Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.


A linha 2026 abandona o visual controverso anterior e adota desenho mais equilibrado. A traseira passa a ter barra de LED contínua, enquanto a dianteira ficou mais alta e robusta, com grade ampla e DRL em LED. As rodas de 16” mantêm o perfil funcional. Por dentro, o painel ganha integração visual com a multimídia e acabamento em tecido.
Com preço na faixa de R$ 156 mil, entrega pacote ADAS e conectividade por valor próximo ao de versões básicas do segmento. As revisões até 60.000 km giram em torno de R$ 5.000 a R$ 5.500, com programa de preço fixo. A garantia de 5 anos sem limite de quilometragem para uso particular reforça a previsibilidade.
O conjunto 1.0 Turbo GDI flex entrega torque já em 1.500 rpm, favorecendo respostas rápidas no uso urbano. O câmbio automático de 6 marchas privilegia suavidade nas trocas. A suspensão McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira prioriza conforto, com rodar macio e adequado às vias brasileiras.
Oferece bom espaço interno e porta-malas de 422 litros, referência no segmento. A central de 8” tem espelhamento sem fio e o sistema Bluelink amplia a conectividade. Conta com chave presencial, partida por botão e câmera de ré. O acabamento é simples, com bancos em tecido e ar-condicionado manual.
Com gasolina, registra 12 km/l na cidade e 12,7 km/l na estrada. No etanol, faz 8,4 km/l e 9 km/l, respectivamente. Os números são competitivos para um SUV compacto turbo automático, equilibrando desempenho e economia no uso urbano e rodoviário.
A inclusão do pacote Hyundai SmartSense nesta versão recebe elogios, assim como o bom espaço interno e o conforto de rodagem. O custo-benefício também é bem avaliado. Em contrapartida, o acabamento usa muito plástico rígido, não há ACC e o freio de estacionamento segue manual. Faróis halógenos também geram ressalvas.
Comparado ao modelo 2025, traz avanços como teto biton preto, antena shark e rodas escurecidas, ausentes na linha anterior. o painel ganhou novos grafismos e o console central elevado agora integra um apoio de braço mais robusto. Além disso, todas as versões passaram a ter seis airbags, melhorando a segurança.
Por valor médio de R$120.000, oferece bom custo-benefício com câmera 360º e carregador por indução nas versões Iconic Plus. Seu espaço interno e robustez se destacam no segmento, por isso, é o quatro rodas ideal para quem busca um SUV versátil, seguro e equipado por um preço competitivo.
Sua motorização é 1.6 aspirado flex, com 16 válvulas, 109 cv (gasolina) e 112 cv (etanol), torque de 15,3 a 15,6 kgfm, atualizado para atender ao Proconve L8. Oferece transmissão manual ou automática CVT. A suspensão McPherson na dianteira e eixo rígido na traseira, garantem conforto e estabilidade, com boa distância do solo e ângulos para uso off-road.
Sua parte interior oferece bom espaço interno e suspensão bem calibrada para absorver imperfeições. Conta com multimídia de 8", espelhamento sem fio, carregador por indução, seis airbags e mais portas USB. O acabamento interno é simples, com plásticos rígidos. A dirigibilidade é, em geral, segura: o CVT entrega trocas suaves no uso diário, ainda que alguns proprietários relatem travamentos pontuais em situações de alta carga.
O motor do Duster 2026 é 1.6 SCe, atualizado pelo Proconve L8, perdeu potência, mas manteve eficiência. Seu consumo chega a 12,4 km/l com gasolina na versão manual (11,4 km/l no CVT); com o câmbio manual, a autonomia ultrapassa 570 km. Tem bom equilíbrio urbano e rodoviário, com câmbio CVT de 7 marchas. O sistema start-stop, presente em todas as versões, reduz o consumo em paradas prolongadas.
Embora atualizado, enfrenta críticas pontuais: acabamento interno rústico, falhas na central multimídia, câmbio CVT com relatos de travamento, suspensão com ruídos e amortecedores problemáticos, maçanetas frágeis e molduras soltas. Faltam recursos como alerta de faixa e colisão. O design veterano também pesa frente a rivais modernos.
Não. O Hyundai Creta Comfort Safety 2026 traz o pacote Hyundai SmartSense com frenagem autônoma de emergência e assistente de permanência em faixa, mas não inclui piloto automático adaptativo (ACC). O controle de cruzeiro é convencional.
Sim, o Hyundai Creta Comfort Safety 2026 registra 12 km/l na cidade e 12,7 km/l na estrada com gasolina. No etanol, faz 8,4 km/l e 9 km/l. São números competitivos para um SUV compacto 1.0 turbo automático.
