Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Mantém o visual renovado em 2024, com grade cromada, faróis full LED em “L” e lanternas interligadas. As rodas diamantadas de 18’’ reforçam a modernidade. No interior, o acabamento bicolor em couro sintético e o par de telas de 10,25’’ elevam o padrão. A novidade está na ampliação da oferta de bancos em couro e no BlueLink de série em todas as versões.
Com preços a partir de R$ 199 mil, o Creta Ultimate é caro para um compacto, mas compensa pela lista de equipamentos. Inclui pacote ADAS completo, teto solar panorâmico, central multimídia avançada e garantia de 5 anos. O valor elevado o coloca próximo de SUVs médios, mas o conteúdo justifica o investimento.
Equipa motor 1.6 turbo a gasolina de 150 cv e torque de 19,6 kgfm (193 Nm), associado ao câmbio automático de 8 marchas. Alcança 210 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 7,8 s. A suspensão dianteira independente e a direção elétrica oferecem estabilidade, enquanto o eixo de torção traseiro prioriza conforto no uso urbano.
Aposta em sofisticação: bancos em couro claro, cabine espaçosa, banco do motorista com ventilação e teto solar panorâmico. Em tecnologia, entrega painel digital, central multimídia de 10,25’’, piloto automático adaptativo com Stop&Go, câmera 360°, monitoramento de ponto cego e conectividade BlueLink gratuita por cinco anos.
Mantém consumo competitivo: 11,9 km/l em ciclo urbano e 13,5 km/l em rodoviário, segundo o Inmetro. A calibração do câmbio automático de 8 marchas favorece viagens eficientes, com giros baixos que equilibram economia e força.
É elogiado pelo pacote tecnológico, interior sofisticado e equilíbrio entre consumo e desempenho. Os pontos de atenção são o preço elevado, que o aproxima de SUVs médios, o motor apenas a gasolina, o uso de plásticos rígidos em partes do acabamento e a regulagem manual de altura do banco do motorista.
O modelo 2026 aposta em um design moderno, com linhas facetadas que reforçam a identidade atual da marca e dão ar de sofisticação. A terceira geração é vista como uma evolução marcante em relação à anterior, considerada menos harmoniosa. Destaque para a dianteira com grade em black piano, rodas diamantadas de 16” na versão Platinum e traseira redesenhada com lanterna conectada.
Entrega um dos melhores custos-benefícios do segmento: parte de R$ 95.790 na versão Comfort e chega a R$ 129.650 na Platinum turbo, mantendo preços competitivos frente a Polo, Onix e 208. Além de 5 anos de garantia, tem revisões transparentes e acessíveis – cerca de R$ 6.500 em 10 anos.
Com motores 1.0 aspirado ou 1.0 turbo GDI, equilibra eficiência e desempenho. O turbo entrega 120 cv e 17,5 kgfm já a 1.500 rpm, garantindo agilidade em retomadas e ultrapassagens. O câmbio automático de seis marchas é suave e preciso, enquanto a suspensão bem calibrada combina conforto e estabilidade.
Oferece interior confortável e bem-acabado, com bancos em couro sintético perfurado, volante ajustável em profundidade e bom espaço para todos os ocupantes. O isolamento acústico e a suspensão equilibrada trazem mais comodidade no dia a dia. Em tecnologia, destaca-se o Bluelink de série, central multimídia ágil de 8”, painel digital, ar digital e pacote ADAS completo nas versões top.
Alia desempenho e economia, com médias competitivas em sua categoria. No 1.0 aspirado, chega a 13,4 km/l na cidade e 15,4 km/l na estrada com gasolina. Já o 1.0 turbo registra até 14,7 km/l na estrada, oferecendo boa autonomia com tanque de 50 L – cerca de 700 km. Direção elétrica e câmbio automático de seis marchas ajudam a reduzir consumo e ruído em viagens.
Mais elogiado do que criticado, se destaca pela segurança, Bluelink de série e preço competitivo frente a rivais. Entre críticas, ficam os faróis halógenos, seta traseira baixa, banco não bipartido e limitações nas versões de entrada, como volante sem ajuste e ausência de sensores.
Preserva o visual robusto e urbano que o consagrou, com frente elevada, linhas retas e tampa traseira de vidro. A linha 2026 traz novo volante com base reta e painel redesenhado, inspirados no Argo e na Strada. Retrovisores e maçanetas agora têm acabamento em preto brilhoso, e as calotas aro 14 ganharam novo desenho. O porta-malas de 200 litros segue como destaque pela praticidade.
