Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Mantém o estilo marcante, com carroceria biton, teto solar panorâmico e faróis Full-LED com assinatura 3D. As lanternas traseiras seguem o padrão moderno e os novos emblemas identificam a versão. Houve ajustes nas opções de cores, como a ampliação do Cinza Selenium e a retirada do Azul Quasar.
O preço parte de R$ 162.990, posicionando a versão no topo da linha. O valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium: multimídia de 10,3”, conectividade via MyPeugeot, teto panorâmico, acabamento exclusivo e o conjunto de segurança ADAS. Embora elevado, o custo-benefício se sustenta pela entrega de tecnologia e sofisticação.
Combina o motor 1.0 turbo flex de 130 cv (etanol) ou 125 cv (gasolina) e 20,4 kgfm de torque com o sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, que inclui motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. O conjunto garante arrancadas suaves, regeneração em frenagens e Start & Stop eficiente. O câmbio CVT de 7 marchas simula trocas para equilibrar desempenho e consumo.
A cabine oferece acabamento refinado e recursos avançados. O painel digital i-Cockpit 3D Hybrid exibe dados do sistema em tempo real, a multimídia i-Connect Advanced de 10,3” garante interface moderna e os serviços conectados MyPeugeot ampliam a conveniência. Há ainda seis airbags e o pacote ADAS com frenagem automática, alerta de ponto cego e assistente de faixa.
O sistema híbrido leve assegura redução de até 12% no consumo e 8% nas emissões. Segundo o Inmetro, o modelo faz 9 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O motor elétrico auxilia em arrancadas, suaviza o Start & Stop e recupera energia em frenagens.
Recebe elogios pela eficiência energética, pacote de segurança abrangente, interior tecnológico e design premium. Em contrapartida, é apontado como caro para a categoria, com divergências nas fontes sobre o valor em relação ao modelo anterior. Também é criticado pelas poucas mudanças visuais externas, desempenho inalterado frente ao T200 flex e leve aumento de peso.
Um SUV híbrido plug-in que combina desempenho, eficiência e sofisticação. Com visual moderno, amplo espaço interno e boa autonomia elétrica, é ideal para quem quer um carro versátil para a cidade e a estrada. Equipado com tecnologia de ponta e acabamento refinado, oferece condução silenciosa, consumo reduzido e uma transição suave para a mobilidade sustentável, sem abrir mão da potência e do conforto.
Seus preços variam entre R$ 175 mil e R$ 205 mil. Conta com mais autonomia elétrica que rivais como o Corolla Cross Hybrid e conta com revisões acessíveis com investimento médio entre R$ 400 e R$ 700. Sua bateria é do tipo Blade, de alta duração – o que reduz os custos a longo prazo. Por isso é uma escolha eficiente na categoria.
Combina uma plataforma desenvolvida especialmente para eletrificação com a bateria Blade e um conjunto híbrido plug-in (DM-i) de alto desempenho. Traz um motor 1.5 aspirado à gasolina com 105 cv, aliado a um motor elétrico de até 197 cv, alcançando potência combinada de até 235 cv e torque imediato, o que garante agilidade e respostas rápidas no trânsito e na estrada.
Oferece interior espaçoso, bem-acabado e silencioso, com materiais de qualidade e ótimo aproveitamento do espaço. É equipado com painel digital, central multimídia rotativa de 12,8" e com conectividade Android Auto e ao Apple Car Play sem necessidade de fio. Seu ar-condicionado é automático, traz carregador wireless, comandos por voz.
Destaca-se pelo sistema híbrido plug-in DM-i que permite rodar mais de 100 km no modo 100% elétrico e é ideal para o uso urbano sem consumo de combustível. Seu motor elétrico é o principal responsável pela tração na maior parte do tempo, garantindo baixo consumo, recarga simples e funcionamento bastante silencioso.
Preserva o visual robusto e urbano que o consagrou, com frente elevada, linhas retas e tampa traseira de vidro. A linha 2026 traz novo volante com base reta e painel redesenhado, inspirados no Argo e na Strada. Retrovisores e maçanetas agora têm acabamento em preto brilhoso, e as calotas aro 14 ganharam novo desenho. O porta-malas de 200 litros segue como destaque pela praticidade.
