Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Mantém o visual da linha anterior, sem mudanças no design. O estilo elevado segue como destaque, com frente em full LED, grade em preto brilhante e rack de teto funcional. No interior, mantém acabamento simples com detalhes escurecidos. A principal alteração fica na retirada da câmera de ré de série.
Parte de R$ 124.690, cerca de R$ 11 mil acima da versão manual. A diferença se justifica pelo ganho em conforto, desempenho e maior aceitação na revenda. Soma soluções que ajudam no custo de uso, como rodas com manutenção mais simples e câmbio de dupla embreagem mais confiável.
Se apoia em um conjunto mecânico consistente, com motor 1.0 turbo de injeção direta e corrente de comando, que favorece a durabilidade. O câmbio de dupla embreagem banhado a óleo reforça a confiabilidade, enquanto a suspensão elevada ajuda a lidar melhor com as irregularidades do uso diário.
Equilibra tecnologia e funcionalidade no dia a dia. Traz painel digital configurável, multimídia com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e ar-condicionado automático. O espaço interno atende bem à proposta, embora o acabamento seja simples e faltem itens como saídas de ar traseiras.
Apresenta consumo equilibrado para a proposta, com médias de cerca de 12,7 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada com gasolina. O modelo conta com sistema Start-Stop e modo Eco, além de recursos que ajudam o motorista a conduzir de forma mais eficiente no dia a dia.
Se destaca pelo conjunto mecânico eficiente, com bom desempenho e câmbio mais confiável, além de segurança completa e rodagem adequada ao uso urbano. Em contrapartida, mantém um acabamento mais simples e concentra alguns itens de conforto em versões ou pacotes opcionais, como a câmera de ré.
Preserva o visual robusto e urbano que o consagrou, com frente elevada, linhas retas e tampa traseira de vidro. A linha 2026 traz novo volante com base reta e painel redesenhado, inspirados no Argo e na Strada. Retrovisores e maçanetas agora têm acabamento em preto brilhoso, e as calotas aro 14 ganharam novo desenho. O porta-malas de 200 litros segue como destaque pela praticidade.
Com preço de tabela de R$ 80.060 e ofertas que chegam a R$ 66.990, é um dos carros mais baratos do país. O motor Firefly garante baixo consumo – até 15,8 km/l na estrada – e manutenção econômica, com revisões até 50 mil km somando cerca de R$ 3.900. Direção elétrica, ar-condicionado e controles de estabilidade reforçam o equilíbrio entre preço e conteúdo.
O motor 1.0 Firefly de três cilindros, flex, entrega até 75 cv e 10,7 kgfm de torque. O comando por corrente dispensa trocas e aumenta a durabilidade, enquanto o câmbio manual de cinco marchas e a tração dianteira favorecem a economia. A suspensão robusta e o controle de estabilidade ampliam a segurança e o conforto ao rodar.
Focado em praticidade, o interior utiliza plásticos texturizados e bancos em tecido com bom apoio lateral. O painel combina mostradores analógicos e tela digital de 3,5” com computador de bordo. Há ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, direção elétrica leve e aviso de pressão dos pneus. Os controles de tração e estabilidade e a assistência de partida em rampa completam o pacote de segurança ativa.
Prioriza economia, com consumo de até 14,5 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada com gasolina, ou 10,1 e 11,1 km/l com etanol. O coletor de escapamento integrado ao cabeçote ajuda o motor a atingir a temperatura ideal mais rápido, reduzindo consumo e emissões – um diferencial para o uso urbano.
É elogiado pela robustez mecânica, economia e direção elétrica leve. O motor com corrente de comando reforça a confiabilidade. Em contrapartida, o porta-malas pequeno, o acabamento simples, a ausência de multimídia e os dois airbags limitam o conforto e revelam o perfil básico da versão de entrada.
O modelo mantém o mesmo visual da linha 2025. O estilo sedã com caída coupê segue intacto, com faróis halógenos de parábola simples e lanternas também halógenas. As proporções permanecem: 4,32 m de comprimento, 1,72 m de largura e 2,53 m de entre-eixos. A linha 2026 não traz mudanças externas, apenas reorganiza a nomenclatura e simplifica as versões.
