Poucos carros chegaram ao Brasil com tanta repercussão quanto o BYD Dolphin Mini. Em fevereiro de 2024, sua estreia provocou uma corrida às concessionárias e colocou o pequeno elétrico entre os assuntos mais comentados do setor automotivo.
Dois anos depois, veio uma conquista ainda maior: em fevereiro de 2026, ele se tornou o primeiro carro 100% elétrico a liderar o ranking mensal de vendas no varejo brasileiro, à frente de modelos tradicionais a combustão.
O resultado ajudou a consolidar o hatch entre os elétricos mais conhecidos do país.
Na linha 2027, o BYD Dolphin Mini mantém duas versões: a GL, de R$ 118.990, e a GS, de R$ 119.990. A configuração de entrada também atende ao mercado de vendas diretas, inclusive ao público PcD, mas as novidades não se limitam a um perfil específico de comprador.
Há mudanças nos pneus, nas rodas e em detalhes da cabine, algumas com impacto até na manutenção.
Por isso, compartilhamos cinco motivos para conhecer melhor o que essa nova geração oferece antes da compra.
1. Suspensão mais preparada para as ruas brasileiras
Quem dirige todos os dias por ruas cheias de remendos, lombadas e valetas sabe como o acerto da suspensão faz diferença no conforto.
O Dolphin Mini já recebeu críticas pelo balanço excessivo da carroceria em algumas situações. As modificações feitas pela BYD buscaram reduzir essa oscilação e dar mais firmeza ao carro, sem comprometer o conforto.
Um test-drive em ruas com diferentes tipos de piso pode ajudar a perceber o resultado dessas mudanças e descobrir se a dirigibilidade agrada.
2. Interior mais prático para a rotina
Na cabine, a linha 2027 ganhou novas opções de cores para os bancos e outros detalhes de acabamento. Os tons mais claros dão uma sensação de amplitude.
O espaço também surpreende para um carro de 3,78 metros de comprimento. Com 2,50 metros de entre-eixos, o hatch consegue acomodar os ocupantes sem precisar de uma carroceria maior.
E o tamanho compacto facilita a vida na hora de estacionar ou passar por ruas apertadas. O porta-malas de 230 litros dá conta das compras do supermercado e das bolsas do dia a dia, mas pode ficar pequeno para uma viagem em família.
3. Tecnologia que facilita a vida ao volante
O BYD Dolphin Mini GL já oferece central multimídia de 10,1 polegadas, faróis e lanternas em LED, rodas de liga leve e função Auto Hold, recurso que mantém o veículo parado sem exigir pressão contínua no pedal do freio.
Na GS, o pacote fica mais completo. Entre os diferenciais estão o ajuste elétrico do banco do motorista, carregador de celular por indução e regulagem de profundidade do volante.
Em segurança, são seis airbags na GS, contra quatro na GL. É um ponto que merece ser considerado na comparação.
E o preço torna essa escolha ainda mais interessante: apenas R$ 1.000 separam as duas versões. Com uma distância tão pequena, os equipamentos adicionais da GS podem pesar bastante na decisão.
4. Agilidade urbana com as vantagens da motorização elétrica
É no trânsito da cidade que o Dolphin Mini mostra uma das características mais agradáveis dos carros elétricos: a resposta imediata ao acelerador.
O motor entrega 75 cv e 13,8 kgfm de torque, o que facilita as saídas de semáforo e as retomadas de velocidade, sem a necessidade de trocar marchas.
As versões também oferecem autonomias diferentes. A GL utiliza bateria de 30,08 kWh e pode percorrer até 224 km pelo Inmetro. Já a GS, com 38,88 kWh, alcança 280 km no mesmo ciclo.
Dependendo da distância percorrida diariamente, essa autonomia pode ser suficiente para vários dias sem recarga. Quem tem tomada ou carregador adequado em casa ainda conta com a comodidade de sair com a bateria cheia.
O custo por quilômetro também tende a ser menor do que o de um carro a combustão, conforme a tarifa de energia. Para quem viaja com frequência ou depende de eletropostos públicos, é importante considerar o tempo e a disponibilidade de recarga no trajeto.
5. Pneus mais fáceis de encontrar na hora da troca
A facilidade de reposição dos pneus é uma vantagem que costuma ganhar importância depois da compra.
Entre as novidades identificadas no Dolphin Mini GS 2027 está a adoção dos Pirelli Cinturato P6 185/55 R16, em substituição aos antigos 175/55 R16. São 10 milímetros a mais de largura, com uma medida mais comum no mercado brasileiro.
Isso pode facilitar a busca por pneus novos quando chegar a hora da substituição. A medida mais larga também pode influenciar a aderência, embora o resultado dependa das características de cada produto.
O conjunto ganhou ainda rodas de 16 polegadas com acabamento escurecido e spoiler traseiro vazado, inspirado no Dolphin Surf europeu. São novidades que dão um toque diferente ao visual sem mudar a identidade do hatch.
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Boa leitura!
FAQ: perguntas frequentes sobre o BYD Dolphin Mini 2027
Quanto custa o BYD Dolphin Mini 2027?
O BYD Dolphin Mini 2027 tem preço de referência de R$ 118.990 na versão GL e R$ 119.990 na GS. Os valores podem variar conforme as condições comerciais e a modalidade de compra.
Qual é a autonomia do BYD Dolphin Mini 2027?
A autonomia do BYD Dolphin Mini 2027 é de 224 km na versão GL e 280 km na GS, segundo o Inmetro. A diferença está principalmente na capacidade das baterias utilizadas em cada configuração.
Qual é a diferença entre o BYD Dolphin Mini GL e o GS?
O BYD Dolphin Mini GL tem bateria menor e um pacote de equipamentos mais simples. A GS oferece maior autonomia, banco do motorista com ajuste elétrico, carregador de celular por indução e seis airbags, contra quatro da GL.
O BYD Dolphin Mini 2027 é bom para usar na cidade?
O BYD Dolphin Mini 2027 tem dimensões compactas, motor elétrico de resposta imediata e autonomia adequada a diferentes rotinas urbanas. A conveniência depende principalmente da distância percorrida e do acesso à recarga.
Qual é a capacidade da bateria do BYD Dolphin Mini 2027?
A versão GL do BYD Dolphin Mini 2027 utiliza uma bateria Blade de 30,08 kWh. Na GS, a capacidade é de aproximadamente 38,88 kWh. As duas utilizam tecnologia de fosfato de ferro-lítio (LFP).
O BYD Dolphin Mini 2027 tem carregamento rápido?
Sim. O BYD Dolphin Mini 2027 aceita recarga rápida em corrente contínua, com potência máxima de 30 kW na GL e 40 kW na GS. Em corrente alternada, ambas admitem até 6,6 kW.