Com preço de tabela de R$ 80.060 e ofertas que chegam a R$ 66.990, é um dos carros mais baratos do país. O motor Firefly garante baixo consumo – até 15,8 km/l na estrada – e manutenção econômica, com revisões até 50 mil km somando cerca de R$ 3.900. Direção elétrica, ar-condicionado e controles de estabilidade reforçam o equilíbrio entre preço e conteúdo.
O motor 1.0 Firefly de três cilindros, flex, entrega até 75 cv e 10,7 kgfm de torque. O comando por corrente dispensa trocas e aumenta a durabilidade, enquanto o câmbio manual de cinco marchas e a tração dianteira favorecem a economia. A suspensão robusta e o controle de estabilidade ampliam a segurança e o conforto ao rodar.
Focado em praticidade, o interior utiliza plásticos texturizados e bancos em tecido com bom apoio lateral. O painel combina mostradores analógicos e tela digital de 3,5” com computador de bordo. Há ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, direção elétrica leve e aviso de pressão dos pneus. Os controles de tração e estabilidade e a assistência de partida em rampa completam o pacote de segurança ativa.
Prioriza economia, com consumo de até 14,5 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada com gasolina, ou 10,1 e 11,1 km/l com etanol. O coletor de escapamento integrado ao cabeçote ajuda o motor a atingir a temperatura ideal mais rápido, reduzindo consumo e emissões – um diferencial para o uso urbano.
É elogiado pela robustez mecânica, economia e direção elétrica leve. O motor com corrente de comando reforça a confiabilidade. Em contrapartida, o porta-malas pequeno, o acabamento simples, a ausência de multimídia e os dois airbags limitam o conforto e revelam o perfil básico da versão de entrada.
Sim. Embora custe cerca de R$ 199 mil, o Hyundai Creta Ultimate 2026 entrega um pacote único na categoria. Ele é o SUV compacto mais sofisticado do Brasil, com motor 1.6 turbo de 150 cv e aceleração de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos. Além disso, oferece pacote ADAS completo, teto solar panorâmico, interior sofisticado em couro claro e duas telas digitais de 10,25”. Ou seja, o Creta Ultimate 2026 entrega conteúdo comparável a SUVs médios, mas em um formato mais compacto.
O Hyundai Creta Ultimate 2026 surpreende ao equilibrar desempenho com economia. Segundo o Inmetro, faz 11,9 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada com gasolina. Em testes reais, o Creta Ultimate 2026 registrou médias próximas de 10 km/l em uso urbano e até 15,1 km/l em rodoviário. Para um SUV com motor turbo, os números são considerados bastante eficientes.
Não. O Hyundai Creta Ultimate 2026 é movido apenas a gasolina. Ele utiliza o motor 1.6 turbo GDI de injeção direta, que gera 150 cv e 19,6 kgfm (193 Nm) de torque. A ausência da tecnologia flex é vista como um ponto negativo no mercado brasileiro, já que rivais oferecem a possibilidade de abastecimento com etanol. Em compensação, o conjunto garante bom desempenho e eficiência.
O Hyundai Creta Ultimate 2026 se destaca pelo requinte e pelo espaço. A cabine acomoda bem cinco ocupantes, com entre-eixos de 2,61 m e porta-malas de 422 litros. O interior traz couro em tom claro, teto solar panorâmico, ar-condicionado digital dual-zone, saídas traseiras de ventilação e banco do motorista com ventilação e ajustes elétricos. O rodar é silencioso e confortável, reforçando a sensação de sofisticação.
O Hyundai Creta Ultimate 2026 vem equipado com um dos pacotes mais completos da categoria. O sistema ADAS inclui piloto automático adaptativo (ACC) com Stop&Go, câmera 360º com visão 3D, monitoramento de ponto cego (com imagem no painel digital), alerta de colisão com frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa e alerta de tráfego cruzado traseiro. São recursos geralmente encontrados em SUVs médios e até premium.
Embora bastante completo, o Hyundai Creta Ultimate 2026 recebe tem críticas pontuais. O preço elevado o coloca na faixa de SUVs médios. O motor 1.6 turbo não é flex, limitando a escolha de combustível. O câmbio automático de 8 marchas pode ter manutenção custosa a longo prazo. Há ainda excesso de plásticos rígidos no interior, regulagem manual de altura no banco do motorista e detalhes de ergonomia e acabamento que destoam do valor cobrado.
Na linha 2026, o Hyundai HB20 Platinum 1.0 turbo automático aparece como a versão mais sofisticada do hatch. Ele é oferecido por R$ 129.650, valor competitivo diante de rivais diretos como Volkswagen Polo Highline (R$ 131 mil) e Chevrolet Onix Premier (na faixa de R$ 125 mil a R$ 130 mil). Além do design marcante e acabamento premium, o preço inclui um conjunto mecânico eficiente, o sistema Bluelink de série e itens de segurança avançados.
