Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Seu visual marcante é um dos grandes atrativos. A dianteira traz DRL em LED em formato de bumerangue e faróis modernos, enquanto a traseira exibe lanternas únicas e detalhes em black piano. Em relação às gerações anteriores, evoluiu com cockpit panorâmico de duas telas curvadas de 12,3’’ e seletor de câmbio rotativo.
Com preço de tabela em R$ 287.190, mas reduzido a R$ 267.190 com bônus promocional, entrega pacote completo e bom valor de revenda. Foi eleito o SUV médio híbrido leve menos poluente e tem revisões programadas de R$ 922 a R$ 1.602 a cada 10 mil km. A garantia é de 5 anos. O ponto de atenção é o câmbio DCT a seco, que pode gerar dúvidas sobre o custo de manutenção futura.
O conjunto mecânico traz motor 1.6 turbo a gasolina de 180 cv e 27 kgfm, com corrente de comando e aceleração de 0 a 100 km/h em 9,1 s. O sistema híbrido leve 48V auxilia em acelerações e reduz consumo com recursos como Start Stop estendido e modo “velejar”. A suspensão multilink traseira reforça conforto e estabilidade, mas a transmissão de dupla embreagem a seco continua sendo um ponto de atenção.
O interior alia requinte e tecnologia de ponta, com acabamento premium em couro e camurça, bancos dianteiros com ventilação, aquecimento e ajustes elétricos, além de teto solar panorâmico. O cockpit panorâmico integra duas telas de 12,3”, com conectividade sem fio, carregador por indução e pacote ADAS avançado, incluindo câmera 360º e monitor de ponto cego exibido no painel.
O sistema híbrido leve (MHEV 48V) recupera energia e auxilia nas acelerações. Segundo o Inmetro, a versão faz 11,9 km/l na cidade e 12,5 km/l na estrada, resultados competitivos para um SUV médio. Recursos como Start Stop estendido e modo “velejar” contribuem para a economia de combustível e a redução das emissões de CO₂.
A versão é elogiada pelo design futurista, interior refinado, conforto generoso e pacote tecnológico completo, com destaque para o monitor de ponto cego projetado no painel. O motor 1.6 turbo de 180 cv também agrada pelo desempenho. Por outro lado, o preço elevado e o câmbio DCT a seco são as críticas mais recorrentes, além de pequenos detalhes simples que destoam do valor do SUV.
Mantém o estilo marcante, com carroceria biton, teto solar panorâmico e faróis Full-LED com assinatura 3D. As lanternas traseiras seguem o padrão moderno e os novos emblemas identificam a versão. Houve ajustes nas opções de cores, como a ampliação do Cinza Selenium e a retirada do Azul Quasar.
O preço parte de R$ 162.990, posicionando a versão no topo da linha. O valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium: multimídia de 10,3”, conectividade via MyPeugeot, teto panorâmico, acabamento exclusivo e o conjunto de segurança ADAS. Embora elevado, o custo-benefício se sustenta pela entrega de tecnologia e sofisticação.
Combina o motor 1.0 turbo flex de 130 cv (etanol) ou 125 cv (gasolina) e 20,4 kgfm de torque com o sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, que inclui motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. O conjunto garante arrancadas suaves, regeneração em frenagens e Start & Stop eficiente. O câmbio CVT de 7 marchas simula trocas para equilibrar desempenho e consumo.
A cabine oferece acabamento refinado e recursos avançados. O painel digital i-Cockpit 3D Hybrid exibe dados do sistema em tempo real, a multimídia i-Connect Advanced de 10,3” garante interface moderna e os serviços conectados MyPeugeot ampliam a conveniência. Há ainda seis airbags e o pacote ADAS com frenagem automática, alerta de ponto cego e assistente de faixa.
O sistema híbrido leve assegura redução de até 12% no consumo e 8% nas emissões. Segundo o Inmetro, o modelo faz 9 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O motor elétrico auxilia em arrancadas, suaviza o Start & Stop e recupera energia em frenagens.
Recebe elogios pela eficiência energética, pacote de segurança abrangente, interior tecnológico e design premium. Em contrapartida, é apontado como caro para a categoria, com divergências nas fontes sobre o valor em relação ao modelo anterior. Também é criticado pelas poucas mudanças visuais externas, desempenho inalterado frente ao T200 flex e leve aumento de peso.
Mantém o visual do facelift 2023: faróis de LED com DRL, grade de linhas retas e lanternas escurecidas. No Sense, o conjunto é sóbrio, com para-choques simples e interior de plásticos rígidos com faixa de tecido. Volante multifuncional padrão (sem couro/paddles). Traz acabamento focado em praticidade, sem adereços esportivos.
Parte de R$ 108.990. Para o Sense (170 TSI), o pacote Revisões Planejadas com as 3 primeiras revisões sai por R$ 1.989.
Usa o 1.0 TSI 170 (3 cil./12V, injeção direta e turbo) – até 116 cv e 16,8 kgfm – pareado ao câmbio manual MQ200 de 5 marchas e tração dianteira. Traz suspensão McPherson na frente e eixo de torção atrás, com freios disco/tambor. Seu conjunto é robusto, de baixo custo e calibrado para uso urbano-rodoviário.
Traz 6 airbags, ESC, assistente de partida em rampa, faróis de LED com DRL e frenagem pós-colisão. No painel, cluster digital de 8" e áudio Media Plus II (sem VW Play). Ar-condicionado convencional; acabamento simples com plásticos rígidos e bancos dianteiros de encosto fixo.
