Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Aposta em um visual ousado, com teto, rodas e retrovisores em preto brilhante, além de aerofólio e antena tipo barbatana. A cor exclusiva Vermelho Supernova perolizado reforça o apelo esportivo, enquanto a ponteira cromada e as pedaleiras metálicas completam o visual refinado. O diferencial está no estilo e na sofisticação estética.
Parte de R$ 152.800 e acrescenta apenas R$ 3.000 à versão Touring convencional. A diferença está no pacote esportivado, que inclui teto e rodas escurecidas, ponteira cromada e pedaleiras metálicas. Mantém o mesmo motor 1.5 de 126 cv, o câmbio CVT e o pacote Honda Sensing, o que garante confiabilidade e manutenção acessível.
O conjunto mecânico é consagrado. O motor 1.5 DOHC Vtec aspirado entrega 126 cv e 15,8 kgfm, aliado ao câmbio CVT com simulação de sete marchas e paddle shifts. A tração dianteira e os freios a disco nas quatro rodas asseguram eficiência e segurança. É um conjunto robusto, durável e de confiabilidade comprovada.
Destaque para o interior espaçoso e o alto nível tecnológico. O sistema Magic Seat amplia a versatilidade, e os bancos em couro com costuras brancas elevam o conforto. A multimídia de 8” com espelhamento sem fio, o ar digital de dupla zona, o carregador por indução e o pacote Honda Sensing entregam sofisticação e segurança.
O motor 1.5 DOHC Vtec e o câmbio CVT garantem equilíbrio entre desempenho e economia. Segundo o Inmetro, o hatch faz 13,2 km/l na cidade e 15 km/l na estrada com gasolina. O uso de corrente de comando reforça a durabilidade e o baixo custo operacional.
A versão é elogiada pelo conjunto mecânico confiável, tecnologia completa e versatilidade interna. O visual esportivado agrada, mas o acréscimo de R$ 3.000 frente à Touring é apenas estético. Na avaliação de alguns proprietários, o porta-malas de 268 litros limita o uso em viagens e uma opção turbo ustificaria melhor o apelo Sport.
O visual combina linhas robustas com soluções modernas, criando uma identidade marcante. A dianteira reúne grade tridimensional, faróis full LED interligados por uma barra iluminada e acabamento em black piano. As maçanetas embutidas, as rodas diamantadas de 20” e as lanternas traseiras em LED que cruzam toda a tampa do porta-malas reforçam a proposta sofisticada.
Com preço promocional de R$ 179.990, o CS75 reúne porte de SUV médio, ampla lista de equipamentos e acabamento sofisticado por um valor competitivo. A proposta ganha força com itens pouco comuns na faixa de preço, como três telas integradas, banco do passageiro com função Zero Gravidade e massagem, além do pacote ADAS de nível 2. A garantia de 7 anos ou 150 mil km reforça a confiança no conjunto.
O motor 1.5 turbo de 180 cv trabalha em conjunto com o câmbio automático Aisin de oito marchas, reconhecido pelas trocas suaves e pela elevada durabilidade. A suspensão independente nas quatro rodas recebeu calibração específica para o mercado brasileiro, proporcionando bom equilíbrio entre conforto e estabilidade em diferentes condições de piso.
O conforto a bordo vai além do amplo espaço interno. O banco do passageiro com função Zero Gravidade, apoio para as pernas e oito modos de massagem é um dos grandes diferenciais do modelo. Na tecnologia, o conjunto reúne três telas integradas que somam mais de 37”, sistema de som Pioneer com 14 alto-falantes, câmera 540° e pacote ADAS de nível 2, além do sistema de estacionamento remoto.
O conjunto mecânico entrega consumo compatível com a proposta de um SUV médio a combustão. Pelo Inmetro, o CS75 registra até 10,5 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada com gasolina, além de 7,2 km/l e 8,5 km/l, respectivamente, com etanol. Em avaliações práticas, as médias de consumo ficaram muito próximas dos números oficiais, o que reforça a eficiência do modelo no uso diário.