Com preço de tabela de R$ 80.060 e ofertas que chegam a R$ 66.990, é um dos carros mais baratos do país. O motor Firefly garante baixo consumo – até 15,8 km/l na estrada – e manutenção econômica, com revisões até 50 mil km somando cerca de R$ 3.900. Direção elétrica, ar-condicionado e controles de estabilidade reforçam o equilíbrio entre preço e conteúdo.
O motor 1.0 Firefly de três cilindros, flex, entrega até 75 cv e 10,7 kgfm de torque. O comando por corrente dispensa trocas e aumenta a durabilidade, enquanto o câmbio manual de cinco marchas e a tração dianteira favorecem a economia. A suspensão robusta e o controle de estabilidade ampliam a segurança e o conforto ao rodar.
Focado em praticidade, o interior utiliza plásticos texturizados e bancos em tecido com bom apoio lateral. O painel combina mostradores analógicos e tela digital de 3,5” com computador de bordo. Há ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, direção elétrica leve e aviso de pressão dos pneus. Os controles de tração e estabilidade e a assistência de partida em rampa completam o pacote de segurança ativa.
Prioriza economia, com consumo de até 14,5 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada com gasolina, ou 10,1 e 11,1 km/l com etanol. O coletor de escapamento integrado ao cabeçote ajuda o motor a atingir a temperatura ideal mais rápido, reduzindo consumo e emissões – um diferencial para o uso urbano.
O Peugeot 2008 GT 1.0 Hybrid 2026 é a versão topo de linha do SUV e tem preço de tabela a partir de R$ 162.990. Apesar de elevado, o valor é justificado pelo pacote de equipamentos premium, que inclui teto solar panorâmico, carroceria biton, quadro de instrumentos i-Cockpit 3D Hybrid, multimídia de 10,3” e pacote de assistências ADAS completo.
O modelo traz o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, que entrega até 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, além de 20,4 kgfm de torque. Ele é combinado ao sistema híbrido leve Bio-Hybrid 12V, formado por motor elétrico auxiliar e bateria de íons de lítio. Esse conjunto garante arrancadas mais suaves, regeneração de energia em frenagens e um Start & Stop praticamente instantâneo.
Segundo a ficha técnica, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e alcança velocidade máxima de 195 km/h. Esses números colocam a versão entre os destaques da categoria em termos de agilidade. O câmbio automático do tipo CVT, que simula sete marchas, ajuda a equilibrar consumo e desempenho.
De acordo com o Inmetro, o modelo faz 9,0 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 13,0 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. O sistema híbrido leve garante redução de até 12% no consumo urbano e até 8% nas emissões de CO₂, tornando-o mais eficiente que a versão T200 apenas a combustão.
A versão GT oferece interior refinado com teto solar panorâmico, seis airbags, ar-condicionado digital, painel digital i-Cockpit 3D Hybrid e central multimídia i-Connect Advanced de 10,3” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, traz serviços conectados via aplicativo MyPeugeot, carregador de celular por indução e pacote ADAS com assistente de faixa, alerta de ponto cego, frenagem automática e detector de fadiga.
Entre os pontos fortes estão o design premium, tecnologia híbrida leve eficiente, pacote ADAS abrangente e interior tecnológico. Já os pontos a observar incluem o preço elevado, poucas mudanças externas em relação ao modelo anterior, desempenho praticamente igual ao do T200 sem sistema híbrido e um leve aumento de peso pela inclusão das baterias.
Com autonomia elétrica de até 110 km no ciclo NEDC (ou cerca de 85 km no padrão WLTC), o Song Pro supera concorrentes diretos como o Toyota Corolla Cross Hybrid, que oferece autonomia elétrica muito limitada, e o Jeep Compass 4xe, com cerca de 44 km no modo 100% elétrico. No uso combinado entre eletricidade e motor à gasolina, o Song Pro pode ultrapassar 1.000 km de alcance total, enquanto a maioria dos SUVs híbridos concorrentes fica abaixo dos 800 km – fator que garante ao motorista uma experiência mais econômica, sustentável e prática tanto no trânsito urbano quanto nas viagens mais longas. Com consumo de combustível reduzido, carregamento rápido, alta eficiência energética e baixa emissão de poluentes, o BYD Song Pro 2025 se consolida como uma das melhores opções de SUV híbrido plug-in no Brasil, ideal para quem busca um carro tecnológico, sustentável e com ótimo custo-benefício.
