Informações sobre custo do modelo e manutenção são muito baseados nesta fase, após o comparativo geral e o custo total de propriedade, nos aponte o preço de compra.



Mantém o visual do facelift 2023: faróis de LED com DRL, grade de linhas retas e lanternas escurecidas. No Sense, o conjunto é sóbrio, com para-choques simples e interior de plásticos rígidos com faixa de tecido. Volante multifuncional padrão (sem couro/paddles). Traz acabamento focado em praticidade, sem adereços esportivos.
Parte de R$ 108.990. Para o Sense (170 TSI), o pacote Revisões Planejadas com as 3 primeiras revisões sai por R$ 1.989.
Usa o 1.0 TSI 170 (3 cil./12V, injeção direta e turbo) – até 116 cv e 16,8 kgfm – pareado ao câmbio manual MQ200 de 5 marchas e tração dianteira. Traz suspensão McPherson na frente e eixo de torção atrás, com freios disco/tambor. Seu conjunto é robusto, de baixo custo e calibrado para uso urbano-rodoviário.
Traz 6 airbags, ESC, assistente de partida em rampa, faróis de LED com DRL e frenagem pós-colisão. No painel, cluster digital de 8" e áudio Media Plus II (sem VW Play). Ar-condicionado convencional; acabamento simples com plásticos rígidos e bancos dianteiros de encosto fixo.
O 1.0 turbo flex alia bom fôlego a baixo consumo: faz 13,2 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada com gasolina; com etanol, 9,2 km/l (urbano) e 11,2 km/l (rodoviário). Na prática, o escalonamento do câmbio manual de 5 marchas favorece giro baixo e ajuda a manter a economia no dia a dia.
Bastante elogiado pelo bom espaço interno e porta-malas, além do conjunto com câmbio manual que responde bem na cidade. Recebe críticas para o acabamento simples com muito plástico, bancos dianteiros de encosto fixo, ar-condicionado convencional, ausência de multimídia VW Play, além da falta de retrovisores elétricos e mimos de conforto.
Preserva a identidade marcante da Hilux, com dianteira de linhas robustas, faróis full LED, grade em preto brilhante e detalhes cromados que reforçam sua presença. As rodas de 18”, os estribos laterais e as lanternas em LED completam o conjunto. Na cabine, os bancos em couro perfurado com costuras contrastantes elevam a percepção de sofisticação da versão SRX.
Com preço na faixa de R$ 347 mil, sustenta sua proposta na reconhecida confiabilidade mecânica e no elevado valor de revenda da linha. O programa Toyota 10 amplia a garantia para até 10 anos, mediante as revisões na rede autorizada, um diferencial que aumenta a previsibilidade dos custos de propriedade ao longo do tempo.
Sua base mecânica é formada por um conjunto amplamente testado, característica que ajuda a explicar sua reputação de confiabilidade. O motor 2.8 turbodiesel trabalha em conjunto com o câmbio automático de seis marchas e a tração 4x4 para enfrentar diferentes condições de uso com segurança. A suspensão dianteira independente e o eixo rígido traseiro garantem a robustez necessária para o trabalho e o uso fora de estrada.
A cabine reúne recursos que tornam a rotina e as viagens mais confortáveis. Os bancos em couro contam com ventilação na dianteira e ajuste elétrico para o motorista, enquanto o ar-condicionado digital de duas zonas amplia o bem-estar a bordo. Na tecnologia, destacam-se a central multimídia de 9” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, o sistema de som JBL, as câmeras 360° e o pacote Toyota Safety Sense.
O motor 2.8 turbodiesel registra médias oficiais de 9,3 km/l na cidade e 10 km/l na estrada. Em condições favoráveis, porém, a picape pode superar esses números e registrar mais de 13 km/l em rodovias. O resultado garante boa autonomia para viagens e um consumo que surpreende positivamente para uma picape média a diesel.
Entre os pontos positivos, se destaca pela reconhecida confiabilidade mecânica, pelo conforto ao rodar e pelo bom conjunto de tecnologia, com destaque para as câmeras 360° e o sistema de som JBL. O programa Toyota 10 também costuma ser apontado como um diferencial importante. Já entre os aspectos menos favoráveis, alguns avaliadores observam a ausência de alguns recursos presentes em concorrentes da mesma faixa de preço, como alerta de ponto cego, sensor de chuva e a função Stop & Go no piloto automático adaptativo.