Tem visual moderno, inspirado no Sentra, com linhas equilibradas e proporções bem resolvidas. A dianteira traz faróis halógenos com máscara negra e detalhes cromados, enquanto a traseira usa lanternas fumê que avançam sobre a tampa do porta-malas. A versão de entrada mantém rodas de liga leve aro 15 e retrovisores em plástico preto, preservando boa aparência sem perder simplicidade.
Entrega um dos melhores valores da categoria. Custa cerca de R$ 118 mil, mas ganha forte apelo nas vendas diretas e descontos PCD que podem reduzir o preço para perto de R$ 91 mil. O motor 1.6 aspirado e o câmbio CVT são confiáveis e baratos de manter, enquanto seis airbags, alerta de colisão e chave presencial reforçam o pacote.
O Versa Sense 1.6 AT 2026 é reconhecido pela robustez mecânica. O motor 1.6 aspirado de 113 cv usa corrente de comando e não apresenta histórico de falhas crônicas. É durável, simples e confiável, com potencial para altos quilometragens. Os tuchos mecânicos exigem regulagem periódica, e o câmbio CVT privilegia suavidade e economia.
A versão oferece cabine confortável, com bancos Zero Gravity, boa posição de dirigir e direção elétrica leve. O espaço traseiro é amplo e o porta-malas passa dos 460 litros. Entrega seis airbags, alerta de colisão com frenagem, controle de estabilidade, chave presencial, farol automático e multimídia de 7” com Android Auto e CarPlay via cabo.
O Versa Sense prioriza economia. O motor 1.6 aspirado com câmbio CVT registra 11,5 km/l na cidade e 15 km/l na estrada com gasolina. No etanol, marca 7,9 e 10,5 km/l. O tanque de 41 litros garante boa autonomia, especialmente com gasolina. O conjunto privilegia eficiência e entrega consumo competitivo entre os sedãs compactos.
O Honda City Touring Sport 2026 se destaca pelo pacote visual exclusivo. Recebe teto, retrovisores e rodas em preto brilhante, antena tipo barbatana e ponteira cromada. É vendido apenas na cor Vermelho Supernova e mantém o mesmo conjunto mecânico e tecnológico da versão Touring.
Não. A versão Touring Sport segue com o motor 1.5 DOHC Vtec aspirado, que entrega 126 cv e 15,8 kgfm de torque. O câmbio CVT simula sete marchas e pode ser controlado pelas borboletas no volante. O foco está na suavidade e na confiabilidade, não em desempenho esportivo.
De acordo com o Inmetro, o Honda City Touring Sport 2026 faz 13,2 km/l na cidade e 15 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, as médias ficam em 9,2 e 10,5 km/l. É um dos hatches mais eficientes do segmento, equilibrando bem potência, economia e conforto de condução.
Sim. O espaço interno é amplo, especialmente no banco traseiro, e o sistema Magic Seat permite várias configurações para acomodar bagagens ou objetos altos. O ar digital de duas zonas, bancos em couro e suspensão bem ajustada fazem do hatch um carro ideal para rodar sem cansaço.
O hatch topo de linha vem equipado com multimídia de 8” com espelhamento sem fio, carregador por indução e painel digital de 7”. O pacote Honda Sensing adiciona assistentes como ACC com função Stop and Go, frenagem automática e permanência em faixa. Também traz câmera de ponto cego LaneWatch e freio eletrônico com Brake Hold.
Depende do perfil do motorista. O modelo custa R$ 152.800 e entrega tudo que a Honda oferece em tecnologia, conforto e segurança. Mas, como as mudanças são apenas visuais, quem busca o melhor custo-benefício pode optar pela versão Touring, que tem o mesmo desempenho por um preço menor.
O Caoa Changan CS75 se destaca por oferecer muito espaço interno, ampla lista de equipamentos e acabamento refinado por um valor competitivo dentro do segmento. Para quem procura um SUV médio completo e prioriza espaço, conforto e equipamentos, é uma das opções mais interessantes da faixa de preço.
Segundo o Inmetro, o Caoa Changan CS75 registra até 10,5 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, as médias são de 7,2 km/l no ciclo urbano e 8,5 km/l no rodoviário. Em avaliações práticas, os números ficaram próximos aos dados oficiais.