O BYD Song Pro 2025 se beneficia de incentivos estaduais que reduzem significativamente o valor do IPVA, por isso é considerado um modelo ainda mais atrativo entre os SUVs híbridos plug-in no Brasil. Nos estados do Sudeste, como São Paulo e Rio de Janeiro, o IPVA para veículos eletrificados tem alíquota reduzida: em São Paulo, no caso, híbridos possuem isenção de IPVA desde janeiro de 2025 e já são isentos de rodízio. No Sul, o Paraná também oferece 3%, e no Rio Grande do Sul a alíquota pode chegar a 2%. Já no Nordeste, estados como Pernambuco e Ceará adotam 2,5%, e alguns, como Maranhão, até isentam o IPVA para híbridos. Isso gera uma economia real que, ao longo de alguns anos, representa uma boa vantagem financeira. O seguro do BYD Song Pro varia conforme perfil do condutor, localização, tempo de habilitação e histórico de sinistros. A simulação considera fatores como idade do motorista, CEP de residência e uso do veículo (pessoal ou comercial). Para um condutor de 35 anos, com garagem e uso particular em uma capital como Belo Horizonte, o preço médio do seguro gira em torno de R$ 3.800 anuais – valor competitivo dentro da categoria, considerando que SUVs híbridos com motorização mais potente ou de marcas premium, podem ultrapassar facilmente os R$ 5.000 anuais. No comparativo com concorrentes diretos, como o Toyota Corolla Cross Hybrid e o Jeep Compass 4xe, o BYD Song Pro entrega um dos melhores custos-benefícios do segmento. Enquanto o Corolla Cross possui autonomia elétrica limitada e o Compass 4xe tem preço mais elevado, o Song Pro oferece até 110 km de alcance em modo 100% elétrico, autonomia total de mais de 1.000 km, bom espaço interno e ampla lista de equipamentos de série. Com preço inicial mais acessível, baixo consumo, manutenção simplificada e incentivos fiscais, o Song Pro 2025 se consolida como uma opção moderna, eficiente e financeiramente inteligente para quem busca um SUV híbrido plug-in no Brasil.
O BYD Song Pro 2025 é um SUV médio que se destaca pelo bom espaço interno e conforto para todos os ocupantes. Com 4,74 m de comprimento, 1,86 m de largura; 1,71 m de altura e entre-eixos de 2,71 m, oferece excelente aproveitamento do espaço – especialmente para quem viaja no banco traseiro, com bom vão para pernas e cabeça, além de um assoalho quase plano que facilita o conforto do passageiro do meio. A sensação interna é de um carro arejado e bem ergonômico, com ampla área envidraçada e acabamento moderno. Comparado ao Toyota Corolla Cross Hybrid, que tem entre-eixos menor (2,64 m), o Song Pro entrega mais conforto na segunda fileira. Em relação ao Jeep Compass 4xe, que tem dimensões similares, o modelo da BYD leva vantagem no espaço traseiro e no volume interno por não ter o túnel central elevado. Além disso, o porta-malas de 520 litros também é superior ao de muitos concorrentes híbridos, o que reforça sua vocação familiar e prática para o dia a dia e viagens.
O BYD Song Pro 2025 se destaca no mercado por reunir um pacote tecnológico avançado, que o posiciona entre os SUVs híbridos plug-in mais modernos do Brasil. Um dos maiores diferenciais é o conjunto propulsor DM-i, que prioriza o uso do motor elétrico no dia a dia, resultando em eficiência energética e uma condução silenciosa e suave, algo que nem todos os concorrentes híbridos conseguem entregar com tanta fluidez. Além disso, o modelo conta com a bateria Blade de fosfato de ferro-lítio (LFP), reconhecida mundialmente por sua segurança, durabilidade e resistência a altas temperaturas, o que o diferencia de rivais como o Jeep Compass 4xe e o Toyota Corolla Cross Hybrid, que utilizam tecnologias de bateria menos avançadas. No interior, o Song Pro impressiona com sua central multimídia rotativa de 12,8", que pode ser usada tanto na vertical quanto na horizontal, com sistema integrado à internet, navegação, atualizações OTA (over-the-air) e conectividade sem a necessidade de fios com os sistemas Android Auto e Apple Car Play. O carro também oferece, câmeras 360° de alta definição e sistema inteligente de partida por reconhecimento facial em algumas versões, itens que nem sempre estão presentes nos rivais de faixa semelhante. Enquanto o Corolla Cross foca mais na confiabilidade do conjunto mecânico e o Compass se apoia no apelo off-road e acabamento, o Song Pro aposta em inovação tecnológica e eletrificação real como um diferencial.
