Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Mantém o visual da linha anterior, sem mudanças no design. O estilo elevado segue como destaque, com frente em full LED, grade em preto brilhante e rack de teto funcional. No interior, mantém acabamento simples com detalhes escurecidos. A principal alteração fica na retirada da câmera de ré de série.
Parte de R$ 124.690, cerca de R$ 11 mil acima da versão manual. A diferença se justifica pelo ganho em conforto, desempenho e maior aceitação na revenda. Soma soluções que ajudam no custo de uso, como rodas com manutenção mais simples e câmbio de dupla embreagem mais confiável.
Se apoia em um conjunto mecânico consistente, com motor 1.0 turbo de injeção direta e corrente de comando, que favorece a durabilidade. O câmbio de dupla embreagem banhado a óleo reforça a confiabilidade, enquanto a suspensão elevada ajuda a lidar melhor com as irregularidades do uso diário.
Equilibra tecnologia e funcionalidade no dia a dia. Traz painel digital configurável, multimídia com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e ar-condicionado automático. O espaço interno atende bem à proposta, embora o acabamento seja simples e faltem itens como saídas de ar traseiras.
Apresenta consumo equilibrado para a proposta, com médias de cerca de 12,7 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada com gasolina. O modelo conta com sistema Start-Stop e modo Eco, além de recursos que ajudam o motorista a conduzir de forma mais eficiente no dia a dia.
Se destaca pelo conjunto mecânico eficiente, com bom desempenho e câmbio mais confiável, além de segurança completa e rodagem adequada ao uso urbano. Em contrapartida, mantém um acabamento mais simples e concentra alguns itens de conforto em versões ou pacotes opcionais, como a câmera de ré.
Chega com visual mais robusto e moderno, marcado pela nova grade frontal iluminada, faróis Full LED e linhas inspiradas nos SUVs da Volkswagen. O para-choque redesenhado aumentou o comprimento em 9 cm, reforçando a presença da picape. Rodas inéditas de até 20” e detalhes escurecidos na versão Extreme completam o estilo mais agressivo, sem abrir mão da solidez já conhecida.
Com preço reduzido para R$ 339.800 após desconto de R$ 40 mil em 2025, ficou mais competitiva que muitas picapes a diesel completas. Entrega um ótimo pacote de tecnologia, conforto e segurança, aliado ao sistema híbrido que garante economia expressiva no combustível. Para quem quer blindagem, a de fábrica (III-A/Carbon) sai por R$ 78.200, totalizando cerca de R$ 418 mil.
Utiliza a plataforma DMO, combinando motor 1.5 turbo (183 cv) com dois elétricos (437 cv e 65 kgfm no total). Faz 0–100 km/h em 5,7 s, a mais rápida da categoria. Traz tração integral eletrônica, suspensão independente nas quatro rodas e modos para diferentes terrenos, por isso prioriza versatilidade.
O interior une elegância e conectividade nos bancos em couro sintético com ajustes elétricos, ventilação e aquecimento, central multimídia giratória de 12,8”, painel digital, head-up display e assistente de voz. Tem câmera 540°, chave NFC, pacote ADAS completo e app para controle remoto de funções.
Impressiona na eficiência de até 65 km/l no ciclo WLTC e autonomia elétrica de até 100 km (57 km pelo Inmetro). Com bateria Blade de 29,6 kWh, carrega de 30 a 80% em 20 min (DC). No uso real, chega a 20 km/l na cidade. Conta ainda com VTOL, podendo fornecer energia a equipamentos externos.
Embora potente e tecnológica, enfrenta críticas a respeito do preço elevado no Brasil, capacidade de carga limitada (790 kg) e reboque menor que rivais. Sua suspensão prioriza conforto, mas não trabalho pesado. Além disso, tem recarga AC lenta e depende de recarga completa para boa eficiência.