A versão traz uma identidade visual criada para o universo do agronegócio, com destaque para a pintura bicolor e os detalhes cromados espalhados pela carroceria. As rodas diamantadas de 20”, os estribos elétricos retráteis e a capota com acionamento elétrico reforçam a proposta mais sofisticada. Na cabine, o acabamento em couro preto e marrom e os detalhes inspirados em porteiras de fazenda ampliam a sensação de exclusividade.
Com preço de R$ 344.990, a versão entrega uma combinação pouco comum entre exclusividade, robustez e foco no uso profissional. A série limitada a 300 unidades agrega valor para quem busca algo diferente dentro do segmento, enquanto os 5 anos de garantia, o pós-venda bem avaliado e a reconhecida durabilidade do conjunto mecânico reforçam a tranquilidade para quem pretende permanecer muitos anos com a picape.
A robustez mecânica é um dos principais diferenciais da versão. O motor 2.4 biturbo diesel tem reputação de elevada durabilidade, enquanto o chassi reforçado foi desenvolvido para suportar uso intenso em diferentes condições de terreno. O câmbio automático adapta seu funcionamento conforme a carga e o relevo, e as proteções inferiores instaladas de fábrica ampliam a segurança em trajetos fora de estrada e no trabalho pesado.
A cabine combina sofisticação e praticidade para quem alterna entre o trabalho no campo e o uso diário. Os bancos em couro com acabamento exclusivo, o ar-condicionado digital de duas zonas e os ajustes elétricos para o motorista elevam o conforto a bordo. Entre os destaques tecnológicos estão a central multimídia compatível com Android Auto e Apple CarPlay, o carregador por indução, o sistema de som JBL e o pacote de segurança com câmera 360°, além de assistentes avançados de condução.
Mesmo com foco em robustez e capacidade de trabalho, apresenta números competitivos para o segmento, com médias de 9,5 km/l na cidade e 11,4 km/l na estrada. O tanque de 76 litros contribui para uma excelente autonomia, característica valorizada por quem percorre longas distâncias em rodovias ou enfrenta rotinas intensas no campo. Além disso, a calibração inteligente do câmbio ajuda a otimizar o consumo conforme a carga e as condições do terreno.
Entre os pontos positivos, se destaca pela robustez mecânica, pela capacidade fora de estrada e pelo pacote de soluções desenvolvidas especialmente para o público do agronegócio. Os equipamentos exclusivos da versão também agregam praticidade no uso diário. Já entre os aspectos menos favoráveis, a proposta privilegia funcionalidade, durabilidade e exclusividade, deixando alguns recursos presentes em modelos mais voltados ao uso urbano para versões e segmentos diferentes.
O Volkswagen Tera High 2026 vem equipado com o motor 1.0 TSI turbo flex de três cilindros, com injeção direta e correia dentada a seco. Ele entrega 116 cv com etanol e 109 cv com gasolina, além de 16,8 kgfm de torque a partir de 1.750 rpm. O câmbio é automático de seis marchas, garantindo trocas suaves e boa resposta em retomadas. É um conjunto elogiado pela eficiência e baixo custo de manutenção.
Segundo o Inmetro, o consumo urbano do Tera High é de 8,6 km/l com etanol e 12,2 km/l com gasolina, enquanto no uso rodoviário ele atinge 10,3 km/l (etanol) e 14,5 km/l (gasolina). Em testes independentes, o motor 1.0 TSI mostrou ainda mais eficiência, chegando a 26,7 km/l com gasolina em percurso ideal. O tanque de 49 litros garante boa autonomia para uso urbano e viagens.
O SUV vem muito bem equipado: seis airbags, frenagem autônoma de emergência (AEB) e piloto automático adaptativo (ACC) de série. O interior traz painel digital de 10,25”, central VW Play Connect com internet embarcada, carregador por indução com ventilação, ar-condicionado digital Climatronic e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros. As rodas são de 17 polegadas, e os faróis, em Full LED.
Sim. O Tera High tem revisões com preço fixo, totalizando cerca de R$ 5.000 até 60 mil km, o que é competitivo dentro da categoria de SUVs compactos. A mecânica simples — com motor 1.0 TSI e câmbio automático de seis marchas — reduz custos e facilita o serviço em toda a rede Volkswagen. O uso de correia dentada a seco dispensa trocas frequentes, e o eixo de torção traseiro é de baixa manutenção.
O desempenho é equilibrado para o porte do carro. Acelera de 0 a 100 km/h em 11,7 segundos e atinge 184 km/h de velocidade máxima. O motor 1.0 TSI oferece torque disponível desde baixas rotações, o que garante agilidade no trânsito urbano e estabilidade nas estradas. O câmbio automático de seis marchas contribui para o conforto e evita trancos nas trocas, além de explorar bem o torque do motor.