Sim. O Caoa Changan CS75 mede 4,77 metros de comprimento e possui entre-eixos de 2,80 metros, dimensões superiores às do Jeep Compass. O resultado é uma cabine bastante espaçosa para cinco ocupantes e um porta-malas que pode chegar a 725 litros com o assoalho rebaixado.
Sim. O Caoa Changan CS75 vem equipado com pacote ADAS de nível 2, incluindo controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência e assistente de permanência em faixa. Também oferece câmera com visão 540° e sistema de estacionamento remoto.
Os dois seguem propostas diferentes. O Caoa Changan CS75 prioriza espaço interno, equipamentos e um conjunto mecânico tradicional a combustão. Já o GWM Haval H6 aposta na eletrificação e em maior eficiência energética. A melhor escolha depende do perfil de uso e da importância que cada comprador dá ao consumo, desempenho e tecnologia híbrida.
Não há divulgação oficial do custo das revisões periódicas, mas o Caoa Changan CS75 utiliza um conjunto mecânico tradicional, com motor 1.5 turbo, câmbio automático Aisin de oito marchas e corrente de comando. Além disso, a marca oferece garantia de 7 anos ou 150 mil km.
Sim. A versão é reconhecida pelo amplo espaço interno, porta-malas grande (466–482 L), direção elétrica leve e consumo eficiente com gasolina (11,5 km/l cidade e 15 km/l estrada). O motor 1.6 aspirado e o câmbio CVT entregam funcionamento suave e alta durabilidade, fatores que fazem o modelo ser muito procurado por motoristas de app e táxi.
Sim. Esse motor 1.6 16V flex aspirado é um dos mais confiáveis da categoria. Ele usa corrente de comando, não possui turbo, nem injeção direta e não apresenta problemas crônicos. Com manutenção básica em dia, costuma ultrapassar 300–500 mil km sem intervenções caras. A única exigência é a regulagem eventual das válvulas (tuchos mecânicos).
Para gasolina, sim - bastante. O sedã faz 11,5 km/l na cidade e 15 km/l na estrada. No etanol, fica mais gastão, com queda de cerca de 30% no consumo devido ao tipo de combustão (7,9 km/l cidade e 10,5 km/l estrada). A aerodinâmica do sedã favorece médias estáveis e boa autonomia com o tanque de 41 litros.
Sim. A versão Sense é considerada uma das mais completas do segmento. De série, traz seis airbags, alerta de colisão frontal (FCW) com frenagem inteligente, controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, farol automático, chave presencial e rodas de liga leve 15". Para um sedã de entrada, o pacote é acima da média.
O câmbio CVT da Nissan é um dos mais duráveis do mercado quando usado com manutenção correta. Ele simula até seis marchas e privilegia suavidade e economia. Não há histórico de falhas crônicas nessa geração, desde que as revisões e trocas de fluido sejam seguidas conforme o manual.
A versão de entrada usa faróis e lanternas halógenas, painel analógico com tela de 3,5", multimídia simples de 7" (com espelhamento via cabo), plástico rígido nas portas traseiras e banco traseiro inteiriço. Não oferece carregador por indução nem acabamento premium: itens reservados às versões Advance e Exclusive.
Entre os pontos positivos, se destaca pelo excelente aproveitamento do espaço interno, pela ampla lista de equipamentos e pelo conjunto mecânico, que alia o câmbio automático Aisin ao bom acerto da suspensão. Já entre os aspectos menos favoráveis, alguns avaliadores observam que a ausência de motorização híbrida pode pesar diante de alguns concorrentes e apontam que a concentração de comandos na central multimídia reduz a praticidade em determinadas situações.
Recebe elogios pela mecânica extremamente confiável, pelos seis airbags, pelo alerta de colisão com frenagem e pelo amplo espaço interno. As críticas recaem no acabamento simples com muito plástico, multimídia de 7’’ antiga, faróis halógenos, ausência de itens como banco traseiro bipartido e desempenho apenas correto com etanol.