Comparado ao modelo 2025, traz avanços como teto biton preto, antena shark e rodas escurecidas, ausentes na linha anterior. o painel ganhou novos grafismos e o console central elevado agora integra um apoio de braço mais robusto. Além disso, todas as versões passaram a ter seis airbags, melhorando a segurança.
Por valor médio de R$120.000, oferece bom custo-benefício com câmera 360º e carregador por indução nas versões Iconic Plus. Seu espaço interno e robustez se destacam no segmento, por isso, é o quatro rodas ideal para quem busca um SUV versátil, seguro e equipado por um preço competitivo.
Sua motorização é 1.6 aspirado flex, com 16 válvulas, 109 cv (gasolina) e 112 cv (etanol), torque de 15,3 a 15,6 kgfm, atualizado para atender ao Proconve L8. Oferece transmissão manual ou automática CVT. A suspensão McPherson na dianteira e eixo rígido na traseira, garantem conforto e estabilidade, com boa distância do solo e ângulos para uso off-road.
Sua parte interior oferece bom espaço interno e suspensão bem calibrada para absorver imperfeições. Conta com multimídia de 8", espelhamento sem fio, carregador por indução, seis airbags e mais portas USB. O acabamento interno é simples, com plásticos rígidos. A dirigibilidade é, em geral, segura: o CVT entrega trocas suaves no uso diário, ainda que alguns proprietários relatem travamentos pontuais em situações de alta carga.
O motor do Duster 2026 é 1.6 SCe, atualizado pelo Proconve L8, perdeu potência, mas manteve eficiência. Seu consumo chega a 12,4 km/l com gasolina na versão manual (11,4 km/l no CVT); com o câmbio manual, a autonomia ultrapassa 570 km. Tem bom equilíbrio urbano e rodoviário, com câmbio CVT de 7 marchas. O sistema start-stop, presente em todas as versões, reduz o consumo em paradas prolongadas.
Embora atualizado, enfrenta críticas pontuais: acabamento interno rústico, falhas na central multimídia, câmbio CVT com relatos de travamento, suspensão com ruídos e amortecedores problemáticos, maçanetas frágeis e molduras soltas. Faltam recursos como alerta de faixa e colisão. O design veterano também pesa frente a rivais modernos.
O Renault Kardian Evolution automático 2026 vale a pena para quem busca um SUV compacto com bom desempenho, câmbio moderno e uso confortável no dia a dia. O modelo entrega um conjunto equilibrado, com segurança completa, boa dirigibilidade e tecnologia suficiente para uso urbano e rodoviário.
O Renault Kardian Evolution automático 2026 registra consumo de cerca de 12,7 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada com gasolina, segundo dados do Inmetro. Esses números colocam o modelo em uma faixa de consumo equilibrada dentro do segmento de SUVs compactos turbo.
O Renault Kardian Evolution automático 2026 pode ser considerado econômico dentro da sua proposta. O modelo não lidera o segmento em consumo, mas apresenta eficiência compatível com SUVs turbo, aliando bom desempenho a um gasto de combustível controlado no uso diário.
O Renault Kardian Evolution automático 2026 utiliza motor 1.0 turbo flex de até 125 cv com etanol e 120 cv com gasolina, além de torque de até 22,4 kgfm. Esse conjunto garante respostas rápidas no uso urbano e bom desempenho em estrada.
O Renault Kardian Evolution automático 2026 tem manutenção considerada previsível dentro do segmento. O modelo utiliza soluções como corrente de comando e câmbio de dupla embreagem banhado a óleo, que contribuem para maior durabilidade e menor risco de problemas ao longo do tempo.
O Renault Kardian Evolution automático 2026 oferece um bom nível de segurança, com 6 airbags de série, controles de tração e estabilidade, freios ABS e fixação Isofix. Esses itens colocam o modelo em um padrão competitivo dentro da categoria.