Dentro da gama hatch do HB20 2026, a versão Platinum 1.0 turbo AT é a mais cara, chegando a R$ 129.650. É justamente ela que concentra o pacote mais completo de conforto, tecnologia e segurança, incluindo o sistema Bluelink, painel digital, ar-condicionado automático e o conjunto ADAS (com frenagem autônoma, detector de fadiga, assistente de faixa, alerta de tráfego cruzado, entre outros). Em termos de custo-benefício, se posiciona bem porque entrega recursos próximos a modelos de categorias superiores por um valor ainda competitivo.
A versão Platinum Safety 1.0 TGDI AT 2025, que antecedeu a linha 2026, teve preços divulgados em diferentes referências: em anúncios oficiais chegou a R$ 119.390, enquanto em portais automotivos como a Webmotors foi listada a partir de R$ 128.010. Essa variação se explica por condições de mercado, regiões e campanhas comerciais da época. Em qualquer cenário, a Platinum Safety manteve o posicionamento como a mais completa da família, oferecendo os recursos de segurança ativa que a diferenciam das demais versões.
A versão Platinum, em alguns catálogos chamada de Platinum Safety, é a mais completa do Hyundai HB20. Ela reúne todos os destaques do modelo: acabamento refinado, bancos em couro sintético perfurado, volante revestido com ampla regulagem, painel digital, central multimídia ágil, ar digital, carregador por indução, rodas diamantadas de 16” com pneus Michelin Primacy 4 e o sistema Bluelink de série. Na segurança, conta com seis airbags, controles eletrônicos e o pacote ADAS completo, que inclui frenagem autônoma, alerta de saída segura, assistente de permanência em faixa, detector de fadiga e farol alto adaptativo. É a configuração que entrega o conjunto mais equilibrado e sofisticado do hatch.
A atual linha HB20 2026 – já disponível nas concessionárias – não representa uma nova geração, mas sim uma atualização com reorganização de versões, itens de série e preços ajustados. A nova geração está prevista para o final de 2026 ou início de 2027, com mudanças profundas no design (visual mais futurista, faróis em LED interligados, lanternas traseiras que atravessam a tampa do porta-malas), plataforma renovada e possivelmente adoção de mild hybrid (híbrido leve) para aumentar a eficiência energética.
A Hyundai incluiu a tonalidade Cinza Shadow na paleta de cores da linha 2026 do HB20 e HB20S. Essa cor sólida – inspirada no estilo “Nardo Grey” da Audi – traz um visual discreto e elegante. Está disponível nas versões Comfort, Limited e Platinum, tanto no hatch quanto no sedã. Além da Cinza Shadow, seguem disponíveis Preto Onix, Branco Atlas (sólidas), Cinza Silk, Prata Sand e a perolizada Azul Sapphire.
O modelo tem preço de tabela em torno de R$ 80.060, segundo fontes de lançamento. No entanto, promoções permitem valores a partir de cerca de R$ 66.790, conforme parâmetros de financiamento especiais. Esse cenário coloca o Mobi Like como uma opção de entrada muito acessível para seu segmento.
Com motor 1.0 Firefly de três cilindros e classificação «E» segundo o INMETRO, ele faz valores estimados para gasolina de até 14,5 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada). Já com etanol, há estimativas de aproximadamente 10,1 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada). Esses números o tornam uma das opções mais econômicas no uso urbano.
O Mobi Like traz de série controle de tração (ASR), controle de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus. O número de airbags é limitado à versão de entrada – o que pode pesar para quem prioriza segurança ativa e passiva com mais recursos.
O porta-malas conta com aproximadamente 200 litros, o que é compatível com sua categoria, mas inferior a alguns concorrentes. O espaço para passageiros no banco traseiro é considerado apertado para adultos em viagens mais longas , o que reforça o perfil mais urbano do veículo.
O motor 1.0 Firefly utiliza corrente de comando (em vez de correia dentada), o que reduz a frequência de manutenção desse componente importante. Quanto às revisões, estimativas indicam que até os 50.000 km o custo pode ficar em torno de R$ 3.900, considerando serviço em concessionária autorizada. Essa robustez mecânica favorece o custo-benefício no médio prazo.
Depende do perfil. Se o uso for majoritariamente urbano, com deslocamentos diários, o Mobi Like se destaca por economia, manutenção simples e praticidade. Já para quem percorre muitos quilômetros rodoviários, faz viagens longas ou busca mais espaço e potência, pode valer considerar modelos com autonomia, desempenho ou acabamento superior – pois esse modelo mostra limitações em viagens e em conforto para adultos atrás.