Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.


Mantém o visual quadrado de jipe, faróis redondos Full LED e estepe na tampa traseira, mas ganha identidade própria. A série estreia pintura fosca Cinza Zenith, grade e rodas de 18" exclusivas, emblemas TerraForce e detalhes escurecidos. O rack de teto funcional reforça a proposta de expedição.
Por R$ 350 mil, custa R$ 8 mil a mais que a versão convencional e acrescenta itens exclusivos de fábrica, como rack funcional, rodas próprias e pintura fosca. A garantia é de cinco anos para o veículo e oito anos ou 200 mil km para a bateria.
Mantém a construção sobre chassi de longarinas e o conjunto híbrido plug-in de 394 cv e 76,4 kgfm. A tração 4x4 traz reduzida e bloqueios dos diferenciais dianteiro e traseiro, enquanto o eixo rígido traseiro e as proteções inferiores reforçadas sustentam sua proposta para uso off-road mais exigente.
A cabine traz bancos em couro Nappa, com ventilação no assento e encosto, além de oito modos de massagem para o motorista. Duas telas de 12,3" concentram painel e multimídia, com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Para o off-road, câmeras 540° com chassi transparente ajudam a visualizar obstáculos ao redor e sob o veículo.
Com bateria de 37,1 kWh, pode rodar 74 km no modo elétrico pelo Inmetro, o que favorece o uso diário sem combustível. A recarga aceita até 50 kW em DC e 6,6 kW em AC. Com a bateria no nível mínimo, faz 7,5 km/l na cidade e 7,6 km/l na estrada com gasolina.
Recebe elogios pela capacidade off-road, conforto em viagens e relação entre preço e equipamentos exclusivos. Entre as ressalvas dos avaliadores estão o consumo, considerado elevado com pouca carga na bateria, o porta-malas de 360 litros e a tampa traseira lateral, que exige mais espaço para abertura.
A linha 2026 abandona o visual controverso anterior e adota desenho mais equilibrado. A traseira passa a ter barra de LED contínua, enquanto a dianteira ficou mais alta e robusta, com grade ampla e DRL em LED. As rodas de 16” mantêm o perfil funcional. Por dentro, o painel ganha integração visual com a multimídia e acabamento em tecido.
Com preço na faixa de R$ 156 mil, entrega pacote ADAS e conectividade por valor próximo ao de versões básicas do segmento. As revisões até 60.000 km giram em torno de R$ 5.000 a R$ 5.500, com programa de preço fixo. A garantia de 5 anos sem limite de quilometragem para uso particular reforça a previsibilidade.
O conjunto 1.0 Turbo GDI flex entrega torque já em 1.500 rpm, favorecendo respostas rápidas no uso urbano. O câmbio automático de 6 marchas privilegia suavidade nas trocas. A suspensão McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira prioriza conforto, com rodar macio e adequado às vias brasileiras.
Oferece bom espaço interno e porta-malas de 422 litros, referência no segmento. A central de 8” tem espelhamento sem fio e o sistema Bluelink amplia a conectividade. Conta com chave presencial, partida por botão e câmera de ré. O acabamento é simples, com bancos em tecido e ar-condicionado manual.
Com gasolina, registra 12 km/l na cidade e 12,7 km/l na estrada. No etanol, faz 8,4 km/l e 9 km/l, respectivamente. Os números são competitivos para um SUV compacto turbo automático, equilibrando desempenho e economia no uso urbano e rodoviário.
A inclusão do pacote Hyundai SmartSense nesta versão recebe elogios, assim como o bom espaço interno e o conforto de rodagem. O custo-benefício também é bem avaliado. Em contrapartida, o acabamento usa muito plástico rígido, não há ACC e o freio de estacionamento segue manual. Faróis halógenos também geram ressalvas.