A BYD Shark é uma picape híbrida plug-in (PHEV), combinando um motor 1.5 a combustão com dois motores elétricos. Essa configuração entrega 437 cv de potência e 65 kgfm de torque, tornando-a a picape média mais potente e rápida do Brasil, com 0 a 100 km/h em apenas 5,7 segundos. Diferente das picapes tradicionais a diesel, a BYD Shark pode rodar longas distâncias apenas com energia elétrica, reduzindo custos de abastecimento e emissões de poluentes.
A autonomia da BYD Shark no modo 100% elétrico chega a até 100 km em testes internacionais e 57 km pelo Inmetro, ideal para o uso urbano diário sem gastar gasolina. A picape utiliza a bateria Blade de 29,6 kWh, que pode ser recarregada em tomada residencial comum (110V/220V), em wallbox de 6,6 kW ou em eletropostos com carregadores rápidos DC. Em wallbox, a recarga completa leva cerca de 4 a 5 horas, enquanto em carregadores rápidos é possível carregar de 30% a 80% em apenas 20 minutos, garantindo praticidade e eficiência.
A BYD Shark é vendida no Brasil com preço promocional de R$ 339.800, após redução de R$ 40.000 no início de 2025. Apesar disso, ainda está acima da média das picapes médias a diesel, mas se destaca por oferecer um pacote completo de série, incluindo central giratória, teto solar e tecnologias avançadas como ADAS e câmera 540°. Para quem busca mais proteção, a blindagem de fábrica nível III-A (Carbon) pode ser adicionada por R$ 78.200, elevando o valor total para cerca de R$ 418 mil. O custo de manutenção também é competitivo: - Revisões até 60.000 km: cerca de R$ 7.600 - IPVA (SP): aproximadamente R$ 13.600, com possibilidade de isenção em promoções iniciais - Seguro médio: estimado em torno de R$ 11.000, variando conforme perfil do condutor e região - Esse conjunto torna a BYD Shark uma opção atrativa para quem busca inovação, eficiência híbrida e tecnologia, com custos operacionais competitivos considerando o porte e o nível de equipamentos do modelo.
A BYD Shark possui capacidade de carga de 790 kg e capacidade de reboque de até 2.500 kg. Embora esses números sejam menores que os de algumas rivais a diesel, a picape compensa com tecnologia, conforto e eficiência híbrida. Seu peso elevado (2.710 kg) e o limite de 3,5 toneladas da CNH B impactam na capacidade, mas ela é voltada para um público que busca mais lifestyle urbano, viagens e versatilidade do que trabalho pesado. A caçamba de 1.200 litros também oferece excelente espaço para lazer e uso familiar.
A BYD Shark vem equipada com um dos pacotes tecnológicos mais completos do segmento. Entre os destaques estão a central multimídia giratória de 12,8”, painel digital, head-up display, bancos em couro sintético com aquecimento, ventilação e ajustes elétricos, além de câmera 540° e chave NFC. No quesito segurança, a Shark traz pacote ADAS completo, incluindo piloto automático adaptativo, alerta de colisão, assistente de permanência em faixa e frenagem autônoma de emergência. A picape também conta com função VTOL, que permite usar a bateria para fornecer energia a equipamentos externos, reforçando sua versatilidade.
A BYD Shark vale a pena para quem procura uma picape moderna, tecnológica e sustentável, sem abrir mão de desempenho. Seu sistema híbrido plug-in garante economia de combustível, baixo custo por quilômetro rodado e autonomia elétrica suficiente para o dia a dia na cidade. Com interior refinado, conforto de SUV de luxo e potência superior à de qualquer picape média no mercado, ela é indicada para executivos, famílias e motoristas que buscam exclusividade e inovação. Mais do que uma ferramenta de trabalho, a Shark se posiciona como um símbolo de status, eficiência e transição para a mobilidade sustentável.
