoso, tem formato interno que dificulta o uso total do volume disponível.
O Peugeot 2008 GT 1.0 Hybrid 2026 é a versão topo de linha do SUV e tem preço de tabela a partir de R$ 162.990. Apesar de elevado, o valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium, que inclui teto solar panorâmico, carroceria biton, quadro de instrumentos i-Cockpit 3D Hybrid, multimídia de 10,3” e pacote de assistências ADAS completo.
O modelo traz o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, que entrega até 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, além de 20,4 kgfm de torque. Ele é combinado ao sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, formado por motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. Esse conjunto garante arrancadas mais suaves, regeneração de energia em frenagens e um Start & Stop praticamente instantâneo.
Segundo a ficha técnica, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e alcança velocidade máxima de 195 km/h. Esses números colocam a versão entre os destaques da categoria em termos de agilidade. O câmbio automático do tipo CVT, que simula sete marchas, ajuda a equilibrar consumo e desempenho.
De acordo com o Inmetro, o modelo faz 9,0 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13,0 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O sistema híbrido leve garante redução de até 12% no consumo urbano e até 8% nas emissões de CO₂, tornando-o mais eficiente que a versão T200 apenas a combustão.
A versão GT oferece interior refinado com teto solar panorâmico, seis airbags, ar-condicionado digital, painel digital i-Cockpit 3D Hybrid e central multimídia i-Connect Advanced de 10,3” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, traz serviços conectados via aplicativo MyPeugeot, carregador de celular por indução e pacote ADAS com assistente de faixa, alerta de ponto cego, frenagem automática e detector de fadiga.
Entre os pontos fortes estão o design premium, tecnologia híbrida leve eficiente, pacote ADAS abrangente e interior tecnológico. Já os pontos a observar incluem o preço elevado, poucas mudanças externas em relação ao modelo anterior, desempenho praticamente igual ao do T200 sem sistema híbrido e um leve aumento de peso pela inclusão das baterias.