Sim, a recarga frequente faz bastante diferença. Com os 74 km de autonomia elétrica pelo Inmetro, é possível cobrir muitos deslocamentos cotidianos praticamente sem acionar o motor a combustão. Com pouca carga disponível, porém, o consumo oficial cai para 7,5 km/l na cidade e 7,6 km/l na estrada com gasolina; com etanol, são 5,4 e 5,7 km/l. É justamente essa diferença que faz a possibilidade de carregar em casa ou no trabalho pesar bastante na decisão de compra.
A bateria tem 37,1 kWh e aceita até 6,6 kW em corrente alternada (AC) e 50 kW em corrente contínua (DC). Portanto, o tempo depende da potência disponível no carregador e do nível inicial da bateria. Para quem pretende aproveitar os 74 km de autonomia elétrica com frequência, ter um ponto de recarga residencial torna o uso do sistema plug-in bem mais conveniente.
Dá, porque o carro não depende da tomada para continuar rodando: quando a carga diminui, o sistema híbrido utiliza o motor 2.0 turbo flex em conjunto com a eletrificação. A questão é econômica. Sem recargas frequentes, o proprietário aproveita menos uma das principais vantagens do PHEV e passa a conviver com consumo de 7,5 km/l na cidade com gasolina ou 5,4 km/l com etanol. Esse é um dos pontos mais relevantes para decidir se o Tank combina com a rotina do comprador.
Apesar da construção sobre chassi e da forte preparação 4x4, o Tank 300 também foi pensado para oferecer bastante conforto no uso cotidiano. O TerraForce traz bancos dianteiros ventilados no assento e encosto, massagem para o motorista, duas telas de 12,3", ar-condicionado de duas zonas e amplo pacote de assistências. A própria discussão entre interessados mostra essa dúvida entre escolher o Tank ou um SUV mais urbano quando o carro raramente sairá do asfalto.
Essa é uma preocupação real nas discussões sobre o modelo, principalmente por seu pouco tempo de mercado no Brasil. Ainda não existe histórico brasileiro suficiente para avaliar sua durabilidade depois de muitos anos de uso. Como proteção para o comprador, a GWM oferece cinco anos de garantia para o veículo e oito anos ou 200 mil km para a bateria, desde que respeitadas as condições da fabricante.
Para quem realmente quer a edição especial, o acréscimo é relativamente pequeno diante do preço total do veículo. Por R$ 350 mil, o TerraForce custa R$ 8 mil a mais e acrescenta pintura fosca Cinza Zenith, rodas exclusivas, rack de teto funcional, identidade visual própria e melhorias nos bancos, além de ser limitado a 300 unidades. A mecânica e a capacidade off-road, porém, permanecem essencialmente as mesmas. Portanto, o valor adicional está principalmente na exclusividade, no conforto e nos equipamentos específicos da série. A própria GWM confirma a produção limitada a 300 unidades.
Não. O Hyundai Creta Comfort Safety 2026 traz o pacote Hyundai SmartSense com frenagem autônoma de emergência e assistente de permanência em faixa, mas não inclui piloto automático adaptativo (ACC). O controle de cruzeiro é convencional.
Sim, o Hyundai Creta Comfort Safety 2026 registra 12 km/l na cidade e 12,7 km/l na estrada com gasolina. No etanol, faz 8,4 km/l e 9 km/l. São números competitivos para um SUV compacto 1.0 turbo automático.
O Hyundai Creta Comfort Safety 2026 custa entre R$ 151.290 e R$ 154.990 e se destaca por oferecer pacote de segurança avançado sem exigir versões mais caras. Para quem prioriza ADAS e espaço interno, o custo-benefício é forte.
Sim. O Hyundai Creta Comfort Safety 2026 oferece bom espaço traseiro e porta-malas de 422 litros, um dos maiores do segmento. A suspensão confortável também favorece o uso diário com passageiros.
Não. O Hyundai Creta Comfort Safety 2026 utiliza freio de estacionamento manual por alavanca. O sistema eletrônico aparece apenas em versões superiores.
Sim. O Hyundai Creta Comfort Safety 2026 conta com garantia de fábrica de 5 anos sem limite de quilometragem para uso particular, o que reforça a previsibilidade e a confiança na compra.