O BYD mais barato no catálogo oferecido no Brasil é o elétrico compacto BYD Dolphin Mini, com preços que variam entre R$ 115.800 e R$ 119.800, dependendo da versão. No catálogo da BYD no Brasil, o Song Pro DM-i se posiciona como uma opção intermediária entre os veículos elétricos compactos da marca e os SUVs mais premium. O Song Pro está disponível em duas versões principais: a GL, com preço sugerido a partir de R$ 189.800, mas que às vezes pode ser encontrado com descontos, e a versão GS, com preço oficial de R$ 199.800, que também costuma ter promoções. Os modelos elétricos BYD Dolphin têm preços que variam entre R$ 115.800 e R$ 184.800, posicionando-os abaixo do Song Pro, enquanto o SUV King DM-i custa a partir de R$ 175.800, e o Song Plus DM-i, mais sofisticado, chega a aproximadamente R$ 229.800. Assim, o Song Pro oferece uma boa relação custo-benefício ao entregar tecnologia híbrida plug-in e mais espaço em relação aos elétricos compactos, mantendo-se mais acessível que os SUVs maiores da marca.
O BYD Song Pro utiliza pneus aro 16 ou 18, dependendo da versão, com medidas que garantem boa aderência e conforto, comuns para SUVs dessa categoria. Em relação à manutenção, o Song Pro apresenta custos competitivos para um híbrido plug-in, principalmente por ter menos peças sujeitas a desgaste em comparação com veículos totalmente à combustão. As revisões periódicas são recomendadas a cada 10 mil km e costumam ter valores mais acessíveis do que os de concorrentes premium, graças à simplicidade do motor elétrico e ao foco em eficiência da BYD. Peças como pastilhas de freio, pneus e óleo ainda são necessárias, mas a regeneração do sistema de frenagem e o menor uso do motor à combustão ajudam a reduzir o desgaste geral. Comparado a concorrentes como o Toyota Corolla Cross Hybrid e o Jeep Compass 4xe, o Song Pro tende a ter manutenção e revisões mais econômicas, já que o Corolla, apesar da confiabilidade, pode ter custo maior em serviços especializados, e o Jeep Compass 4xe, por ser um modelo mais caro e complexo, apresenta valores superiores de manutenção. Assim, o BYD Song Pro oferece uma boa combinação de custo-benefício ao aliar tecnologia híbrida com custos de manutenção mais baixos, o que é um ponto importante para quem busca economia a longo prazo.
Sua motorização híbrida plug-in da linha DM-i, combina um motor a combustão 1.5 aspirado de alta eficiência com um motor elétrico potente, formando um conjunto focado em desempenho e economia. No total, o sistema entrega até 235 cv de potência combinada e torque instantâneo de aproximadamente 40 kgfm, garantindo acelerações rápidas e retomadas suaves, com o 0 a 100 km/h sendo feito em cerca de 7,9 segundos na versão GS. O motor elétrico é o principal responsável pela tração na maior parte do tempo, o que proporciona uma condução silenciosa e extremamente eficiente, enquanto o motor a combustão atua de forma inteligente, apenas quando necessário para gerar energia ou apoiar em demandas maiores de potência. Esse conjunto é gerenciado por uma transmissão eletrônica e-CVT, que assegura respostas lineares e sem trancos. A tecnologia da bateria Blade – uma LFP altamente segura e durável – complementa o sistema, garantindo não só a autonomia elétrica de até 110 km no padrão NEDC, como também ciclos de carga rápidos e estáveis. Em comparação com concorrentes como o Toyota Corolla Cross Hybrid, que entrega 122 cv e torque mais modesto, e o Jeep Compass 4xe, que exige um preço mais alto por desempenho similar, o Song Pro entrega uma condução mais eficiente, silenciosa e dinâmica.
