Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.


Estreia com design mais reto, substituindo as linhas curvas da L200. Ganhou nova grade larga, DRLs em “L” e faróis full LED, além de lanternas traseiras em “T” e caçamba redesenhada. Cresceu em todas as dimensões, oferecendo mais espaço interno, acabamento premium e volante com ajuste de altura e profundidade – raridade no segmento.
Com preços a partir de R$ 255.990, a Triton 2026 oferece pacote completo de segurança, tecnologia e robustez para uso no trabalho ou lazer. As revisões até 60.000 km custam em média R$ 10.254, o seguro varia entre R$ 3.680 e R$ 5.400.
O novo chassi Mega Frame, mais leve e resistente, aliado à suspensão recalibrada, aumenta estabilidade e durabilidade. A direção elétrica inédita no segmento, o câmbio de 6 marchas e a tração 4x4 avançada (nas versões topo) asseguram controle e segurança em diferentes terrenos, mantendo a picape pronta para usos intensos.
Traz bancos em couro premium com ajustes elétricos, ar-condicionado dual-zone, isolamento acústico aprimorado e soluções práticas de armazenamento. Na tecnologia, conta com painel digital, central multimídia de até 9”, carregador por indução, câmera 360° (Katana) e pacote ADAS completo nas versões topo.
A Triton 2026 se destaca pelos consumos de 9,5 km/l na cidade e 11,7 km/l na estrada, com autonomia superior a 1.000 km por tanque. Conta com sistema Start-Stop para economia em paradas e ARLA 32 para reduzir emissões, equilibrando desempenho e responsabilidade ambiental.
É elogiada pela robustez, foco off-road, motor potente e econômico, interior confortável e pacote de segurança avançado. No asfalto, porém, a suspensão traseira com feixe de molas ainda transmite vibrações em pisos irregulares, ficando atrás de rivais mais suaves. Também recebe críticas à multimídia, design considerado “polêmico”, para alguns condutores, freio de mão manual e ausência de protetor de caçamba de série.
Adota visual mais moderno e refinado, com novos faróis Full LED e lanternas com acabamento translúcido. As rodas ganharam novo desenho e os para-choques receberam apliques pintados, detalhes que elevaram o padrão visual. Na cabine, o destaque é o painel integrado com telas maiores e o acabamento mais sofisticado em relação à linha anterior.
Se destaca pelo custo-benefício ao entregar um pacote tecnológico e de segurança próximo das versões mais caras, com preço a partir de R$ 160.790. Soma garantia de 5 anos e evolução na correia banhada a óleo, o que aumenta a confiabilidade e reduz preocupações com manutenção no longo prazo.
Traz motor 1.0 turbo que entrega melhor resposta em baixas rotações e câmbio automático recalibrado, o que garante mais suavidade no uso diário. A correia banhada a óleo recebeu reforço, aumentando a durabilidade, enquanto o conjunto de suspensão mantém equilíbrio entre conforto e robustez.
O novo painel digital integrado à central de 11” eleva a experiência a bordo. Oferece conectividade sem fio, Wi-Fi nativo e ar-condicionado digital, além de bom espaço interno e acabamento mais refinado, com foco no uso urbano.
Apresenta bom nível de eficiência para a segmentação, com consumo de 11,5 km/l na cidade e até 13,8 km/l na estrada com gasolina. O motor 1.0 turbo favorece a economia no uso urbano, enquanto a nova calibração melhora o rendimento em diferentes condições de uso.
Entre os pontos positivos, o Chevrolet Tracker LTZ 2026 se destaca pelo avanço em tecnologia, pacote de segurança com ADAS e acabamento interno mais refinado. Já entre os pontos de atenção, ficam a ausência de alguns itens para a faixa de preço, limitações no banco traseiro e questionamentos em torno da correia banhada a óleo.
Comparado ao modelo 2025, traz avanços como teto biton preto, antena shark e rodas escurecidas, ausentes na linha anterior. o painel ganhou novos grafismos e o console central elevado agora integra um apoio de braço mais robusto. Além disso, todas as versões passaram a ter seis airbags, melhorando a segurança.
Por valor médio de R$120.000, oferece bom custo-benefício com câmera 360º e carregador por indução nas versões Iconic Plus. Seu espaço interno e robustez se destacam no segmento, por isso, é o quatro rodas ideal para quem busca um SUV versátil, seguro e equipado por um preço competitivo.
Sua motorização é 1.6 aspirado flex, com 16 válvulas, 109 cv (gasolina) e 112 cv (etanol), torque de 15,3 a 15,6 kgfm, atualizado para atender ao Proconve L8. Oferece transmissão manual ou automática CVT. A suspensão McPherson na dianteira e eixo rígido na traseira, garantem conforto e estabilidade, com boa distância do solo e ângulos para uso off-road.