Não. Diferente de algumas concorrentes, a Amarok V6 não requer o uso do aditivo Arla 32, simplificando a manutenção e reduzindo custos. Isso elimina a necessidade de paradas para reabastecer o produto, sem comprometer a performance ou o cumprimento das normas de emissões vigentes.
Por valores médios de R$120.000 no mercado nacional, compete diretamente com SUVs compactos populares, como o Jeep Renegade 1.3 Turbo, Hyundai Creta Action 1.6 e Nissan Kicks Active 1.6 CVT. Apesar de estar posicionado em uma faixa de preço mais acessível que alguns concorrentes, o Duster mantém seu apelo graças ao custo-benefício e à robustez características do modelo. Essa combinação faz dele uma escolha competitiva, especialmente para quem busca um SUV com bom espaço e desempenho adequado.
O Renault Duster Iconic Plus 1.6 CVT apresenta consumo equilibrado para o segmento. Com gasolina, faz cerca de 10,8 km/l na cidade e 11,4 km/l na rodovia, enquanto com etanol, o consumo é de aproximadamente 7,6 km/l na cidade e 8,3 km/l na estrada. Esses números refletem a motorização aspirada 1.6 SCe, que teve leves ajustes para atender às normas do Proconve L8, mantendo eficiência razoável para uso urbano e rodoviário. O sistema start-stop contribui para reduzir o consumo em paradas, mas o conjunto prioriza robustez e desempenho em terrenos variados, alinhando-se às expectativas de um SUV compacto.
As principais diferenças entre o Renault Duster Iconic Plus 1.6 e o 1.3 Turbo estão na motorização e desempenho. O 1.6 é aspirado, oferecendo consumo mais econômico, porém desempenho mais modesto. Já o 1.3 Turbo entrega até 163 cv com etanol e 156 cv com gasolina, com aceleração mais rápida e maior torque, proporcionando uma condução mais ágil. O 1.3 Turbo conta com transmissão CVT que simula oito marchas, enquanto o 1.6 usa CVT XTRONIC de sete marchas virtuais. O 1.3 Turbo é mais caro e voltado para quem busca desempenho, enquanto o 1.6 foca em economia e robustez.
Seu acabamento interno tem a predominância de plásticos rígidos, mas inclui revestimentos premium e alguns detalhes que melhoram a percepção de qualidade. O espaço interno é amplo, com bancos ergonômicos e apoio de braço na versão topo, oferecendo conforto básico para ocupantes. Em termos de tecnologia, dispõe de central multimídia de 8 polegadas com espelhamento sem fio, carregador por indução, sistema de câmeras 360° e sensores de chuva e luminosidade, recursos que auxiliam na condução e no uso diário do veículo.
O Renault Duster Iconic Plus 1.6 traz motor 1.6 aspirado flex, com 16 válvulas, que entrega 109 cv com gasolina e 112 cv com etanol, além de torque de 15,3 kgfm (gasolina) e 15,6 kgfm (etanol). O câmbio pode ser manual de 5 marchas ou automático CVT XTRONIC, que simula sete marchas, melhorando a dirigibilidade. O motor atualizado atende às normas Proconve L8, com leve redução de potência, mas mantém bom equilíbrio entre desempenho e eficiência. A suspensão McPherson na dianteira e eixo rígido na traseira oferece robustez e conforto, enquanto a alta distância do solo de 23,7 cm garante boa capacidade off-road em comparação aos concorrentes.
Apresenta algumas limitações em relação aos concorrentes no mercado atual. Seu design é considerado ultrapassado e pouco arrojado, refletindo os 13 anos de mercado do modelo. O acabamento interno mantém plástico rígido predominante, deixando a sensação de rusticidade. Faltam tecnologias avançadas de segurança, como alerta de saída de faixa e frenagem automática. Relatos de donos apontam problemas comuns, como barulhos no painel, dificuldades com maçanetas internas, falhas na central multimídia e travamentos no câmbio CVT. A disponibilidade e demora na reposição de peças também são questões apontadas.