O MG IM6 chega para disputar espaço entre os SUVs elétricos premium, ao lado de modelos como BMW iX3, Mercedes-Benz EQE SUV e Volvo EX90.
O nome pode causar alguma confusão. Apesar do emblema MG, ele foi desenvolvido pela IM Motors, divisão de veículos elétricos de alta tecnologia do grupo chinês SAIC Motor, que também controla a MG. Será o primeiro modelo da IM Motors comercializado no Brasil.
Por aqui, o SUV terá duas versões. A mais potente concentra os números que mais chamam atenção, como os 767 cv divulgados para o modelo apresentado no país e a arquitetura elétrica de 800 V.
Mas a proposta não se resume à potência. Recarga rápida, esterçamento das quatro rodas e recursos de inteligência artificial estão entre as tecnologias que ajudam a diferenciar o IM6.
Quais serão as versões do MG IM6 no Brasil?

A gama terá Signature e Performance Signature. A primeira ficará na entrada, com motor traseiro e tração traseira.
A Performance Signature será a configuração mais potente, com dois motores e tração integral. As duas chegam com propostas mecânicas bem diferentes entre si.
A MG ainda não divulgou toda a ficha técnica das configurações brasileiras. Por isso, não dá para dizer que elas correspondem diretamente às versões vendidas na Europa. Mas os modelos europeus ajudam a mostrar o que a plataforma do IM6 pode entregar.
Por lá, uma das configurações com bateria de 100 kWh é a 100 Long Range, de tração traseira. Ela entrega 407 cv e alcança até 625 km pelo ciclo WLTP.
Acima dela está a 100 Performance, também com bateria de 100 kWh, mas com dois motores e tração integral. São 751 cv, 0 a 100 km/h em 3,5 segundos e até 505 km de autonomia pelo WLTP.
Esses números não são a ficha técnica das versões brasileiras. Eles servem como referência enquanto a MG não detalha potência, bateria e autonomia definitivas para o país.
O que os 800 V mudam no MG IM6?
O principal efeito aparece na recarga. Na versão mais potente, essa arquitetura permite trabalhar com carregadores de alta potência.
Na Europa, as configurações de 100 kWh aceitam até 396 kW em corrente contínua. Quanto maior a potência disponível no carregador, menor tende a ser o tempo necessário para recuperar energia.
Os materiais de referência não informam um tempo oficial de recarga de 10% a 80%.