Sua parte interior oferece bom espaço interno e suspensão bem calibrada para absorver imperfeições. Conta com multimídia de 8", espelhamento sem fio, carregador por indução, seis airbags e mais portas USB. O acabamento interno é simples, com plásticos rígidos. A dirigibilidade é, em geral, segura: o CVT entrega trocas suaves no uso diário, ainda que alguns proprietários relatem travamentos pontuais em situações de alta carga.
O motor do Duster 2026 é 1.6 SCe, atualizado pelo Proconve L8, perdeu potência, mas manteve eficiência. Seu consumo chega a 12,4 km/l com gasolina na versão manual (11,4 km/l no CVT); com o câmbio manual, a autonomia ultrapassa 570 km. Tem bom equilíbrio urbano e rodoviário, com câmbio CVT de 7 marchas. O sistema start-stop, presente em todas as versões, reduz o consumo em paradas prolongadas.
Embora atualizado, enfrenta críticas pontuais: acabamento interno rústico, falhas na central multimídia, câmbio CVT com relatos de travamento, suspensão com ruídos e amortecedores problemáticos, maçanetas frágeis e molduras soltas. Faltam recursos como alerta de faixa e colisão. O design veterano também pesa frente a rivais modernos.
A linha 2026 é oferecida em seis versões, que variam em acabamento, equipamentos e foco de uso, mas mantêm o mesmo conjunto mecânico: . GL MT (venda direta): versão de entrada voltada ao trabalho, com câmbio manual de 6 marchas e pacote básico de conforto e segurança. . GL AT (venda direta): similar à GL MT, mas com câmbio automático de 6 marchas, oferecendo mais comodidade. . GLS: acrescenta acabamento interno superior, mais itens de conforto e rodas maiores, mantendo a robustez. . HPE: pacote mais completo de tecnologia e segurança, incluindo recursos avançados e melhor acabamento interno. . HPE-S: versão com foco off-road, equipada com tração 4x4 Super Select-II, sete modos de condução e pacote ADAS completo. . Katana: topo de linha com visual exclusivo, central multimídia de 9”, câmera 360° e acabamento interno premium com detalhes Dark Titanium.
A nova Mitsubishi Triton 2026 parte de R$ 255.990 na configuração de entrada GLS, equipada com o mesmo pacote de segurança e robustez mecânica das versões mais caras.
A Mitsubishi Triton 2026 registra 9,5 km/l na cidade e 11,7 km/l na estrada, números que garantem autonomia superior a 1.000 km com um tanque cheio. Esse desempenho é obtido em todas as versões graças ao motor 2.4 biturbo diesel e ao sistema Start-Stop, que reduz o gasto em paradas. Em condições ideais de rodagem, alguns testes independentes apontam médias ainda melhores, chegando a cerca de 14 km/l a 100 km/h.
A picape leva até 1.080 kg na caçamba e comporta 1.086 litros de volume útil. Para reboque, suporta até 3.500 kg com carretas dotadas de freios, atendendo bem tanto demandas de trabalho quanto transporte de equipamentos para lazer.
Desde a versão de entrada, a Triton 2026 traz sete airbags, monitor de pressão dos pneus e faróis de neblina. A HPE-S adiciona um pacote ADAS com recursos como Controle de Cruzeiro Adaptativo, Frenagem Autônoma e Monitor de Ponto Cego. O modelo conquistou cinco estrelas no Latin NCAP para adultos e crianças, reforçando seu compromisso com a segurança.
Sim, especialmente nas versões HPE-S e Katana. O sistema 4x4 Super Select-II com sete modos de condução se adapta a lama, areia, neve e rochas, e ainda pode ser usado no asfalto graças ao diferencial central. O vão livre de 222 mm e os ângulos de ataque (29°), rampa (24°) e saída (23°) permitem encarar terrenos acidentados com confiança.
Sim, o Chevrolet Tracker LTZ 2026 apresenta bom consumo para um SUV compacto turbo. Com gasolina, faz cerca de 11,5 km/l na cidade e até 13,8 km/l na estrada. O motor 1.0 turbo favorece a eficiência em trajetos urbanos, especialmente em uso moderado, o que ajuda a reduzir gastos no dia a dia.
O Chevrolet Tracker LTZ 2026 vale a pena para quem busca um SUV moderno, tecnológico e equilibrado. O modelo oferece bom pacote de segurança com recursos ADAS, interior mais refinado e alto nível de conectividade, o que o torna uma escolha competitiva dentro da categoria.
Sim, o Chevrolet Tracker LTZ 2026 entrega desempenho adequado para uso urbano e rodoviário leve. O motor 1.0 turbo gera até 115 cv e bom torque em baixas rotações, o que garante respostas rápidas no trânsito e retomadas eficientes, mesmo com o porte de SUV.