O modelo mais barato da BYD no mercado brasileiro é o BYD Dolphin Mini, uma versão mais compacta e acessível do já conhecido Dolphin GS. O Dolphin Mini foi lançado para ampliar a presença da montadora no segmento de elétricos de entrada e se tornou a opção mais econômica da marca. O veículo tem preço inicial de R$ 115.800 na versão com 4 lugares, e R$ 119.800 na configuração com 5 lugares, posicionando-se bem abaixo do Dolphin GS, que hoje parte de R$ 159.800. Com visual jovial, tamanho reduzido e foco no uso urbano, o Mini tem como proposta ser um carro compacto 100% elétrico para quem busca praticidade, baixo custo operacional e acesso à mobilidade sustentável. Mesmo sendo o mais barato da linha, o modelo entrega itens como central multimídia com tela flutuante, ar-condicionado digital, direção elétrica, rodas de liga leve e bom pacote de conectividade. A autonomia do Dolphin Mini gira em torno de 280 km, e o carro também conta com a bateria Blade, com foco em segurança e durabilidade. Com isso, o Dolphin Mini se consolida como a porta de entrada para quem deseja ter um carro elétrico da BYD gastando menos, sem abrir mão da tecnologia e confiabilidade que a marca vem consolidando no mercado brasileiro.
O modelo tem preço de tabela em torno de R$ 80.060, segundo fontes de lançamento. No entanto, promoções permitem valores a partir de cerca de R$ 66.790, conforme parâmetros de financiamento especiais. Esse cenário coloca o Mobi Like como uma opção de entrada muito acessível para seu segmento.
Com motor 1.0 Firefly de três cilindros e classificação «E» segundo o INMETRO, ele faz valores estimados para gasolina de até 14,5 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada). Já com etanol, há estimativas de aproximadamente 10,1 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada). Esses números o tornam uma das opções mais econômicas no uso urbano.
O Mobi Like traz de série controle de tração (ASR), controle de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus. O número de airbags é limitado à versão de entrada – o que pode pesar para quem prioriza segurança ativa e passiva com mais recursos.
O porta-malas conta com aproximadamente 200 litros, o que é compatível com sua categoria, mas inferior a alguns concorrentes. O espaço para passageiros no banco traseiro é considerado apertado para adultos em viagens mais longas , o que reforça o perfil mais urbano do veículo.
O motor 1.0 Firefly utiliza corrente de comando (em vez de correia dentada), o que reduz a frequência de manutenção desse componente importante. Quanto às revisões, estimativas indicam que até os 50.000 km o custo pode ficar em torno de R$ 3.900, considerando serviço em concessionária autorizada. Essa robustez mecânica favorece o custo-benefício no médio prazo.
Depende do perfil. Se o uso for majoritariamente urbano, com deslocamentos diários, o Mobi Like se destaca por economia, manutenção simples e praticidade. Já para quem percorre muitos quilômetros rodoviários, faz viagens longas ou busca mais espaço e potência, pode valer considerar modelos com autonomia, desempenho ou acabamento superior – pois esse modelo mostra limitações em viagens e em conforto para adultos atrás.
Há queixas quanto à rede de pós-venda da marca, que ainda está em expansão. Seu pacote ADAS é limitado – sem itens como controle adaptativo de cruzeiro e frenagem automática, algo comum nos modelos de seus concorrentes.O porta-malas é menor em comparação a alguns rivais, devido ao espaço ocupado pela bateria e o uso do motor à combustão aspirado, considerado simples quando comparado a outros modelos de fabricantes com motores turbo.
É elogiado pela robustez mecânica, economia e direção elétrica leve. O motor com corrente de comando reforça a confiabilidade. Em contrapartida, o porta-malas pequeno, o acabamento simples, a ausência de multimídia e os dois airbags limitam o conforto e revelam o perfil básico da versão de entrada.