O Hyundai Creta Comfort Safety 2026 custa entre R$ 151.290 e R$ 154.990 e se destaca por oferecer pacote de segurança avançado sem exigir versões mais caras. Para quem prioriza ADAS e espaço interno, o custo-benefício é forte.
Sim. O Hyundai Creta Comfort Safety 2026 oferece bom espaço traseiro e porta-malas de 422 litros, um dos maiores do segmento. A suspensão confortável também favorece o uso diário com passageiros.
Não. O Hyundai Creta Comfort Safety 2026 utiliza freio de estacionamento manual por alavanca. O sistema eletrônico aparece apenas em versões superiores.
Sim. O Hyundai Creta Comfort Safety 2026 conta com garantia de fábrica de 5 anos sem limite de quilometragem para uso particular, o que reforça a previsibilidade e a confiança na compra.
Por valores médios de R$120.000 no mercado nacional, compete diretamente com SUVs compactos populares, como o Jeep Renegade 1.3 Turbo, Hyundai Creta Action 1.6 e Nissan Kicks Active 1.6 CVT. Apesar de estar posicionado em uma faixa de preço mais acessível que alguns concorrentes, o Duster mantém seu apelo graças ao custo-benefício e à robustez características do modelo. Essa combinação faz dele uma escolha competitiva, especialmente para quem busca um SUV com bom espaço e desempenho adequado.
O Renault Duster Iconic Plus 1.6 CVT apresenta consumo equilibrado para o segmento. Com gasolina, faz cerca de 10,8 km/l na cidade e 11,4 km/l na rodovia, enquanto com etanol, o consumo é de aproximadamente 7,6 km/l na cidade e 8,3 km/l na estrada. Esses números refletem a motorização aspirada 1.6 SCe, que teve leves ajustes para atender às normas do Proconve L8, mantendo eficiência razoável para uso urbano e rodoviário. O sistema start-stop contribui para reduzir o consumo em paradas, mas o conjunto prioriza robustez e desempenho em terrenos variados, alinhando-se às expectativas de um SUV compacto.
As principais diferenças entre o Renault Duster Iconic Plus 1.6 e o 1.3 Turbo estão na motorização e desempenho. O 1.6 é aspirado, oferecendo consumo mais econômico, porém desempenho mais modesto. Já o 1.3 Turbo entrega até 163 cv com etanol e 156 cv com gasolina, com aceleração mais rápida e maior torque, proporcionando uma condução mais ágil. O 1.3 Turbo conta com transmissão CVT que simula oito marchas, enquanto o 1.6 usa CVT XTRONIC de sete marchas virtuais. O 1.3 Turbo é mais caro e voltado para quem busca desempenho, enquanto o 1.6 foca em economia e robustez.
Seu acabamento interno tem a predominância de plásticos rígidos, mas inclui revestimentos premium e alguns detalhes que melhoram a percepção de qualidade. O espaço interno é amplo, com bancos ergonômicos e apoio de braço na versão topo, oferecendo conforto básico para ocupantes. Em termos de tecnologia, dispõe de central multimídia de 8 polegadas com espelhamento sem fio, carregador por indução, sistema de câmeras 360° e sensores de chuva e luminosidade, recursos que auxiliam na condução e no uso diário do veículo.
O Renault Duster Iconic Plus 1.6 traz motor 1.6 aspirado flex, com 16 válvulas, que entrega 109 cv com gasolina e 112 cv com etanol, além de torque de 15,3 kgfm (gasolina) e 15,6 kgfm (etanol). O câmbio pode ser manual de 5 marchas ou automático CVT XTRONIC, que simula sete marchas, melhorando a dirigibilidade. O motor atualizado atende às normas Proconve L8, com leve redução de potência, mas mantém bom equilíbrio entre desempenho e eficiência. A suspensão McPherson na dianteira e eixo rígido na traseira oferece robustez e conforto, enquanto a alta distância do solo de 23,7 cm garante boa capacidade off-road em comparação aos concorrentes.
Apresenta algumas limitações em relação aos concorrentes no mercado atual. Seu design é considerado ultrapassado e pouco arrojado, refletindo os 13 anos de mercado do modelo. O acabamento interno mantém plástico rígido predominante, deixando a sensação de rusticidade. Faltam tecnologias avançadas de segurança, como alerta de saída de faixa e frenagem automática. Relatos de donos apontam problemas comuns, como barulhos no painel, dificuldades com maçanetas internas, falhas na central multimídia e travamentos no câmbio CVT. A disponibilidade e demora na reposição de peças também são questões apontadas.