Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Diferente das versões anteriores (HEV2 e PHEV34), esta versão traz inovações importantes: bateria maior de 19 kWh, e recarga rápida em corrente contínua. Seu interior é renovado e conta com tecnologias avançadas como o pacote ADAS Nível 2+. Representa um equilíbrio ideal entre desempenho e inovação na linha H6.
Com preços entre R$ 240 mil e R$ 245 mil, o modelo entrega um excelente custo-benefício, aliando autonomia elétrica competitiva, recarga rápida e tecnologias exclusivas. A GWM oferece garantia estendida e manutenção programada, tornando o Haval H6 PHEV19 uma escolha atraente para quem procura um SUV híbrido plug-in moderno.
O motor 1.5 turbo à gasolina, combinado com o motor elétrico, entrega potência total de 326 cv. Conta com recarga rápida DC (de 30% a 80% em 28 minutos) e o sistema V2L (Vehicle-to-Load), que fornece energia a dispositivos externos. A transmissão DHT de dupla embreagem com duas marchas e a gestão eletrônica inteligente garantem desempenho eficiente e versátil.
O modelo oferece alto nível de conforto, com bancos de couro ventilados, ar-condicionado digital dual zone e teto solar panorâmico. Inclui central multimídia de 12,3”, comandos por voz, ADAS Nível 2+ e sistema V2L. Traz segurança, conectividade e praticidade para uma experiência premium.
Seu motor híbrido possui autonomia elétrica de até 74 km (Inmetro). À combustão, seu tanque de 55 L atinge cerca de 748 km na cidade e 677 km na estrada, com consumo médio de 13,6 km/l e 12,3 km/l, respectivamente. A autonomia total varia conforme o uso, estilo de condução e condições do trajeto.
Recebe críticas por seu consumo inferior ao de alguns concorrentes. Seu grande porte e diâmetro de giro de 12 metros podem dificultar manobras. O volante, mais fino, pode comprometer a empunhadura. Por outro lado, sobressai-se na autonomia elétrica e na velocidade de recarga.
Mantém o estilo marcante, com carroceria biton, teto solar panorâmico e faróis Full-LED com assinatura 3D. As lanternas traseiras seguem o padrão moderno e os novos emblemas identificam a versão. Houve ajustes nas opções de cores, como a ampliação do Cinza Selenium e a retirada do Azul Quasar.
O preço parte de R$ 162.990, posicionando a versão no topo da linha. O valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium: multimídia de 10,3”, conectividade via MyPeugeot, teto panorâmico, acabamento exclusivo e o conjunto de segurança ADAS. Embora elevado, o custo-benefício se sustenta pela entrega de tecnologia e sofisticação.
Combina o motor 1.0 turbo flex de 130 cv (etanol) ou 125 cv (gasolina) e 20,4 kgfm de torque com o sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, que inclui motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. O conjunto garante arrancadas suaves, regeneração em frenagens e Start & Stop eficiente. O câmbio CVT de 7 marchas simula trocas para equilibrar desempenho e consumo.
A cabine oferece acabamento refinado e recursos avançados. O painel digital i-Cockpit 3D Hybrid exibe dados do sistema em tempo real, a multimídia i-Connect Advanced de 10,3” garante interface moderna e os serviços conectados MyPeugeot ampliam a conveniência. Há ainda seis airbags e o pacote ADAS com frenagem automática, alerta de ponto cego e assistente de faixa.
O sistema híbrido leve assegura redução de até 12% no consumo e 8% nas emissões. Segundo o Inmetro, o modelo faz 9 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O motor elétrico auxilia em arrancadas, suaviza o Start & Stop e recupera energia em frenagens.
Recebe elogios pela eficiência energética, pacote de segurança abrangente, interior tecnológico e design premium. Em contrapartida, é apontado como caro para a categoria, com divergências nas fontes sobre o valor em relação ao modelo anterior. Também é criticado pelas poucas mudanças visuais externas, desempenho inalterado frente ao T200 flex e leve aumento de peso.
Traz design externo mais robusto, com nova grade, faróis finos em LED, para-lamas redesenhados e caçamba com lanternas verticais. Por dentro, o interior foi totalmente modernizado: painel digital, central flutuante de 12” e console elevado reforçam conforto, sofisticação e conectividade.
Com preço projetado a partir de R$ 309 mil e R$ 360 mil, alia robustez, motorização eficiente e alto valor de revenda. A nova versão híbrida promete reduzir custos com combustível, enquanto o pacote completo de segurança e tecnologia reforça o valor agregado. A tradição da Toyota garante manutenção confiável e previsível.
A Hilux 2026 mantém sua base estrutural robusta com melhorias na suspensão e adoção de freios a disco nas quatro rodas. Agora com direção elétrica, espera-se condução mais suave e precisa. Com versões 4x4 e transmissão automática de 6 marchas, o modelo equilibra tradição e evolução mecânica com confiança.
Eleva o padrão de conforto com cabine redesenhada, novos materiais e mais espaço interno. O console central foi remodelado para maior ergonomia, e o painel digital permite personalização total das informações. A central multimídia oferece comandos por voz e atualizações remotas, reforçando a proposta high-tech.
Aposta na eficiência com novas motorizações híbridas. O sistema leve (MHEV) com motor 2.8 turbodiesel reduz consumo e emissões, enquanto a versão plug-in híbrida alia potência de 326 cv a menor gasto de combustível. A eletrificação marca o compromisso da Toyota com desempenho limpo e economia
A Hilux 2026 avança em tecnologia, conforto e eletrificação, mantendo sua reputação de robustez e liderança. Porém, a plataforma estrutural pouco alterada e o preço elevado geram críticas. A resposta da Toyota foca em sofisticação e eficiência para enfrentar rivais cada vez mais tecnológicos.