O 1.0 turbo flex alia bom fôlego a baixo consumo: faz 13,2 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada com gasolina; com etanol, 9,2 km/l (urbano) e 11,2 km/l (rodoviário). Na prática, o escalonamento do câmbio manual de 5 marchas favorece giro baixo e ajuda a manter a economia no dia a dia.
Bastante elogiado pelo bom espaço interno e porta-malas, além do conjunto com câmbio manual que responde bem na cidade. Recebe críticas para o acabamento simples com muito plástico, bancos dianteiros de encosto fixo, ar-condicionado convencional, ausência de multimídia VW Play, além da falta de retrovisores elétricos e mimos de conforto.
O modelo é equipado com motor 1.6 turbo (T-GDI) híbrido leve 48V (MHEV), operando apenas com gasolina. Ele gera 180 cv a 5.500 rpm e 27 kgfm de torque a 1.500 rpm. A transmissão é automatizada de 7 marchas, com tração dianteira.
Conforme etiquetas oficiais e dados da Kia, o modelo atinge 11,9 km/l em uso urbano e 12,5 km/l em estrada. Esses números são bastante competitivos para um SUV médio com motorização híbrida leve.
O preço público sugerido é de R$ 287.190, mas a Kia está oferecendo um bônus de R$ 20.000, reduzindo o valor para R$ 267.190 para veículos com pintura sólida (sem necessidade de troca de usado) até certo limite de estoque.
Inclui acabamento em couro e materiais soft touch, bancos dianteiros com aquecimento, ventilação e ajustes elétricos (inclusive lombar). Teto solar panorâmico e sistema de som com tela sensível ao toque. Também traz telas integradas de 12,3”, conectividade sem fio Apple CarPlay/Android Auto, carregador por indução e pacote ADAS com câmeras 360°, monitor de ponto cego projetado no painel e piloto adaptativo.
O sistema MHEV 48V recupera energia nas frenagens e desacelerações para auxiliar o motor em acelerações, reduzindo consumo e emissões. Ele também permite funcionalidades como o Start-Stop estendido e o modo "velejar", em que o motor é desligado durante rodagem em inércia.
O maior risco apontado é o câmbio DCT a seco de 7 marchas, que historicamente pode apresentar falhas. Mesmo que a Kia afirme ter aprimorado esse conjunto, é uma área em que potenciais custos de manutenção futura devem ser considerados. Outro ponto frequentemente citado é o preço elevado, mesmo com desconto promocional, comparável a modelos mais sofisticados.
O Peugeot 2008 GT 1.0 Hybrid 2026 é a versão topo de linha do SUV e tem preço de tabela a partir de R$ 162.990. Apesar de elevado, o valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium, que inclui teto solar panorâmico, carroceria biton, quadro de instrumentos i-Cockpit 3D Hybrid, multimídia de 10,3” e pacote de assistências ADAS completo.
O modelo traz o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, que entrega até 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, além de 20,4 kgfm de torque. Ele é combinado ao sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, formado por motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. Esse conjunto garante arrancadas mais suaves, regeneração de energia em frenagens e um Start & Stop praticamente instantâneo.
Segundo a ficha técnica, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e alcança velocidade máxima de 195 km/h. Esses números colocam a versão entre os destaques da categoria em termos de agilidade. O câmbio automático do tipo CVT, que simula sete marchas, ajuda a equilibrar consumo e desempenho.
De acordo com o Inmetro, o modelo faz 9,0 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13,0 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O sistema híbrido leve garante redução de até 12% no consumo urbano e até 8% nas emissões de CO₂, tornando-o mais eficiente que a versão T200 apenas a combustão.
A versão GT oferece interior refinado com teto solar panorâmico, seis airbags, ar-condicionado digital, painel digital i-Cockpit 3D Hybrid e central multimídia i-Connect Advanced de 10,3” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, traz serviços conectados via aplicativo MyPeugeot, carregador de celular por indução e pacote ADAS com assistente de faixa, alerta de ponto cego, frenagem automática e detector de fadiga.
Entre os pontos fortes estão o design premium, tecnologia híbrida leve eficiente, pacote ADAS abrangente e interior tecnológico. Já os pontos a observar incluem o preço elevado, poucas mudanças externas em relação ao modelo anterior, desempenho praticamente igual ao do T200 sem sistema híbrido e um leve aumento de peso pela inclusão das baterias.
Na versão Sense, o foco é o essencial: acabamento simples (plásticos rígidos), bancos dianteiros com encosto fixo, ar-condicionado convencional e sem multimídia VW Play de série. Faltam mimos de conforto presentes nas versões superiores (ex.: ar digital, mais ajustes e materiais internos).
Preço sugerido: R$ 108.990. Pode variar por região, pintura e opcionais/acessórios. Em geral, posiciona-se como a porta de entrada da linha, ficando abaixo das versões automáticas e das configurações 200/250 TSI.
No Sense 1.0 TSI manual (Inmetro): 13,2 km/l cidade e 15,8 km/l estrada (gasolina); 9,2 km/l cidade e 11,2 km/l estrada (etanol). Valores podem variar conforme uso (trânsito, carga, relevo e estilo de condução).
O Sense é manual. Nas versões automáticas (6 marchas Aisin), a VW geralmente não prevê troca periódica em uso normal (fluido “longo uso”). Em uso severo, recomenda inspeção e eventual troca conforme manual do proprietário. Boas práticas: avaliar por volta de 60–80 mil km ou se houver trancos, patinação ou ruídos.
Faz 0–100 km/h em 9,8 s e atinge 201 km/h de velocidade máxima (com etanol).
521 litros, um dos maiores do segmento; entre-eixos de 2,65 m ajuda no espaço traseiro.