Sim, o Chevrolet Tracker LTZ 2026 oferece bom nível de conforto para uso familiar. A cabine tem espaço adequado para quatro adultos, bom porta-malas e posição de dirigir elevada, além de recursos como ar-condicionado digital e central multimídia completa.
O Chevrolet Tracker LTZ 2026 tem manutenção dentro do padrão da categoria. A marca oferece garantia de 5 anos, e a correia dentada banhada a óleo foi aprimorada, com maior durabilidade. Ainda assim, é importante seguir corretamente o plano de revisões para evitar custos extras.
O Chevrolet Tracker LTZ 2026 se destaca frente aos concorrentes pelo pacote tecnológico e de segurança. Com painel digital integrado, multimídia avançada e recursos ADAS, o modelo entrega mais conectividade e proteção, sendo uma opção forte frente a SUVs como T-Cross e HR-V.
Por valores médios de R$120.000 no mercado nacional, compete diretamente com SUVs compactos populares, como o Jeep Renegade 1.3 Turbo, Hyundai Creta Action 1.6 e Nissan Kicks Active 1.6 CVT. Apesar de estar posicionado em uma faixa de preço mais acessível que alguns concorrentes, o Duster mantém seu apelo graças ao custo-benefício e à robustez características do modelo. Essa combinação faz dele uma escolha competitiva, especialmente para quem busca um SUV com bom espaço e desempenho adequado.
O Renault Duster Iconic Plus 1.6 CVT apresenta consumo equilibrado para o segmento. Com gasolina, faz cerca de 10,8 km/l na cidade e 11,4 km/l na rodovia, enquanto com etanol, o consumo é de aproximadamente 7,6 km/l na cidade e 8,3 km/l na estrada. Esses números refletem a motorização aspirada 1.6 SCe, que teve leves ajustes para atender às normas do Proconve L8, mantendo eficiência razoável para uso urbano e rodoviário. O sistema start-stop contribui para reduzir o consumo em paradas, mas o conjunto prioriza robustez e desempenho em terrenos variados, alinhando-se às expectativas de um SUV compacto.
As principais diferenças entre o Renault Duster Iconic Plus 1.6 e o 1.3 Turbo estão na motorização e desempenho. O 1.6 é aspirado, oferecendo consumo mais econômico, porém desempenho mais modesto. Já o 1.3 Turbo entrega até 163 cv com etanol e 156 cv com gasolina, com aceleração mais rápida e maior torque, proporcionando uma condução mais ágil. O 1.3 Turbo conta com transmissão CVT que simula oito marchas, enquanto o 1.6 usa CVT XTRONIC de sete marchas virtuais. O 1.3 Turbo é mais caro e voltado para quem busca desempenho, enquanto o 1.6 foca em economia e robustez.
Seu acabamento interno tem a predominância de plásticos rígidos, mas inclui revestimentos premium e alguns detalhes que melhoram a percepção de qualidade. O espaço interno é amplo, com bancos ergonômicos e apoio de braço na versão topo, oferecendo conforto básico para ocupantes. Em termos de tecnologia, dispõe de central multimídia de 8 polegadas com espelhamento sem fio, carregador por indução, sistema de câmeras 360° e sensores de chuva e luminosidade, recursos que auxiliam na condução e no uso diário do veículo.
O Renault Duster Iconic Plus 1.6 traz motor 1.6 aspirado flex, com 16 válvulas, que entrega 109 cv com gasolina e 112 cv com etanol, além de torque de 15,3 kgfm (gasolina) e 15,6 kgfm (etanol). O câmbio pode ser manual de 5 marchas ou automático CVT XTRONIC, que simula sete marchas, melhorando a dirigibilidade. O motor atualizado atende às normas Proconve L8, com leve redução de potência, mas mantém bom equilíbrio entre desempenho e eficiência. A suspensão McPherson na dianteira e eixo rígido na traseira oferece robustez e conforto, enquanto a alta distância do solo de 23,7 cm garante boa capacidade off-road em comparação aos concorrentes.
Apresenta algumas limitações em relação aos concorrentes no mercado atual. Seu design é considerado ultrapassado e pouco arrojado, refletindo os 13 anos de mercado do modelo. O acabamento interno mantém plástico rígido predominante, deixando a sensação de rusticidade. Faltam tecnologias avançadas de segurança, como alerta de saída de faixa e frenagem automática. Relatos de donos apontam problemas comuns, como barulhos no painel, dificuldades com maçanetas internas, falhas na central multimídia e travamentos no câmbio CVT. A disponibilidade e demora na reposição de peças também são questões apontadas.