Traz preços competitivos frente a rivais como o BYD Song Plus – entre R$ 240 mil e R$ 245 mil. A marca oferece recompra garantida, wallbox grátis, taxa zero, pacote de conectividade, manutenção com preço fixo, além de garantia de 8 anos para a bateria e 5 anos para o veículo.
A autonomia elétrica é de até 74 km (Inmetro) ou 115 km (WLTP). Com a bateria descarregada, consome 13,6 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada. A autonomia total pode chegar a 748 km em ciclo urbano e 677 km em ciclo rodoviário.
O destaque é a potência de 326 cv, aceleração de 0 a 100 km/h em 7,6 s e recarga rápida DC de 33 kW, além do sistema V2L. Recupera energia nas frenagens e mantém o ar-condicionado ativo mesmo com o motor à combustão desligado.
Acabamento premium em preto, off-white e detalhes em bronze. Painel digital, head-up display, Android Auto/Apple CarPlay sem fio, comandos por voz, ar digital dual zone, bancos elétricos com aquecimento e ventilação, teto solar panorâmico e carregador por indução.
ADAS Nível 2+, seis airbags, ACC com Stop & Go, frenagem automática, alerta de ponto cego, assistência de faixa, reconhecimento de placas, câmera 360°, ISOFIX, controle de estabilidade, alerta de fadiga, monitor de pressão dos pneus e faróis com DRL automático.
Sim. Avaliado com nota 9,7 em conforto e espaço interno, oferece bom espaço para cinco ocupantes. O porta-malas tem 560 litros, nota 9,4 em avaliações de capacidade e versatilidade.
A bateria LFP de 19 kWh tem garantia de 8 anos ou 200 mil km. O valor de substituição não é divulgado, mas a GWM planeja produção nacional para reduzir custos.
O Peugeot 2008 GT 1.0 Hybrid 2026 é a versão topo de linha do SUV e tem preço de tabela a partir de R$ 162.990. Apesar de elevado, o valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium, que inclui teto solar panorâmico, carroceria biton, quadro de instrumentos i-Cockpit 3D Hybrid, multimídia de 10,3” e pacote de assistências ADAS completo.
O modelo traz o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, que entrega até 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, além de 20,4 kgfm de torque. Ele é combinado ao sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, formado por motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. Esse conjunto garante arrancadas mais suaves, regeneração de energia em frenagens e um Start & Stop praticamente instantâneo.
Segundo a ficha técnica, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e alcança velocidade máxima de 195 km/h. Esses números colocam a versão entre os destaques da categoria em termos de agilidade. O câmbio automático do tipo CVT, que simula sete marchas, ajuda a equilibrar consumo e desempenho.
De acordo com o Inmetro, o modelo faz 9,0 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13,0 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O sistema híbrido leve garante redução de até 12% no consumo urbano e até 8% nas emissões de CO₂, tornando-o mais eficiente que a versão T200 apenas a combustão.
A versão GT oferece interior refinado com teto solar panorâmico, seis airbags, ar-condicionado digital, painel digital i-Cockpit 3D Hybrid e central multimídia i-Connect Advanced de 10,3” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, traz serviços conectados via aplicativo MyPeugeot, carregador de celular por indução e pacote ADAS com assistente de faixa, alerta de ponto cego, frenagem automática e detector de fadiga.
Entre os pontos fortes estão o design premium, tecnologia híbrida leve eficiente, pacote ADAS abrangente e interior tecnológico. Já os pontos a observar incluem o preço elevado, poucas mudanças externas em relação ao modelo anterior, desempenho praticamente igual ao do T200 sem sistema híbrido e um leve aumento de peso pela inclusão das baterias.
Sim. A grande novidade da linha 2026 é a entrada da Hilux no universo dos eletrificados. Ela contará com uma versão híbrida leve (MHEV), que associa o motor 2.8 turbodiesel a um sistema de 48V, oferecendo melhor desempenho com menor consumo e emissões. Já a versão topo de linha deve vir com conjunto híbrido plug-in (PHEV), combinando motor 2.4 turbo a gasolina com motor elétrico e potência total de até 326 cv.
Ainda não foram divulgados dados oficiais da nova linha, mas a expectativa é que a versão com sistema híbrido leve supere os números atuais, que são de 9,3 km/l na cidade e 10 km/l na estrada. O sistema MHEV melhora partidas, aceleração e economia em uso urbano. Já o modelo híbrido plug-in deverá ser ainda mais eficiente em trajetos curtos, podendo rodar parte do tempo apenas no modo elétrico.
A picape ganhou um novo visual externo, mais robusto e moderno, e uma cabine completamente reformulada. Agora conta com painel digital, central multimídia flutuante de 12”, console elevado e acabamento mais refinado. Além disso, recebeu melhorias mecânicas como suspensão recalibrada, direção elétrica e freios a disco nas quatro rodas. A segurança também avançou, com novo pacote ADAS.
Os preços oficiais ainda não foram confirmados, mas a estimativa é de R$ 235 mil nas versões de entrada com cabine simples e câmbio manual, podendo ultrapassar R$ 360 mil nas configurações mais completas e eletrificadas. Os valores variam conforme o nível de equipamentos e tipo de motorização.
Sim. Apesar de sua vocação para o trabalho pesado, a nova Hilux foi refinada para atender também quem busca conforto no dia a dia. A direção elétrica, os novos assistentes de condução e a cabine mais silenciosa e tecnológica tornam a picape mais prática e agradável nas cidades.
Mantém, sim. A tradicional tração 4x4 com reduzida segue presente nas versões intermediárias e topo de linha, garantindo desempenho off-road de alto nível. É uma das marcas registradas do modelo.