Sim. O Tera High oferece boa ergonomia, posição de dirigir elevada e painel intuitivo. A central multimídia VW Play Connect tem interface moderna e suporte a aplicativos nativos, e o carregador por indução ventilado evita superaquecimento do celular. Apesar do conforto, o espaço traseiro é limitado e o acabamento usa plásticos rígidos, mas o isolamento acústico e a qualidade geral do rodar são pontos fortes para o segmento.
A Toyota Hilux SRX vale a pena para quem procura uma picape média reconhecida pela robustez, pela confiabilidade mecânica e pelo alto valor de revenda. Além da capacidade para enfrentar trabalho pesado e uso fora de estrada, oferece bom nível de conforto, pacote de segurança atualizado e tecnologia suficiente para o dia a dia. O preço é elevado, mas costuma ser compensado pela durabilidade do conjunto e pela forte aceitação no mercado de usados.
Segundo o Inmetro, a Toyota Hilux SRX registra médias de 9,3 km/l na cidade e 10 km/l na estrada. Em condições favoráveis, com condução moderada e pouca carga, avaliações especializadas registraram médias superiores a 13 km/l em rodovias, resultado considerado bastante positivo para uma picape média equipada com motor turbodiesel e tração 4x4.
Sim. A Toyota Hilux SRX foi desenvolvida para enfrentar diferentes tipos de terreno. A combinação entre motor 2.8 turbodiesel, tração 4x4 com reduzida, elevada altura em relação ao solo e suspensão preparada para uso severo permite encarar estradas de terra, lama e pisos irregulares com bastante segurança e resistência.
Depende do perfil de uso. A Toyota Hilux SRX se destaca pela confiabilidade mecânica, pelo elevado valor de revenda e pela tradição da marca. Já a Ford Ranger oferece um projeto mais recente, acabamento mais sofisticado e maior oferta de tecnologias em algumas versões. Quem prioriza robustez costuma olhar para a Hilux; quem busca mais modernidade pode preferir a Ranger.
As revisões da Toyota Hilux SRX não estão entre as mais baratas do segmento, mas o modelo é conhecido pela elevada durabilidade mecânica e pelo baixo índice de problemas. Além disso, o programa Toyota 10 permite ampliar a garantia para até 10 anos ou 200 mil quilômetros, desde que as revisões sejam realizadas na rede autorizada.
Sim. Apesar da vocação para o trabalho e o uso fora de estrada, a Toyota Hilux SRX oferece bancos em couro com ventilação, ar-condicionado digital de duas zonas, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e câmeras 360°, recursos que tornam o uso urbano e as viagens mais confortáveis. A suspensão mantém o perfil típico de uma picape sobre chassi, mas entrega bom equilíbrio entre robustez e conforto.
Sim. A Mitsubishi Triton Terra vale a pena para quem procura uma picape voltada ao agronegócio, com visual exclusivo, mecânica reconhecida pela durabilidade e um pacote de equipamentos pensado para o uso misto entre fazenda, estrada e cidade. A série limitada a 300 unidades também agrega exclusividade ao conjunto.
A Mitsubishi Triton Terra parte da Katana, mas adiciona elementos exclusivos voltados ao público do agro. Entre os destaques estão a pintura bicolor, o acabamento interno diferenciado, os estribos elétricos retráteis, a capota elétrica da caçamba e detalhes exclusivos de personalização que não aparecem na Katana convencional.
Sim. A Mitsubishi Triton Terra 2027 é uma edição limitada a apenas 300 unidades. A proposta foi desenvolvida especialmente para atender produtores rurais, empresários do agronegócio e clientes que buscam uma picape mais exclusiva dentro da linha Triton.
A Mitsubishi Triton Terra registra médias de aproximadamente 9,5 km/l na cidade e 11,4 km/l na estrada com motor 2.4 biturbo diesel. O tanque de 76 litros ajuda a garantir uma autonomia elevada para viagens longas e uso intenso no campo.
Sim. A Mitsubishi Triton Terra foi criada justamente com foco no agronegócio. Além da tração integral permanente, ela conta com proteções inferiores, modos de condução para diferentes terrenos, caçamba mais preparada para o trabalho e detalhes pensados para facilitar o uso em ambientes rurais.
Sim. A confiabilidade é um dos principais atributos da Mitsubishi Triton Terra. O motor 2.4 biturbo diesel tem fama de alta durabilidade, enquanto a marca oferece 5 anos de garantia e um pós-venda frequentemente elogiado pelos proprietários da linha Triton.