Por cerca de R$ 104 mil, a versão oferece um pacote completo para um sedã de entrada. Traz seis airbags, multimídia de 8” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, sensor crepuscular, câmera de ré e Bluelink gratuito por cinco anos. O motor 1.0 aspirado com corrente de comando reduz custos futuros, enquanto o consumo - 13,4 km/l na cidade e 15,4 km/l na estrada - reforça a vantagem frente a rivais na mesma faixa de preço.
A versão mantém o motor 1.0 aspirado Kappa de até 80 cv, reconhecido pelo funcionamento suave e pela corrente de comando. O câmbio manual de cinco marchas tem engates precisos e aproveita o baixo peso do conjunto. A suspensão McPherson dianteira e o eixo de torção traseiro garantem robustez no uso diário, apoiados pela direção elétrica protegida contra alagamentos. Componentes como filtro de cabine e filtro de ar têm acesso facilitado, reduzindo custos de manutenção.
O HB20S Comfort oferece boa ergonomia e tecnologia útil no dia a dia. Traz multimídia de 8” com espelhamento sem fio, Bluelink por cinco anos, câmera de ré, faróis com acendimento automático e volante com ajustes. O acabamento usa plásticos claros e bancos em tecido. O espaço traseiro é adequado e o porta-malas de 475 litros se destaca. O ar-condicionado é manual, e o sedã não dispõe de saída de ar ou USB traseira.
A versão recebe classificação B no INMETRO e entrega boas médias para o segmento: 13,4 km/l na cidade e 15,4 km/l na estrada com gasolina; 9,7 km/l e 10,9 km/l com etanol. O motor leve, a corrente de comando e a calibração eficiente favorecem o desempenho. Em condução suave, é possível superar as médias oficiais e assegurar excelente autonomia.
Os elogios se concentram no pacote de segurança com seis airbags, no consumo competitivo, no Bluelink de série e na robustez mecânica. As críticas apontam acabamento simples com muito plástico, painel analógico ultrapassado, rodas de aço, câmera de ré de resolução mediana, ausência de saída de ar e USB traseira, além do porta-malas sem abertura externa por botão.
O Renault Kardian Evolution automático 2026 vale a pena para quem busca um SUV compacto com bom desempenho, câmbio moderno e uso confortável no dia a dia. O modelo entrega um conjunto equilibrado, com segurança completa, boa dirigibilidade e tecnologia suficiente para uso urbano e rodoviário.
O Renault Kardian Evolution automático 2026 registra consumo de cerca de 12,7 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada com gasolina, segundo dados do Inmetro. Esses números colocam o modelo em uma faixa de consumo equilibrada dentro do segmento de SUVs compactos turbo.
O Renault Kardian Evolution automático 2026 pode ser considerado econômico dentro da sua proposta. O modelo não lidera o segmento em consumo, mas apresenta eficiência compatível com SUVs turbo, aliando bom desempenho a um gasto de combustível controlado no uso diário.
O Renault Kardian Evolution automático 2026 utiliza motor 1.0 turbo flex de até 125 cv com etanol e 120 cv com gasolina, além de torque de até 22,4 kgfm. Esse conjunto garante respostas rápidas no uso urbano e bom desempenho em estrada.
O Renault Kardian Evolution automático 2026 tem manutenção considerada previsível dentro do segmento. O modelo utiliza soluções como corrente de comando e câmbio de dupla embreagem banhado a óleo, que contribuem para maior durabilidade e menor risco de problemas ao longo do tempo.
O Renault Kardian Evolution automático 2026 oferece um bom nível de segurança, com 6 airbags de série, controles de tração e estabilidade, freios ABS e fixação Isofix. Esses itens colocam o modelo em um padrão competitivo dentro da categoria.
O modelo tem preço de tabela em torno de R$ 80.060, segundo fontes de lançamento. No entanto, promoções permitem valores a partir de cerca de R$ 66.790, conforme parâmetros de financiamento especiais. Esse cenário coloca o Mobi Like como uma opção de entrada muito acessível para seu segmento.
Com motor 1.0 Firefly de três cilindros e classificação «E» segundo o INMETRO, ele faz valores estimados para gasolina de até 14,5 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada). Já com etanol, há estimativas de aproximadamente 10,1 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada). Esses números o tornam uma das opções mais econômicas no uso urbano.
O Mobi Like traz de série controle de tração (ASR), controle de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus. O número de airbags é limitado à versão de entrada – o que pode pesar para quem prioriza segurança ativa e passiva com mais recursos.
O porta-malas conta com aproximadamente 200 litros, o que é compatível com sua categoria, mas inferior a alguns concorrentes. O espaço para passageiros no banco traseiro é considerado apertado para adultos em viagens mais longas , o que reforça o perfil mais urbano do veículo.
O motor 1.0 Firefly utiliza corrente de comando (em vez de correia dentada), o que reduz a frequência de manutenção desse componente importante. Quanto às revisões, estimativas indicam que até os 50.000 km o custo pode ficar em torno de R$ 3.900, considerando serviço em concessionária autorizada. Essa robustez mecânica favorece o custo-benefício no médio prazo.
Depende do perfil. Se o uso for majoritariamente urbano, com deslocamentos diários, o Mobi Like se destaca por economia, manutenção simples e praticidade. Já para quem percorre muitos quilômetros rodoviários, faz viagens longas ou busca mais espaço e potência, pode valer considerar modelos com autonomia, desempenho ou acabamento superior – pois esse modelo mostra limitações em viagens e em conforto para adultos atrás.
Sim. O sedã está entre os mais econômicos do segmento com motor aspirado. Segundo o INMETRO, ele registra 13,4 km/l na cidade e 15,4 km/l na estrada com gasolina, números acima da média dos rivais diretos. Com etanol, marca 9,7 km/l e 10,9 km/l. O baixo peso do carro, o acerto do motor 1.0 Kappa e o câmbio manual de cinco marchas contribuem para a eficiência. Em condução suave, os motoristas relatam médias ainda melhores, especialmente em rodovias. A autonomia favorece rotinas longas graças ao tanque de 50 litros.
A versão se destaca na segurança para um sedã de entrada. O conjunto inclui seis airbags de série (frontais, laterais e de cortina), item raro na faixa de preço. O modelo oferece controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, câmera de ré, além de sensor crepuscular. Outro diferencial é o Bluelink, sistema de proteção conectado que permite rastrear e imobilizar o veículo e solicitar ajuda emergencial via SOS. Ele permanece gratuito por cinco anos e melhora a experiência de segurança patrimonial.
Apesar de ser a versão de entrada, o pacote tecnológico é amplo. O carro vem com central multimídia de 8’’, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, comandos de voz e tela sensível ao toque. O sedã inclui volante com ajustes de altura e profundidade, câmera de ré, vidros elétricos dianteiros, chave com telecomando e faróis com acendimento automático. O Bluelink, incluso por cinco anos, oferece funções remotas, diagnóstico do veículo, rastreamento e assistência 24h. Para o segmento, a combinação de multimídia sem fio e plataforma conectada é um grande diferencial.
O 1.0 Kappa aspirado entrega 80 cv e 10,2 kgfm com etanol, números suficientes para uso diário. O HB20S pesa pouco mais de 1 tonelada, o que favorece arrancadas leves e agilidade urbana. O câmbio manual de cinco marchas possui engates curtos e precisos, o que ajuda no trânsito. O 0 a 100 km/h é feito em 14,5 s, e a velocidade máxima chega a 162 km/h. Não é um sedã voltado ao desempenho, mas atende bem motoristas que priorizam economia, uso urbano, deslocamentos moderados e viagens sem carga elevada.
As críticas se concentram na simplicidade de acabamento e em itens ausentes. O interior usa plásticos duros, o painel é analógico, o visor do computador de bordo é simples e o carro utiliza rodas de aço com calotas. Na cabine traseira, faltam saída de ar e porta USB. A câmera de ré possui qualidade mediana e as lanternas traseiras halógenas ficam abaixo do esperado em um sedã moderno. Outro detalhe incômodo é o porta-malas sem abertura externa, acessível apenas pela chave ou alavanca interna.
Para quem busca um sedã econômico, confiável, bem equipado e abaixo de R$ 110 mil, a versão é uma das escolhas mais racionais da categoria. O modelo combina seis airbags, multimídia sem fio, conectividade remota via Bluelink e consumo acima da média. A manutenção tende a ser mais simples por usar corrente de comando, e a garantia de 5 anos reforça o custo-benefício no longo prazo. Ele atende especialmente famílias pequenas, motoristas de cidade, quem roda muito e precisa economizar combustível ou quem busca o primeiro sedã com bom conteúdo sem pagar mais por versões topo de linha.